Crise. Londrina tem 300 moradores de rua e já encontraram uma solução cristã: não dar esmolas

 

Segundo a coordenadora do Serviço de Abordagem Social, a psicóloga Lucinéia Maria Ribeiro, a população acredita que, ao dar esmolas, está ajudando. Na verdade, segundo ela, isso contribui para que muitas pessoas continuem comprando drogas e estimula a permanência nas ruas. ”É uma luta desigual para a gente, pois eles sempre conseguem adquirir essas substâncias psicoativas”, relatou.

É! o brasileiro gosta dos esportes radicais: morar em locais de risco, residir em favelas, dormir na rua ladrilhada de pedrinhas de brilhante. E no luxo das drogas, que é vício de rico. Cada pobre, no Natal, vai armar sua manjedoura para a noite de festa.

Com a aproximação das festas de fim de ano há um incremento do fluxo de pessoas em Londrina e isso resulta também em um aumento do número de pedintes e moradores de rua.

Cristãos e muçulmanos: E agora, para onde vamos?

Um filme que é um hino à paz e à harmonia entre as religiões

 

 

Num vilarejo libanês cristãos e muçulmanos convivem pacificamente, isolados do resto do mundo, graças ao colapso providencial de uma ponte. Mas de vez em quando os ecos da guerra, que recomeçou no país, chegam a eles, por meio de uma televisão improvisada, e as mulheres se reúnem em segredo para encontrar um modo de dissuadir os homens do revoltar-se novamente uns contra os outros…

Algumas linguagens são um pouco explícitas entre as mulheres, alguma cena sensual.

Grande habilidade da diretora (também protagonista) no saber dirigir grande diversidade de características e conseguir dar-nos a imagem de uma comunidade viva, apaixonada e cheia de humanidade.

O filme, se não prestarmos atenção a algumas perdoáveis arritmias, é uma obra-prima.

A ambientação num pequeno vilarejo isolado do resto do mundo por causa da guerra, em um tempo não especificado, dá ao filme características de uma história que pode falar-nos sobre um tema universal, a paz.

Misturando comédia, fábula, drama e musical com uma capacidade de fazer-nos sorrir com coisas muito sérias.

Trailer

Para assistir o filme

Descoberta a mais antiga bíblia na Turquia. Desconhecido conteúdo do livro preocupa cristãos e maometanos

Uma bíblia de 1500 anos foi descoberta na Turquia, após a prisão de uma quadrilha que comercializava antiguidades de forma ilegal. O livro, feito em couro tratado e escrito em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus, tem as páginas negras, por causa da ação do tempo.

Há informações de que o Vaticano demonstrou preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem que especialistas da Igreja Católica pudessem avaliar o livro e seu conteúdo, que se suspeita, contenha o “Evangelho de Barnabé”, escrito no século XIV e considerado controverso, por descrever Jesus de maneira semelhante à pregada pela religião islâmica (vide vídeo)

São Barnabé era natural da ilha de Chipre. Como o Apóstolo São Paulo, foi discípulo de Gamaliel: «José, a quem os apóstolos haviam dado o cognome de Barnabé, que quer dizer ‘filho da consolação’, era um levita originário de Chipre. Sendo proprietário de um campo, vendeu-o e trouxe o dinheiro, depositando-o aos pés dos apóstolos» (At  4,36-37). Foi São Barnabé quem convenceu a comunidade de Jerusalém a receber o temível perseguidor dos cristãos, Paulo de Tarso.

“Então Barnabé o tomou consigo, levou-o aos apóstolos e contou-lhes como Saulo tinha visto no caminho, o Senhor, que falara com ele, e como, na cidade de Damasco, ele havia pregado, corajosamente, no nome de Jesus. Daí em diante, Saulo permanecia com eles em Jerusalém e pregava, corajosamente, no nome do Senhor” (Atos 9,27-28).

Barnabé e Paulo foram escolhidos pelos profetas e doutores de Antioquia para anunciar o Evangelho aos gentios ainda não convertidos à fé cristã. Paulo, Barnabé e João Marcos, seu primo, partiram, então, para Chipre, Perge, Antioquia da Pisídia e cidades da Licaônia. Barnabé participou do Concílio de Jerusalém. Desentendeu-se com Paulo e dele se separou, tomando rumo diferente.

Quando Barnabé foi à Síria e a Salamina pregando o evangelho, alguns judeus, tendo-se irritado com o seu extraordinário sucesso, caíram sobre ele quando estava pregando na sinagoga, arrastaram-no para fora e apedrejaram-o até a morte. Seu primo, João Marcos enterrou seu corpo em uma caverna, onde permaneceu até a época do imperador Zenão I, em 485 d.C. Seus restos mortais foram descobertos em 488. Seu túmulo se encontra no mosteiro construído em seu nome, em Salamina, Chipre.

Barnabé é venerado como o santo padroeiro de Chipre.

Barnabé, o apóstolo
Barnabé, o apóstolo

Considerado santo...
Considerado santo...
... pelas igrejas Católica e Ortodoxas
... pelas igrejas Católica e Ortodoxas

O Evangelho de Barnabé é considerado um epígrafe da Era Medieval que apresenta a história dos Evangelhos de um modo diferente.

Esta obra tem se popularizado grandemente entre os muçulmanos nos últimos anos devido à grande similaridade do conteúdo da obra com as narrativas que o Alcorão apresenta dos feitos de Jesus e seus discípulos.

O escritor muçulmano Muhammad ‘Ata ur-Rahim, em seu livro ‘Jesus, a Prophet of Islam’ argumenta que a obra do Evangelho de Barnabé se trata de uma obra autêntica e apresenta argumentos que estabelecem uma relação entre o Evangelho de Barnabé e o Alcorão. Ele argumenta que o autor teria sido mesmo Barnabé, companheiro de viagens do apóstolo Paulo.

Alguns estudos mais independentes estabelecem que a obra conhecida como Evangelho de Barnabé pode ser uma falsificação do século XIV. O aparecimento de uma bíblia de 1500 anos, na Turquia, com o escrito de Barnabé, até onde contribuiria para um ponto final neste discussão teológica? Há que considerar um Jesus real, um histórico, e Jesus Deus (a divinização de Jesus é apenas aceita pelo cristianismo).

Jesus no islamismo é considerado o VI profeta.

No Evangelho de Barnabé estaria descrito que Cristo não foi crucificado, em seu lugar teria sido Judas, que foi por Deus transformado na aparência de Jesus.

Maomé repete esta versão.

Ocupar fábricas, bancos, empresas comerciais, supermercados, aeroportos, hospitais, universidades…

INDIGNACÃO, COMPREENSÃO E AÇÃO

Transcrevo trechos de artigo de Aquiles Montoya: que en cierta forma, busca además desenmascarar nuevamente a los neokeynesianos y socialdemócratas que con sus recetas de “alta cocina” pretenden alargarle la vida al sistema capitalista: pero también a cierta izquierda acomodaticia y pusilánime que no se atreve a proponer soluciones radicales. Pero sobre todo, busca animar y animarnos a quienes somos consecuentemente anticapitalistas.

La indignación

Ciertamente es necesario indignarse ante las injusticias, ante las arbitrariedades, (…) ante la pérdida de la vivienda, del trabajo, de los onerosos intereses de las tarjetas de crédito, ante la necesidad de servicios de salud y de educación gratuitos y de calidad, ante la opulencia y el despilfarro de los ricos, ante la desinformación de los grandes medios de comunicación, ante los bombardeos de la población civil indefensa, (…) ante el hambre de los pueblos del tercer mundo, ante el derroche de los recursos energéticos, ante el encarecimiento del precio de los alimentos, ante el uso de transgénicos, ante la explotaciones mineras, ante el uso de la energía nuclear, (…) ante la mendicidad, ante la corrupción, ante el irrespeto a los derechos humanos, (…) ante la muerte de niños y adultos por inanición (…) etc. etc. Pero mientras no comprendamos las causas de estos males, mientras no vayamos a la raíz última de toda esa problemática, será muy poco lo que podamos hacer.

La comprensión

Si un sistema socioeconómico no es capaz de garantizar la reproducción material y espiritual de las personas, si no es capaz de asegurar la equidad de género, si no es capaz de preservar la naturaleza, debería de ser obvio que es un sistema que no tiene razón de existir y que deberíamos de encontrar la forma de acabar con él y crear un nuevo sistema.

Pero es necesario que nos preguntemos: ¿por qué este sistema, el sistema capitalista, presenta tal incapacidad? Y una primera respuesta la encontramos en su racionalidad económica, la cual se reduce a la búsqueda insaciable de maximizar los beneficios, o para evitar cualquier posible equívoco, a maximizar las ganancias de los capitalistas.

(…) Una séptima razón de la incapacidad del capitalismo de garantizar la vida humana deviene de su búsqueda constante de desvalorización de la fuerza de trabajo, la cual la logra con las privatizaciones, con las fusiones y absorciones y con la disminución del gasto público. Y adicionalmente genera una sobrepoblación relativa, o para ser más claros, un contingente de personas desempleadas o subempleadas que están dispuestas a cualquiera cosa con tal de paliar su miseria o bien, optan por las drogas, las migraciones o por el suicidio. Toda esta situación es caldo de cultivo para el narcotráfico, la delincuencia, la xenofobia y el racismo. Y la gran paradoja, que voten por partidos de derecha fascistas.

(…) Para el capital, lo único que importa es la ganancia, aunque en su búsqueda loca, irracional y salvaje de la misma ponga en riesgo la vida de la humanidad. Una décima razón tiene que ver con la alienación, con la desinformación y la robotización de los seres humanos. El capitalismo nos ha deshumanizado, nos ha hecho seres infelices, desgraciados, que ya no trabajamos para vivir sino que vivimos para trabajar. El trabajo no nos realiza y mucho menos nos hace felices.

La acción o la destrucción de los ídolos.

El primer ídolo que debemos derrumbar es el del capital. Todo capital es plusvalía capitalizada o trabajo no pagado. La clase trabajadora es la única que crea riqueza, aunque en este sistema sólo tenga acceso a las migajas.

(…)Solo el pueblo salva al pueblo. Pues bien, los pueblos están comprendiendo que sus mandatarios, que los políticos, que los medios de comunicación, que los tribunales de justicia, que la libertad, que la democracia, que las elecciones, que los derechos humanos, que la ONU, no responden a los interés de las mayorías populares y que han sido estafados y no hay cosa que indigne más a la gente que la tomen por pendejos. Y es precisamente, ante esta realidad, cuando el capitalismo se ha desnudado, cuando estamos viendo a los burgueses con sus vientres pronunciados y las huellas de tantas cirugías estéticas que se han realizado, que el pueblo, la clase trabajadora, las mayorías populares optan por la desobediencia civil, como primera medida. Recuérdese lo que logró Gandhi ante el poderoso imperio británico de su época, o las luchas de Martin Luther King o las protestas contra la guerra en Vietnam en USA. La historia está pletórica de ejemplos. Los pueblos, por muy oprimidos que se encuentren, lo único que no pierden nunca es el derecho a no obedecer órdenes. ¿Qué harán los generales ante la insubordinación de la tropa?

Pero, luego vienen las otras acciones, que han ido madurando en las concentraciones, en las tomas de parques y plazas, en las reuniones, en las discusiones, en las comunicaciones interpersonales, porque de lo que se trata es de que rueden por el fango los ídolos que nos han dominado y aparecen otras acciones de resistencia: no trabajar, no comprar, no pagar, no reprimir, no votar, apagar los televisores y las radios, no leer los periódicos, y optar por articularse masivamente en las redes sociales vía internet.

La segunda parte de la acción: la creación.

Aquiles Montoya propõe o comunismo marxista. Quando acredito no comunismo proposto pelo cristianismo primitivo. Nos ensinamentos de Jesus que motivaram sua morte. E que foram abandonados quando o cristianismo se transformou em uma religião oficial do Império Romano.

Qual o parceiro das meninas que fazem sexo aos 11 anos?

Sexo nos teenagers é o tema de capa da Única nº 2034
Jovens que iniciam a vida sexual por vezes a partir dos 11 anos é o tema de capa da Revista Única neste sábado.

Anuncia o jornal Expresso de Lisboa:
“Artigo sobre o crescente número de jovens que iniciam a vida sexual numa idade precoce, para o qual foram ouvidos médicos de várias áreas e outros especialistas, bem como alguns desses teenagers”.

Eis a reação dos leitores:

“O tema é pobre, a imagem da capa é reles e propagandear a notícia que vai sair, está longe de noticiar. É deprimente, reles e estúpido. Os Portugueses gostarão de serem tratados assim?”

“Quem escolheu a capa escolheu provocar, escolheu chamar a quem tem 13 uma p***, porque iniciou a vida sexual. Iniciar a vida sexual não tem a ver com a atitude demonstrada na capa. Mais de metade das alunas da escola da minha filha já tiveram sexo, com grande probabilidade, e nunca vi nenhuma vestida ou com a atitude da ‘criança’ desta capa.
Certamente o Expresso desta semana vai vender como pão quente, mas tudo porque uma resma de pervertidos vai querer a revista para se masturbarem”.

“Por que raio esta mania de escrever palavras estrangeiras em frases e textos de noticias ou publicidade cá em Portugal? Será que ‘adolescentes ‘ ficava mal? ”

“Se começam a ter sexo aos 11 anos, tornam-se consumidores mais cedo dos preservativos e anticoncepcionais. A indústria do ramo agradece”.

NO BRASIL AS MENINAS COMEÇAM COM QUE IDADE?

As meninas pobres não são gente. Nunca fazem parte das estatísticas. Medo de admitir que as meninas da classe média estão fazendo amor cada vez mais cedo existe. Tanto que a catarse é procurar pedófilos na internet. Admitindo-se que meninas de onze anos faz amor com meninos de onze. Meninas de doze com meninos de doze. Sempre com parceiros da mesma idade. Coisa de namorico. Curiosidade. Santa inocência.

As meninas pobres não namoram. Fazem sexo mesmo. Instinto animal. Nenhuma indignação na estatística da Polícia Federal e da Unesco: de que mais de 250 mil crianças são recrutadas pelo tráfico de sexo. Um trabalho que começa aos sete, oito anos. Os parceiros são adultos. Faz parte, inclusive, do turismo sexual. Ninguém fala de pedofilia. Seria admitir a existência de milhões de pedófilos. Que uma criança recebe de oito a dez parceiros por jornada.

Acrescentando as meninas que não estão na prostituição…

Em 1994, o CBIA (Centro Brasileiro para Infância e Adolescência) estimava em 500 mil o número de meninas prostitutas no país. Isso isola o Brasil na dianteira dos países americanos que enfrentam esse tipo de problema social, ficando atrás apenas da Tailândia, que tem 800 mil menores na prostituição.

Para importantes ONGs e grupos de estudos acadêmicos, a estimativa de 500 mil crianças prostitutas infantis continua válida para este ano da graça de Deus de 2011.