Cunha tem dinheiro e inquérito escondidos

Mas o mundo todo sabe que comeu propina 
Marco Aurélio
Marco Aurélio
Cunha é acusado de receber US$ 5 milhões em um contrato de navios-sonda da Petrobras
Fausto
Fausto

Agência Brasil – O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou nesta sexta-feira (23) segredo de Justiça no aditamento da denúncia apresentada contra o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

A decisão do ministro foi motivada pelo encaminhamento, na semana passada, de novas acusações ao Supremo pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Nani
Nani

No inquérito no qual o segredo foi decretado, Cunha é acusado de receber US$ 5 milhões em um contrato de navios-sonda da Petrobras.

Na decisão, o ministro citou a Lei 12.850/2013, que regulamentou os acordos de delação premiada. A norma prevê que o processo deve correr em sigilo, devido aos depoimentos de delação nos quais os acusações são citados. “Diante da documentação juntada, observe-se, até nova decisão, a restrição de publicidade decorrente da juntada, no aditamento à denúncia ora formulada, de depoimentos que seguem sob sigilo legal”, decidiu o ministro.

Cau
Cau

Na quinta (22), em decisão oposta, Zavascki negou pedido da defesa de Eduardo Cunha para decretar segredo em outro inquérito a que o parlamentar responde no Supremo, sobre contas atribuídas a ele na Suíça, Na decisão, o ministro entendeu que a publicidade dos atos processuais é um pressuposto constitucional e que a situação de Cunha não se enquadra nas exceções previstas por lei, entre elas, a defesa da intimidade ou o interesse social.

Acusações

Mariano
Mariano

A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), recebeu propina de contratos da Petrobras até 11 de setembro de 2014. A informação consta no pedido de aditamento, por meio do qual a PGR pediu a ação penal contra Cunha.

Os documentos mostram que um dos delatores das investigações, o ex-consultor da Toyo-Setal Júlio Camargo, pagou, no ano passado, R$ 300 mil em créditos de voos de taxi aéreos, além de R$ 200 mil em dinheiro para Cunha.

De acordo com a investigação, os valores faziam parte do montante de US$ 5 milhões, acertado, em 2010, entre Cunha, Camargo e o empresário Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano.

Para justificar as acusações contra Cunha, Júlio Camargo apresentou notas fiscais da Global Taxi Aéreo comprovando o nome do presidente como passageiro, entre 29 de agosto e 11 de setembro de 2014. A empresa recebeu autorização do delator para realizar os voos para Eduardo Cunha.

“A parte restante do valor que lhe tocava, Júlio Camargo comprometeu-se a pagar a Eduardo Cunha com horas de voo, por meio do afretamento de taxi aéreo para este ou para pessoas indicadas por ele. Assim , Júlio Camargo autorizou que a empresa Global Taxi Aéreo faturasse quaisquer voos solicitados por Eduardo Cunha no valor de até R$ 300 mil”, informou a PGR.

Segundo as investigações, os voos utilizados por Cunha custaram R$ 122,2 mil. A procuradoria afirmou que o valor restante não foi utilizado por Cunha por causa do avanço das investigações da Lava Jato e das notícias de envolvimento de Camargo nas investigações.

As acusações sobre contas na Suíça atribuídas a Cunha são investigadas em outro inquérito no Supremo.

Paixão
Paixão

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Miguel
Miguel

O ex-petista Maurício Rands comprou o Diário de Pernambuco para fazer campanha golpista para derrubar Dilma

Mauricio-Rands pt

Maurício Rands pertence ao rancoroso grupo das mal-amadas de Lula: Marina Silva, Marta Suplicy e Heloísa Helena. Todos os quatros, de chapéu na mão, tiveram Lula como padrinho. Ninguém explica o ódio, nem a origem do dinheiro que comprou o velho Diário, o jornal mais antigo, em circulação, da América Latina.

Escreve Ricardo Antunes: “O ex deputado do PT, hoje, no PSB, Mauricio Rands e seu irmão, o empresário e professor Alexandre Rands, são os novos donos do Diário de Pernambuco. Tiveram carreira brilhante, em suas respectivas áreas de atuação mas a aquisição do grupo quebra uma tradição: Ao contrário dos outros estados, Pernambuco nunca teve um grupo político controlando um grupo de comunicação forte. Agora tem, e quem manda é o PSB do ex-governador Eduardo Campos”.

Para Jamildo Melo, garantiu Rands: “Não estou assumindo o controle de um jornal por questões políticas. Quero ajudar a fortalecer, de forma pluralista, um órgão de comunicação que é uma caixa de ressonância da sociedade”

Rands comprou o Diário com o gado no cercado. O Diário vinha e continuará com a campanha golpista para derrubar Dilma, defendendo o emprego terceirzado e o financiamento das campanhas eleitorais pelas grandes empresas.

O rand$ agora: O DP passou a ser porta-voz oficial do PSB, do governador de Pernambuco, do prefeito do Recife. É um jornal parcial, conservador, das elites, e financiado por verbas públicas.Os gastos dos governos estadual e municipal vão aumentar… pra colocar o velho Diário nas alturas.

Diario de Pernambuco faz campanha

Os conspiradores possuem uma estratégia fácil de ser destruída. Mas Rands, que foi petista, sabe que o partido é de uma burrice extrema em propaganda política. Principalmente quando joga na defensiva, deixando todas as iniciativas de ataque com a oposição.

A jogada da vez é de que Cunha, Dilma e Lula, “cada um com seu problema”, são do mesmo balaio de gatos, quando a mãe de Eduardo Campos é ministra do TCU, e o PSB não pediu a cassação de Cunha.

Samuca
Samuca

O DP faz seu jogo de defesa do presidente da Câmara dos Deputados. Publica hoje: nesta quinta-feira que o novo pedido de abertura de inquérito contra ele, protocolado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu Cunha que é “solução” e não “problema”, pois vai poder ter acesso às denúncias para preparar a defesa.

Em entrevista a jornalistas, Cunha reclamou que só tinha conhecimento das denúncias a partir das matérias publicadas na imprensa: “Eu tomei conhecimento por nota dos jornais, não fui notificado e meu advogado vai tomar as providências”, disse Cunha, que ironizou o fato: “Toda quinta e sexta-feira eu espero uma denúncia. Já virou rotina”.

Cunha também ironizou as informações de que está negociando com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva um “acordão” para não levar adiante nenhum pedido de impeachment feito pela oposição contra a presidenta Dilma Rousseff, em troca de uma blindagem no Conselho de Ética da Câmara para a representação protocolada pelo PSOL e Rede Sustentabilidade, na terça-feira (13).

Ele negou ter se encontrado ou tratado da questão com o ex-presidente: “Vocês sempre insistem, como se eu estivesse escondendo encontro. Não falo com ele [Lula] por telefone há algum tempo, não falei com ele pessoalmente, não troquei telefonema. Ele não pediu para encontrar, eu não pedi para encontrar, não foi feito nenhum contato, essa é a verdade”, disse.

Indagado se despacharia algum pedido de impeachment, Cunha disse que não vai tratar do assunto enquanto não entrar com recurso contra as decisões do STF que suspenderam o rito definido por ele para a tramitação de um eventual processo de impeachment da presidenta: “Esperamos que até amanhã a gente tenha condição de responder. Se, porventura, não conseguir, eles [os advogados da Câmara] vão trabalhar no fim de semana e a gente entra com o recurso segunda-feira. Pela complexidade das respostas, às vezes, a celeridade pode atrapalhar a qualidade. Estamos no detalhe, vendo ponto a ponto”.

No novo pedido de investigação feito ao Supremo Tribunal Federal, o procurador-geral Rodrigo Janot cita contas atribuídas a Cunha na Suíça. A mulher do presidente da Câmara, Cláudia Cruz, e sua filha, Danielle Cunha, também são citadas na ação.

Com o pedido de abertura de inquérito. Eduardo Cunha passa a ser alvo de dois processos no Supremo, originados das investigações da Operação Lava Jato. Em agosto, Janot denunciou o presidente da Câmara dos Deputados pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Marcoaur
Marcoaur

Cunha – a última flor do Lácio

por Laerte Braga

Pelicano
Pelicano

A língua portuguesa tem características interessantes. Muitas vezes o sim quer dizer não e o não quer dizer sim. Cunha no sentido de moldar um objeto, por exemplo. Ou cunha, algo próximo de um pé de cabra, instrumento preferido dos arrombadores para abrir portas em residências alheias.

Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados. Molda o País ao sabor dos interesses de empresas e grupo religioso que representa. Arromba a Constituição e o Regimento Interno da Casa, quando faz votar a mesma matéria num só período legislativo. Falo do financiamento de campanhas eleitorais. O deputado, numa só noite, demonstrando o que será o shopping que fez aprovar duas semanas antes, inaugurou a loja de benesses para mudar o voto de setenta e um deputados.

Ao contrário de Severino Oliveira, eleito presidente da Câmara em tempos passados e incapaz de ter o comando do plenário e das comissões, Eduardo Cunha sabe manejar os instrumentos que o cargo que ocupa lhe concede e tem absoluto controle de deputados corruptos, direita, no projeto de transformar a Câmara num bunker para proteger bandidos.

E nem mesmo a vaidade, que é extrema, o faz vacilar nos seus propósitos. Ou tampouco os olhos que demonstram um tresloucado, que um dia foi carregador da pasta de Paulo César Farias, o PC Farias, elemento chave na derrocada do governo Collor de Mello.

Eduardo Cunha foi denunciado na operação LAVA JATO como sendo autor intelectual de requerimentos que se prestavam a achacar empresas. As que se recusavam a pagar propinas nos contratos com o Governo Federal. Quer votar uma lei que proíbe a recondução do Procurador Geral da República. Foi incluído por Janot no rol dos que vão responder ao processo. Mais que isso, quer levar para instâncias inferiores os processos contra deputados, tirando-os da alçada do Supremo Tribunal Federal.

Faz a alegria dos tucanos, dos chamados democratas do DEM, dos “socialistas” do partido de Roberto Freire e cobre as bancadas evangélica e ruralista de todas as proteções possíveis.

A reforma política virou uma pândega, não fosse o seu caráter trágico para o Brasil. Nos moldes que Cunha a esta cunhando, eleições viram uma farsa, para sacramentar um estado permanente de corrupção e retrocessos.

Tem uma legião de carneiros ávidos de bons contratos e beiradas nas propinas, a chamada representação popular em tudo, menos popular.

É e isso não é novidade, uma grave ameaça ao processo democrático. Ele e seu rebanho.

É evidente que os partidos de esquerda, o próprio PT, que começa a dar sinais de insatisfação, tenham receios justificados aos rumos do governo de Joaquim Levy e sua assessora chamada de presidente, Dilma Roussef. E assim o façam as centrais sindicais e o movimento popular.

Mas há um risco sem tamanho em não perceber de forma clara o que representa Eduardo Cunha como ameaça à tênue democracia que temos, ainda mais diante de um governo fraco e controverso. Por trás de Cunha estão forças da direita mais extremada do Brasil, inconseqüentes e venais.

Que a língua portuguesa seja, como a chamam, a última flor do Lácio, tudo bem. Mas que a cunha que arromba e molda o Brasil aos interesses dessas forças seja enfrentada, é bem mais que uma necessidade. É vital para restaurar o mínimo de perspectivas de avanços políticos e sociais. Ou em pouco tempo estaremos todos ouvindo o Grande Irmão, suas guerras inexistentes e gritando aleluia.

Mariano
Mariano

ZUMBI CUNHA

 

Pataxó: Será que agora vai? A dúvida permanece, morto ou não, Eduardo Cunha segue moribundo na presidência do congresso, a cruz da bandeira suiça sinalizou a extrema-unção tardia de um zumbi da política. Descanse em paz (ex?) deputado
Pataxó: Será que agora vai? A dúvida permanece, morto ou não, Eduardo Cunha segue moribundo na presidência do congresso, a cruz da bandeira suiça sinalizou a extrema-unção tardia de um zumbi da política. Descanse em paz (ex?) deputado

Eduardo Cunha está morto

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Por Paulo Nogueira


Teve o que mereceu

Sabe aquele lutador que cisca, cisca, cisca até que leva um golpe na pera e desaba?
É Eduardo Cunha.
O golpe foi o depoimento de Júlio Camargo.

A luta acabou para Eduardo Cunha. Ele está tão zonzo que não percebeu. É como se ele, ainda na lona, dissesse ao juiz: “Tá tudo bem. A que horas começa a luta?”

Se preferirem outra imagem, Cunha é um dead man walking, um morto que caminha, como os americanos chamam os detentos do corredor da morte.

Camargo contou, num vídeo eletrizante de uma hora, o que Eduardo Cunha fez para garantir uma propina de alguns milhões de dólares.
Cunha chamou-o depois de mentiroso. Mas quem vê o vídeo sabe muito bem quem é o mentiroso entre os dois.

Todas as peças se encaixam.
O método do achacamento, por exemplo. Cunha ia triturar a empresa devedora na Câmara se o dinheiro não lhe fosse dado.
Isso bate com uma investigação da Procuradoria Geral da República segundo a qual requerimentos na Câmara para investigar a empresa partiram, secretamente, de Cunha.
Funcionaria assim. Se o dinheiro fosse dado, o trabalho da Câmara não daria em nada. Se não fosse, bem, eis aí a arte do achaque e da chantagem.

Outro delator, o doleiro Alberto Youssef, também num vídeo tornado público, contribuiu para o desmascaramento de Cunha.
Youssef contou que um “pau mandado” de Cunha o vinha intimidando para não falar nada sobre o presidente da Câmara em sua delação.
As ameaças do “pau mandado” se dirigiam à família de Youssef.
Camargo também tocou nisso: o medo que sentia de que sua delação levasse a violências contra sua família.

Você ouve Camargo e Youssef e pensa que se trata do submundo da bandidagem, de organizações como o PCC.
Mas é o mundo de Eduardo Cunha.

Desesperado, ele tentou criar uma notícia para neutralizar o conteúdo devastador do depoimento de Camargo.
É aí que apareceu sua “ruptura” com o governo, como se ele em algum momento tivesse jogado a favor… 

Eduardo Cunha ainda não está “morto”

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Por Altamiro Borges


Muita gente séria tem afirmado que Eduardo Cunha, o famoso ‘achacador’ que hoje preside a Câmara Federal, está “morto politicamente”.

Há quem garanta que a denúncia feita pelo empresário Júlio Camargo, de que o lobista recebeu US$ 5 milhões em propina, pode até resultar no seu impeachment e na sua prisão. Até setores da mídia, que sempre estimularam o oposicionismo do “peemedebista rebelde”, já preveem o seu total isolamento.

A revista Época, da famiglia Marinho, registrou uma cena curiosa que confirmaria a difícil situação do seu aliado temporário no ódio ao governo Dilma. Vale conferir a notinha do jornalista Ricardo Della Coletta: Ninguém esperava muitos parlamentares circulando pela Câmara Federal numa sexta-feira que inaugura o recesso parlamentar, mas chamou a atenção de quem acompanhou a coletiva de imprensa, na qual o presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ) anunciou que estava rompido com o governo, a presença de apenas quatro deputados a seu lado: Hildo Rocha (PMDB-MA), Rogério Peninha Mendonça (PMDB-SC), Édio Lopes (PMDB-RR) e André Moura (PSC-SE). Destes, apenas Moura é líder de bancada. Graúdos da Câmara lá não apareceram.
A cena revela, de fato, a solidão momentânea do ‘imperador’.

Ele também foi rifado pelo seu partido, o PMDB, que soltou nota oficial afirmando que o tal rompimento é “posição pessoal”; levou uma canelada do juiz Sérgio Moro, o seu aliado na midiática Operação Lava-Jato; e não recebeu nem a solidariedade dos seus amigos da oposição demotucana. Mesmo assim, é bom não esquecer que o Congresso Nacional, o primeiro ironicamente eleito com base na “lei da ficha limpa”, é o mais conservador desde o fim da ditadura militar – quando só existiam os partidos do “sim” e do “sim senhor”.

O que impera no parlamento é a chamada “bancada do BBB”, com representantes da Bala, da Bíblia e dos Bois. Eduardo Cunha é o rei do gado nesta composição reacionária… Leia mais

Vídeos

O depoimento de Júlio Camargo:

O depoimento de Youssef:

 

Aparecem os extratos de Cunha na Suíça

PGR faz uma avaliação dos documentos bancários encaminhados pelo MP suíço

Cunha e seu primeiro padrinho político PC Farias
Cunha e seu primeiro padrinho político PC Farias

Extratos bancários da Suíça atestam que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), usou empresas offshore para movimentar contas bancárias na Suíça, segundo fontes com acesso às investigações. Os documentos remetidos ao Brasil confirmam o depoimento do lobista João Augusto Rezende Henriques, um dos operadores do PMDB na Petrobras, sobre a existência de contas bancárias controladas por Cunha.

O Ministério Público da Suíça decidiu encaminhar à Procuradoria Geral da República (PGR) um procedimento aberto naquele país para investigar o presidente da Câmara por suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro. As investigações começaram em abril e tanto o MP da Suíça quanto a Procuradoria Geral da República – PGR entenderam que as chances de punição do deputado são maiores no Brasil. Ele não pode ser extraditado, por exemplo, como constou em comunicado oficial da PGR sobre a existência das contas bancárias e da investigação.
A PGR faz uma avaliação dos extratos bancários encaminhados pela Suíça. Até agora, já se sabe da veracidade do depoimento do lobista do PMDB e que as contas são de empresas offshore vinculadas à Cunha.

Luciana Genro: “Me causa repulsa ver o Eduardo Cunha e o Nardes como paladinos da moralidade”

Luciana filiado globo rs zelotes

Em sua conta no Twitter, Luciana Genro foi na jugular dos “paladinos da moralidade” por trás da campanha contra Dilma

“Por maior que seja minha indignação contra a Dilma, e é gigante, me causa repulsa ver o Eduardo Cunha e o Nardes como paladinos da moralidade. Como se ambos não estivessem sob suspeita de envolvimento em corrupção.

Que autoridade para julgar as ‘pedaladas’, se estão até o pescoço sob suspeita?”, disse Luciano Genro, que acrescentou:

“E o Aécio, que voou pelo menos uma vez por mês para o Rio com jatinho oficial, exercita toda a sua indignação seletiva respaldando os dois!

A pressão contra Cunha está aumentando, inclusive dentro da Câmara! Cunha tem que sair de lá direto para a cadeia!”

Cunha pressionado
Luciana Genro retweetou Joaquim Barbosa:
“Não sou fã do Barbosa, mas ele está coberto de razão nesta!: ‘contra o presidente de uma das Casas do Congresso há acusações de crimes graves, mas ele é apoiadíssimo pelo PSDB!”

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Suíça desmente Cunha: foi alertado do congelamento de suas contas. Jornalista Ricardo Boechat interpela presidente da Câmara

Samuca
Samuca

Deu no Estadão:

O Ministério Público da Suíça nega a versão do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) de que desconhece o teor das notícias veiculadas sobre suas contas no país europeu e garante que o parlamentar foi alertado sobre o congelamento de seu dinheiro.

“Eduardo Cunha foi informado sobre o congelamento de seus ativos”, declarou a Procuradoria-Geral da Suíça em um comunicado oficial ao Estado.

Na edição desta terça-feira, 6, reportagem do Estado revela que investigadores da Operação Lava Jato apuram se o presidente da Câmara mantinha outras contas no exterior além daquelas já identificadas e bloqueadas pelas autoridades suíças.

Na semana passada, a Suíça comunicou ao Brasil que iria transferir os autos de uma investigação criminal que corre no país europeu sobre Cunha para que a Procuradoria-Geral da República brasileira dê prosseguimento. Recentemente, a equipe de procuradores que auxilia o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, nos acordos de cooperação internacional ligados ao esquema de corrupção na Petrobrás recebeu reforço para intensificar o trabalho de investigação no exterior.

Segundo fontes próximas ao caso de Cunha no Ministério Público suíço, o parlamentar foi informado sobre o bloqueio de contas das quais é beneficiário “há um bom tempo”. O primeiro contato sobre o ocorrido teria sido realizado pelo próprio banco, que tem o dever de informar ao cliente o que ocorre em termos de suas contas e sua relação com a Justiça. Conforme fontes, ele também teria sido oficialmente informado pela Justiça da Suíça sobre os motivos do congelamento.

O jornalista Ricardo Boechat informa sobre as contas de Eduardo Cunha & familiares na Suíça, e fala que a tática de Cunha é a mesma de Paulo Maluf. Veja vídeo sobre o dinheiro bloqueado: Mentiroso, “Eduardo Cunha não tem condições de presidir a Câmara dos Deputados”:

cunha panela conta suiça