Um morador despejado na Espanha causa revolta. Para realizar a Copa do Mundo, o Brasil cordial vai desalojar 170 mil pessoas e ninguém liga ninguém

Despejo na Espanha

Um despejo na Espanha, do dia 4 último, causou a revolta do povo (vide foto). No Brasil os despejos da justiça são costumeiros. Só para a realizar a Copa do Mundo, e abrir espaço para a construção de estádios e obras de infraestrura, vão ser desalojadas mais de 170 mil pessoas.

Nada comove as frias autoridades, a justiça cega e o povo brasileiro é desunido em tudo. Ninguém ajuda ninguém.

Cartaz português
Cartaz português

Eta povo colonizado e vencido. Que receber o bolsa família – no máximo, cem dólares – significa pertencer à classe média.

O brasileiro só é solidário na hora de comer a mulher do próximo.

Comenta o grande pintor Leonhard Frank Duch: “Colonizado e vencido… isso soa brutal, mas… a história nos mostra repetidamente que um povo só se organiza quando está totalmente na merda, 100% na merda.

Isso significa que o brasileiro ainda está se sentindo confortavelmente bem, num berco esplendido…

A ilusão do egoísmo destrói a organização. Talvez só o tempo produza o remédio para este grandioso país. Eu ainda confio”.

Dos detenidos y multitud de heridos en el intento de desahuciar a una mujer de 70 años enferma de Alzheimer

Ayer, viernes 4 de abril, fue un día marcado por la violencia e ilegalidad contra quienes luchan por el derecho a una vivienda digna.

A las 11:45 de la mañana estaba previsto el desahucio de Mónica, una inquilina de 70 años enferma de Alzheimer que no debe un solo euro al propietario. El piso en el que vive desde hace 40 años, situado en el Paseo de la Castellana, constituye una oportunidad perfecta para la especulación. El propietario, tras años de pleitos y acoso inmobiliario, consiguió que una jueza decretase el desahucio, sin tener en cuenta el impacto que podía tener para la enfermedad de Mónica.

Desde las 10 de la mañana, más de 200 personas –entre vecinos y solidarios– se concentraban frente al portal para frenar esta injusticia. Poco después llegaban varias furgonetas de la UIP que, sin mediar palabra, desataron la violencia contra los presentes. En esta ocasión no hubo diálogo, negociación o requerimiento para abandonar voluntariamente la entrada. Los agentes arremetieron a empujones y golpes hasta que tomaron el control del portal, identificando a varias personas y deteniendo a un hombre de unos sesenta años. La dureza de la intervención se incrementó en el segundo acceso al portal, donde se sucedieron las cargas y las agresiones gratuitas. Numerosas personas fueron arrojadas y golpeadas contra el suelo; una mujer de 60 años tuvo que ser atendida por el SAMUR, fue trasladada al hospital y actualmente se encuentra ingresada en observación. Otra mujer de 50 años fue detenida mientras los periodistas que trataban de informar de lo sucedido fueron amenazados y agredidos. Cuando el desahucio se había paralizado y los concentrados abandonaban el lugar, una persona que volvía a casa fue retenida y el hijo de Mónica fue identificado.

Ayer también decenas de policías acudían a casa de Agripina y sus 3 hijos menores para echarlos de su vivienda, perteneciente a la EMVS. El desahucio se produce después de que la diputada Eva Durán se comprometiera a paralizarlo junto con otras 3 familias a las que van a desahuciar próximamente. La diputada mintió y ayer por la mañana Agripina y sus hijos han sido desalojados 20 días antes de la fecha fijada para el lanzamiento, quedándose literalmente en la calle al carecer de alternativa habitacional. La EMV ha cometido una manifiesta ilegalidad al ejecutar en el día de ayer un desahucio señalado para el 26 de abril.

Por último, la policía desalojó el centro social okupado Raíces, situado en un inmueble propiedad de Bankia abandonado desde hace años. El trabajo de construcción realizado durante meses por los vecinos, es arrojado por la borda para construir un hotel. Sabemos que los desalojos no frenarán la expansión de los centros sociales madrileños, que serán 10, 100, 1000.

Su represión no nos parará
¡Ni desahucios ni desalojos!

Veja vídeo

Haddad impediu um novo massacre da polícia de Alckmin

Stop Desnonaments_letras enteras

 

O prefeito Fernando Haddad comentou na manhã desta quarta-feira (27) o decreto 53.797, publicado no Diário Oficial da Cidade de São Paulo (veja íntegra abaixo), que declara de interesse social o terreno localizado no Jardim Iguatemi, na Zona Leste da capital. Segundo ele, a ordem dos fatores foi invertida, mas necessária para impedir a desapropriação e evitar que o confronto entre moradores e Polícia Militar fosse ainda mais grave.

“Você primeiro faz uma parceria com a comunidade, faz o cadastramento das famílias sem atropelos e depois faz o decreto. Então nós invertemos a ordem para que o juiz se sensibilizasse e pudesse rever sua decisão, que ia criar um drama social na cidade”, disse o prefeito.

Segundo Haddad, uma equipe da Prefeitura vai fazer o cadastramento das famílias e identificar a melhor maneira de atender os moradores. “É um estudo que deveria ter sido feito antes do decreto, juntamente com o prazo de cadastramento das famílias. Mas como era uma situação de emergência em que havia risco social envolvido, nós tomamos a providência de destacar uma equipe para redigir o decreto. Agora que está superada esta situação, vamos fazer os procedimentos habituais da Prefeitura”.

O prefeito lamentou o fato de a Justiça não ter acatado a primeira proposta de desapropriação. “O ideal teria sido o juiz ter aceitado a proposta da Prefeitura que foi feita no dia 21. Dar prazo para o cadastramento. Nós queríamos evitar o que já aconteceu tantas vezes no nosso país: um drama social não ter atendimento”, disse.

Negociação
Ao receber relatos de uso de força policial e falta de prazo adequado para o cadastramento e atendimento das famílias que seriam desalojadas, o prefeito Fernando Haddad articulou durante a terça-feira a suspensão da reintegração de posse do terreno. Sua primeira providência, no fim da manhã, foi telefonar para o comandante da Polícia Militar, Benedito Roberto Meira, e para o governador Geraldo Alckmin para comunicar sua intenção de publicar um decreto de desapropriação do terreno.

Dessa forma, a operação policial ordenada pela Justiça se faria desnecessária em poucas horas. Depois desse passo, o prefeito enviou um representante da Prefeitura para o Foro Regional de Itaquera e procedeu com sua visita previamente agendada ao presidente do Tribunal de Justiça, Ivan Sartori. A suspensão da reintegração foi determinada pela Justiça no início da tarde de ontem.

O Decreto que salva 800 famílias
DECRETO Nº 53.797, DE 26 DE MARÇO DE
2013

Declara de interesse social, para desapropriação
pela COHAB/SP, imóvel particular
situado no Distrito do Iguatemi, Subprefeitura
de São Mateus, necessário à implantação
de programa habitacional.

FERNANDO HADDAD, Prefeito do Município de São Paulo,
no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei e na conformidade
do disposto no artigo 2º, inciso V, da Lei nº 4.132, de
10 de setembro de 1962,

D E C R E T A:
Art. 1º. Fica declarado de interesse social, para ser desapropriado
judicialmente ou adquirido mediante acordo, pela
Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo – COHAB/
SP, o imóvel particular situado na Avenida Bento Guelfi, s/nº,
Distrito do Iguatemi, Subprefeitura de São Mateus, necessário
à implantação de programa habitacional, contido na área de
133.223,38m² (cento e trinta e três mil, duzentos e vinte e
três metros e trinta e oito decímetros quadrados), descrito e
caracterizado na matrícula nº 17.099 do 7º Oficial do Registro
de Imóveis da Capital.
Art. 2º. As despesas decorrentes da execução deste decreto
correrão por conta das dotações orçamentárias próprias, consignadas
no orçamento de cada exercício.
Art. 3º. Este decreto entrará em vigor na data de sua
publicação.

justiça Espanha despejo

SP: Haddad termina com arrastão de 800 famílias, promovido pela justiça e polícia de Alckmin

PREFEITO DE SÃO PAULO MOSTRA O CAMINHO PARA ACABAR COM OS DESPEJOS NAZISTAS TIPO PINHEIRINHO EM SÃO JOSÉ DOS CAMPOS, REALIZADO PELOS TUCANOS.

CHACINA QUE A JUSTIÇA CHAMOU DE “EPISÓDIO”, QUANDO O ESQUEMA MONTADO FOI PARA BENEFICIAR UM BILIONÁRIO DOLEIRO EX-PRISIONEIRO DA POLÍCIA FEDERAL, O ESPECULADOR IMOBILIÁRIO NAJI NAHAS 

A polícia tucana de Alckim perdeu o primeiro despejopara um prefeito petista
A polícia tucana de Alckim perdeu o primeiro despejo
para um prefeito petista

Publica o Portal Terra:

Foi publicado na edição desta quarta-feira do Diário Oficial de São Paulo o decreto assinado pelo prefeito Fernando Haddad que transforma em área de interesse social o terreno ocupado por cerca de 1,7 mil pessoas no Jardim Iguatemi, na zona leste de São Paulo. O local foi palco de um imbróglio judicial nesta terça-feira e contou com a presença de 20 oficiais de justiças e dezenas de homens da tropa de choque da Polícia Militar.

Segundo decisão judicial, o terreno invadido pelos moradores deveria ser devolvido ao seu dono. A ação de reintegração de posse teve liminar concedida em 12 de agosto de 2012, pelo juiz Jurandir de Abreu Júnior.

No início da tarde, Haddad e o governador Geraldo Alckmin (PSDB) acabaram entrando em um acordo político e ficou definido que a ação da Polícia Militar seria cancelada. A ação judicial também foi suspensa pelo mesmo juiz que a expediu.

Agora, com o Decreto de Utilidade Pública (DUP), a prefeitura poderá regularizar a situação das 800 famílias que vivem no local, cadastrando-as em programas habitacionais da cidade. “É uma coisa que tem impacto social. Imagina duas mil pessoas perambulando pela cidade: desamparadas, desassistidas, com problemas na área da educação, na área da saúde, na área da assistência e na área da moradia”, disse o prefeito.

Segundo o próprio Haddad, a prefeitura já havia proposto uma desapropriação amigável, o que foi recusado pelo proprietário do terreno. “Nós nos propusermos a fazer uma desapropriação amigável, que é algo que está previsto na legislação. Não houve interesse da parte dele. Ele inclusive deu declarações a imprensa que causaram até uma certa comoção pela insensibilidade que ele demonstrou. Inclusive há algumas denúncias de que ele próprio estimulou a ocupação, uma espécie de autogrilagem para forçar uma solução para aquela área. Isso também tem que ser apurado”, completou Haddad.

O imóvel pertence agora, segundo o decreto, à Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab). De acordo com a prefeitura, não serão aceitos novos habitantes no local.

Veja fotos 

O ex-dono do terreno: Heraclides Bataglia de Camargo Filho

indignados despejo

Pela primeira vez o povo unido derrubou uma ordem de despejo. Um latifundiário do asfalto contra 800 famílias

Sao paulo despejo mulher rezando

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s paulo

A polícia de Alckmin suspendeu às 13h desta terça-feira a reintegração de posse do terreno em Itaquera, na zona leste de São Paulo. A decisão foi tomada para que procurador geral do Município, o juiz da 4ª Vara Cível de Itaquera, responsável por manter a liminar de reintegração, e o comando da polícia possam fazer um reunião e discutir a situação do local.

Ocupado há sete meses, o terreno de 130 mil metros quadrados, localizado na Avenida Bento Guelfi, número 2.280, no Jardim Iguatemi, abriga cerca de 1,7 mil pessoas que vivem em 800 casas de alvenaria. Moradores do local, que foi batizado com o nome de Pinheirinho II, festejaram ao saber da decisão de suspensão da reintegração. Apesar da medida, policiais continuam no local.

Durante a manhã de hoje  a PM, a Tropa de Choque, a Força Tática, o policiamento de trânsito, os bombeiros e a GCM (Guarda Civil Metropolitana) trabalharam no despejo. A polícia usou bombas de efeito moral, balas de borrachas e spray de pimenta.

Narra o Diário da Liberdade:

Desde as 6 horas da manhã, os sem-teto realizam manifestações pacíficas nas entradas da ocupação. Por volta das 9h40, a Tropa de Choque recebeu ordem para invadir o terreno. De acordo com Jean Carlos da Silva, coordenador do Pinheirinho II, a PM agrediu os sem-teto sem que estes reagissem. “Houve abuso de autoridade por parte da polícia, muitas pessoas se machucaram sem reagir e a situação complicou”, relata.

Jean afirma que os sem-teto estavam se manifestando, mas tinham a orientação de cooperar com a reintegração de posse, contudo a ordem do comando da Tropa de Choque foi para que os policiais entrassem no terreno de “qualquer jeito”. Segundo ele, crianças e mulheres grávidas também foram agredidas pela PM. “Chutaram mulheres grávidas, chutaram idosos”, conta.

Informa o G1: O TJ diz que a decisão foi suspensa pelo juiz Jurandir de Abreu Júnior, da 4ª Vara Cível do Fórum Regional de Itaquera. O magistrado foi o mesmo que concedeu a liminar para a reintegração parcialmente cumprida nesta manhã.

Os moradores do terreno voltavam para suas casas no início da tarde. Eles comemoravam e levavam seus pertences em caixas de papelão.

Edneia Fonseca, de 30 anos, era uma das que mais comemoravam. “Tem muita gente sem moradia em São Paulo. Nós cuidamos desse terreno. Eu gastei R$ 10 mil para erguer a minha casa”, diz ela, que vive na área com os quatro filhos. Edneia passou a noite em claro, já que havia sido informada da reintegração na segunda-feira (25). Desmontou janelas, a fiação, a caixa d’água e colocou os colchões fora de casa.

No início da tarde, Edneia tinha marcas na perna, segundo ela, conseqüência do confronto com a polícia. “Não tinha a menor necessidade de jogarem bomba de efeito moral”, disse.

Paulo Garcez afirma que foi agredido. “Tomei borrachada. Se sair daqui, não tenho para onde ir”, diz Garcez, que tem 42 anos e vive na casa de tijolos e um só cômodo com a mulher e o filho.

COMUNICADO DO MTST

A suspensão do DESPEJO pela PM, apesar de necessário, não resolve o problema. Já que a invasão policial pode ser reiniciada a qualquer momento.

Polícia de Alckimin repete a chacina de Pinheirinho e Haddad não protesta

justiça mãe

Mamãe eu quero, mamãe eu quero,
Mamãe eu quero mamar!
Dá a chupeta! Dá a chupeta! Dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebê não chorar!

Veja vídeo da marchinha

Uma polícia que não escuta o povo. O famoso "cumpro ordens"
Uma polícia que não escuta o povo. O famoso “cumpro ordens”
Impressionante foto de uma criancinha negra, ajoelhada, rogando para os policiais. Tal cena de humilhação, de desespero, a imprensa está chamando de conflito, de resistência
Impressionante foto de uma criancinha negra, ajoelhada, rogando para os policiais. Tal cena de humilhação, de desespero, a imprensa está chamando de conflito, de resistência

Começou há pouco a reintegração de posse de um terreno ocupado por cerca de 750 famílias, na Avenida Bento Guelfi, número 2.280, no Jardim Iguatemi, zona leste da capital paulista. A Tropa de Choque da Polícia Militar está usando bombas de efeito moral para dispersar os moradores em uma das entradas do terreno. Dois helicópteros são utilizados na operação.

O proprietário do terreno, Heraclides Batalha de Camargo Filho, declarou que não aceita o prazo de um mês e meio proposto pelos moradores para desocupar a área de 132 mil metros quadrados. Ele alega que disponibilizou 60 caminhões de mudança para retirar os pertences das famílias e um armazém de 1.200 metros para guardar os utensílios. Entretanto, as famílias alegam que não receberam nenhum auxílio.

A Associação dos Moradores informou que a prefeitura de São Paulo iria entrar com uma ação para que a área fosse declarada de utilidade pública, porém o proprietário do terreno declarou que não recebeu nenhuma oferta (Agência Brasil).

Segundo informações da Globonews, um homem teve um ferimento na perna e uma mulher foi ferida no peito. Ela precisou receber massagens cardíaca para ser reanimada.

A polícia fez um cerco em quatro frentes
A polícia fez um cerco em quatro frentes
A polícia de Alckmin veio de arma engatilhada, pronta para atirar e matar
A polícia de Alckmin veio de arma engatilhada, pronta para atirar e matar

Veja as imagens aqui (os moradores receberam na santa paz a violenta polícia de Alckimin, que começou a atirar, pelo prazer de maltratar o povo desarmado).

SÃO PAULO
SÃO PAULO