Pegar nos peitinhos das garotas do Ceará. O inquérito vai sumir na polícia, na justiça. Quem procurar, procura dor

procurador Jurista-Reno-Ximenes

 

“Hoje vou lhe comer”, disse o procurador do estado Reno Ximenes Ponte. E foi logo apalpando os peitinhos da garota. Leia a história obscena das ameaças da autoridade embriagada de poder e álcool, da correria dos advogados … aqui 

 

Fúria assassina sobre rodas

Que chacina! Informa O Popular:
Em 9 anos, mais de 14 mil mortos
Número é maior que a população de 73% dos municípios goianos.

Para onde vai a dinheirama dos impostos supostamente pagos pelas estrangeiras montadoras? Idem agências,revendoras, diferentes lojas de acessórios, seguradoras, e a indústria nacional de multas (aliás, a única indústria automobilística verdadeiramente brasileira)?

A gastança dos proprietários de carros vai mais longe. Financia desde as exportações de veículos à agiotagem bancária, seguradoras, papa-defuntos, Detrans, Petrobras (leiloada e fatiada em várias empresas), postos de gasolina batizada, campanhas publicitárias, construção de estradas superfaturas e/ou fantasmas, pontes, viadutos, tapa-buracos em véspera de eleições, sinalização de ruas, avenidas e rodovias, escolas de motorista, guardas municipais, estaduais e federais, e mais a inovação de delegados especiais, campanhas educativas para motoristas e pedrestes, e serviços nacionalizados de ferro-velho, funilaria, pintura, desmanche, socorro etc.

E nada de prender os bêbados e drogados no volante. Sempre esquecem os drogados. Eles não existem. A lei que torna inafiançável os assassinatos dos volantes bêbados e drogados, do deputado José Chaves, continua em tramitação no Congresso. Aliás, o que vigora é a decisão judicial: bêbado nunca tem a intenção de matar. Trata-se de morte voluntária ou casual. O morto estava no lugar errado e na hora errada. Ou escolheu o jeito suicida de morrer.

Cadeia pra Alexandre Felipe

 

 

O bebão da lei seca

Após deixar uma festa, o subsecretário de Estado de Governo da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Alexandre Felipe, atropelou seis pessoas na madrugada desta sexta-feira (26) em Niterói. Em nota oficial, o governo do Estado lamentou o ocorrido e afirmou que o subsecretário não terá tratamento diferenciado. “Cabe a ele responder como todo cidadão comum”, diz a nota.

Tratamento diferenciado? Quer dizer que existe isso?  Que pouca vergonha. Lei deputado José Chaves nele. A lei que tramita no Congresso que torna inafiançável o crime de trânsito praticado por motoristas embriagados.

Alexandre Felipe foi coordenador da Lei Seca no Estado até fevereiro deste ano, e defendia veementemente que “álcool e direção não combinam”. Segundo testemunhas do acidente, o subsecretário estava visivelmente alcoolizado. Elas afirmaram que Alexandre guiava uma Pajero quando atropelou uma mãe com duas crianças. Em seguida, ele atingiu mais três pessoas e depois bateu num poste.

Por que não aprovam lei José Chaves para prender bêbados sem direção?

Adriel Rian Alves, 7 anos

O deputado federal José Chaves apresentou projeto que torna inafiançável o crime de trânsito praticado por motoristas embriagados.

Vários assassinos do volante arrastam suas vítimas por quilômetros. É um crime cruel.

Foi o caso do promotor de Justiça Wagner Juarez Grossi, 42 anos, que foi apenas autuado por causar um acidente que matou três pessoas, em Araçatuba, interior de São Paulo.
O promotor, que dirigia uma caminhonete Ranger, voltava de um sítio às margens do Rio Tietê, quando invadiu a pista contrária e bateu de frente com uma motocicleta que vinha no sentido contrário. Na moto estavam Alessandro da Silva Santos, 27 anos, a mulher dele, Alessandra Alves, 26, e o filho do casal, Adriel Rian Alves, 7. Em conseqüência do impacto, os três morreram no local.

Testemunhas disseram à polícia que, antes de parar o carro, o promotor arrastou as três vítimas por quase 15 metros.

O promotor Grossi continua beneficiado e solto.

Posso citar vários casos parecidos.

O motorista do veículo gol, placas MZT 1950, Severino Henrique da Silva, 56, trafegava na BR 364, quando colidiu na traseira da moto Honda, placa MZR 7971. Pilotada por Maria Suely Lopes de Souza, 35, que foi arrastada pelo veículo a uma distância superior a 500 metros.

Um taxista que passava na hora do acidente foi quem conseguiu parar o veículo envolvido no acidente cujo motorista tentou se evadir do local, mas foi detido por populares que retiraram o carro de cima do corpo da vítima.

O motorista Severino Henrique recusou-se a fazer o teste do bafômetro. Eles sempre recusam.

Para o deputado José Chaves, Pernambuco: “aqueles que causarem acidentes graves, estando alcoolizados, não podem ser liberados após pagamento de fiança”. O Brasil todo concorda.