Quanto vale um brasileiro? Nas indenizações por morte violenta, alguns trocados

O que mata mais no Brasil violento: morte matada ou morte morrida? A polícia mata, a milícia mata, o assaltante de rua mata, o trânsito mata. É um país de assassinos. Dos desaparecidos. Dos cemitérios clandestinos. Da escravidão. Dos atestados de óbito por causa desconhecida. Das 500 mil crianças prostitutas condenadas a morrer antes da maioridade. Dos filhos da rua e dos f.d.p. nos mais altos cargos dos cinco poderes: o econômico, o judiciário, o executivo, o legislativo, a imprensa.

Dou um exemplo desta semana: assassinaram três jornalistas. Que indenização vão receber as famílias dos mortos?

Sei que um brasileiro vale menos que um argentino. Eis a prova:

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Tragedia en Mendoza: pagarán $700 mil por cada víctima fatal del accidente en San Martín

Se calcula que esa cifra deberán abonar los dueños del camión que protagonizó el choque que provocó 16 muertes. Sólo con los fallecidos, el monto ronda los $11 millones. Podría ser más si los sobrevivientes deciden hacer demandas.

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Ignacio Zavala Tello
zavala.ignacio@diariouno.net.ar

Casi $11 millones deberán pagar las empresas brasileñas propietarias del camión y el semirremolque que protagonizaron la denominada “tragedia de la ruta 7” en San Martín. La cifra se calcula sólo para las víctimas fatales, pero ascendería si quienes sobrevivieron anteponen medidas judiciales.

Mientras continúan las pericias para intentar determinar si el camionero Genesio Mariano (35) realmente estaba bajo los efectos de alcohol y drogas como afirmaron varios testigos, el representante legal de las compañías brasileñas en Mendoza le confirmó a Diario UNO que deberán desembolsar unos $700 mil por víctima. Así, sólo por las 15 víctimas fatales (sin contar al camionero, que fue quien ocasionó el siniestro), la suma ascendería a los $10 millones y medio.

“El monto del pago (de las indemnizaciones), ya sea por un arreglo o por sentencia firme que se determine, a ojo experimentado, en promedio va a rondar los $700 mil por víctima. Podrá ser menos o más, dependiendo de cada caso”, especificó Alejandro Miguel Nacevich, representante legal de ACM Transportes y Toso Limitada. Ese monto incluiría los conceptos de daños moral y psicológico, y lucro cesante.

El abogado precisó que, si bien siempre se mencionó a ACM como la propietaria del camión, tanto el chofer como el tractor pertenecían a Toso. Esta empresa alquilaba el semirremolque de ACM, pero ambas serán las responsables legales en caso de que lo determine la Justicia.

Más aportes a la investigación

Según explicó Nacevich, el martes pasado, los dueños de ambas empresas brasileñas llegaron a Mendoza para ponerse a disposición del fiscal que investiga el tremendo siniestro vial.

“Nos apersonamos en la fiscalía de San Martín, adjuntamos la póliza de seguro de responsabilidad civil que les exigen a las empresas de transporte internacional por daños a terceros y vimos el vehículo siniestrado”, detalló el letrado.

De acuerdo con la versión de Nacevich, entre esos aportes también figura el informe de GPS, que echará luz sobre el recorrido que realizó Mariano entre las 15 y las 17.30, lapso en el que se genera el vacío investigativo.

De acuerdo con la información del sistema satelital, los propietarios de ACM indicaron que el enorme transporte de cargas circulaba a unos 50 kilómetros por hora y no a más de 100 como indicaron fuentes policiales tras el incidente. Nacevich indicó que la velocidad no será determinante, debido a que los efectos son los mismos. “Quedó molido. Evidentemente, despacio no iba. Además, están las imágenes de los testigos presenciales donde uno ve que el camión no iba despacio. Si iba a 50 o a 200 (km/h) lo va a determinar una pericia mecánica. De todas maneras, en la responsabilidad y en la indemnización no hace diferencia”, sentenció el abogado especializado en comercio internacional y transporte.

Respecto de la hipótesis que plantearon los empresarios brasileños de que su chofer había sido asaltado, el abogado mendocino se atajó: “No lo descarto, pero tampoco lo afirmo”.

Identifican los dos últimos cuerpos

Una semana pasó y sólo entonces los 16 fallecidos tras el siniestro vial pudieron ser identificados. Ayer se confirmó que el cadáver masculino, que no podía ser individualizado por no contar con muestras de ADN que cotejar, es del camionero brasileño y que el cuerpo femenino es de una turista norteamericana.

Genesio Mariano, el chofer oriundo de Brasil, fue identificado luego de que su medio hermano Roberto Fernandes de Jezuz (23) aportara muestras de sangre la tarde del jueves en el Cuerpo Médico Forense.

Los peritos también confirmaron que el cuerpo de mujer que faltaba reconocer es de Tyler Mooney Sabrooke, una turista norteamericana que fue reconocida visualmente por familiares que llegaron de Estados Unidos debido a que no estaba calcinada, sino que fue rescatada del micro y falleció en el hospital.

Carteira de motorista, passaporte para matar

Perigo. Embriaguez ao volante

As ruas e avenidas não são mais dos pedestres. Os carros têm preferência.

Os motoristas doidões, bêbados e psicopatas, e suas máquinas assassinas estão na direção do trânsito e matam, e matam, e matam a cada minuto, a cada segundo, impunemente.

O Brasil é a terra da morte matada por bala perdida, encomenda, peste e fome.

Tem morte anunciada.
Tem morte sem causa conhecida.
Tem morte por causa conhecida.
E mais do que prevista.

Existe uma longa lista de pessoas impedidas de doar sangue. Mas qualquer psicopata, qualquer drogado, qualquer assassino profissional, qualquer alcoólatra pode comprar uma carteira de motorista.

Atropelou e/ou matou devia ser impedido de pilotar por toda a eternidade.

O Brasil é o país dos bêbados na direção. Dos filhinhos do papai, dos novos ricos parasitas, que transformam seus carrões importados em armas mortíferas.

Dirigir bêbado é correr com o dedo no gatilho.

O Congresso precisa, urgentemente, aprovar a Lei José Chaves, que torna inafiançável o crime de trânsito praticado por motoristas embriagados.

Cadeia pra Alexandre Felipe

 

 

O bebão da lei seca

Após deixar uma festa, o subsecretário de Estado de Governo da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, Alexandre Felipe, atropelou seis pessoas na madrugada desta sexta-feira (26) em Niterói. Em nota oficial, o governo do Estado lamentou o ocorrido e afirmou que o subsecretário não terá tratamento diferenciado. “Cabe a ele responder como todo cidadão comum”, diz a nota.

Tratamento diferenciado? Quer dizer que existe isso?  Que pouca vergonha. Lei deputado José Chaves nele. A lei que tramita no Congresso que torna inafiançável o crime de trânsito praticado por motoristas embriagados.

Alexandre Felipe foi coordenador da Lei Seca no Estado até fevereiro deste ano, e defendia veementemente que “álcool e direção não combinam”. Segundo testemunhas do acidente, o subsecretário estava visivelmente alcoolizado. Elas afirmaram que Alexandre guiava uma Pajero quando atropelou uma mãe com duas crianças. Em seguida, ele atingiu mais três pessoas e depois bateu num poste.

Por que não aprovam lei José Chaves para prender bêbados sem direção?

Adriel Rian Alves, 7 anos

O deputado federal José Chaves apresentou projeto que torna inafiançável o crime de trânsito praticado por motoristas embriagados.

Vários assassinos do volante arrastam suas vítimas por quilômetros. É um crime cruel.

Foi o caso do promotor de Justiça Wagner Juarez Grossi, 42 anos, que foi apenas autuado por causar um acidente que matou três pessoas, em Araçatuba, interior de São Paulo.
O promotor, que dirigia uma caminhonete Ranger, voltava de um sítio às margens do Rio Tietê, quando invadiu a pista contrária e bateu de frente com uma motocicleta que vinha no sentido contrário. Na moto estavam Alessandro da Silva Santos, 27 anos, a mulher dele, Alessandra Alves, 26, e o filho do casal, Adriel Rian Alves, 7. Em conseqüência do impacto, os três morreram no local.

Testemunhas disseram à polícia que, antes de parar o carro, o promotor arrastou as três vítimas por quase 15 metros.

O promotor Grossi continua beneficiado e solto.

Posso citar vários casos parecidos.

O motorista do veículo gol, placas MZT 1950, Severino Henrique da Silva, 56, trafegava na BR 364, quando colidiu na traseira da moto Honda, placa MZR 7971. Pilotada por Maria Suely Lopes de Souza, 35, que foi arrastada pelo veículo a uma distância superior a 500 metros.

Um taxista que passava na hora do acidente foi quem conseguiu parar o veículo envolvido no acidente cujo motorista tentou se evadir do local, mas foi detido por populares que retiraram o carro de cima do corpo da vítima.

O motorista Severino Henrique recusou-se a fazer o teste do bafômetro. Eles sempre recusam.

Para o deputado José Chaves, Pernambuco: “aqueles que causarem acidentes graves, estando alcoolizados, não podem ser liberados após pagamento de fiança”. O Brasil todo concorda.