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Svitalsky Bros

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O México é um país dominado pelo tráfico, e que mata estudantes e jornalistas. Humor negro o presidente Peña Nieto pedir respeito aos direitos humanos noutros países, e esquecer que o México é o quintal do Império, separado dos Estados Unidos por um muro: de um lado o Primeiro Mundo, do outro o Terceiro Mundo, o México dos homens mais ticos do mundo, e 99 por cento da população na mais absoluta miséria.

Imitando Peña Nieto, Aécio Neves faz parte desta cruzada de desestabillzação do presidente Nicolás Maduro, eleito pelo voto direto. É a mesma campanha golpista contra Evo Morales na Bolívia, Rafael Correa no Equador, Cristina kirchner na Argentina, e Dilma Rousseff no Brasil. É uma campanha imperialista e colonialista contra a União dos Países da América do Sul.

 Gianfranco Uber

Gianfranco Uber

El presidente de México, Enrique Peña Nieto, se mostró hoy partidario de que haya “respeto a los derechos humanos en Venezuela” en una entrevista con EFE en la que confesó tener una relación “muy institucional” aunque “bastante cordial” con su homólogo de Venezuela, Nicolás Maduro.

Peña Nieto, que se encuentra en Bruselas donde ha participado en la II Cumbre entre la Unión Europea y la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (Celac), celebrada el miércoles y el jueves, se refirió también a las gestiones realizadas en Venezuela por el ex presidente del Gobierno español Felipe González.

“Los esfuerzos porque en este país al que respetamos haya pleno respeto al estado de derecho, a la democracia, siempre serán sin duda bien vistos”, indicó al respecto el presidente mexicano.

No obstante, también dejó claro que su país actúa “en congruencia con lo que mandata” su Constitución “de absoluto respeto a la libre determinación de las naciones”.

De diferente forma se refirió Peña Nieto a la relación con Cuba, su presidente, Raúl Castro, y su hermano Fidel, con los que dijo tener “una relación personal bastante buena y positiva”, al recordar que se entrevistó con el primero e hizo una “visita de cortesía” al segundo en un viaje a Cuba en enero de 2014.

Con Venezuela “no hay la misma vecindad geográfica que hay con Cuba, hay una vecindad regional”, aclaró.

Peña Nieto anunció asimismo que “aplaude”, “reconoce” y “apoya” el deshielo de la relación entre Cuba y Estados Unidos, y dijo que la intención de México es “coadyuvar” en “todo aquello que favorezca” a la “normalización de la relación” entre esas dos naciones.

“México la aplaude, la reconoce y la apoya” porque son sus “dos vecinos geográficos, uno en el norte y el otro en la región del Caribe”, manifestó.

Su apoyo se debe no solo a “la relación histórica y añeja que hermana a México con estas dos naciones”, sino porque “contribuye a fortalecer” la región del Caribe, por Cuba, y a la “integración productiva de Norteamérica”, por Estados Unidos.

También consideró “algo vital que este desfase y este aislamiento que históricamente se había dado sobre Cuba, al que México evidentemente se había opuesto”, pues “no compartía el embargo”, “en algún momento se levante”.

Según Peña Nieto, lo que está sucediendo en Cuba es “un proceso de mayor apertura” que “traerá inversión” mexicana a la isla caribeña.

Entre los sectores en que México podría invertir a través de sus empresarios citó el turístico, el portuario y el de las comunicaciones. Fonte Sol de Margarita

Pichação de muro no México

Pichação de muro no México

Existe o comércio de órgãos, sim. Como atuam os traficantes no Brasil?

 

BRA^PE_JDC Bala Perdida

BRA_ZH Morte do menino Eduardo, 10 anos

Menina brincava no meio da rua quando levou um tiro

Uma criança de 7 anos morreu após ser atingida por uma bala perdida no início da noite desta sexta-feira (3), em Maranguape II, Paulista, Região Metropolitana do Recife.

Tayná Vitória Silva Santos brincava na rua com o irmão, uma tia e um primo, quando um tiroteio começou. A menina levou um tiro na cabeça.

“Tudo aconteceu muito rápido. Não foi sequer possível identificar quantas pessoas estavam envolvidas no tiroteio. Só percebemos alguns homens que passaram atirando em cima de motos em alta velocidade. Quando percebemos Tayná já estava toda ensanguentada”, disse Petrúcia Nilza dos Santos, avó da menina, que ainda não sabia que a neta havia morrido quando conversou com a reportagem do JC.

A menina chegou a ser socorrida e encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Jardim Paulista, de onde foi transferida para o Hospital da Restauração (HR), na área central do Recife, mas não resistiu à gravidade do ferimento e faleceu por volta das 19h30, pouco depois de dar entrada na unidade de saúde.

Por conta do feriado, no momento em que o tiroteio ocorreu, afirmaram testemunhas, a rua estava bastante movimentada, repleta de crianças. Os moradores dizem ainda que, no passado, a localidade costumava ser bastante violenta, mas que ultimamente estava bem tranquila, com casos raros de roubos e assassinatos.

“Antigamente em quase todos os finais de semana alguém era morto por aqui, só que nos últimos tempos isso não acontecia mais. Estamos muito surpresos com essa violência”, comentou Lourival Antunes, avô de Tainá. O caso foi registrado pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que ficará responsável pelas investigações. Jornal do Commércio

Mãe de menino de 10 anos morto no Alemão diz que vai deixar o Rio

‘Eu vou sair daqui’, afirma mãe, que pretende enterrar o filho no Piauí.
Pai diz que ato foi ‘covardia’ e que PMs atiraram a distância de 10 metros.

 

“Eu quero tirar o meu filho daqui, quero enterrar no Piauí. Vou levar o corpo do meu filho para o Piauí. Vou voltar [ao Rio] porque eu quero justiça e depois eu vou embora para lá. Não quero ficar nesse lugar maldito, eu vou sair daqui”, afirmou a doméstica Terezinha Maria de Jesus, de 40 anos.

O garoto foi baleado na porta de casa e morreu na hora no fim da tarde desta quinta-feira (2), no Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio. Terezinha diz que um policial fez o disparo. A Divisão de Homicídios da Polícia Civil investiga o caso.

De acordo com ela, voltar para casa é muito difícil porque tudo faz lembrar o menino Eduardo. “Eu passei a madrugada na casa da minha vizinha. Só passei em casa para pegar o documento dele para ir no IML. Eu não quero mais voltar pra aquela casa, tudo me lembra ele. É muito difícil”, disse Terezinha, muito emocionada.
Pai diz que ato foi ‘covardia’
O pai do menino afirmou, na manhã desta sexta, em entrevista à GloboNews, que os policiais atiraram a uma distância de cerca de 10 metros do menino.

“Meu filho não merecia ser morto da maneira que ele morreu. Um inocente que tinha 10 anos de idade, era estudioso, todo dia estava no colégio dele e tinha muitos sonhos. Era uma criança muito bacana, para mim era tudo na minha vida. A polícia entra sem saber trabalhar. Como ele falou que era filho de bandido, atirou no meu filho na maior covardia. Atirou na cara do meu filho a uma distância de 10 metros, no máximo, por trás das costas do meu filho ainda”, afirmou o pai.

Eduardo de Jesus Ferreira iria começar um curso na Tijuca, Zona Norte do Rio, segundo informações da mãe da criança. “Ele estudava o dia inteiro, ele ia fazer um curso do Sebrae na Tijuca. Eu matriculei e ele ia começar na quarta-feira (8), e eles tiraram o sonho do meu filho”, afirmou.

Na quinta, Terezinha, que tem outros quatro filhos, repetia que Eduardo queria ser bombeiro. “Tiraram o sonho do meu filho. Tiraram todas as chances dele. Eu fazia de tudo para ele ter um futuro bom. Aí vem a polícia e acaba com tudo”, lamentou. “Ele sempre falava que queria ser bombeiro. Ele estudava o dia inteiro, participava de projeto na escola, só tirava notas boas. Por que fizeram isso com meu filho?”, questionava sem parar.

 

Fiestoforo

Fiestoforo

Declaração de bandido, de ladrão, de cabra safado, quem acredita na hora, de mão beijada, é também bandido, ladrão e cabra safado.

Declaração de alma sebosa tem que ser primeiro comprovada.

Vem o indivíduo, sem nenhum caráter, como é costume do machismo, e espalha que viu a nudez da mulher do próximo. E a mulher de César fica sob suspeita.

Para os europeus: brasileira é sinônimo de puta.

Delação premiada sem prova, para atender inconfessáveis interesses, não pode ser acreditada por pessoas do bem, pelos que amam a Verdade, a Virtude.

Essa de ladrão receber prêmios e mais prêmios por sujar o nome do inimigo de um delegado, de um juiz, de um dono de jornal, do adversário de um político, de um concorrente de um empresário, sempre aconteceu na história da humanidade.

O Brasil, hojemente, o sujeito confessa que comeu toco para entregar o dinheiro a fulano e sicrano, e que não ficou com nenhum tostão furado.

Vem um doleiro, estabelecido no mercado negro há mais de vinte anos, e de atuação conhecida de um juiz e de um delegado, e não revela em que ilha fiscal enterrou o tesouro.

É um assassinato sem cadáver. É um assalto aos cofres públicos sem dinheiro.

É isso aí. Tem que revelar o destino do dinheiro. Colchão ou banco, o dinheiro está em algum lugar. Ou virou casa, fazenda, ações das estatais vendidas a preço de banana.

É preciso que o assassino revele onde sepultou o cadáver. O local da cova. Ou que cemitério clandestino.

Se aparecer o dinheiro como prova. Puro acaso. Que seja contado, e entregue ao verdadeiro dono, o povo em geral.

O principal é que as riquezas roubadas do Brasil sejam devolvidas a todos os brasileiros. Porque o ouro, os diamantes, entregues por mãos honestas ou desonestas, sempre ficam com uma minoria. Para o luxo e a luxúria de 1% da população.

No Facebook tem uma página com o nome “Regime militar eu apoio”, que publicou o seguinte meme:

 

meme do Regime Militar

Fiz o seguinte comentário: Na Indonésia não existe regime militar. O presidente é eleito pelo povo. Regime militar acontece nos países quintais do império, nas republiquetas de banana, onde o povo é frouxo e/ou escravo.

Lugar de gorila é na jaula. Ditadura nunca mais. Tortura nunca mais. Nem pena de morte, principalmente pelo desaparecimento de presos políticos.

A cocaína foi introduzida no Brasil durante o regime militar, na campanha do “faça o amor, não faça a guerra”. No caso, guerrilha. No “ame-o ou deixe-o”.

Em tempo: A página faz a propaganda contra o atual governo democrático da República Federativa do Brasil. Faz a apologia da ditadura de 64. E defende o retorno do regime militar. Confira

 

 

 

 

 

“Não vou estuprar você porque você não merece”
Jair Bolsonaro


violência psicológica

Acontece muito no trabalho. A danação do assédio moral e do assédio sexual. Idem o assédio extrajudicial com assinatura de um advogado. O assédio judicial. O policial. O stalking da Gestapo dos serviços de proteção ao crédito, que são organizações de espionagem da ditadura econômica. Que quebram os sigilos fiscal e bancário da classe média baixa. Inclusive tem acesso a informações pessoais cadastradas em hospitais, planos de saúde, universidades, agência de empregos etc.

O bullying (o bulismo) vai do ensino do primeiro grau às universidades, com toda sua perversidade como acontece hoje na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), aterrorizada por uma onda de estupros.

Nada mais humilhante e degradante do que sofrer uma prisão arbitrária, uma despejo judicial, do que assinar um atestado de pobreza para ter acesso à justiça gratuita.

O brasileiro não tem privacidade. E o pobre, nenhum direito.

Toda violência psicológica pode causar depressão, suicídio, traumas para toda vida. Mazelas de um país que ainda tem escravidão. Que o povo está submetido a violências físicas. Que persiste a tortura. E cresce a lista de desaparecidos.

 

 

 

Amnistía Internacional dice que Peña Nieto no reconoce la gravedad de la crisis de derechos humanos

México - Miles de personas marcharon, exigiendo la aparición de los 43 estudiantes desaparecidos en Ayotzinapa. FOTO- Javier Lira Otero:NOTIMEX

estudantes méxico

 

México

Las agresiones policiales y de narcotraficantes sufridas por los estudiantes de Ayotzinapa, que dejaron seis muertos, 25 heridos y 43 desaparecidos, no son “hechos aislados”, sino parte de un contexto de violaciones graves a los derechos humanos, y a pesar de eso el presidente de México, Enrique Peña Nieto, califica las protestas desatadas de “intentos de desestabilización” y advierte que incluso usará la fuerza, lamentó hoy Amnistía Internacional (AI).

“La afirmación del Presidente pone en evidencia que su administración continúa sin reconocer la grave crisis de derechos humanos que enfrenta México y que en los últimos años, la falta de acceso a la justicia y la impunidad ante violaciones graves a los derechos humanos ha sido una constante”, indicó el organismo en un comunicado recogido por el diario capitalino La Jornada.

El pronunciamiento de AI agrega que las afirmaciones presidenciales parecen “ignorar el elevado número de personas desaparecidas en el país, que de acuerdo a cifras oficiales son 22.000 y que la práctica de tortura se ha elevado en un 600 por ciento. A esto se suman el cúmulo de medidas que no han sido efectivas para la búsqueda de personas”.

Peña Nieto “muestra una vez más la falta de compromiso de su gobierno para hacer frente a la situación que se vive en el país, marcando una tendencia a la criminalización de las demandas de justicia y la manifestación libre de ideas, derechos que, lejos de desestabilizar son la piedra angular de una sociedad democrática”, afirmó Perseo Quiroz, director ejecutivo de AI en México.

“Los hechos han rebasado ya los compromisos verbales. Es momento de que el Presidente reconozca la grave crisis de derechos humanos que ha atravesado México en los últimos años y que su administración no ha logrado combatir la impunidad en el país”, recalcó.

 

Anistia

 

Provistos de herramientas para cavar, las brigadas ligadas a las familias y a la comunidad de origen de los jóvenes, Ayotzinapa, cuyo paradero se desconoce del 26 de septiembre pasado, busca por todos los rincones de cerros, barrancos y zonas agrestes cercanas a Iguala, la sureña ciudad donde fueron vistos por última vez los estudiantes, según informó la agencia ANSA.

Las brigadas de búsqueda enfocan su búsqueda sobre todo en las zonas donde han sido localizadas fosas clandestinas, de las que se exhumaron una treintena de cadáveres, sin que lograra indentificarse a ninguno como perteneciente al grupo de estudiantes.

Los alumnos de la Escuela Normal de Ayotzinapa, de edades entre 18 y 23 años, fueron atacados en la noche del 26 de septiembre por policías municipales de Iguala, por órdenes del alcade José Luis Abarca, y tres de ellos murieron, junto con otras tres personas (un taxista, un futbolista y una ama de casa).

Luego, los agentes se los llevaron a la comisaría local y más tarde los entregaron a la banda Guerreros Unidos, que se encargaría de darles muerte y arrojar sus restos a un río, según la teoría de las autoridades, de la que dudan sus padres, que los creen todavía vivos.

Esos restos, encontrados a partir del testimonio de uno de los detenidos, fueron analizados por miembros del Equipo Argentino de Antropología Forense, que realiza peritajes a pedido de los familiares de los estudiantes, que desconfían abiertamente de las autoridades mexicanas.

Esta mañana, en tanto, la Procuraduría General de la República (PGR, Fiscalía) confirmó el arresto de César Nava González, exsubdirector de la policía de Cocula, en el sureño estado de Guerrero, vinculado con la desaparición de 43 estudiantes y que era integrante de la organización criminal Guerreros Unidos, según destacan la agencia Efe y al diario La Jornada.

La PGR indicó en un comunicado que Nava González estaba prófugo desde los días posteriores a la represión policial del 26 de septiembre cuando policías de Iguala atacaron a estudiantes del magisterio de la localidad de Ayotzinapa.

La Fiscalía afirmó que el ex jefe policial de Cocula, quien pertenecía a Guerreros Unidos, se había escondido en el Distrito Federal y después en Colima, capital del estado homónimo, donde fue detenido.

Las autoridades mexicanas informaron primero a los familiares de los estudiantes desaparecidos del arresto antes de darlo a conocer a la opinión pública, de acuerdo con los compromisos establecidos con el Gobierno.

La PGR indicó Nava González contaba con orden de aprehensión por los delitos de delincuencia organizada y secuestro en agravio de 43 estudiantes del magisterio por lo que el detenido quedó recluido en el centro penitenciario número 2 en Puente Grande en el estado de Jalisco.

Ayer, en Chilpancigo, los familiares de los 43 estudiantes protestaron por los nulos avances de la Gendarmería en la búsqueda y lanzaron botellas de agua y refrescos enlatados contra la comitiva del gobierno federal, encabezada por Enrique Galindo Ceballos, comisionado general de la Policía Federal; Tomás Zerón, director de Investigación Criminal de la Procuraduría General de la República (PGR), y Jaime Ramos, subsecretario de Gobernación.

Los familiares anunciaron en ese momento la decisión de iniciar una búsqueda independiente de sus hijos. “Iremos armados y pediremos a la policía comunitaria (Coordinadora Regional de Autoridades Comunitarias) que nos apoye”, dijo uno de ellos.

Vidulfo Rosales Sierra, abogado de Tlachinollan, reveló además que, durante la reunión, Tomás Zerón les informó de la detención de César Nava González, quien habría confirmado que el prófugo ex seceretario de Seguridad de Iguala, Felipe Flores, le pidió que auxiliara en la detención de los alumnos de Ayotzinapa, y que había sacado a los estudiantes de la sede de la policía preventiva del municipio para entregárselos a la banda Guerreros Unidos en Lomas de Coyote (Iguala).

La detención de Nava González, si bien fue informada ayer, ocurrió el 16 de noviembre, dijo Vidulfo Rosales.

El abogado de Tlachinollan confirmó que se propuso que a la brevedad la comisión de asistencia técnica de expertos (que se integrará a las investigaciones con la Comisión Interamericana de Derechos Humanos) puedan abocarse y coadyuvar en la investigación; “estamos pidiendo datos que el Presidente de la República se comprometió a darnos, que obran en el expediente y que por obvias razones no los puedo decir, que se nos ha estado negando”, agregó.

Las autoridades federales, dijo Rosales, se comprometieron a tener la información para el próximo lunes y detacó que los familiares van a proponer la participación de 10 expertos en el grupo de asistencia técnica de la CIDH, entre otros está Ariel Dubovsky, argentino; Claudia Paz, de Guatemala; Roberto Garretón, de Chile, y Gino Costa, peruano.

 

episcopado

 

Ciudad de México, 11 de noviembre (SinEmbargo) – La Conferencia del Episcopado Mexicano se unió a los reclamos contra la violencia, corrupción e impunidad del país y pidió a las autoridades llevar hasta las últimas consecuencias las investigaciones sobre los 43 normalistas de Ayotzinapa, desaparecidos desde el pasado 26 de septiembre.
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“Frente a estos lamentables hechos, y ante los crímenes sucedidos en Tlatlaya y el espeluznante descubrimiento de fosas clandestinas, unimos nuestra voz a la del pueblo de México, del cual formamos parte, para gritar: ¡Basta ya de tanta corrupción, impunidad y violencia!”, dijo mediante un comunicado.
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En el primer día de actividades de la Asamblea Plenaria de los Obispos de México que se realizará hasta el 4 de noviembre, los prelados exigieron llevar las investigaciones de Ayotzinapa hasta sus últimas consecuencias para que se conozca el paradero de los alumnos de la Escuela Normal Isidro Burgos y “se sancione con todo el peso de la ley a los autores intelectuales y materiales“.

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Asimismo, se solidarizaron con las familias de los 43 normalistas desaparecidos. “A sus padres, hermanos, familiares y compañeros, les reiteramos, una vez más, nuestra cercanía y solidaridad. Estamos pidiendo a Dios que les dé fortaleza y que pronto quede esclarecido el paradero de sus hijos, hermanos y compañeros”, expresaron.
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Sobre algunos actos violentos que han tenido lugar en las manifestaciones que exigen la aparición con vida de los estudiantes de Iguala, el Episcopado exhortó a la sociedad a no traducir su dolor e indignación en actos violentos pues “provocan más violencia e injusticia para miles de inocentes, dañando la convivencia pacífica y retrasando el progreso”.
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“Por eso, invitamos a todos a unirnos en la diversidad y participar en la búsqueda de soluciones de fondo con diálogo, creatividad, solidaridad y respeto a las leyes y a todos los ciudadanos”, remarcó.
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A finales de octubre, el Episcopado Mexicano pidió a las fuerzas políticas del país no lucrar con la desaparición de los 43 normalistas de Ayotzinapa, Guerrero, ni convertir su caso en una bandera “para causar daños a terceros o provocar desestabilización”.
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Los obispos hicieron un llamado al gobierno mexicano a redoblar esfuerzos para encontrar a los estudiantes desaparecidos, sancionar a los culpables y hacer prevalecer el Estado de Derecho, “a fin de garantizar la seguridad y una vida digna a todos los mexicanos y mexicanas”.
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“Con profundo dolor ante los reprobables acontecimientos sucedidos en Ayotzinapa, Guerrero, unimos nuestra voz a lo ya expresado por los Obispos de la Provincia de Acapulco, de la Comisión Episcopal de Pastoral Social y muchos más, para manifestar nuestra solidaridad a los familiares de los 43 normalistas desaparecidos”, dijo el Episcopado en un comunicado de prensa.
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Realizaron un exhortó “a las fuerzas políticas y a la sociedad en general a actuar con responsabilidad y no lucrar políticamente con esta desgracia, ni convertirla en bandera para causar daños a terceros o provocar desestabilización, lo que alejaría aún más la necesaria justicia, equidad, seguridad y paz que México requiere para alcanzar un desarrollo del que nadie quede excluido”.
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Días antes, los obispos católicos de Acapulco advirtieron que la crisis generada por la desaparición de 43 estudiantes normalistas y el homicidio de seis personas en el municipio de Iguala es “un adelanto” de la capacidad desestabilizadora que tiene la violencia que se vive en aquella entidad del sur de México.
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“Este criminal hecho es como una ventana que nos permite mirar hacia el fondo del profundo Guerrero adolorido por tanta violencia. La cifra espantosa de más de 12 mil homicidios dolosos desde el año 2007 nos hace pensar que el caso de Iguala es una muestra de lo que ha sido la vida cotidiana en los últimos años”, dijeron los obispos de la Provincia Eclesiástica de Acapulco en un comunicado.
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Denunciaron que además de los homicidios “hay miles de víctimas de secuestros, desapariciones forzadas, desplazamientos forzados; extorsiones y amenazas son algunas de las formas más comunes de violencia que padecemos”.
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Los obispos también aludieron al hecho de que fueron fuerzas del gobierno las probables responsables de la agresión contra los normalistas como indicador de la urgencia que existe en el país por sanear los cuerpos policiacos y del “factor político” que presentan los diversos hechos de violencia.

 

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