Amaldiçoados sejam os escravocratas e os atravessadores que terceirizam o trabalho

Comenta Marcos Simões: “Cadelos e cadelas no cio das áreas nobres, além de ladrões, sonegadores de impostos e fraudadores do Brasil, são hilários”.

direita burguesia faz panelaço

Essas corruptas e corruptoras elites têm tudo facilitado para uma vida de luxo e luxúria. A conta quem paga é o povo. Que a casta lá de cima não paga os impostos de fortuna, de herança e, muitas vezes, possuem secretas isenções.

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Essa gente escraviza os empregados domésticos: babás, faxineiras, cozinheiras, motoristas. Acontece o mesmo com as comerciárias, as operárias, as camponesas, as funcionárias públicas terceirizadas. Uma relação patrão empregado que acontece de tudo: assédio sexual, assédio moral, stalking – uma relação casa grande & senzala, que rola na cama & rela o joelho.

Um escravidão que acontece nas casas das nossas tradicionais famílias cristãs, e nas grandes empresas como a Contax, nas mais luxuosas lojas do shopping, quando se pensava que fosse uma desumanidade exclusiva dos canaviais & outros latifúndios da lavoura de exportação.

Os piores escravocratas são os colonos, as empresas multinacionais, notadamente as proprietárias das ex-estatais da privataria tucana.

A escravidão no Brasil é generalizada. O Ministério e as secretarias do Trabalho dos governos estaduais e municipais não agem e são tão decorativas – para inglês ver – quanto os tribunais.

Amaldiçoados sejam todos escravocratas e seus capatazes & cúmplices.

pobre rico colono colonizado

 

Os judeus viveram 400 anos de escravidão no Egito, e foram libertados pela intervenção de Deus, através de Moisés.

A escravidão no Brasil completará 500 anos em 2036. Começou com a chegada do primeiro donatário português em Pernambuco.

Malditos sejam os escravocratas, os atravessadores de trabalho terceirizado, os que pagam o mínimo do mínimo aos empregados, roubando horas extras, descanso semanal, férias, e o tempo de descanso, de lazer e,  notadamente, o tempo que os pais devem dedicar para a criação e educação dos filhos menores de idade.

Para eles as dez pragas do Egito que, segundo a Bíblia, Deus enviou pelas mãos de Moisés sobre o Faraó do Egito e seu povo, narradas no livro de Êxodo, capítulos 7—12.

As pragas foram enviadas para obrigar o Faraó libertar o povo. O Faraó representa o executivo, o judiciário, o legislativo, o poder econômico.

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As dez pragas descritas no texto bíblico foram, em ordem cronológica:
1. Águas em sangue
2. Rãs
3. Piolhos
4. Moscas
5. Doenças nos animais
6. Sarna que rebentava em úlceras
7. Saraiva com fogo
8. Gafanhotos
9, Trevas
10. Morte dos primogênitos

Essas podres elites podres bem que merecem. Os primogênitos deles vivem nas drogas, atropelando e queimando mendigos, estuprando, vagabundeando, e com heranças garantidas em paraísos fiscais.

As pragas o preço pelos 400 anos de escravidão no Egito. No Brasil são 500 anos. Que seja acrescentada a Aids. A dengue fica na conta de Alckmin, que falta água em São Paulo. A água guardada em baldes, tonéis e barris constitui o principal foco de larvas de mosquito.

Água dá-nos

STF esconde nomes de escravocratas sebosos e gananciosos

Nayer
Nayer

 

A vice-procuradora-geral da República, Ela Wiecko, recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a liminar que suspendeu a divulgação da Lista Suja do Trabalho Escravo, relação com o nome de empresas e pessoas físicas autuadas pela fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego ao submeter trabalhadores a formas degradantes de trabalho ou a condições análogas ao trabalho escravo.

No dia 27 de dezembro passado, o presidente da Corte, aceitou pedido da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) para suspender divulgação da lista, que foi retirada da página do ministério na internet.

No recurso apresentado ontem (15), a procuradora argumenta que a decisão do presidente prejudica o direito constitucional de acesso à informação e o combate ao trabalho escravo. “A inclusão na lista, por si, não representa penalidade, pois a divulgação dos nomes das empresas que se valem do trabalho em condições à de escravidão tem por objetivo conferir publicidade às ações desenvolvidas pelo Ministério do Trabalho. Prejuízo de ordem moral que empresa incluída no cadastro possa ocasionalmente experimentar não são justificativa plausível para o sigilo dessas informações.”, disse.

A decisão de Lewandowski suspendeu os efeitos da Portaria Interministerial 2, de 12 de maio de 2011, que estabelece as regras sobre o cadastro. A portaria é assinada pelo Ministério do Trabalho e a Secretaria de Direitos Humanos. A decisão também suspende o efeito da Portaria 540, do Ministério do Trabalho, de 15 de outubro de 2004, já revogada pela publicação da Portaria Interministerial 2.

As portarias não tratam diretamente da divulgação dos nomes dos empregadores, mas da obrigação de manter e atualizar a relação das pessoas físicas e jurídicas flagradas na prática da manutenção do trabalho escravo, atribuição do Ministério do Trabalho, que tem ainda o dever de dar conhecimento de seu conteúdo a ministérios, ao Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho e a bancos públicos. Nenhuma das portarias prevê a divulgação automática dos nomes ao público.

Na decisão que suspendeu a divulgação, Lewandowski alegou que “embora se mostre louvável a intenção em criar o cadastro de empregadores, verifico a inexistência de lei formal que respalde a edição da Portaria 2 pelos ministros de Estado”.

A Abrainc entende que as portarias ministeriais ferem a Constituição Federal e o princípio da separação entre os Poderes, pois, na interpretação da entidade, seria competência do Poder Legislativo editar lei sobre o assunto. A associação também sustentou que os nomes dos empregadores são inscritos na lista sem a existência do devido processo legal, de “forma arbitrária”, ferindo o princípio da presunção da inocência.

Papa Francisco: “Conciliar os tempos do trabalho com os tempos da família. É um ponto crítico, um ponto que nos permite discernir, avaliar a qualidade humana do sistema econômico em que nos encontramos”

Alfredo Martirena
Alfredo Martirena

 

 

O Papa Francisco visitou, sábado último, Campobasso e Isérinia, duas dioceses do centro sul de Itália, 200 km ao sul de Roma. Primeiro momento desta visita, foi um encontro com o mundo do trabalho, na Aula Magna da Universidade de Campobasso.

Nas palavras ali pronunciadas, o Papa começou por realçar o significado que assumia que este encontro tivesse lugar na Universidade: “exprime a importância da investigação e da formação, também para dar resposta às complexas questões que a atual crise econômica coloca, tanto no plano local, como a nível nacional e internacional.”

“Um bom percurso formativo não oferece soluções fáceis, mas ajuda a ter um olhar mais aberto e criativo para valorizar melhor os recursos do território”.

Em alusão a quanto dissera um representante do mundo rural, o Papa reafirmou uma vez mais a necessidade de “proteger” (defender, cuidar da) terra. “Este é um dos maiores desafios da nossa época: convertermo-nos a um desenvolvimento que saiba respeitar a natureza criada”.

Comentando a intervenção de uma operária, mãe de família, o Papa agradeceu o seu testemunho e o apelo por esta lançado a favor do trabalho e da família.

“Trata-se de procurar conciliar os tempos do trabalho com os tempos da família. É um ponto crítico, um ponto que nos permite discernir, avaliar a qualidade humana do sistema econômico em que nos encontramos”.

Foi neste contexto que o Papa colocou a questão do “trabalho dominical, que (observou) não diz respeito apenas aos crentes, mas todos, como escolha ética”:

“A pergunta é: a que é que queremos dar prioridade? O domingo livre do trabalho – excetuados os serviços necessários – está a afirmar que a prioridade não é o elemento econômico, mas o humano, o gratuito, as relações não comerciais mas sim familiares, amigáveis, para os crentes também a relação com Deus e com a comunidade. Chegou porventura o momento de nos perguntarmos se trabalhar ao domingo é uma verdadeira liberdade”.

O Papa concluiu propondo aos trabalhadores e empresários presentes um “pacto do trabalho” para responder ao “drama do desemprego e congregando as forças de modo construtivo”. Uma estratégia concordata com as autoridades nacionais, tirando partido das normas nacionais e europeias.

Trabalho e dignidade

Nada é mais importante do que a dignidade humana. É clara a mensagem do Papa Francisco: fala à população de Molise, mas o seu pensamento vai além dos confins da região italiana. Chega a todos os lugares onde, à dignidade da pessoa humana, se antepõem diversos interesses, por mais importantes que sejam. Há carência, diz Francisco durante a missa em Campobasso, de um suplemento de alma a fim de que se possa olhar para o futuro com esperança. Mas há também «muita necessidade — diz — de um compromisso diante das situações de precariedade material e espiritual, especialmente perante o desemprego, um flagelo que requer todos os esforços e muita coragem da parte de cada um».

O desafio do trabalho interpela de modo especial «a responsabilidade das instituições, do mundo empresarial e financeiro». É preciso pôr «a dignidade da pessoa humana no âmago de todas as perspectivas e obras. Os demais interesses, mesmo que sejam legítimos, são secundários».

O Pontífice tinha reiterou um conceito já expresso outras vezes: a verdadeira dignidade para o trabalhador é poder levar o pão para casa. «Não ter trabalho — disse, a este propósito — não significa apenas não ter o necessário para viver. Nós podemos comer todos os dias: vamos à Cáritas, a uma associação, ao clube, vamos a estes lugares e dão-nos algo para comer. Não é esta a questão. O problema consiste em não levar o pão para casa: isto é grave, pois priva o homem da sua dignidade!».

Portanto, é necessário redescobrir a solidariedade e unir as forças de modo construtivo. É preciso debelar o flagelo do desemprego, e para isto é urgente «uma estratégia concordada com as autoridades nacionais», para alcançar um autêntico «“pacto do trabalho” que saiba aproveitar as oportunidades oferecidas pelos regulamentos nacionais e europeus». Enfim, o convite a dedicar mais tempo aos filhos, à família. Deste ponto de vista o domingo, disse o Papa, deve ser um dia livre.

Texto do discurso do Papa ao mundo do trabalho

Homilia em Campobasso

 

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Más paye que ley para las olvidadas de la tierra

Cuando te dicen “trabajador rural”, ¿en qué imagen pensás? Si tu respuesta es peón de estancia, tractorero, motosierrista, tambero y resulta que todos estos son hombres, tu imagen del campo uruguayo coincide con la de la mayoría que respondieron a esta pregunta. Cuando en cambio te dicen “mujeres rurales” ¿cuáles son las imágenes? Una ordeñando, otra en la cocina elaborando quesos, mermeladas, licores. Ésas son las respuestas más frecuentes. ¿Por qué casi nunca aparecen mujeres entre “los olvidados de la tierra”? ¿Por qué a las mujeres rurales no las visualizamos en el trabajo asalariado?

Los asalariados rurales junto a las trabajadoras remuneradas del hogar (más conocidas como “domésticas”) enfrentan desigualdades de género. Clase, género y residencia (rural o en barrios estigmatizados de las ciudades) determinan el trabajo precario, reproducen la marginalidad, la discriminación y la exclusión social de las mujeres que trabajan en “la naranja”.

Las “negras” de la naranja

Muchas de las mujeres que trabajan en la citricultura uruguaya escuchan en la calle, en la parada del ómnibus, en la escuela o en el liceo al que van sus gurises, referirse a ellas como “las negras de la naranja”.

Cuenta Celeste: “A nosotros nos ven como que somos unos vagos, como que no queremos trabajar. Porque somos naranjeros nos ven así. Porque somos rurales”. Llegan a escuchar de quienes trabajan en el empaque de frutas (en la industria), referirse a ellas como “¡esas negras de la chacra!”, e incluso amenazas desde el juzgado a menores infractores “¿por qué no te ponés a estudiar? ¿qué? ¿querés ser naranjero?”.

La discriminación que perciben por el trabajo que desempeñan tiene un fuerte impacto en las posibilidades que creen tener ellas mismas y sus hijos: “¿Qué querés hacer cuando seas grande?”, le preguntaron al hijo de una de ellas. “Naranjero” contestó él, “porque ya sabía que por más que estudiara no iba a ser otra cosa”, explica su madre.

El sector empresarial citrícola se aprovecha de las escasas posibilidades de empleo para las mujeres y la demanda de mano de obra “no calificada”, “flexible” y “responsable”. “No calificada” porque, por más capacitación a la que hayan podido acceder, ciertas tareas se reservan sólo para los hombres. “Flexible” porque tienen que atender las “tareas del hogar”, obligación que el sector empresarial conoce muy bien y por lo tanto aprovecha. Lo de “responsable” es en realidad el efecto de la política del miedo, el miedo a reclamar y ser despedidas, a las listas negras, a perder la única fuente de ingreso segura, cuando muchas de ellas son las únicas proveedoras de sus hogares. Por Lorena Rodríguez.

 

Acidentes de trabalho o patrão nunca é culpado

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CAUSAS DE ACIDENTES DE TRABALHO

por Nestor Waldhelm Neto

Quando o acidente acontece às perdas podem alcançar todas as esferas da sociedade.

Descobrir a causa é muito importante para focar no problema, e assim, evitar que casos parecidos se repitam.

As causas de acidente de trabalho são variadas, e nessa postagem vamos abordar as mais comuns.

Estresse mental
Vivemos em uma época em que produzir é muito importante. Tem pessoas que perdem até a família por causa do trabalho. Outras vão parar no hospício, se suicidam…

Seja qual for sua origem, o estresse afeta o comportamento da pessoa no trabalho, transformando em uma ameaça a segurança.

A empresa:
Tudo na vida tem um limite, e é importante analisar até que ponto a empresa pode ir. Até onde a cobrança está sufocando o funcionário (Transcrevi trechos)

 
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El miércoles el Frente Amplio aprobará en Diputados un polémico proyecto que lo enfrenta con todas las cámaras empresariales y que pena con hasta 24 meses de prisión a los empresarios que incumplan medidas de seguridad para sus trabajadores.

Por año, según datos del Banco de Seguros del Estado, se producen en el entorno de 54.000 accidentes, dijeron a El País fuentes de la empresa.

En 2006 la cifra rondaba los 33.000, pero desde entonces ha ido creciendo hasta 2011 cuando comenzó a estabilizarse.

Varios factores inciden en el porqué del crecimiento. Por un lado, debido al incremento de la población ocupada y por otro, según sostienen dentro del BSE, debido al crecimiento de actividades industriales y forestales que son más riesgosas.

Es que la evolución de la estructura de los accidentes de trabajo y enfermedades profesionales según rama de actividad económica sufrió transformaciones durante el siglo XX.

En 1910 casi la mitad de los siniestros laborales (49%) ocurrían en las industrias manufactureras, algo que luego cambió con la introducción de las máquinas. Entre las industrias manufactureras la de la alimentación y bebidas aportaban la cuarta parte de los casos registrados, seguidas por las metalúrgicas con el 21%, según el informe “Variables Estadísticas Relevantes Durante el Siglo XX del Instituto Nacional de Estadística”.

Por su parte, en ese entonces, la rama de la construcción y el transporte representaban el 26% y 23% respectivamente.

Las causas más frecuentes que provocaban estos accidentes eran la carga y descarga de mercadería ya que se hacían en forma manual. Posteriormente, la incorporación de maquinaria y nueva tecnología permitió reducir los riesgos de accidentes y padecimiento de enfermedades profesionales.

El informe indica que al finalizar el siglo XX, “si bien la industrias manufactureras mantienen su predominio, su peso en el total de accidentes se redujo casi a la mitad (26%) por transferencia de mano de obra hacia otros sectores de la actividad económica, como la agricultura ganadería y pesca que conjuntamente con las industrias extractivas se llevan casi la cuarta parte de los accidentes y enfermedades profesionales. Le siguen en orden de importancia la construcción con un 21% y los servicios con un 20%”.

De acuerdo a la primera encuesta sobre condiciones de trabajo, seguridad y salud en el trabajo en Uruguay dirigida por David Martínez Íñigo, investigador y profesor titular de la Universidad Rey Juan Carlos de Madrid (España), el 6,6% de la población trabajadora se accidentó en los últimos dos años y la principal causas fue la “distracción”.

La protección del trabajador contra riesgos laborales comenzó en 1911 cuando se creó el Banco de Seguros del Estado. Luego, una ley de octubre de 1989 (Nº 16.074) establece la responsabilidad patronal declarando obligatorio el seguro sobre accidentes del trabajo y enfermedades profesionales.

Desde 1995 el BSE opera en régimen de competencia, excepto por la rama accidentes de trabajo, que es monopólica y que en 2012 le generó US$ 284 millones de ingresos.

 

Epaud
Epaud

Estresse é uma das principais causas de acidentes de trabalho

Uma das grandes preocupações das equipes de saúde e de segurança profissional, o estresse tem sido apontado como uma das principais causas de acidentes no local de trabalho segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Sobrecarga, monotonia e desvalorização foram apontadas como algumas das principais causas do estresse, que afeta 70% dos brasileiros.

A Associação Internacional de Gerenciamento do Estresse (ISMA, sigla do nome em inglês), com sede nos EUA, destacou que o Brasil só perde para o Japão em número de profissionais estressados.

“Qualquer desequilíbrio emocional pode diminuir o rendimento de um profissional. Quanto ao estresse não é diferente”, comentou Marcelo Pustiglione, médico homeopata e professor de Medicina do Trabalho da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Ele explicou que, se não diagnosticado corretamente e tratado a tempo, o estresse pode se converter em doença com muita facilidade. “No campo da saúde ocupacional, ele está entre os riscos psicossociais. É uma adaptação insatisfatória, que causa tensões fisiológicas que podem originar outras doenças.”

O médico observou que cada pessoa reage ao agente estressor de uma maneira diferente e, quanto mais flexível for o profissional, mais ele poderá reagir positivamente e manter o controle diante de eventos adversos. “É inegável que o trabalhador satisfeito, saudável e feliz produz mais e se acidenta menos. O estresse não é sempre ruim”, disse. Segundo o especialista, ele pode contribuir para aumentar a percepção e o nível de alerta no trabalho, melhorando o desempenho profissional, por exemplo. “Tanto as habilidades mentais quanto as físicas melhoram quando estamos espertos e com a adrenalina na medida certa. Assim, metas e desafios clara e objetivamente propostos fazem parte dos ‘estressores do bem’.” (Portal Terra)

doenças trabalho
 

Doenças profissionais são principais causas de mortes no trabalho

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As doenças profissionais continuam sendo as principais causas das mortes relacionadas com o trabalho. Segundo estimativas da OIT, de um total de 2,34 milhões de acidentes de trabalho mortais a cada ano, somente 321.000 se devem a acidentes. Os restantes 2,02 milhões de mortes são causadas por diversos tipos de enfermidades relacionadas com o trabalho, o que equivale a uma média diária de mais de 5.500 mortes. Trata-se de um déficit inaceitável de Trabalho Decente.

A ausência de uma prevenção adequada das enfermidades profissionais tem profundos efeitos negativos não somente nos trabalhadores e suas famílias, mas também na sociedade devido ao enorme custo gerado, particularmente no que diz respeito à perda de produtividade e a sobrecarga dos sistemas de seguridade social. A prevenção é mais eficaz e tem menos custo que o tratamento e a reabilitação. Todos os países podem tomar medidas concretas agora para melhorar sua capacidade de prevenção das enfermidades profissionais ou relacionadas com o trabalho.

Como acontece todos os anos, o Programa da OIT sobre Segurança e Saúde no Trabalho e Meio Ambiente elaborou um relatório que serve para aprofundar o tema. Este ano, faz-se um apelo aos governos, organizações de empregadores e de trabalhadores para colaborar no desenvolvimento e na implantação políticas e estratégias nacionais destinadas a prevenir as enfermidades profissionais.

Segurança e Saúde no Trabalho
2,02 milhões de pessoas morrem a cada ano devido a enfermidades relacionadas com o trabalho.
321.000 pessoas morrem a cada ano como consequência de acidentes no trabalho.
160 milhões de pessoas sofrem de doenças não letais relacionadas com o trabalho.
317 milhões de acidentes laborais não mortais ocorrem a cada ano.

Isto significa que:
A cada 15 segundos, um trabalhador morre de acidentes ou doenças relacionadas com o trabalho.
A cada 15 segundos, 115 trabalhadores sofrem um acidente laboral.
Os países em desenvolvimento pagam um preço especialmente alto em mortes e lesões, pois um grande número de pessoas está empregada em atividades perigosas como a agricultura, a construção civil, a pesca e a mineração.

200 mil brasileiros são vítimas da escravidão

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Sexta maior economia do mundo, o Brasil ainda está entre os cem países com os piores indicadores de trabalho escravo, segundo o primeiro Índice de Escravidão Global.

(BBC Brasil)

O Brasil ocupa o 94º lugar no índice de 162 países (com a Mauritânia no topo da lista, apontado como o pior caso). Trata-se da primeira edição do ranking, lançado pela Walk Free Foundation, ONG internacional que se coloca a missão de identificar países e empresas responsáveis pela escravidão moderna.

Um relatório que acompanha o índice elogia iniciativas do governo brasileiro contra o trabalho forçado, apesar do país ainda ter, segundo estimativas dos pesquisadores, cerca de 200 mil pessoas nesta condição.

Segundo o índice, 29 milhões de pessoas vivem em condição análoga à escravidão no mundo; são vítimas de trabalho forçado, tráfico humano, trabalho servil derivado de casamento ou dívida, exploração sexual e exploração infantil.

Nas Américas, Cuba (149º), Costa Rica (146º) e Panamá (145º) são os melhores colocados, à frente dos Estados Unidos (134º) e Canadá (144º), dois países destinos de tráfico humano. O Haiti ocupa o segundo pior lugar no ranking geral, sobretudo por causa da disseminada exploração de trabalho infantil.

O pesquisador-chefe do relatório, professor Kevin Bales, disse em nota que “leis existem, mas ainda faltam ferramentas, recursos e vontade política” para erradicar a escravidão moderna em muitas partes do mundo.

Brasil

No Brasil, o trabalho análogo à escravidão concentra-se sobretudo nas indústrias madeireira, carvoeira, de mineração, de construção civil e nas lavouras de cana, algodão e soja.

A exploração sexual, sobretudo o turismo sexual infantil no nordeste, também são campos sensíveis, segundo o relatório, que cita ainda a exploração da mão de obra de imigrantes bolivianos em oficinas de costura.

Através de informações compiladas de fontes diversas, os pesquisadores calcularam um percentual da população que vive nessas condições — foi assim que a ONG chegou à estimativa de que cerca de 200 mil brasileiros são vítimas da escravidão moderna. Apesar do quadro ainda preocupante, as ações do governo brasileiro contra o trabalho escravo são consideradas “exemplares”.

A ONG elogia ainda o Plano Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo e o Plano Nacional contra o Tráfico Humano, além da chamada “lista suja do trabalho escravo” do Ministério do Trabalho, que expõe empresas que usam mão de obra irregular.

O relatório recomenda a aprovação da PEC do trabalho escravo, em tramitação no Senado, que prevê a expropriação de propriedades que exploram trabalho forçado.

Recomenda ainda que a “lista suja do trabalho escravo” seja incorporada à lei e que as penas para quem for condenado por exploração sejam aumentadas.

Levantamento da Repórter Brasil revela os partidos e políticos que se beneficiaram com doações de empresas e pessoas incluídas na “lista suja” do trabalho escravo.

(Repórter Brasil)

A partir do cruzamento de dados do Cadastro de Empregadores flagrados com trabalho escravo, mantido pelo Ministério do Trabalho e Emprego e pela Secretaria Especial de Direitos Humanos (mais conhecido como a “lista suja” do trabalho escravo) e as informações de doadores de campanhas eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral, organizadas pelo Portal Às Claras, a Repórter Brasil mapeou todos os candidatos e partidos beneficiados entre 2002 e 2012 por empresas e pessoas flagradas explorando trabalhadores em condições análogas à escravidão.

PTB e PMDB são os partidos que mais receberam dinheiro dos atuais integrantes da “lista suja” no período e o recém-criado PSD é o que mais recebeu dinheiro na eleição de 2012.

Ao todo, 77 empresas e empregadores flagrados explorando escravos que constam na lista atual fizeram doações a políticos, o que equivale a 16% dos 490 nomes. Eles movimentaram R$ 9,6 milhões em doações, em valores corrigidos pela inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

O levantamento mostra que os quase R$ 10 milhões se distribuem entre 23 partidos políticos, considerando as doações feitas aos seus candidatos ou diretamente às agremiações, através de seus diretórios regionais.

Como a inclusão de um nome na “lista suja” demora em função do processo administrativo decorrente do flagrante, no qual quem foi autuado tem chance de se defender, e considerando que, em linhas gerais, as doações eleitorais são fruto de relações prolongadas e não pontuais, a Repórter Brasil incluiu mesmo doações feitas em pleitos anteriores à inclusão no cadastro. O levantamento informa as doações dos atuais integrantes da relação, e não de todos os que já passaram por ela.

Já o PMDB, segundo colocado entre os partidos que mais receberam de escravocratas, teve como beneficiárias 40 candidaturas ao longo dos dez anos estudados. O valor de R$ 1,9 milhão contribuiu para que 12 prefeitos, seis vereadores e três deputados federais fossem eleitos.

Somente o produtor rural José Essado Neto doou R$ 1,6 milhão ao partido, que o abrigou por três pleitos até alcançar o cargo de suplente de deputado estadual em Goiás em 2010, quando declarou à Justiça Eleitoral ter R$ 4,3 milhões em bens. Ele entrou na “lista suja” do trabalho escravo em dezembro de 2012, depois de ser flagrado superexplorando 181 pessoas.

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Doações ocultas

No Brasil, a lei eleitoral exige que os candidatos prestem contas e deixem claro quem financiou suas campanhas. Deve ser discriminado, também, todo o montante que veio do próprio candidato – as chamadas “autodoações”.

Dos R$ 9,6 milhões gastos por escravocratas em campanhas eleitorais, R$ 2,3 milhões – ou quase um quarto do total – vieram de 19 pessoas nessa situação, ou seja, políticos flagrados com trabalho escravo que doaram a si mesmos.

O recurso, no entanto, dá margem para corrupção, permitindo que os pleiteantes a cargos eleitorais sejam financiados “por fora” e injetem o valor na campanha como se fosse proveniente do seu próprio bolso, ainda que não seja possível presumir que seja esse o caso dos políticos da relação.

Outro possível artifício para se ocultar a quais candidatos serão direcionadas os recursos é a doação aos diretórios partidários, como explica a reportagem de Sabrina Duran e Fabrício Muriana para o projeto Arquitetura da Gentrificação sobre a atuação da bancada empreiteira na Câmara dos Vereadores de São Paulo. Por meio dessa modalidade, os valores são distribuídos pelo partido ao candidato, sem que o próprio partido tenha de prestar contas e informar de quem recebeu o dinheiro. Os integrantes da “lista suja” do trabalho escravo usaram esse expediente em 36 ocasiões diferentes, totalizando R$ 1,3 milhão, valor cujo destino não é possível ser conhecido.

Escravocratas e ruralistas

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Entre os que têm defendido publicamente proprietários de empresas e fazendas flagradas explorando trabalhadores em condições análogas às de escravos no Congresso Nacional estão integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária, a chamada Bancada Ruralista. Os integrantes de tal frente pertencem a partidos que estão entre os que mais receberam dinheiro de escravocratas.

A votação na Câmara dos Deputados da PEC do Trabalho Escravo, que determina o confisco de propriedades em que for flagrado trabalho escravo e seu encaminhamento para reforma agrária ou uso social, é um exemplo de como o interesse dos dois grupos muitas vezes converge. Dos seis deputados federais em exercício na época da aprovação da proposta na Casa que foram financiados por escravocratas, três se ausentaram da votação, conforme é possível ver no quadro ao lado. Três votaram pela aprovação.

Em outros casos, tais associações também ficam evidentes, como no processo de flexibilização da legislação ambiental com a reforma do Código Florestal. A mudança, que diminuiu a proteção às florestas nativas e foi aprovada em abril de 2012, teve apoio dos seis partidos que mais se beneficiaram com doações de escravocratas e que, juntos, receberam R$ 7,9 milhões, ou 82% do total.

Outras empresas

Juan Hervas
Juan Hervas

O levantamento levou em consideração a “lista suja” do trabalho escravo tal qual sua última atualização, de 17 de setembro, o que exclui empresas que forçaram suas saídas da relação através de liminar na Justiça, como a MRV, e outras que devem entrar em atualização futura, como a OAS.

Nos dois últimos anos, a MRV foi flagrada em quatro ocasiões diferentes – em Americana (SP), Bauru (SP), Curitiba (PR) e Contagem (MG) – explorando trabalhadores em condições análogas às de escravos. A empresa é uma das maiores construtoras do Minha Casa, Minha Vida, programa do governo federal de moradias populares instituído em 2009. Nas eleições de 2010 e 2012, a construtora doou um total de R$ 4,8 milhões a candidatos e partidos políticos, em valores corrigidos pela inflação.

Já a OAS foi autuada no mês passado por escravizar 111 trabalhadores nas obras de ampliação do Aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo. Terceira empresa que mais fez doações a candidatos de cargos políticos entre 2002 e 2012, a empreiteira desembolsou R$ 146,6 milhões (valor corrigido pela inflação) no período. A OAS também faz parte do consórcio que venceu a licitação para a concessão do Aeroporto de Guarulhos à iniciativa privada no ano passado.

(Transcrito da Comissão Pastoral da Terra)

Criminalização do assédio moral

por Nadja Freire

assédio moral indignados

A criminalizarão coibiria o assédio moral, pois, depois que se inicia essa prática criminosa; internamente, nada parece ser efetivamente capaz de impedir que seja perpetrada. Quando, inexoravelmente, é criada uma atmosfera obscurantista e de pouca integridade; que navega sem tormentas e tempestades, e com segurança, para os círculos infernais do círculo do inferno da impunidade!

A criminalização iria fazer com que com que o criminoso monstro assediador se responsabilizasse legalmente, direta e individualmente, pelas consequências de suas escolhas; e sujeito à devida pena de reclusão em regime fechado pelo assassinato, psíquico, mas assassinato, que efetivamente cometeu. O assediador permanecerá confortavelmente na sua impune zona de conforto enquanto não responder, individualmente, criminalmente, pelo crime que efetivamente comete; a criminalização iria tirar o assédio moral da sua confortável, criminosa e impune, zona de conforto. Uma zona protegida com todas as suas forças, pela empresa ou instituição, já efetivamente prejudicada nos resultados e na sua imagem e credibilidade, e que, injustamente, pois apenas errou em confiar nesse criminoso assediador, também, efetivamente; será responsabilizada pelo crime cometido pelo assediador, e, proteger o assediador é se proteger! E dentro deste mesmo princípio de sobrevivência, denúncias que seriam facilmente comprovadas, para não constituir provas contra si, na precaução de um futuro processo legal; não são absolutamente, administrativamente investigadas e rigorosamente documentadas. Quando então, silenciosamente, todo o sistema é monstruosamente corrompido com o seu lado escuro e sombrio e pantanoso; o mal! Tornando, pelo mais simples e conveniente mecanismo visceral de recompensa, funcionários do bem, em seus silenciosos soldados, e, por complexo mecanismo corporativo acácico de sobrevivência, empresas e instituições do bem, em seus silenciosos cúmplices!

A criminalização do assédio moral iria permitir que empresas e instituições, já tão comprometida nos seus resultados, que sempre serão menos auspiciosos num ambiente psicologicamente comprometido que testemunha um ser humano ser silenciosamente psiquicamente assassinado, e, inexoravelmente comprometido na sua imagem, ante sua omissão ante este ser humano, que está sendo, silenciosamente, psiquicamente assassinado. E que inadvertidamente – sem a reflexão devida e apropriada de que num incêndio em uma floresta fechada e sem saída, para prevenir que haja vítimas, não adianta gritar “incêndio na floresta”, tem que apagar o incêndio – gastam inutilmente tanto dinheiro com cartilhas informativas, visando combater o assédio moral no seu ambiente de trabalho. Quando, efetivamente, combateria o assédio moral não apenas impedindo-o e interrompendo a sua prática, mas denunciando exemplarmente o criminoso monstro assediador às autoridades competentes. E se oferecendo ao assediado, como alternativa salvadora do seu anjo salvador!

Quando não, o assédio moral não for pessoal e resultado de uma vontade, mas, empresarial e parte de uma estratégia política perversa e desumana, dentro da logística perversa e desumana, de perversas e desumanas empresas; criminosa e especificamente elaborada, para forçar um padrão hiper-estimado de produtividade ou a demissão do funcionário! Quando, então, este chefe é apenas um capataz, mas também moralmente um capataz que escolheu ser, pau se com indiferença ou verme se com prazer, mandado; que, mesmo mandado, escolheu, pois sempre há uma escolha moral em nossas escolhas, ser um criminoso psíquico que precisa também ser enquadrado, além de prioritariamente tais empresas, pelo Código Penal; com a imperiosa criminalização do assédio moral! Entretanto, não importa se por uma vil vontade de um vil chefe ou por uma vil política de uma vil empresa; de forma inequívoca e avassaladora será sempre , inexoravelmente psiquicamente devastador!

O seu próximo que é assediado é uma vítima. Pode ser a pessoa que simplesmente estava no lugar errado na hora errada; e, foi o alvo especialmente escolhido, na condução da mensagem inequívoca de poder e controle, de total domínio, aos demais subordinados. Mas, na esmagadora totalidade dos casos, é uma pessoa criteriosamente identificada; por ser especialmente culta, especialmente inteligente, especialmente estudiosa, especialmente talentosa, especialmente competente, especialmente inventiva, especialmente criativa, especialmente hábil, especialmente capaz, especialmente produtiva, ou especialmente tudo junto. E indubitavelmente, especialmente mais qualificada. O seu próximo que é assediado é uma vítima! Vítima especialmente escolhida pela inveja e soberba. Sobretudo escolhida da vontade vil. Da vil vontade que vilipendia e psíquicoextermina; degrada e psiquicamente mata. Da vontade que precisa ser criminalizada! Para que suas vítimas fiquem juridicamente protegidas pelo Código Penal!

Mas também não é raro, meu próximo, estarmos falando de uma política abjeta perversa e desumana de uma abjeta empresa, que, estrategicamente assedia os funcionários que se tornaram inconvenientes; de uma verdadeira organização criminosa que estrategicamente assassina psiquicamente seus funcionários, com o intuito de demiti-los por justa causa. Nesse universo, exemplificamos, aquela funcionária que engravidou ou aquele funcionário portador de doença relacionada ao trabalho, ou aquela vítima de acidente de trabalho, ou mesmo, aquele funcionário que passou a se sobressair por sua postura crítica ou por contestar regras injustas. Este seu próximo que é assediado também é uma vítima! Vítima especialmente abjetamente escolhida pela política perversa e desumana de uma empresa. Sobretudo escolhida da vontade vil. Da vil vontade que vilipendia e psíquicoextermina; degrada e psiquicamente mata. Da vontade que precisa ser criminalizada! Para que suas vítimas fiquem juridicamente protegidas pelo Código Penal!

Esteja sempre próximo do seu próximo que é moralmente assediado. Ele está sendo psiquicamente atacado, de forma desproporcional, todos os dias, e o tempo todo de todo o seu dia; por um monstro, que o acompanha até em casa e em todos os lugares, e, que está também nos seus pesadelos de todas as noites! Um monstro, que pretende, não apenas expropriar toda a dignidade e destruir psicologicamente o seu próximo como profissional; mas, eliminá-lo psiquicamente como ser humano! Ajude o seu próximo a sobreviver psiquicamente a esse verdadeiro massacre! Ajude o seu próximo vencer essa batalha! Ajude o seu próximo! O próximo a ser assediado pode não ser você; mas, quem sabe pode ser no futuro, um filho ou uma filha ou um neto ou uma neta, ou uma outra pessoa muito querida. Seja a pessoa que, você gostaria que eles encontrassem nessa situação. A pessoa que poderá ajudá-los a sobreviver psiquicamente a esse massacre! A pessoa que com amor vai ajudá-los amanhã! A pessoa que seu próximo precisa hoje!

Na sua vida, você pode encontrar pessoas que, com muita confiança desrespeitam, gritam, intrigam, satanizam, conspiram, constrangem e até agridem. Elas são apenas pessoas que não conseguiram acompanhar a dinâmica do processo civilizatório; e, desrespeitam, gritam, intrigam, satanizam, conspiram, constrangem e até agridem! E não há nada a fazer, nem com o escorpião nem com essas pessoas. Uma boa ideia, será você se afastar e continuar a viver a sua vida com mais este aprendizado sobre os limites da natureza humana; outra boa ideia, será colocá-las em suas orações. Nessas situações, você pode precisar de alguma ajuda; mas são só pessoas venenosas e más. Numa situação de assédio moral, meu próximo, você tem que pensar que desta vez na sua vida você encontrou de verdade um monstruoso monstro com um ego gigantesco e totalmente pervertido que só se alimenta da barbárie; um monstro de verdade, que absolutamente não tem culpas e tampouco absolutamente nenhuma censura. Um monstro, que se não estivesse satisfazendo a sua monstruosidade assediando você, meu próximo, poderia quem sabe estar vagando pelas ruas sombrias de um bairro distante e ermo, durante as madrugadas sem estrelas escuras e frias, incendiando sem tetos enquanto dormem encolhidos sonhando com um novo dia. Nessa situação, você sempre precisará de muita e de toda e qualquer ajuda, pois, não há como lutar contra um monstro de 10 metros de altura e 10 toneladas, que bota fogo todo o tempo o tempo todo pelas ventas; numa alegoria perfeita como representação perfeita, da magnitude do poder assustador que o assediador verticalmente detém sobre você.  Numa situação de assédio moral, você não estará lidando simplesmente com pessoas; você estará, completamente indefeso, totalmente vulnerável, sem nenhuma espada e nenhum escudo, e também sem nenhuma armadura, lutando, contra a barbárie humana, contra, verdadeiros monstros!

Cruz Credo, Dante! Vade Retro SatanásAssediador!

(Continua)

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Psicopatia. Quando um chefe é um miserável perverso e impiedoso, monstruoso assediador moral

por Nadja Freire

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1. O seu chefe há um considerável tempo, não está lhe permitindo exercer nenhuma atividade no trabalho de forma assertiva, ou, de forma evasiva está deteriorando e lhe tirando todas as condições de trabalho? E todas as ações produtivas e comunicação do seu setor, e, também os demais funcionários; passam a seu largo? E todos os dias você vai trabalhar e não trabalha? E a você é dada apenas a oportunidade de “contemplar” os seus colegas saudavelmente trabalhar e produzir, e, saudavelmente se relacionar “entre si”? E o contemplar, pois você subitamente percebe que nunca mais, por opção ou coaptação ou coação, de você seus colegas se aproximaram ou permitiram uma aproximação da sua parte; e o entre si, pois você está solitário e totalmente isolado?

2. O seu chefe há um considerável tempo, está lhe sobrecarregando com tarefas possíveis; ou lhe encarregando de tarefas impossíveis? Ou impondo prazos impossíveis para tarefas possíveis? Ou encarregando você, de realizar tarefas bem abaixo de suas possibilidades?

3. O seu chefe há algum tempo, se dirige a você, numa forma desrespeitosamente agressiva ou jocosa? E ao tratar de trabalho, não lhe dá oportunidade de expressar a sua opinião ou esta é bruscamente interrompida; quando não, desrespeitosamente ignorado? Ou passou a lhe ironizar, ridicularizar, desacreditar ou caluniar e difamar você dentro do ambiente de trabalho?

4. O seu chefe há algum tempo, se dirige a você, na forma de simples brincadeiras que não lhes são nem um pouco divertidas e não lhe deixam confortável, e, apelidos que lhe constrangem; e, que são reiteradamente repetidos especificamente porque, notadamente lhe deixam desconfortável e lhe constrangem?

Não, não pense se tratar de algo casual ou insondável ou tampouco que seja uma deficiência de gestão ou tampouco que ele surtou; há um método que está sendo seguido, que estrategicamente está seguindo, toda uma intenção, em pró de um único específico objetivo. A intenção deste chefe é lhe constranger e atingir a sua autoestima, fazendo você se sentir inútil e desnecessário, e, desacreditá-lo e desmoralizá-lo perante todos os funcionários; a intenção deste chefe é deprimi-lo e exterminá-lo psicologicamente! O objetivo deste chefe é, silenciosamente, assassiná-lo psiquicamente! É assassiná-lo psicologicamente a ponto de fazê-lo, e com uma taxa de sucesso avassaladora, pedir transferência ou demissão; alimentando o sonho secreto, e com alto índice de realização, de retirá-lo do mercado de trabalho por real incapacitação funcional por tão abissal-trauma-psicológico, resultante do-acúmulo dos-pequenos-médios-e-grandes-traumas do assédio moral sofrido, ou, mesmo deste mundo através do suicídio, resultante da pressão psicológica do abissal-trauma-psicológico, resultante do acúmulo-dos-pequenos-médios-e-grandes-traumas do assédio moral! Este chefe é um miserável perverso e impiedoso, monstruoso assediador moral, e, você está miseravelmente perversamente e impiedosamente, sendo monstruosamente moralmente assediado; silenciosamente, psiquicamente assassinado!

O assediador não tem nenhum problema psicótico que afete a zona central do eu, pois o seu eu está preservado, e o seu transtorno mental não é psicótico e sim de personalidade; como psicopata (Descrita pela primeira vez em 1941 pelo psiquiatra americano Hervey M. Cleckley, do Medical College da Geórgia, a psicopatia consiste num conjunto de comportamentos e traços de personalidade específicos. São pessoas muito inteligentes, encantadoras à primeira vista, causam boa impressão e são tidas como “normais” pelos que as conhecem superficialmente. No entanto, “costumam ser egocêntricas, desonestas e indignas de confiança”.

Os psicopatas não sentem culpa jamais. Sempre têm desculpas para seus erros, atribuindo-os em geral a terceiros. Raramente aprendem com seus equívocos ou conseguem frear impulsos predadores. Nada menos que 25% dos prisioneiros americanos são diagnosticados como psicopatas, mas as mesmas pesquisas constatam que uma quantidade ao menos equivalente está livre – e no topo. Os especialistas atestam que muitos são profissionalmente bem-sucedidos e ocupam posições de destaque. Por Ruy Fabiano), como psicopata perverso narcisista absolutamente indisciplinável, ser um exterminador psíquico sem sentimentos genuínos e inflexível em sua crueldade e impassível à intercessões comovidas de terceiros, é a sua escolha, psicopatológica, pois sempre egocentricamente manipuladora e sem compaixão ou culpa, mas uma escolha! E é essa escolha que define o ser humano que ele não é; o verdadeiro monstro assediador que escolheu ser! E pouco lhe importa o constrangimento dos demais funcionários no testemunho dessa ação discriminatória e psico-exterminadora; e tampouco os resultados da empresa ou instituição, que ficam inexoravelmente prejudicados. A ele só importa, psiquicamente, lhe exterminar! Quando nada o deterá em sua jornada psicopata, pois psicopatia ou transtorno da personalidade anti-social ou sociopatia não pode ser controlada e não tem cura, a não ser o seu definitivo afastamento das relações de trabalho; pois, se apenas descoberto e contornada a situação, apenas aguardará uma nova oportunidade de revelar a sua personalidade psicopata psiquicamente invasora e destrutiva do outro em seus direitos fundamentais como ser humano e constitucionais como cidadão e trabalhador.

O assediador, não importa sob qual o alter-ego – muitas vezes elencando falsos amigos como protagonistas principais, quando então são os assediadores psicopatas perversos narcisistas, mais miseravelmente monstruosamente impiedosos que se possa imaginar, pois, também está envolvido um dos sete pecados capitais, quando psicopatologicamente são movidos também pela inveja. (Condenada não só pela nossa tradição cristã mas também por filósofos nem um pouco cristão como Kant, que a rechaça como vício na medida em que compele o homem a agir de forma destrutiva contra o outro para remediar essa sua tristeza abominável pela qualificação do outro; a agir ferozmente, para promover e regozijar-se com a infelicidade daqueles especialmente escolhidos por especialmente mais qualificados.) Quando então também alimentados pela inveja, alcançam psicopatologicamente a perversão em seu ápice, e são excepcionalmente de forma anormal, extraordinariamente mais impiedosos e cruéis. – não importa se psiquicamente imaterialmente moldado sob qual arquétipo exterminador de Hitler ou Stalin, será sempre um exterminador psíquico que precisa ser materialmente enquadrado pelo Código Penal, com a imperiosa criminalização do assédio moral; ou, numa leitura mais atual e apropriada, silencioso assassinato psíquico. Que progride, na maioria das vezes, para uma real incapacitação psicológica do assediado ao trabalho, e, consequentemente com a sua definitiva eliminação do mercado de trabalho. Mas que pode, e não são raros os casos, progredir para um ruidoso assassinato de fato, quando resultar em suicídio; pois todas as vezes que uma vítima de assédio moral em desespero se suicidar, houve de fato um assassinato, e o seu assassino de fato é o seu assediador. E tentar psiquicamente sobreviver e não deixar de trabalhar, meu próximo, é combater e vencer o flagelo do assédio moral; é combater e vencer, pois, são sempre adjetivamente miseráveis em seu significado mais negro e sombrio e também tenebroso, pois, sempre será também por demais assustador o nosso contumaz torturador, a personificação do seu pior pesadelo; o seu miserável assediador!

(Continua)

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O salário servil dos jornalistas nas gaiolas de ouro

Estágio. Estudante de Jornalismo
Estágio. Estudante de Jornalismo

 

 

 

O TEMPO É OURO

 

por Talis Anadrade

 

O suado trabalho

paguem por hora

Salário todo mês

estipulado em acordo

coletivo de trabalho

sacanagem de patrão

 

Salário todo mês

ser(vil) escamoteação

Você trabalha todos os dias

para receber os pês

da escravidão

 

O pão mofado

o amargo pão

 

O pau no lombo

O lombo curvado

da sujeição

 

O pano madapolão

veste o corpo em vida

vestirá o corpo defunto

estirado no caixão

 

Fosse ganhar

como diarista

Fosse ganhar

como horista

você saberia

minuto a minuto

você saberia

segundo a segundo

quanto custa o suor

do rosto

Você saberia

a valia

do corpo

Você saberia

o tempo

é ouro

Você não ficaria

a fazer planos

para daqui

a trinta dias

Planos que adia

a cada trinta dias

 

Se o tempo é ouro

o empregado aprenda

a cronometrar o tempo

Se o tempo é ouro

muito mais correto

seja pesado

na balança de precisão

que o patrão usa

nos negócios

escusos

Se o tempo de uns

é mais precioso

que o de outros

sinal o tempo

tem uma cotação

na bolsa de valores

 

O tempo é ouro

Eis porque o patrão

tanto teme

as horas paradas

dessuadas

horas

Eis porque o patrão

aproveita o tempo

em festas

constantes férias

 

O tempo voa

encurtando nossa passagem

pela terra

 

.

 —-

Do livro Romance do Emparedado, publicado em 2007.

Com prefácio de Pedro J. Bondaczuk, e crítica literária de

Nilo Pereira, Jaime dos G. Vanderley e Marcos Vinicius Vilaça

Todo jornalista é livre. Nenhuma gaiola de ouro prende uma alma libertária
Todo jornalista é livre. Nenhuma gaiola de ouro prende uma alma libertária

 

 

 

A globalização matou mais de mil operários em Bangladesh

o_dia. o milagre nao deve esconder a aberração

Pretende a imprensa colonial adocicar a tragédia com a história de um milagre. O milagre não apaga o crime do capitalismo selvagem que matou mais de mil operários explorados por multinacionais em Bangladesh, que oferece mão de obra escrava – disse o Papa Francisco.

Derrumbe deja a la luz el drama textil

Condiciones laborales

Los hilos que atraviesan las prendas de vestir de cientos de marcas a nivel mundial tejen más que los últimos diseños de moda. En algunos casos, hilvanan historias de interminables horas de trabajo en condiciones precarias en Asia, África y América Latina, e incluso de dolor y tragedia, como el derrumbe de un edificio el pasado 24 de abril en Bangladés, que deja hasta el momento más de mil muertos y el cierre de 18 fábricas textiles.

En el edificio que según su arquitecto, Massoud Reza, fue concebido como un centro comercial de seis pisos, funcionaban cinco talleres de confección y había sido aumentado a nueve pisos sin reforzar las bases y con materiales de mala calidad, indican los primeros reportes.

Allí, los trabajadores cosían prendas para marcas europeas y estadounidenses. De acuerdo con el diario The New York Times, en el sitio del derrumbe había etiquetas y documentos de empresas como Children’s Place, Benetton, Cato Fashions y Mango. Primark, una cadena británica de ropa, confirmó que en el segundo piso funcionaba un taller que confeccionaba sus productos, y Mango, que había encargado unas muestras.

El derrumbe no solo fue el tercer incidente industrial importante en cinco meses en Bangladés, el segundo mayor exportador mundial de ropa después de China, sino que es considerado el peor accidente en fábricas textiles en la historia. Supera a un incendio registrado en 1911 en Nueva York, que causó 146 muertes, o al registrado en Pakistán en el 2012, que acabó con la vida de 260 personas.

El luto en fábricas textiles ya había invadido Bangladés en noviembre del 2012, cuando un incendio dejó 112 muertos. El miércoles pasado, catorce días después del derrumbe, el fuego en otro taller causó la muerte de ocho personas.

Los casos plantean dudas sobre la seguridad laboral y los bajos salarios, que en ese país rondan los $ 38 al mes. Pero, además, reactivan el debate sobre el papel de las compañías de moda, los derechos de trabajadores –sobre todo en países pobres– y el consumo sin importar las condiciones de fabricación.

El papa Francisco, el pasado 1 de mayo, con ocasión del Día Mundial del Trabajo, dijo que salarios injustos y la desenfrenada búsqueda por ganancias iban “en contra de Dios”. “Vivir con 38 euros ($ 50) al mes, eso era el salario de estas personas que murieron. Eso se llama trabajo esclavo”, sostuvo.

En realidad, los salarios son aún más bajos. El mínimo legal es de 29 euros ($ 38 al mes), por seis días de trabajo semanal y turnos diarios de diez horas.

Los operarios de ese sector son de los más baratos del mundo, a pesar de que el sueldo promedio mensual prácticamente se ha duplicado en Asia desde el 2000 al 2011, según la Organización Internacional del Trabajo (OIT). Por ejemplo, un trabajador del sector manufacturero en Filipinas gana $ 1,4 la hora, frente a los $ 5,4 que pagan en Brasil, los $ 13 de Grecia y $ 23 de Estados Unidos, consta en el Informe Mundial sobre Salarios 2012/2013 de la OIT.

Hay condiciones más precarias aún. En Camboya, donde hay unas 500 fábricas de ropa y calzado en las que trabajan unas 511.000 personas, el salario mensual del sector textil es $ 80 ($ 2,66 el día); los trabajadores piden que se aumente a $ 150.

En China, en cambio, el incremento salarial impulsado por el gobierno ubica el sueldo promedio en $ 345 ($ 11 el día), lo que a criterio de economistas hará que empresas del sector de manufactura lleven su producción a otros países de Asia del sureste y del sur, donde la mano de obra es más barata, señala un reporte del banco Francés.

Gilbert Houngbo, vicedirector general de operaciones en el terreno de la OIT, que entre el 1 y el 4 de mayo envió una comisión a Bangladés para evaluar su catástrofe, culpó de la falta de seguridad en los talleres a las empresas extranjeras: “Todo el mundo quiere comprar la máxima calidad al menor precio”.

Raúl Izurieta, exministro de Trabajo del Ecuador, considera que la población del mundo no crece en la misma medida que el trabajo o la producción de alimentos y que por eso la escasez de comida y la oferta de trabajo siempre serán un problema de dimensiones mundiales.

El fenómeno, indica, será permanente mientras exista exceso de población frente a la falta de oportunidades. A esto se suma la migración y el uso de maquinaria en reemplazo del hombre.

Esta realidad no es exclusiva de Asia. Las situaciones de trabajo precario (sin todos los beneficios de ley) y hasta de tipo forzoso (por obligación o deudas) se dan también en algunas fábricas textiles de países de América Latina, como Haití, Guatemala, Brasil y Argentina.

De acuerdo con la OIT, el trabajo doméstico, la agricultura, la construcción, la manufactura y el entretenimiento son los sectores más afectados por el tipo de labor obligatoria, que es considerada una forma de esclavitud moderna. En el mundo casi 21 millones de personas son víctimas de trabajo forzoso: 11,4 millones de mujeres y niñas y 9,5 de hombres y niños.

En Argentina, el pasado 10 de abril, el Ministerio de Trabajo detectó en dos domicilios de Villa Soldati, un barrio de Buenos Aires, cinco talleres textiles donde eran explotadas 45 personas de nacionalidad boliviana, privadas de su libertad y hacinadas, reportó el diario La Nación.

Los talleres estaban en “deplorables condiciones de higiene y seguridad”, no había salidas de emergencia, había material inflamable junto a las máquinas eléctricas, contó el rotativo.

Otro caso se dio a conocer el 30 de abril, en el sector de Parque Chacabuco, en talleres textiles que confeccionan pantalones para las marcas locales Pinguin, Narrow y M51.

En Haití, devastado tras el terremoto de enero del 2010, las maquilas y los recién creados parques industriales (que alojan estos talleres) son la principal opción de trabajo. Unas 29.000 personas laboran en estas fábricas con salarios de $ 5 el día, según la agencia de información Ayiti Kale. Allí se fabrican prendas para Banana Republic, Gap, Gildan Activewear, Levis.

En octubre del 2012, el gobierno inauguró el parque industrial Caracol, donde se instaló una filial de la compañía surcoreana Sae-A, que fabrica para marcas como JC Penny y WalMart, y ofrece contratar 20.000 trabajadores hasta el 2016.

The New York Times publicó en julio el conflicto que tuvo Sae-A en Guatemala, de donde se retiró hace un año tras ser denunciada por los sindicatos de violar las leyes laborales y penales. Los trabajadores aseguran que las empresas reprimen sus intentos de organización.

Las precarias condiciones de trabajo han levantado voces en espacios internacionales que piden a los consumidores comprar ropa en tiendas cuya cadena de producción respete los derechos laborales. “Para el consumidor es virtualmente imposible saber si el producto fue elaborado en condiciones seguras”, comenta Craig Johnson, presidente de la consultora Customer Growth Partners.

Fair Trade U.S.A. es una organización sin fines de lucro que audita productos para asegurarse de que los trabajadores reciben un salario digno y laboran en condiciones seguras e impulsa la compra de la llamada ropa hecha éticamente.

Rob Behnke, cofundador y presidente de Fair Indigo, tienda dedicada a la venta de prendas éticas, dijo que algunos compradores llaman y mencionan la reciente tragedia de Bangladés. La compañía, que genera ventas anuales de menos de $ 10 millones, tuvo un incremento del 35% en sus ingresos luego del desastre. Sin embargo, la ropa hecha “éticamente” es vendida por pocas compañías y representa apenas un punto porcentual de los $ 3.000 millones que mueve la industria mundial del vestido.

11,7
Millones de personas

Es la cantidad de trabajadores víctimas de labores obligatorias en la región Asia-Pacífico, según la OIT. Le siguen África, con 3,7 millones, y América Latina y el Caribe, con 1,8 millones.


El Universo, Guayaquil, Ecuador