“Rebelándose contra la corrupta UE, Grecia puede salvar al mundo del Armagedón”

Pocos se dan cuenta de que el destino de la libertad en Occidente depende de la actuación de Grecia en la crisis actual, opina Paul Craig Roberts, quien asegura que el país heleno puede salvar al mundo del Armagedón si decide rebelarse contra la UE.

JOHN MACDOUGALL / AFP
JOHN MACDOUGALL / AFP

La crisis griega no es sobre la deuda, ya que la deuda sirve más bien como pretexto para que el “imperio de Washington de Estados vasallos europeos” reprima la soberanía en el mundo, escribe el subsecretario del Tesoro en la Administración de Ronald Reagan, Paul Craig Roberts, en su último artículo.

“El imperio ha rechazado el referéndum democrático de Grecia el próximo domingo porque no cree en la democracia, sino en la sumisión”, asegura el analista. En su opinión, se supone que lo que tiene que hacer el gobierno griego es “aceptar la liquidación de la deuda y permitir que Grecia sea saqueada”. No obstante, para eso hay que silenciar la voz de su gente. Y esa es la razón por la cual “los alemanes y la UE se oponen a que el gobierno griego entregue la capacidad de decidir el futuro de Grecia a los griegos”.

“Si la democracia puede ser destruida en Grecia, puede ser destruida en toda Europa”, advierte Craig Roberts. “Los griegos tienen en sus manos no solo el destino de la democracia en Occidente sino también el destino de la vida en la tierra”, asevera.

“Washington está tramando un Armagedón, pero Grecia puede salvarnos”, insiste el especialista, explicando que lo único que deben hacer los griegos es “apoyar a su gobierno e insistir en que este muestre el dedo medio a la corrupta UE, no pague la deuda y gire hacia Rusia”.

En la opinión de Craig Roberts, esto empezaría a desenredar la UE y la OTAN, “mecanismos que Washington utiliza para crear conflictos con Rusia”, y salvaría el mundo del Armagedón. Lo más probable es que Italia y España sigan a Grecia saliendo de la UE y la OTAN, ya que estos países son también objetivos de despiadado saqueo, escribe el autor. “Es difícil imaginar otro escenario que pueda salvar al mundo de la Tercera Guerra Mundial”, concluye Craig Roberts. RT

O ataque europeu à democracia grega

Devemos ser claros: quase nenhum do enorme manancial de dinheiro emprestado à Grécia foi verdadeiramente para lá. Foi canalizado para pagar aos credores do setor privado – incluindo bancos alemães e franceses. O que a Grécia obteve foi uma ninharia, mas pagou um elevado preço para preservar os sistemas bancários desses países.

Paula Cabeçadas/ Observatório da Grécia/ Tradução do artigo de Joseph E. Stiglitz no Project Syndicate

fígado grécia

O crescendo de disputas e acrimónia dentro da Europa podem parecer a estranhos o resultado inevitável de um jogo amargo entre a Grécia e os seus credores. Na verdade, os líderes europeus estão finalmente a revelar a verdadeira natureza da disputa em causa, e a resposta não é agradável: é acerca de poder e democracia muito mais do que dinheiro e economia.

Claro que a economia por detrás do programa da “troika” (a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional) impingido à Grécia desde há cinco anos foi abismal, resultando no declínio de 25% do PIB do país. Não consigo pensar em nenhuma depressão que tenha sido tão deliberada e tenha tido consequências tão catastróficas: por exemplo, a taxa de desemprego dos jovens ultrapassa hoje 60%.

É surpreendente que a troika recuse a aceitar a responsabilidade nas falhas das suas previsões e modelos. Mas o que é ainda mais surpreendente é que os líderes europeus nem sequer aprenderam a lição. E a troika ainda exige à Grécia um excedente orçamental primário (excluindo o pagamento de juros) de 3,5% do PIB em 2018.

Economistas de todo o mundo condenaram esta meta como punitiva porque o seu resultado resultará inevitavelmente numa recessão mais profunda. Na verdade, mesmo que a dívida grega fosse reestruturada para além do inimaginável se os eleitores não se comprometerem com as metas da troika no referendo deste fim de semana.

Em termos de transformação de um grande défice primário para um excedente poucos países conseguiram aquilo que os gregos alcançaram nos últimos cinco anos. E, embora o custo quanto ao sofrimento humano seja extremamente elevado, as propostas recentes do governo grego foram um longo caminho para ir de encontro às exigências dos credores.

Devemos ser claros: a maior parte da enorme quantidade de dinheiro emprestado à Grécia não foi realmente para lá. Serviu para pagar aos credores do setor privado, incluindo os bancos alemães e franceses. O FMI e os outros credores “oficiais” não precisam do dinheiro que estão a exigir. O dinheiro recebido seria apenas para ser emprestado de novo à Grécia.

Mas nada disto é sobre dinheiro. É sobre o uso de “prazos” para forçar a Grécia a aceitar o inaceitável – além de medidas de austeridade políticas regressivas e punitivas.

Mas porque é que a Europa está a fazer isto? Porque é que os líderes europeus resistem ao referendo e recusam a extensão do prazo de pagamento da Grécia para o FMI por uns dias? Então a Europa não é a democracia?

Em janeiro, os cidadãos gregos votaram por um governo comprometido em acabar com a austeridade. Se o governo grego quisesse apenas cumprir as suas promessas já teria rejeitado as propostas. Mas quis dar ao povo grego a possibilidade de decidir sobre esta questão tão importante para o bem-estar do país.

Esta preocupação com a legitimidade popular é incompatível com a política da zona euro que nunca foi um projeto democrático. A maioria dos seus membros nunca procurou a aprovação dos seus povos para entregar a soberania monetária ao BCE. Quando a Suécia o fez, os suecos disseram não. Compreenderam que que o desemprego subiria se a política monetária fosse estabelecida por um banco central que incidiria a sua política única e exclusivamente sobre a inflação (e também que haveria uma atenção insuficiente sobre a estabilidade financeira). A economia sofreria porque o modelo subjacente à zona euro é baseada em relações de poder que desfavorecem os trabalhadores.

E, com certeza, o que se vê agora, 16 anos depois da zona euro ter sido instituída, é que as relações existentes são a antítese da democracia. Muitos líderes europeus querem ver o fim do governo de esquerda do primeiro-ministro Alexis Tsipras. Afinal de contas, é muito inconveniente ter na Grécia um governo tão contrário às políticas que tanto aumentaram as desigualdades em tantos países avançados. Parecem acreditar que podem, eventualmente, derrubar o governo grego por “bullying” e levá-lo a aceitar que viole o seu mandato.

É difícil aconselhar os gregos como votarem a 5 de julho. Nenhuma das alternativas – aprovação ou rejeição das condições da troika – será fácil e ambos carregam enormes riscos. Um voto no sim significará a crise quase eterna. Talvez um país empobrecido – que já vendeu todos os seus ativos, cujos jovens brilhantes já emigraram – pode finalmente conseguir o perdão da dívida; talvez depois de ter uma economia atrofiada, a Grécia possa finalmente obter ajuda do Banco Mundial. Tudo isso pode acontecer na próxima década ou, quem sabe, na década seguinte.

Ao contrário, um voto no não poderia abrir pelo menos a possibilidade da Grécia, com a sua forte tradição democrática, pegar no seu destino nas suas mãos. Os gregos podem ganhar a oportunidade de moldar um futuro que, mesmo não tão próspero como no passado, possa ser mais esperançoso do que a atual tortura do presente.

Eu sei o que votaria.

Não apagamos nada dívida

A direita e o analfabeto político nas ruas do Brasil e os estudantes do Chile

Os partidos da direita que votaram pela terceirização, através dos principais líderes, realizam as convocações para as passeatas “fora Dilma”, e escondem que presidente apóiam pela força de um golpe. No caso de um impeachment, assumiria Michel Temer do PMDB, vice escolhido e eleito com os votos de Dilma Rousseff.

Clique para ampliar e conhecer os partidos inimigos dos trabalhadores
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A campanha de desestabilização do governo, do mais baixo nível, visa criar um clima de ódio, de guerra civil, que não interessa aos partidos conservadores a educação política do povo.

Veja uma comparação entre a manifestação de 12 de abril último e uma passeata estudantil no Chile

Brasil
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Chile clique para ampliar
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Brasil
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Chile
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Chile. A Liberdade é sempre revolucionária

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dedo de lula direita

Chile
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Brasil. A elite branca pede o retorno da ditadura
Chile
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Toda ditadura é criminosa. Nunca mais tirania

incitação

 

Exemplos de incitação ao crime:

pedir o retorno da ditadura,
defender uma intervenção militar,
propagar um golpe, que levará o Brasil a uma guerra interna.

A pena de detenção deve ser bem maior. Que uma guerra civil mata milhares de pessoas.

Pedir a intervenção de um exército estrangeiro é crime de traição à Pátria.

O que aconteceu de novo, na política, nestes cem dias de governo de Dilma?

Os tucanos e aliados, derrotados no primeiro e segundo turnos, elegeram Eduardo Cunha presidente da Câmara dos Deputados. E desejam o impeachment de Dilma, por atos e fatos debatidos na campanha eleitoral, e julgados pelo povo nas urnas.

Toda ditadura mata a Liberdade, a Democracia, a Fraternidade.

Por uma justiça social, por uma polícia social, por um governo do povo, pelo povo, para o povo, nunca mais ditadura.

A tortura é um crime hediondo. Tortura nunca mais.
Nunca mais tirania. Nem colonialismo.
Independência ou Morte!

Em defesa das riquezas do Brasil contra o entreguismo da privataria

Cuiabá
Cuiabá
Cuiabá
Cuiabá
Salvador
Salvador
Salvador, trio elétrico
Salvador, trio elétrico
Belo Horizonte
Belo Horizonte
Recife
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Maceió
Maceió
São Paulo, cem mil nacionalistas na Avenida
São Paulo, cem mil nacionalistas na Avenida
São Paulo
São Paulo
São Paulo
São Paulo
São Paulo
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Fortaleza
Fortaleza
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Campo Grande
Campo Grande
Porto Alegre
Porto Alegre
Brasília
Brasília

Ato Nacional Contra a Ascensão de Grupos Reacionários

ato nacional

 

A mobilização programada para esta sexta-feira em defesa do governo da presidente Dilma Rousseff e da Petrobras, em contraposição as manifestações contra o governo previstas para o domingo, visa não apenas defender a democracia, mas também lutar contra a ascensão de grupos reacionários.

Para o jornalista Breno Altman, “o fato é que o processo que terá início amanhã poderá abrir nova etapa na vida política do país (…)

Minoritárias no parlamento e atropeladas pelos monopólios de comunicação, as correntes de esquerda têm na mobilização militante e popular ferramenta decisiva para romper o cerco a que estão submetidas”.

Em seu artigo, Altman alerta que, a partir de agora, “está se abrindo capítulo decisivo da história nacional e da luta dos trabalhadores”.

Amanhã as forças progressistas, comandadas pelo movimento sindical, darão provas se têm vontade política e capacidade de mobilização para enfrentar a ascensão dos grupos reacionários.

Não se configura uma jornada puramente a favor do governo, a bem da verdade. Afinal, um dos três eixos da convocação se confronta com a política econômica, ao reivindicar a retirada das medidas provisórias do ajuste fiscal.

Mas as outras duas bandeiras centrais – a defesa da democracia e da Petrobrás – são claras contraposições à ofensiva conservadora que busca deslegitimar e interromper o mandato da presidente Dilma Rousseff.

O fato é que o processo que terá início amanhã poderá abrir nova etapa na vida política do país.

A disputa é pela praça pública e a voz das ruas.

Minoritárias no parlamento e atropeladas pelos monopólios de comunicação, as correntes de esquerda têm na mobilização militante e popular ferramenta decisiva para romper o cerco a que estão submetidas.

Desta vez, no entanto, há uma novidade: a direita está disposta e preparada para lutar por cada palmo de asfalto. Não se vivia situação desse tipo desde o período que antecedeu o golpe de 1964, quando as marchas com Deus e a família pavimentaram o caminho dos tanques.

Deve-se reconhecer, aliás, que a reação burguesa encontra-se em melhores e mais avançadas condições de combate que a esquerda.

Doze anos de estratégia predominantemente institucional e conciliatória, com renúncia à batalha de ideias e ao protagonismo do povo organizado, provocaram bizarrice histórica: os governos encabeçados pelo PT ostentam o feito, ao menos desde certo ponto, de terem mobilizado seus opositores e desmobilizado a própria base de apoio.

Esta deficiência, que agora atinge indiscutível visibilidade, tem que ser resolvida em momento de crise aguda, quando o tempo proíbe o erro e a hesitação.

Administrações progressistas de países com problemas econômicos muitíssimo mais graves, como a Venezuela ou a Argentina, contam com padrão de mobilização sensivelmente superior ao brasileiro simplesmente porque apostaram, cada qual a sua maneira, na construção de políticas e instrumentos para a luta pela hegemonia no Estado e na sociedade.

O ato do dia 13, contudo, terá ainda outros desafios a enfrentar.

O principal deles é que o governo Dilma, ao adotar pacote fiscal que descarrega o reequilíbrio das contas públicas nos ombros dos trabalhadores e do setor produtivo, criou clima de confusão, divisão e paralisia entre as fileiras de esquerda.

A jornada convocada pelas centrais e movimentos terá de combinar a defesa democrática do mandato de Dilma Rousseff com o protesto contra medidas antipopulares que está implantando.

Fosse outro o comportamento das principais entidades envolvidas na manifestação dessa sexta-feira, estaria assentado o terreno para a oposição capitalizar para seu projeto a insatisfação que começa a grassar entre os trabalhadores. Além disso, seria impensável a unidade de ação, multipartidária, que se deseja construir.

Não é uma situação confortável, que se exemplifica no tímido envolvimento da direção do PT e do ex-presidente Lula na mobilização. Não seria fácil, para as principais lideranças petistas, é evidente, subirem em um palanque cujo discurso inclui crítica frontal à política econômica estabelecida pelo governo.

Por essas e outras, é louvável a iniciativa da CUT e seus parceiros de empreitada, ao demarcar linha de resistência contra a escalada reacionária, em um momento no qual os partidos progressistas e o Palácio do Planalto parecem atônitos.

Trata-se de esforço para reconstruir o campo de alianças do segundo turno presidencial, atropelado pela guinada ortodoxa pós-outubro e o gabinete que a representa.

Nas próximas horas será dado o primeiro passo para a articulação de uma frente ampla contra o retrocesso e o golpismo, que simultaneamente disputa os rumos do governo e exige um programa mínimo que represente as classes e grupos dispostos a defender o mandato democrático e o aprofundamento das mudanças.

Oxalá dezenas ou centenas de milhares atendam o chamado do movimento sindical e popular. Talvez venha a ser demonstração de forças inferior àquela preparada pelo reacionarismo para o dia 15, mas começará a ser trilhado o caminho para uma nova estratégia política.

Não tenhamos dúvidas: está se abrindo capítulo decisivo da história nacional e da luta dos trabalhadores. Publicado na

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*Breno Altman é editor do Opera Mundi e colunista parceiro do 247

 

 

#Dia13 Dia de luta: pelo direito à manifestação democrática

Trabalhadores e estudantes do Ato Nacional do dia 13 cobram das autoridades estaduais segurança aos participantes e a garantia de uma manifestação pacífica

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A Central Única dos Trabalhadores e demais centrais sindicais, movimentos sociais e estudantil, que organizam o ato unificado no dia 13, encaminharam ofício ao secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP), Alexandre de Moraes, ressaltando a importância das autoridades estaduais garantirem a segurança aos participantes.

No documento, entregue nesta quarta (11) à Secretaria de Segurança Pública, as entidades ressaltam o “direito de manifestação pacífica e democrática” e alertam para a ação de “grupos conservadores” que, contrários às bandeiras defendidas pelos movimentos sociais e sindical, resolveram chamar uma manifestação para o mesmo dia, hora e local.

O ato da CUT, CTB, UGT, CSB, NCST, MST, MMM, FUP e outras entidades, que ocorrerá na próxima sexta (13), a partir das 16h, na Avenida Paulista, em São Paulo, integra as mobilizações que se realizarão nacionalmente em defesa dos direitos da classe trabalhadora, da Petrobrás, da democracia e da reforma política.

 

Dia 13 de Março Ato Nacional em Defesa da Petrobras, do Brasil e da Democracia

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No dia 13 de março, trabalhadores em educação vão participar de manifestações em todas as capitais, em defesa da Petrobras.

A mobilização também será pela reforma política democrática, contra retirada de direitos e em defesa do Fundo Social do Pré-Sal e dos Royalties do Petróleo para financiar a educação pública.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação, Roberto Franklin de Leão, destacou:”Defendemos os interesses dos trabalhadores, somos contra qualquer tipo de golpe que venha atentar contra a democracia e defendemos o respeito ao resultado das eleições, que apontou a manutenção do modelo de inclusão social e melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.”

A CUT divulgou a jornada de luta até 1º de maio, dia do trabalhador. Além do Ato Nacional em defesa da Petrobras, dos direitos e da Reforma Política, na sexta-feira 13/3, com apoio da Federação Única dos Petroleiros (FUP), da CNTE e demais movimentos sociais, haverá negociação das centrais sindicais com o governo, manifestações nas Superintendências Regionais do Trabalho, lançamento de manifestos, marcha da classe trabalhadora e ato no Congresso Nacional.

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