O mito do Brasil cordial

“Não vou estuprar você porque você não merece”
Jair Bolsonaro


violência psicológica

Acontece muito no trabalho. A danação do assédio moral e do assédio sexual. Idem o assédio extrajudicial com assinatura de um advogado. O assédio judicial. O policial. O stalking da Gestapo dos serviços de proteção ao crédito, que são organizações de espionagem da ditadura econômica. Que quebram os sigilos fiscal e bancário da classe média baixa. Inclusive tem acesso a informações pessoais cadastradas em hospitais, planos de saúde, universidades, agência de empregos etc.

O bullying (o bulismo) vai do ensino do primeiro grau às universidades, com toda sua perversidade como acontece hoje na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), aterrorizada por uma onda de estupros.

Nada mais humilhante e degradante do que sofrer uma prisão arbitrária, uma despejo judicial, do que assinar um atestado de pobreza para ter acesso à justiça gratuita.

O brasileiro não tem privacidade. E o pobre, nenhum direito.

Toda violência psicológica pode causar depressão, suicídio, traumas para toda vida. Mazelas de um país que ainda tem escravidão. Que o povo está submetido a violências físicas. Que persiste a tortura. E cresce a lista de desaparecidos.

 

 

 

Estupro à Bolsonaro. Mulheres no Rio violentadas por fanáticos do PSDB

Os partidos que pedem a cassação de Bolsonaro devem acompanhar  o caso da adolescente de 17 anos, que denunciou à polícia ter sido estuprada por três homens após se envolver em uma discussão sobre política na Rua São Clemente, em Botafogo, Zona Sul do Rio, na madrugada de sábado (25).

O caso está sendo investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam). Numa página pessoal no Facebook que seria da vítima, são contados detalhes do abuso e afirmou ter conhecido duas mulheres que teriam sido agredidas pelos mesmos homens duas horas antes, também na Zona Sul da cidade.

 

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Extra – X., de 17 anos, caminhava na Rua São Clemente, quando uma cena lhe chamou atenção: uma mulher discutia com três homens por causa das eleições.

Eles eram a favor de Aécio e a mulher de Dilma.

Para defendê-la dos insultos, X. se aproximou. Sem sucesso em apaziguar os ânimos, ela seguiu em direção a um ponto de ônibus. Minutos depois, foi abordada pelos mesmos homens, que a agrediram e violentaram sexualmente no local.

O relato foi compartilhado pela jovem no Facebook. No desabafo, ela conta ter decidido falar para que o caso se torne uma “causa coletiva”.

“Não ia me pronunciar por aqui, pois achava que era muita exposição, e de fato é. Mas o caso se agravou, e deixou de ser “meramente pessoal” para ser uma causa coletiva, no qual envolve uma luta contra o machismo, racismo e xenofobia. Além de envolver divergências políticas.

O ocorrido foi a pouco tempo, pouquíssimo mesmo. Estava na Bambina, quando me deparei com uma mulher discutindo as eleições com três caras pró Aécio. Esses caras, alias escrúpulos, vomitaram um discurso machista em cima da mesma, no qual eu tentei intervir.

Por acaso, outras pessoas tentaram intervir também, e uma delas era um homem com barba, no qual foi chamado de merda por “ser” Fidel Castro, me irritei mais e sim, fui agressiva. Mandei os três opressores tomarem no cu, em alto e bom som.

Já saturada de discutir e decidi ir embora do local. Estava indo pra casa do meu companheiro, mas fui abordada por um desses três caras perto de um dos pontos de ônibus da São Clemente, e fui agredida verbalmente com um imenso discurso asno de patriarcado.

Quando tentei me livrar de todo aquele vômito verbal e continuar seguindo minha rota, o mesmo não deixou eu prosseguir, me segurando a força. Os outros dois caras chegaram e se juntaram, para me violentar.

Fui arrastada prum beco, no qual me empurraram contra a parede e dissertaram frases sem sentido como “voces mulheres são geneticamente incapazes de entender politica e por isso o Brasil está uma merda. Porque a presidente é mulher”.

Apesar das agressões físicas, continuei rebatendo e me impondo, até que pegaram minha bolsa e pegaram todo o meu dinheiro que era pouco, picotaram e tentaram enfiar a guela a baixo, dissertando “ué voce nao é anarquista ?”.

Após isso me violentaram de vez, se é que me entendem, chegaram a picotar minha blusa. E disseram duas coisas que eu nunca esquecerei, a primeira foi: “nós eleitores do Aécico, só votamos nele pelos nossos interesses, sim é egoísmo”, e a segunda foi: “estamos fazendo isso com você, pois é nosso discurso, alias politica se ganha na força e não com intelecto, e mulher só serve pra ficar na cama “

Ou seja, foda-se a população e voltemos aos tempos arcaicos do machismo MOR hahahahha, sim pra mim chega a ser comico, lembrar dessas frases, mas apesar de cômico, é recordado com MUITA dor !

Por sorte, quando estava no IML (Instituto Médico Legal), meu companheiro enquanto eu estava fazendo os exames, abordou duas mulheres que estavam na DEAM (Delegacia da Mulher) no mesmo tempo que nós, e percebeu que a descrição dos caras era a mesma.

Uma dessas mulheres Andréa Fidele, teve seu colo e uma parte de sua coxa chutada, por um dos caras, só por estar com um adesivo da Dilma, por ser negra e nordestina. Isso por volta de umas 1 a.m em Santa Teresa, no qual ele foi expulso do local. Por volta das 3:30 a.m fui violentada e estuprada por esses mesmo caras em Botafogo.

PS: O NOME DE UM DELES É ERIQUE

Bolsonaro estupro 2

G1 – De acordo com a delegada Teresa Maria Pezza, da Delegacia Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam), a adolescente contou que foi seguida, agredida, torturada e violentada por eles em um beco.

Ela disse que interveio na discussão, mas ao perceber que ficou “saturada” e decidiu seguir seu rumo. Porém, pouco depois foi abordada por um dos três homens que, além de insultá-la, a impediu de seguir sozinha.

“Os outros dois caras chegaram e se juntaram, para me violentar. Fui arrastada prum beco, no qual me empurraram contra a parede e dissertaram frases sem sentido como ‘vocês mulheres são geneticamente incapazes de entender politica e por isso o Brasil está uma merda. Porque a presidente é mulher'”, contou a jovem no Facebook, acrescentando que “após isso me violentaram de vez, se é que me entendem, chegaram a picotar minha blusa”. Além da agressão, em seu depoimento, a jovem conta que teria sido torturada, sendo obrigada a engolir dinheiro.

A vítima destacou ainda em seu relato na internet que o discurso dos agressores não lhe saíam da memória. “E disseram duas coisas que eu nunca esquecerei, a primeira foi: ‘nós eleitores do Aécio, só votamos nele pelos nossos interesses, sim é egoísmo’, e a segunda foi: “estamos fazendo isso com você, pois é nosso discurso, alias politica se ganha na força e não com intelecto, e mulher só serve pra ficar na cama'”, destacou.

Novo depoimento segunda-feira
À polícia, a vítima disse que dois dos agressores tinham entre 25 e 30 anos e um tinha entre 45 e 50 anos. A delegada informou que a menor prestou depoimento e passou por exames. Foram exibidas a ela fotos de suspeitos que já cometeram crimes sexuais, mas ela não reconheceu nenhum.

Também eu seu relato no Facebook, a adolescente contou que no Instituto Médico Legal conheceu duas mulheres que relataram ter sido agredidas por três homens com as mesmas características de seus algozes. “Uma dessas mulheres teve seu colo e uma parte de sua coxa chutada, por um dos caras, só por estar com um adesivo da Dilma, por ser negra e nordestina”, contou.

 

Alunas que denunciam violência sexual na Medicina da USP são chamadas de “prostitutas sujas”

As pupilas do senhor reitor de Alckmin 

 

Latuff
Latuff

 

Do Estadão/ DCM

Dois novos casos de estupro dentro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) foram denunciados nesta terça-feira, 25, na segunda audiência pública sobre o tema realizada pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). As vítimas, porém, não se identificaram. Os relatos anônimos foram lidos por terceiros.

Representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da USP e da Associação de Pós-graduandos do câmpus capital afirmaram na audiência que há dezenas de relatos de abuso em outras unidades da universidade, um deles praticado por um professor orientador contra uma aluna da pós-graduação. Não foram dados detalhes sobre os casos nem sobre o número de registros existentes. [Virou um zona. Caso existissem registros seriam queimados. Como acaba de acontecer no Metrô de São Paulo. No desgoverno de Geraldo Alckmin persistem as facilidades para a repetição des todos os tipos de crime]

Na semana retrasada, duas alunas da faculdade relataram, na primeira audiência pública da comissão, ter sofrido abuso sexual em festas da FMUSP. Inquérito aberto há pouco mais de dois meses pelo Ministério Público Estadual (MPE) investiga pelo menos oito casos de abuso cometidos na faculdade.

Um dos novos casos ocorreu em 2012, dentro da faculdade, quando um aluno abusou sexualmente de uma colega. A estudante afirma que denunciou o caso à polícia e à direção da FMUSP, mas que a faculdade pouco fez para apurar o caso. A aluna acusa o diretor José Otávio Costa Auler Junior de não dar apoio a ela e de não abrir processo administrativo disciplinar específico para o caso de estupro.

CURRA

O segundo caso relatado nesta terça aconteceu em outubro de 2011 no porão da faculdade, onde um grupo de 20 alunos havia se reunido. A estudante afirma que estava beijando um colega, que passou a insistir que os dois fossem para um local isolado. Embriagada, a jovem conta que acordou no outro dia ao lado dele e percebeu hematomas em seu abdômen e duas marcas de mordida. Ela afirma que, “por vergonha e culpa”, nunca denunciou o caso a ninguém.

Alunos presentes na audiência também denunciaram postagens agressivas nas redes sociais. Em uma delas, um ex-aluno da FMUSP, hoje residente do Hospital das Clínicas, chama as alunas denunciantes de “prostitutas sujas”.  [Por que escondem o nome desse médico covarde, safado? Só uma alma sebosa faz sexo com “prostitutas sujas”.  Uma vítima de estupro continua com a alma e o corpo imaculados. Todo estuprador é um psicopata]

Ó MINAS GERAIS. Os estupros coletivos de jovens meninas ocorrem debaixo do nosso nariz

por Cristina Moreno de Castro

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A cena é a seguinte: uma festa de jovens universitários, todos com 17 a 20 e poucos anos, querendo curtir a vida adoidado, como no filme do Matthew Broderick. Começa a chapação: vodca com suco, cerveja, uísque com energético. Mas os homens bebem em garrafas diferentes das mulheres. Na delas, um pó branco se mistura à bebida, disfarçadamente. Ao beber o batidão “bolado”, elas apagam. São levadas para um quartinho, onde são estupradas, às vezes por vários homens, que se revezam. Estupro coletivo. Muitas, jovens demais, acordam no meio do estupro, morrendo de dor, sangrando. Violentadas em sua primeira vez. O crime é acobertado pela vergonha das vítimas e pela visão dos homens envolvidos, os abusadores, de que tudo aquilo é normal.

A cena descrita acima não aconteceu na Índia, desta vez. Acontece rotineiramente em uma das cidades mais importantes de Minas, e patrimônio cultural da humanidade: Ouro Preto. Mais precisamente, nas repúblicas universitárias que existem aos montes na primeira capital mineira. Transcrevi trechos. Relembro o caso impune de Juiz de Fora. Esta onda de estupros começou lä, durante o reinado de um reitor corrupto. Veja links.

A cada 12 segundos uma mulher é violentada no Brasil

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O Brasil registrou 50.617 casos de estupro em 2012, o que equivale a 26,1 estupros por grupo de 100 mil habitantes – o aumento é de 18,17% em relação a 2011, quando a taxa foi de 22,1 por grupo de 100 mil. O número de homicídios dolosos registrados em 2012 foi de 47.136.

Ainda não foram reveladas as estatísticas de 2013. Pelo que se sabe, a cada 12 segundos uma mulher é violentada no Brasil.

“Sem padronização e registro sistemático, não sabemos se os estupros estão aumentando ou se a notificação está melhorando. O que podemos afirmar, sem medo de errar, é que as mulheres estão se conscientizando da importância de procurar a polícia”, explica a delegada Ana Cristina Melo Santiago, chefe da Delegacia da Mulher no Distrito Federal. Um sistema nacional para centralizar as ocorrências policiais está sendo construído pelo Ministério da Justiça e deve ficar pronto até 2014.

O número de estupros em 2012 foi considerado “alarmante” pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Roraima é o estado com maior taxa de estupro por 100 mil habitantes, com 52,2. Em seguida aparecem os estados de Rondônia (49 por 100 mil habitantes) e Santa Catarina (45,8). Porém, segundo o Fórum, os números reais podem ser ainda piores nestes estados, devido à qualidade de informação prestada por eles.

 

Brasil sexualmente perturbado. E trinta crimes que abalaram o país

1988

Maníaco do Parque do Estado, na divisão de São Paulo e Diadema, seduzia as vítimas com falsas promessas de emprego em uma agência de modelo. Matou oito mulheres, entre 1987 e 1988.

2002

Assassinato da atriz Daniella Perez. Um crime que envolve sexo e fornecimento de drogas para o elenco das novelas da tv Globo.

Daniella Perez
Daniella Perez

Os irmãos Cravinhos matam o casal Manfred e Marísia von Richotofe. Não ficou esclarecida a verdadeira motivação da jovem Suzane, que estudava Direito, para participar da chacina dos pais

Suzane Richtofen
Suzane Richtofen

Também em 2002, o cirurgião plástico Farah Jorge Farah mata e esquarteja a amante.

2003

Liana Friedenbach, 16 anos, e o namorado Felipe Silva Caffé, 19 anos, foram acampar em um sítio abandonado na Grande São Paulo. Era um esconderijo de criminosos.  Mantidos em cativeiro, Felipe foi morto no primeiro dia. Liana, antes de morrer, sofreu tortura e estupros durante quatro dias.

 

Liana Friedenbach
Liana Friedenbach

2004

No norte do Rio Grande do Sul, Adriano da Silva confessou o assassinato e estupro de doze meninos, entre 2003 e janeiro de 2004.


A jornalista Beatriz Helena de Oliveira Rodrigues foi queimada viva pelo marido, empresário Luiz Henrique Sanfelice, em Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul.

Beatriz Helena
Beatriz Helena

2006

A jornalista Sandra Gomide, vítima de assédio sexual no trabalho, é assassinada, em 2006, por Pimenta Neves, diretor de redação do jornal O Estado de S. Paulo.

Sandra Gomide
Sandra Gomide

2008

Desde 2004, com a ditadura militar, que jovens pegam sumiço na noite. O Brasil não mudou nada. Quem não teme uma batida policial? Foi o que aconteceu com a engenheira Patrícia Franco, 24 anos, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A lista de belas brasileiras desaparecidas são casos de estupro e morte.

Patrícia Amieiro Franco
Patrícia Amieiro Franco

A inglesa Cara Marie Burke foi esquartejada por Mohammed D’Ali Carvalho dos Santos, em Goiânia. Veja entrevista do frio assassino.

Cara Marie Burke
Cara Marie Burke

Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, morta com um tiro na cabeça, após ser mantida refém por quase 101 horas pelo ex-namorado, Lindemberg Alves, de 22 anos, em Santo André, no ABC paulista.

Eloá Cristina Pimentel
Eloá Cristina Pimentel

2010

Entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010, em Luziania, Goiás, o pedreiro Ademar Jesus da Silva, sequestrou, abusou sexualmente e matou sete jovens entre 13 e 19 anos.

O goleiro Bruno, do Flamengo, mandou sequestrar e manteve em cativeiro a amante Eliza Samudio, que terminou esquartejada, e pedaços do corpo jogado aos cães, e o cadáver enterrado em um cemitério clandestino, possivelmente usado por policiais militares em Belo Horizonte. Cemitérios clandestinos criados na ditadura. Em um deles, no Rio de Janeiro, enterraram o pedreiro Amarildo.

Esta lista foi elaborada pelo Portal terra. Veja mais. Acrescentei fotos do arquivo do Google.

Na relação de crimes, sem conotação sexual, relacionaria as mortes anunciadas de togados e jornalistas no exercício da profissão, as chacinas dos sem terra e dos sem teto, dos moradores de rua, as vítimas dos despejos judiciais (suicídios), das demissões sem causa em datas de fortes emoções – aniversário, Natal, Ano Novo – , que também podem terminar em autodestruição. O histórico desses suicídios indicam casos de stalking, assédio moral e assédio sexual.

New Hit. Quando a curra compensa

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O estupro – a violência sexual de um único tarado  – constitui uma aberrante tortura. Imagine uma curra…

Esta semana que passou, como muitxs de vocês sabem, começou o julgamento dos integrantes da banda New Hit.

No dia 26 de agosto de 2012, na cidade de Ruy Barbosa, na Bahia, duas adolescentes foram estupradas por nove homens integrantes da New Hit, dentro do ônibus do grupo. As meninas se dirigiram ao veículo para pedir autógrafos e parabenizar um dos integrantes, que fazia aniversário. Lá, foram violentadas de forma brutal, com a conivência e também violência de um policial militar.

Entre os dias 18 e 20 de fevereiro, também em Ruy Barbosa, aconteceu a primeira audiência de instrução. É o momento em que a juíza ouve vítimas, testemunhas, defesa e acusação. Como não foi crime contra a vida, os estupradores não vão a Júri Popular, são julgados pela própria juíza a partir dos materiais colhidos na audiência de instrução.

O julgamento começou, mas está longe de ser concluído. Foi adiado para setembro. E, por mais vergonhoso que possa parecer, a banda continuará fazendo shows pelo nordeste. Sim, eles estão faturando alto em cima da fama que conseguiram. A repercussão foi ótima pra eles. O estupro compensa — é a mensagem que está sendo passada pela lerdeza da Justiça e o habeas corpus para que respondam em liberdade. Por isso é fundamental que haja protestos e boicotes aos patrocinadores em cada cidade que a banda for se apresentar. Todo o apoio nas redes sociais é essencial.  Leia mais

Os patrocinadores desses improvisados cantores bregas são sempre prefeitos ladrões. As secretarias de turismo e cultura estão virando quadrilhas de superfaturamento de shows. New Hit & outros da mesma laia nunca foi cultura. Inclusive não deviam patrocinar a música estrangeira. Tipo transformação do Rio de Janeiro, de Capital do Samba, em capital do rock.
“Sujas de sêmen”

Na época Salvador Dez narrou:  O coronel Paulo Uzeda, responsável pela área do município de Ruy Barbosa, afirmou em entrevista ao programa Se Liga Bocão, da Record Bahia, que as vítimas foram encontradas “totalmente sujas de sêmen”, após a investida dos músicos dentro de um ônibus.

Ainda segundo o comandante do 11º Batalhão de Itaberaba, na região da Chapada Diamantina, “as provas eram muito grandes” e agora a decisão “está nas mãos da Justiça”. Uzeda lembrou ainda que as vítimas são menores de idade — 15 e 16 anos. Os músicos confirmam que houve relação sexual, mas dizem que o ato foi consensual.Relato emocionado

Uma das vítimas foi entrevistada no programa e revelou como ocorreu o ato. “Enquanto um me segurava, o outro praticava o ato sexual. Ficavam revezando de dois em dois comigo no banheiro. Ficaram nesse troca-troca até que dez pessoas me abusaram. Quando terminaram, ainda falaram ‘não esqueçam de tomar a pílula do dia seguinte’ para mim e para minha prima”, disse a jovem.

“Minha saia e meu rosto estavam cobertos de sêmen. Eles fecharam a janela do banheiro e um deles cobriu minha prima com um lençol para que ninguém visse o que estava ocorrendo. Não tive como reagir. Seguravam minha cabeça no espelho e diziam que era pra eu ficar olhando”, continuou a vítima, que ainda contou ter visto sua prima mais nova ser estuprada pelo vocalista da banda, Eduardo Martins, o Dudu.

Quem também comentou o caso durante o programa, e também confirmou a participação de Dudu, foi o delegado Marcelo Moreira Cavalcante, titular da Delegacia Territorial (DT) de Ruy Barbosa.

De acordo com o jornal Massa, uma das adolescentes que sofreu o abuso sexual chegou a dizer aos pagodeiros que era virgem. Entretanto, isso não demoveu os supostos estupradores do ato lascivo. “Eles riram e disseram que agora eu não era mais”, declarou, em depoimento à polícia.

Soltos pelo habeas corpus do  desembargador Lourival Trindade, os selvagens partiram para as ofensas. Existe um site com esta foto:
new-hit- meninas nuas

Veja a foto das meninas, ladeadas por funcionários do Juizado de Menores.

menores retrato costa

A publicação da suposta foto exibindo os rostos das adolescentes constitui mais um estupro. Um crime cuja autoria deve ser investigada.
Nenhum biotipo confere.

É costumeiro os criminosos e advogados sem ética detratarem as vítimas. Aconteceu na curra de uma universitária, virgem e adolescente, no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora no ano passado. O reitor prometeu um inquérito que não divulgou. Que ele fez: proibiu qualquer manifestação em defesa da jovem, que teve de abandonar a faculdade e a cidade. A garota, que passou em cinco vestibulares, foi apresentada como devassa e farrista. Sendo uma jovem estudiosa, religiosa e filha exemplar.

Henrique-Rei JF estudantes

Tais infâmias não podem mais acontecer. Não importa o passado da vítima. Estupro é estupro. Não tem desculpa. E uma curra, mais grave ainda. Veja o caso de Assange, condenado internacionalmente pelo estupro de duas prostitutas, na mesma noite, na mesma cama.