Mexico. Niños incomodos no quieren este futuro

Mexico ya toco fondo.
Queremos un Mexico mejor.
Niños incomodos no quieren este futuro.

Por un mejor futuro.
Basta de arreglar el pais por encimita.
Mexico ya toco fondo.
Queremos un Mexico mejor.
Niños incomodos no quieren este futuro.

Por un mejor futuro.
Basta de arreglar el pais por encimita.
Niños incomodos no desean este futuro para Mexico.
Desean un futuro mejor.

“Los palestinos son animales que caminan sobre dos piernas”

por Rudi Barnet

Michelcollon.info
Chicos palestinos presos
Chicos palestinos presos

¡Apenas son personas, os lo digo!

Cuando en 1982, Menahem Begin pronunció esta dura afirmación en la Knesset, sus colegas diputados aplaudieron calurosamente la claridad de su juicio. No estaba lejos entonces el primer ministro de mostrar así su desprecio por los seres humanos originarios del país conquistado. Hacía ya medio siglo que los líderes sionistas consideraban infrahumanos a los palestinos.

Chaim Weizmann, el primer presidente de Israel, no dudó, por ejemplo, en declarar «Los británicos nos han dicho que hay allí algunos centenares de miles de negros sin ningún valor».

Yizhak Shamir, primer ministro, también proclamaba su alta consideración por el ser humano: «Aplastaremos a los palestinos como a langostas, aplastaremos sus cabezas contra las rocas y los muros».

Por su parte Ehud Barak advertía hace ya más de 10 años a la población israelí de que «Los palestinos son como los cocodrilos, cuanta más carne les dan, más quieren» (Jerusalem Post, 30 de agosto de 2000).

El gran rabino Yossef Obandia añadió su exhortación (12 de abril de 2001), «Quiera el Divino Nombre derramar el castigo sobre las cabezas árabes, que se pierda su simiente y sean aniquilados ¡Se prohibe tener piedad de ellos! Debemos lanzarles misiles con alegría y exterminarlos. ¡Son malos y están malditos!»

Otro rabino, Yitzhak Ginsburg, afirma que «La sangre judía y la sangre de los goys (no judíos) no es la misma», y que «matar no es un crimen si las víctimas no son judías».

Sin olvidar a Avigdor Lieberman, el ministro de Asuntos Exteriores que en 2009 proponía aplicar en Gaza «Lo que hizo EE.UU. en Japón al final de la Segunda Guerra Mundial», dicho de otra forma, lanzar una bomba atómica. En cuanto a Eli Yishai, el ministro del Interior actual que lleva adelante una auténtica cacería de inmigrantes africanos, declaró en junio de 2012: «¡Utilizaré todos los medios para expulsar a los extranjeros porque el dueño de Israel es el hombre blanco!». ¿No os recuerda nada ese discurso sobre la pureza de la raza?

Sería ilusorio creer que esa xenofobia se limita a ciertos líderes políticos o fanáticos religiosos.

La militarización de la educación
«Una mano en la lapicera y la otra en el fusil» o «Una mano estudia y la otra lucha contra Israel».
En su último libro, Palestina en los manuales escolares israelíes: Ideología y Propaganda en la educación, precisa que casi todos los temas contenidos en los programas de enseñanza israelíes se hallan impregnados de un nacionalismo exacerbado.

Ejemplos de la reglamentación a observar en una nueva guía para la preparación de exámenes de educación cívica en las universidades israelíes: «las chicas israelíes deben mantenerse lejos de los palestinos, porque los jóvenes árabes constituyen una amenaza para ellas» y «la relación entre jóvenes árabes y chicas judías constituye una amenaza para la mayoría judía del país».

Un Israelí leal es el que dejaría morir a un árabe «porque es árabe», y si alguno no actúa así seguro que es «porque se acuesta con los árabes».

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Formación militar de los chicos en una colonia
Formación militar de los chicos en una colonia

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O fim da infância

Manchetes de jornais portugueses

Conmoción en Holanda ante la evidencia de abusos masivos en centros de menores

La presentación del informe oficial sobre los abusos sexuales perpetrados en centros de menores, y en hogares de acogida, desde 1945 ha conmocionado a Holanda. Los niños apartados de su entorno para ser protegidos por el Estado sufren el doble de abusos que en las familias ordinarias. Cuando el pequeño en cuestión es disminuido psíquico el riesgo se triplica. Según Rieke Samsom, ex fiscal general del Estado y autora del estudio, los abusos son inherentes al sistema de protección de menores, que debe ser modificado. La mitad de los asaltantes son otros niños, en su mayoría adolescentes, que comparten el internamiento. El resto de las agresiones es perpetrado por los cuidadores, con 37 años de media. “El sector lo sabía, pero la sexualidad de los pequeños ha sido un tabú para unos educadores mal preparados. Prueba de ello es que solo han reconocido un 2% de las denuncias. Muy por debajo de la realidad”, ha dicho.

As crianças-soldados na Colômbia

No país, ao menos 18 mil menores de idade fazem parte de organizações armadas e cerca de 100 mil estão ligados indiretamente a elas

 

Página/12

Crianças recrutadas 

Os números que dão conta dos jovens envolvidos no conflito bélico, vivido pela Colômbia, espantam. No país, ao menos 18 mil menores de idade fazem parte de organizações armadas e cerca de 100 mil estão ligados indiretamente a elas, segundo relatório oficial, que será publicado nesta semana, e que na segunda-feira (13) foi antecipado pela imprensa colombiana. Os menores são geralmente recrutados quando têm 12 anos e integram tanto os grupos guerrilheiros – Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e Exército de Libertação Nacional (ELN) – como bandos paramilitares e do chamado crime organizado, sustenta a investigação. A maioria é constituída de meninos (57%), mas o recrutamento de meninas cresce em grande velocidade, sustenta o documento que inclui testemunhos de vários menores.

O relatório “Como cordeiros entre lobos” será apresentado, na quarta-feira (15), na sede do estatal Instituto Colombiano do Bem-estar Familiar (ICBF). No entanto, na segunda-feira, suas principais conclusões foram publicadas pelo jornal bogotano “El Tiempo”. Trata-se de uma investigação realizada por uma equipe de mais de oitenta pessoas, que trabalhou ao longo de quatro anos e que sistematizou, pela primeira vez, as circunstâncias do recrutamento de menores de idade por essas organizações. De acordo com o documento de cento e vinte páginas, todas as crianças recrutadas provêm do setor mais pobre da sociedade colombiana, que equivale a 12,6% da população total do país. Em 69% dos casos, sua origem é rural e seus pais são camponeses, embora o recrutamento em áreas urbanas cresça aceleradamente, sendo já dezessete vezes maior que há quatro anos, adverte o estudo.

Em média, também, a cada três anos esses menores haviam emigrado ou foram deslocados, forçadamente, antes de ingressar nos grupos armados. Por outra parte, a pesquisa destaca a extrema vulnerabilidade dos povos indígenas, cujas crianças possuem 674 vezes mais possibilidades do que outras crianças de ser diretamente atingidas pelo conflito armado ou de serem recrutadas.

O relatório assegura que ao lado dos “não menos de 18 mil” menores, que fazem parte dos grupos armados, “num sentido mais amplo” existem “umas 100 mil crianças e adolescentes” vinculadas com “setores da economia ilegal ou diretamente controlada por grupos armados ilegais e organizações criminosas”. Na escalada da violência que há anos açoita o país latino-americano, na segunda-feira, o ministro da Defesa da Colômbia, Juan Carlos Pinzón, de Cali começou a coordenar a resposta das forças públicas ao recente aumento dos ataques das FARC em uma área do sudoeste do país, seguindo ordens do presidente Juan Manuel Santos.

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Transcrevi trechos

Criança soldado. Campanha que denuncia “senhor da guerra” do Uganda vira atração na internet

 

Essa de que os internautas apenas desejam besterol é coisa dos portais que preferem divulgar tolices para o povo não pensar. Veja que o jornalismo on line brasileiro não tem link para  cultura.

Um documentário sobre a situação das crianças soldado do Uganda, criado pela organização não governamental Invisible Children, está nas bocas do mundo. O vídeo, de quase 30 minutos, já foi visto e partilhados milhões de vezes.

Uma organização não governamental conseguiu chamar a atenção de todos nos últimos dias. Decididos a denunciar o “senhor da guerra” do Uganda, Joseph Rao Kony, os membros da organização Invisible Children criaram, há duas semanas, um documentário sobre o flagelo das crianças soldado, inserido numa falsa “campanha eleitoral” por Kony2012. O objetivo é trazer o nome de Kony ao conhecimento de todos e, consequentemente, lutar pela sua perseguição e condenação internacional.

No mundo, milhões de crianças lutam em guerras e conflitos armados. Muitos deles, meninas e meninos, se encontram espalhados pela América, África, Ásia e também na Europa. A maioria das crianças-soldado encontra-se no continente africano. Segundo dados estimativos das ONU, existem mais de 100.000 crianças que atuam como soldados, sobretudo em Uganda, Libéria, República Democrática do Congo e Sudão. A Kindernothilfe é membro da aliança Coordenação Alemã de Combate ao Recrutamento de Crianças-soldado (Deutsche Koordination Kindersoldaten) e engaja-se contra a utilização de crianças em conflitos armados e, além disto, apoia projetos de assistência a ex-crianças-soldado.

A vida de crianças-soldado é dura e perigosa, pois geralmente atuam como mensageiras, carregadoras, espiãs, e, muitas vezes, também precisam transportar explosivos e aprender a manejar pistolas, fuzis e metralhadoras. As meninas frequentemente são obrigadas a satisfazerem os desejos sexuais de soldados nos acampamentos. As crianças-soldado não são somente vítimas em conflitos armados, elas também são, ao mesmo tempo, réus e rés. Como prova de “dureza”, muitas vezes, são obrigadas, sob pena de morte, a assassinar amigos e membros da própria família. As crianças também são usadas como soldados pelo fato de serem mais maleáveis e dóceis do que os adultos e, por isso, podem ser melhor doutrinadas para matar e obedecer. Em muitos casos, isto ocorre sob a influência de drogas e bebida alcoólica. As crianças que passam por estas experiências sofrem de danos emocionais e físicos – muitas vezes irreparáveis – durante a vida toda.

Quando crianças trabalham para alimentar pais e irmãos

Eta Brasil desumano. Cruel.

País com mais de 250 mil crianças prostitutas, exploradas pelo tráfico de sexo. Inclusive o turismo.

250 mil na contagem da Polícia Federal e Unesco. Para diferentes ONGs são mais de 500 mil.

País das crianças escravas dos latifúndios.

Das crianças soltados do tráfico.

Das crianças filhas da rua. Sem teto. Sem nada.

As filhas da rua e do tráfico

Esta é a típica notícia me engana que eu gosto.
O erro não é de tabuada. Que a empresa sabe bem fazer as contas do faturamento da chamada publicidade legal. Mais do que legal. São bilhões.
Que no Brasil, apenas no tráfico do sexo, temos mais de 250 mil crianças. E para exercer essa profissão só tomando droga. Entorpecendo o corpo. Que as meninas prostitutas possuem vagina pequena e estreita. É uma jornada de oito a dez relações sexuais. Isso todo dia profano. E dia santo também.

Existem outros tráficos. O das babás da classe média. O soldado infantil. O tráfico de órgãos. Crianças adotadas para diferentes serventias.

Estas crianças são ameaçadas pela justiça. Juizado de menores é uma piada.

Estas crianças são ameaçadas pelos governos federal, estaduais e municipais. Não oferecem escolas. Não constroem centros sociais. Nem abrigos. Nem creches. O dinheiro é para pagar a dívida e implodir estádios de futebol para erguer Coliseus.

Estas crianças são ameaçadas pela crueldade de um sistema super individualista, elitistas, corrupto, demoníaco.

Crianças filhas da rua, ou que moram em locais de risco, em mocambos, cortiços. Crianças tratadas como bichos sem valia. Aquele ladrão, que foi governador quatro vezes de Brasília, comprou uma bezerra por quantos milhões, doados pelo governo, via o dono assassino de uma empresa de ônibus, que foi incorporada a uma companhia aérea?

Estas crianças são ameaçadas pela polícia. Que espanca, que prende, que estupra.

Estas crianças são ameaçadas por uma imprensa que esconde a verdade, que faz campanha pelo congelamento do salário mínimo, que é contra a esmola do bolsa família.

São crianças abandonadas, rejeitadas, perseguidas, discriminadas, ameaçadas, enganadas pelo executivo, pelo judiciário, pelo legislativo, pelas igrejas, e que, perdidas, encontram no tráfico a única proteção possível.

O brasileiro “nasce” doente da cabeça e do pé

A imprensa tradicional dá um tiro no pé, quando mata o mito do brasileiro cordial.
Do brasileiro bonzinho.
E desativa outras palavras-chaves como “democracia racial”, “índole pacífica do povo brasileiro”, “revoluções brancas”, “conciliação e reforma”.

Esta de que o brasileiro nasce como árvore podre  “explica” a maldade das nossas crianças.
Quantas são as crianças soldados do crime desorganizado?
Temos cerca de 500 mil prostitutas infantis.

Quando iremos reivindicar direitos do mundo animal?

Que seja dado o tempo para descanso, o tempo para cuidar das crias. E os espaços privativos. Desde a toca, o ninho… aos espaços de caça e brincantes correrias.

Nenhum bicho veio, para este mundo, para uma vida de burro de carga.
Apenas o bicho gente.