1 – Quem é o sócio de Christine Epaud?

Thomas Kristiansen de Skien

O genro Thomas Kristiansen de Skien é sócio da sogra Christine Epaud em uma empresa de construção de edifícios de luxo em Natal, registrada como micro empresa.
Pergunto para as autoridades do Brasil (Ministro da Fazenda, Receita Federal, governadora do Rio Grande do Norte, secretário das Finanças do Rio Grande do Norte, Junta Comercial):
– Uma pequena empresa, micro, conforme registro na Receita Federal, pode vender e construir edifícios e condomínios de luxo e comprar valiosos terrenos e outros imóveis?

E mais, como Thomas Kristiansen arranjou dinheiro, que chegou ao Brasil falido, como ex-presidiário, duas vezes preso na Noruega, por sonegação e desfalque?

Vou repetir a denúncia aqui, o criminoso Thomas Kristiansen é sócio da

Sol Brazils Com. & Construção

Registrada como micro empresa. Apesar de ser uma construtora de edifícios. Sócia responsável Christine Epaud, com 2% do capital. Sócio Administrador Thomas Kristiansen, com 49%. Acontece que nos registros do Ministério da Fazenda não aparece o nome do detentor dos restantes 49%. Não sabia que se podia registrar empresa com proprietário de nome ignorado. Mesmo que seja laranja. É, realmente, uma empresa com sócio fantasma. A Sol Brazils possui vários terrenos praieiros. Onde cantam os grilos anônimos.

Este Thomas Kristiansen já foi preso pela Polícia Federal do Brasil, e solto, e negou que fosse sócio de qualquer empresa.

Veja que ele aparece nesta notícia com sócio de outros bandidos:

“Thomas Kristiansen, que ainda é o dono de 47,5 por cento das ações da empresa Solbrasil AS. Os outros dois acionistas são Frode Olafsen com 47,5 por cento, e Ole Bjørn Valen de Skien, com cinco por cento. Valentine é dono das ações através de sua construtora Brevik, empresa que também foi declarada falida“.

Chistine Epaud, ex-empregada doméstica na França, apareceu sem nenhum dinheiro para comprar dois hotéis, e montar cinco empresas em Natal. De onde veio este dinheiro? Na duvidosa e suspeita compra de dois hotéis na Praia do Meio, o Chalezinho Francês e o Beira-Mar, apresentou duvidosos recibos para despacho do desembargador Aderson Sivino. Que validou os recibos. Uma vergonha.

Quero saber de onde veio o dinheiro para quitar esses dois hotéis, com preços para lá de desvalorizados?

O desembargador Aderson Sivino não sabe a origem nem o destino. Mas considerou a existência desse dinheiro. Isto é, eta justiça camarada, considerou como “legítimo”, real, palpável, dedável e contado, esse

* dinheiro não depositado em nenhuma agência bancária
* dinheiro não declarado `a Receita Federal
* dinheiro que entrou ilegalmente no Brasil
* dinheiro de origem duvidosa

E dinheiro em espécie. Dinheiro papel moeda. ˜Vultuosa soma” – reconheceu o desembargador Aderson Sivino em despacho. Seiscentos cinquenta mil reais. Cr$ 650,000,00. Mais de meio milhão. Para transportar esta grana toda, contrataram quantas jamantas de mudança?

E, finalmente, dinheiro com paradeiro ignorado. O desembargador Aderson Sivino também desconhece o destino desse dinheiro fantasma, laranja e invisível.

(Continua)

Donde veio o dinheiro invisível de Christine Epaud?

Coisa que o judiciário do Rio Grande do Norte desconhece

O grande feito da máfia internacional que invadiu Natal, ˜Paraíso do Crime”

O pobre brasileiro pobre quando perde o emprego de salário mínimo do mínimo, e atrasa o pagamento da prestação, logo o grande varejista toma-lhe a cama de casal. Ou o berço do primeiro filho.
Isso acontece adoidado, em nome do interesse público.

De caso com Christine Epaud, o judiciário do Rio Grande do Norte decidiu que não é do interesse público a negociação de um hotel, que virou dois, para um bando de criminosos.

Despacho do desembargador Aderson Firmino:
“Instada a se pronunciar, manifestou a 11ª Procuradoria de Justiça ausência de interesse para atuar no feito.
(…)
Chamo atenção para a existência de jurisprudência pacífica neste Tribunal de Justiça no sentido de que a ausência de intervenção do Ministério Público de 1º grau não acarreta nulidade do feito, sobretudo quando a Procuradoria de Justiça teve oportunidade de suprir a falta ministerial”.

Teve oportunidade sim, mas a procuradoria de justiça nem apareceu. Teve tempo de sobra. O processo ficou engavetado oito (8) anos.

Foi assim que a máfia de Natal ˜Paraíso do Crime” Internacional ganhou dois hotéis. O da negociação não paga: o Chalezinho Francês. E mais a gratificação do Hotel Beira-Mar, também localizado na Praia do Meio.

Eta judiciário que procura dor, e não acha.

No despacho do desembargador Aderson Firmino fica omitido o nome do procurador da 11ª.

Quem procura o nome dele, não acha.

Desembargador Aderson Sivino, como é mesmo o nome desse ausente? Desse ausente procurador?

Quem procura dor, na justiça PPV do Rio Grande do Norte, acha. Dor que beneficia quem?

Nem o procurador nem o desembargador conhecem os nomes dos novos donos dos hotéis Chalezinho Francês e Bera-Mar. São nomes encobertos.
No Chalezinho Francês, Christine Epoud comanda a suruba de quatro empresas. Cada empresa com três donos. Um ajuntamento de ex-presidiários. E de foragidos da justiça.

O judiciário do Rio Grande do Norte procura, procura dor, e não acha. Só encontra a alegria da máfia.

O judiciário do Rio Grande do Norte procura dor na origem do dinheiro, e não acha.
Procura dor no destino do dinheiro, e não acha.

É isso aí. Não sabe nem a origem, nem o destino do dinheiro dessa suspeita, nojenta, escabrosa, safada, indecorosa, indecente, mafiosa transa ção do Chalezinho Francês.

Não sabe os nomes dos donos dos hotéis. Nunca quis saber. Por quê?

Não sabe sequer o preço de venda do hotel. Esta depois eu conto. Continua.

P.S: Para a devida leitura do Conselho Nacional de Justiça – CNJ. Assina Talis Andrade, jornalista profissional, editor único desde blog.