Veja quem é quem na luta de titãs das pesquisas eleitorais

por Bárbara Lemos

A Datamétrica, empresa do economista, Alexandre Rands, é especializada na elaboração de soluções inovadoras. Há 16 anos atuando no mercado, a empresa conta com diversos clientes, tanto de instituições públicas quanto privadas. A expertise na realização de pesquisas de opinião e de mercado é responsável pela aplicação de mais de 2 milhões de questionários em pesquisas no Brasil inteiro, na América Latina e na África.

Com o faturamento anual estimado em R$ 50 milhões de reais, a Datamétrica tem como principais clientes o Banco do Nordeste, o Banco Mundial, o Governo do Estado de Pernambuco, a Prefeitura do Recife, o INSS, a McDonald’s, o Walmart e os Ministérios do Desenvolvimento Agrarário e do Trabalho e Emprego.

Por sua vez, o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), do publicitário, Antonio Lavareda, foi fundado em 1986 e acumula uma vasta experiência e “know how” em pesquisa de mercado e de opinião pública, para os mais variados tipos de empresas, e estudos sociais e políticos.

A atuação se dá em âmbito nacional e internacional. Com sede no Recife, o Ipespe tem escritórios em São Paulo e Fortaleza, representação no Distrito Federal e em Salvador, além de equipes operacionais e consultores em todos os Estados do país. Tem como principais clientes o Banco do Brasil, a Câmara dos Deputados, o Governo Federal, o Itaú, a Honda Automóveis, a Petrobrás, a Odebrecht e os Ministérios da Educação, Reforma Agrária e Saúde.

A estimativa do faturamento anual do Ipespe foi negada pela assessoria que informou que somente o proprietário poderia responder tal questão. Fontes de mercado, no entanto, estimam um faturamento anual de R$ 70 milhões de reais para a empresa de Lavareda.

Este artigo foi publicado no blogue Leitura Crítica, fechado na marra pela polícia do governador Eduardo Campos, com a prisão do jornalista Ricardo Antunes, no dia 5 de outubro último.

Os Tribunais de Contas deveriam investigar a gastança desenfreada e perdulária dos governos federal, estaduais e municipais com pesquisas. O IBGE existe pra quê?

Tem um, o Data Popular, que acaba de divulgar um pesquisa – quem pagou? – informando que o brasileiro quer a volta da ditadura. Trata-se de uma apologia do crime. Esta pesquisa casou com as machetes de orquestração do inventado e fantasioso terrorismo do PCC. Trata-se de propaganda do PIG, que vende a idéia de um governo paralelo, formado dentro dos presídios, que comanda o Brasil. Só uma ditadura, propagam as viúvas do golpe de 64, colocaria ordem no país. (T.A.)

O invento da invisibilidade e os superprotegidos presos do PCC que não são rastreados

 

invento

Escreve José Manuel Lourenço:

Há pouco mais de um mês, uma jornalista de Ribeirão Preto recebeu um telefonema intrigante de uma financeira. Além de se oferecer para ‘comprar’ um financiamento consignado que tinha, a empresa listou, com bastante precisão, uma série de detalhes bastante específicos sobre a sua vida financeira. Detalhes que, teoricamente, só deveriam ser do seu conhecimento.

“É a personificação do Big Brother, o sequestro definitivo da privacidade”, conta a profissional, que prefere não ser identificada.

A situação vivida pela profissional não é inédita, Pelo contrário, diariamente milhões de brasileiros deixam rastros digitais (…).

Marco Civil
O direito à privacidade é um dos pontos mais importantes do Marco Civil (…)

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O Telefone celular pode estar rastreando cada movimento seu e você pode nem mesmo saber

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Por Noam Cohen

(…) Um político do Partido Verde alemão, Malte Spitz, recentemente aprendeu, nós já estamos sendo continuamente rastreados, quer tenhamos nos voluntariado ou não. As companhias de telefone celular normalmente não divulgam quanta informação elas coletam, assim o Sr. Spitz foi a justiça para descobrir exatamente o que sua companhia de celular, a Deutsche Telecom, sabia sobre o seu paradeiro.

Os resultados foram espantosos. Em um período de seis meses, de 31 de agosto de 2009 a 28 de fevereiro de 2010, a Deutsche Telecom tinha registrado e gravado suas coordenadas de longitude e latitude mais de 35.000 vezes. Ela o rastreou de um trem em seu caminho para Erlangen desde o início até a noite anterior, quando ele já estava em casa em Berlim.

(…) Nos Estados Unidos, as companhias de telecomunicação não têm de comunicar precisamente qual material elas coletam, disse Kevin Bankston, um advogado da Eletronic Frontier Foundation, especialista em privacidade. Ele acrescentou que baseados em casos da justiça ele poderia dizer que “eles guardam mais disso e está ficando mais preciso.”

“Telefones têm se tornado uma parte necessária da vida moderna,” ele disse, contestando a ideia de que “você tem de abrir mão de sua privacidade para fazer parte do século 21.”

Nos Estados Unidos há razões de cumprimento da lei e de segurança para as companhias telefônicas serem encorajadas a acompanhar seus clientes. Tanto o FBI como a DEA (Drug Enforcement Administration) tem usado registros de telefones celulares para identificar suspeitos e fazer prisões. Veja vídeos sobre essa costumeira espionagem.

No Brasil, o PCB (Primeiro Comando do Brasil) possui 26 PCCs (Primeiro Comando da Capital), e usa os celulares para identificar policiais que realizam bicos e promover chacinas. As autoridades de segurança pública e a imprensa denunciam esse poder criminoso, responsável pela onda de violência que leva o povo brasileiro, em nome da ordem, desejar a volta da ditadura, conforme pesquisa.

Uso de capa de invisibilidade para celulares

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Como é possível um preso incomunicável, em uma cadeia de segurança máxima, possuir telefone, e ligar para, no mínimo 26 telefones, os comando das capitais brasileiras?

Dizem que o PCC possui um poder de fogo superior ao obsoleto armamento das polícias. Assim sendo, a possibilidade do uso de novos inventos.

Se um dos seus objetos preferidos de HP é a capa da invisibilidade que Harry herdou do pai, saiba que a capa não é exclusividade dos bruxos.

Cientistas trouxas liderados por Xiang Zhang, diretor da UC Berkeley’s Nano-scale Science and Engineering Centercom, na Califórnia, Estados Unidos, criaram um “tapete manto” de silício nanoestruturado, que encobre a presença de objetos colocados ao abrigo do mesmo a partir de detecção óptica.

“Chegamos a uma nova solução para o problema da invisibilidade baseado na utilização de materiais dielétricos (não-condutores). Nossa capa óptica não apenas sugere que a verdadeira invisibilidade está ao alcance, mas também representa um grande passo para a transformação óptica”

A capa ainda pode ser vista, mas a saliência do objeto debaixo dela desaparece de vista.

É, meus caros, a ciência também pode ser mágica. Resta torcer para que a capa deixe de ser um protótipo e passe a ser produzida em escala comercial (ou não).

Via ScarPotter.

Quem não acredita nessa possibilidade são os governadores Alkmin, Richa e Colombo, todos da Oposição, e que governam estados dominados pelo terrorismo. Deu no Galileu:

Desenvolvido pelo físico John Pendry, do Imperial College de Londres, o “manto da invisibilidade” acaba de sair do papel. Cientistas norte-americanos da Universidade Duke, na Carolina do Norte, ajudaram o físico a fazer um pequeno cilindro de cobre se tornar invisível a radares. O equipamento é feito com dez anéis de fibra de vidro cobertos com materiais à base de cobre, ou metamateriais. Neles, as ondas emitidas pelo radar se desviam do objeto e se reencontram do outro lado. Os pesquisadores, por enquanto, não conseguiram fazer um objeto desaparecer diante dos olhos de alguém. Para isso, eles teriam que fazer com a luz o mesmo que fizeram com as ondas de radar, desviá-las. Confira 

Físicos conseguem criar espaço secreto entre dois feixes de luz para esconder um terceiro.

À primeira vista parece um jogo de luzes, em que as cores se separam, a partir de um feixe laser verde, e prosseguem a diferentes velocidades no interior de uma fibra ótica: o azul mais acelerado, e o vermelho mais lentamente. Mas este desfasamento, que é provocado intencionalmente em laboratório, é muito mais do que um jogo de luzes. É o embrião de um dispositivo que os seus criadores apresentam como o primeiro sistema de “invisibilidade temporal”, capaz de tornar indetetável um acontecimento durante uma ínfima fração de segundo.

“Os nossos resultados representam um passo significativo para a concretização de uma capa espácio-temporal completa”, afirmou Moti Fridman, da universidade de Cornell, em Nova Iorque, que coordena a equipa de físicos que está a desenvolver a investigação, com financiamento do Pentágono.

As pesquisas vêm sendo desenvolvidas em vários países. Todo mundo sabe que o tráfico de drogas e de armas movimenta bilhões. É possível – quem pode dizer que não? – que o PCB tenha financiado seu próprio invento.
capa da invisibilidade
Vídeo 2 – Xiang Zhang
Vídeo 3 – Sir John Pendry

Inventou o PCC a capa de invisibilidade  para celular?
Inventou o PCC a capa de invisibilidade para celular?

Quem lucra com a orquestração da violência?

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Que se pretende com a orquestração da violência no Brasil?

Demonstrar que o crime, comandado por um imaginário PCC nacional, está fora de controle. Que existe um governo paralelo. E para combater esse poder dos presidiários nasceram os projetos de “pacificação” das favelas com os muros dos guetos, da segregação racial.

A orquestração justifica as chacinas policiais. Uma política de mais cadeias e menos escolas, que o ensino público está sucateado e comandado pela corrupção. Pesquisas fajutas de opinião pública indicam que o povo pede a volta da ditadura militar.

Tanto en los Estados Unidos como en Canadá ha habido esfuerzos sostenidos de grupos de base para destacar las injustas encarcelaciones en masa y la criminalización de la gente pobre, sobretodo la gente pobre de color, en cuanto a detenciones relacionadas con drogas. Pero se ha encontrado muy poco análisis sobre las razones detrás de los mecanismos de esta guerra y el impacto económico que tiene sobre México y más allá.

Incluso antes de que la retirada de Irak o Afganistán se hubiera alcanzado, los Estados Unidos ya estaban involucrados en una serie de conflictos desde la frontera norte de México hasta Perú. Tanto los gobiernos como los medios de comunicación la han catalogada como la “Guerra contra las drogas.” Es importante examinar como la creciente “Guerra contra las drogas” se conecta con la expansión de empresas transnacionales que toman control de mercados, obreros y recursos naturales.

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En Honduras cuatro indígenas fueron asesinados a balazos en mayo, cuando la policía hondureña abrió  fuego desde un helicóptero del Departamento de Estado estadounidense, todo bajo la supervisión de agentes uniformados de Estados Unidos. En México con la orientación de Estados Unidos, Canadá, Israel y Colombia, la policía y el ejército han sido transformados.

En Colombia la guerra ha durado ya cuatro décadas y se han gastado billones de dólares estadounidenses, pero ahora se está calificando como lucha contra el crimen. Durante la década de los 1980s el Estado colombiano se convirtió en un estado paramilitarizado, en un proceso que según el historiador German Alfonso Palacio Castañeda”se manifiesta con amenazas, atentados y asesinatos selectivos y masacres colectivas de funcionarios gubernamentales (principalmente pero no exclusivamente de la izquierda), y de líderes políticos populares, obreros, campesinos, profesores, activistas de derechos humanos y miembros de organizaciones no gubernamentales.”

En la forma de financiación para programas antinarcóticos, la asistencia de EE.UU. en Colombia resultó en el fortalecimiento de grupos paramilitares y de policías no oficiales, los cuales según informes patrullaban junto al ejército de Colombia y se vieron involucrados en la gran mayoría de masacres y desplazamientos forzados en el país.

“Decir que la guerra contra las drogas ha fracasado es no entender algo,” comentó Noam Chomsky, en un discurso en el mes de mayo. “Uno tiene que preguntarse qué está en la mente de los planeadores ante tanta evidencia de que no funciona lo que dicen que están intentando lograr. ¿Cuáles son las intenciones probables?”

Los comentarios de Chomsky apuntan hacia un área urgente de investigación para los y las activistas y periodistas que desean entender las guerras actuales contra las drogas. Cada vez es más claro que hay mucho trabajo por hacer para reconstruir juntos los motivos de la militarización liderada por Estados Unidos en las Américas.

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Carlos Chagas denuncia a conspiração golpista. Tem até pesquisa de que o brasileiro quer a ditadura de volta

Tenho procurado desvendar a trama. Que tem por trás a mesma Escola das Américas. O Brasil continua enviando alunos. Não entendo porque Dilma permite.

A conspiração visa derrubar os presidentes da Venezuela, Bolívia, Equador, Argentina e Brasil.

A nova onda nazi-fascista começou em Honduras. Partiu da justiça, para empossar um milico. O golpe do Paraguai foi parlamentar.

Não concordo com a lista de Carlos Chagas. Mas “há qualquer coisa no ar, além dos aviões de carreira.”

VAMOS AOS FATOS

por Carlos Chagas

Seria bom não partir para a negativa absoluta por conta da nova disposição de muitas peças nesse xadrez do absurdo, porque o tabuleiro e as peças são as mesmas. Antes de rir e chamar de perturbado quem ouse fazer um raciocínio assim, seria bom atentar para os fatos.

Claro que não serão as Forças Armadas a prestar-se ao papel de algozes das instituições democráticas, mas aí estão as forças sindicais mancomunadas com as forças econômicas, dispostas, ambas, a sacrificar qualquer aparência de legalidade institucional em favor de seus interesses. Diante da proximidade de alterações fundamentais no modelo neoliberal e globalizante de ganhar dinheiro, quem duvida de que as classes privilegiadas deixariam de apoiar um golpe para trazer o Lula de volta, se está assentado na ilusão das massas?

Se Dilma e Aécio vierem a prometer, em suas campanhas, acabar com a farra da especulação financeira, com a malandragem das privatizações, os privilégios das elites e a predominância dos interesses internacionais sobre a soberania nacional, estarão abrindo o caminho para o Lula.

Caso anunciem a hipótese de limitar o lucro dos bancos, ou de suspender o pagamento da dívida interna para a realização de ampla auditoria, acontecerá o quê? Mais ainda, se apontarem como saída para extinguir a exclusão social que ainda atinge milhões de brasileiros o estabelecimento do imposto sobre grandes fortunas, ou a participação efetiva dos empregados no lucro das empresas, quem sabe até a taxação do capital estrangeiro especulativo e predador, hesitariam os prejudicados em golpear o processo democrático?

No fundo de tudo, é claro, surgirá alguém que, “em nome da prosperidade, das legítimas aspirações do povo, da paz política e social, da unidade nacional” se disponha a encarnar os privilégios de sempre. Esse alguém já existe. Terá encomendado aos seus companheiros de plantão pareceres a respeito da possibilidade de atropelar Dilma, eliminar Aécio e, por mais sutileza que possa haver em manobras modernas para a obtenção de velhos objetivos, sua motivação permanece a mesma: o poder. Pode vir por aí um outro golpe de 37, mesmo à avessas.

Desta vez, sabe-se também de onde provirá o gesto que mata. Quanto à palavra que salva…

Terror em São Paulo e Santa Catarina faz o povo preferir uma ditadura?

Lissandra Paraguassu escreve o seguinte lide (lead) numa notícia sobre uma pesquisa da Data Popular:

“Vinte e sete anos depois do fim da ditadura militar, parte da nova classe média brasileira parece preferir um governo que funcione às liberdades civis. Uma pesquisa feita pelo instituto Data Popular, que investiga o pensamento desse grupo social que aumentou significativamente nos últimos 10 anos, mostrou que 51% dos entrevistados concorda com a frase ‘Prefiro uma ditadura competente do que uma democracia incompetente”.

Por que  escreveu “parte” e “parece” na primeira frase?

“Esse cidadão da nova classe média não tem dúvidas de que o dever do Estado é oferecer educação e saúde de qualidade: mais de 70% dos entrevistados defendem isso”. No meu endender “isso” significa uma condenação às privatizações”.

Curioso é que a pesquisa não fala dos serviços de segurança pública. Quando a imprensa promove o maior estardalhaço com o terrorismo nos estados oposicionistas de Santa Catarina e São Paulo.

Não sei quem pagou a pesquisa, e nada da credibilidade do instituto Data Popular. Mas achei suspeita a adjetivação: O que diabo é uma “ditadura competente”?

Ricardo Noblat ressalta: As instituições nas quais a classe média mais confia são: família (83%), igreja (60%), presidente (51%), empresas (33%), Justiça (24%), deputados e senadores (11%).

Faltou acrescentar: a tradição, a família e a propriedade fazem parte dessa querença.

Tem mais: quem não acredita na justiça e nos políticos sonha com algum “amanhecer dourado”. Acontece na Grécia, berço da democracia.