Lava a jato nomes de delegados e togados

Na Lava a Jato não aparecia nome de delegado.

Como milagre acontece. Ainda não surgiu nenhum nome de juiz, de desembargador, de polícia, de procura dor e não encontra, e de fiscal, que no Brasil tem fiscal pra tudo, e sobra gente em tribunal de (faz de) contas.

Diz Marcos Simões: “Ladrão, mas com muitas cobranças sobre os outros. Esse tipo é o pior dos bandidos”.

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Outra coisa inusitada: toda CPI tem uma musa. Na da Petrobras não apareceu nenhuma.

Graça Foster não vale.

Fraga

Se estenderem a CPI pros tempos blindados de FHC vamos ter várias lindezas. Vai virar concurso de misse.

Outra coisa esquisita: não veio bater calçada nenhuma Ana. Nem uma prostituta respeitosa. Na CPI da Refinaria do Manguinhos tinha uma.

A Refinaria do Manguinhos, que de Magra ficou para os Gordos, é mais uma prova do que o crime compensa.

 

 

 

 

 

Cachoeira e o assassino do jornalista Valério Luiz

Tem seis meses que está preso incomunicável, em Belo Horizonte, o jornalista Marco Aurélio Carone, porque denunciou  e provou a bandidagem da política mineira, envolvida com drogas, assassinatos e assaltos aos cofres públicos.

Outro meio de calar um jornalista chamo de solução final: o assassinato. Aconteceu com Valério Luiz, que teve a coragem de denunciar o uso do time de futebol Atlético Goianiense na lavagem de dinheiro do cartório de Maurício Sampaio e de empresas do bicheiro Cachoeira & outros.

A corrupção acontece pela harmonia dos três poderes: executivo, legislativo e judiciário.

É esta ligação Cachoeira-Sampaio, ora escancarada, e o uso do Atlético para safadezas mil, que motivaram a morte encomendada de Valério Luiz, que não sabia da missa um terço.

Por estes Brasis da escuridão, cartolas usam times de futebol para o tráfico de pessoas (passe de jogadores), de drogas, lavagem de dinheiro, esquentamento de notas frias, comedouro de verbas públicas e curral eleitoral.

 

Andressa Mendonça, mulher de Cachoeira, posta foto com acusado de ser mandante de assassinato de jornalista

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Andressa Mendonça, mulher de Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, postou na última quinta-feira (12/6) uma foto mostrando seu novo brinco. Ao fundo, está o réu Maurício Sampaio, denunciado como mandante do assassinato do cronista esportivo Valério Luiz de Oliveira, sorrindo distraído.

A foto foi retirada do instagram de Andressa, mas Valério Luiz, filho do cronista, a divulgou em sua página do Facebook. A empresária colocou a sua página da rede social no modo “privado”, impedindo pessoas que não a seguem de visualizarem suas imagens.

O empresário Carlos Cachoeira foi apontado como chefe de um esquema de exploração de jogos ilegais e corrupção em Goiás e no Distrito Federal em uma operação deflagrada pela Polícia Federal e Ministério Público Federal (MPF) conhecida como Operação Monte Carlo. Na época, vários políticos foram apontados como envolvidos no esquema. O empresário foi condenado a 39 anos e 8 meses de prisão pelos crimes de peculato, corrupção, violação de sigilo e formação de quadrilha. Carlos Cachoeira recorreu da sentença e aguarda pela decisão em liberdade.

O processo do ex-dirigente do Atlético Clube Goianiense Maurício Sampaio continua em aberto, sendo que além de Sampaio mais quatro pessoas também foram denunciadas como tendo participação no crime de Valério Luiz. Todos os acusados aguardam o julgamento em liberdade.

No início deste mês, o Ministério Público de Goiás requereu a prisão preventiva de Sampaio pelos crimes de peculato, cobrança de tributo indevido ou com emprego de meio gravoso e modificação do sistema de informações sem autorização. O pedido foi negado pela Justiça no mesmo dia. O MP também instaurou uma ação civil pública contra ele e seus três filhos por improbidade administrativa.

A mulher de César

por Mauro Santayana

 

 

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Depois de pedir licença de seu mandato, o deputado André Vargas renunciou à primeira vice-presidência da Câmara dos Deputados, após instauração de processo no Conselho de Ética da Casa, para apurar denúncias contra ele, a propósito de suas relações com o doleiro Alberto Youssef, detido pela Polícia Federal em uma operação que investiga lavagem de dinheiro.

O envolvimento de André Vargas com o doleiro teria vindo à tona a partir do pedido de “empréstimo”, feito pelo deputado, de um jatinho, para viajar de férias a Youssef.

Já houve caso de quem viajasse em avião público por questões estéticas; de quem pegasse carona em aeronaves destinadas a atendimento médico; de quem tivesse a própria aeronave apreendida com substâncias proibidas.

Há grandes e pequenos escândalos, e episódios que são vistos, por alguns, como “pecadilhos”, que atingem, infelizmente, de forma indiscriminada, partidos das mais variadas legendas, tendências e orientação política.

Embora quase todo mundo tenha um lado, e nem sempre os fatos sejam abordados com o rigor, a honestidade e a isonomia que merecem — há assuntos que são rapidamente julgados enquanto outros passam anos sem ser sequer investigados — a verdade é que leis como a da Ficha Limpa e a do voto aberto para o julgamento e a cassação de parlamentares já deveriam ter sido vistas, por todos, como sinal de alerta e mudança nos riscos e cuidados da vida pública.

Leis da Ficha Limpa e do voto aberto para julgamento e cassação de parlamentares já deveriam ter sido vistas
Para gregos e troianos da odisseia política brasileira, talvez nunca seja demais lembrar a frase atribuída por Plutarco a certo prócer romano, ao repudiar sua mulher, filha de Quintus Pompeius Rufus: “À mulher de César, não basta ser honesta, é preciso parecer honesta”.

Embora a expressão, para alguns, coloque as aparências na frente da verdade, ela reflete a necessidade do rito; da manutenção de regras básicas de convívio e de respeito entre pares e por seus eleitores; e até por si mesmos, no exercício da atividade pública, no sentido de que todos deveriam se dedicar ao objetivo de mantê-la, sempre que possível fosse, ao abrigo de qualquer suspeita.

Ao colocar seu comportamento em dúvida, estendendo o opróbrio e a desconfiança da população sobre a atividade política e a instituição de que toma parte, o homem público não macula apenas a si mesmo.

Ele agride e arrasta na lama a imagem da Democracia que, como à mulher de César, não deveria bastar que fosse — majoritariamente — honesta, mas também que assim transparecesse aos olhos da nação.

Há lugares, como o Uruguai, em que o presidente anda de Fusca.

No Brasil, escancarar o convívio, até em festas e redes sociais, com bicheiros, lobistas e doleiros, está ficando mais comum, nos últimos anos, do que o prosaico gesto de passar pelo check-in e embarcar em um avião de carreira.

 

Eray Özbek
Eray Özbek

Mulher de Cachoeira candidata deputado federal de Goiás

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Andressa Mendonça, mulher do bicheiro Carlinhos Cachoeira, se filiou ao PSL em Goiás e já deu início aos planejamentos sobre uma candidatura nas eleições de 2014. A mulher do bicheiro, além de entrar no noticiário político em consequência de ser mulher do empresário e por ter sido denunciada pelo MPF por suspostamente ameaçar um juiz que cuidava do caso de seu marido, Andressa se torna protagonista, frisando que “no ano passado, disse a amigos que escolheria como plataformas a legalização dos jogos de azar e o combate à corrupção”. [Todo mundo combate a corrupção. É o povo nas ruas. É Andressa. É a direita. É a coluna do meio. E  a esquerda].

O assunto é um dos destaques da coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo, assinada pela jornalista Vera Magalhães nesta segunda-feira (14).

Na época em que Cahoeira estava preso sob acusação de comandar um esquema de jogo olegal revelado por uma operação policial, Andressa foi denunciada pelo Ministério Público Federal por tentar ameaçar e chantagear o juiz da Operação Monte Carlo, Alderico Rocha Santos, em troca da liberdade do marido. A denúncia chegou a ser confirmada pelo MP e externou que Andressa teria entregue ao juiz, um pedaço de papel com o nome de três conhecidos do magistrado. Ela teria dito possuir um dossiê que envolveria Alderico Rocha Santos. O magistrado entendeu a ameaça como corrupção ativa, prevista pelo Código Penal, e acionou a Polícia Federal. Ela pagou fiança de R$ 100 mil à Justiça Federal, em agosto do ano passado, para não ser presa.

Crimes

Carlos Augusto Ramos, também denominado pela imprensa como Carlinhos Cachoeira, é um empresário preso sob acusações de envolvimento no crime organizado e por corrupção. Ele foi preso no dia 29 de fevereiro de 2012 como resultado da Operação Monte Carlo e só foi solto no dia 20 de novembro do mesmo ano, quando caiu a prisão preventiva em relação a outro caso que tramita no Distrito Federal, da Operação Saint-Michel.

A Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), através do desembargador Fernando Tourinho Neto, Cachoeira estava sendo prejudicado por excesso de tempo de prisão preventiva, quando ainda não há condenação, por culpa dos juízes responsáveis pelos desdobramentos da Operação Monte Carlo na Justiça Federal em Goiás. Já o Ministério Público Federal (MPF) alegou que a culpa do atraso era da defesa, que ingressava com vários recursos sem necessidade. A Operação Monte Carlo apurou esquema de corrupção e exploração ilegal de jogos no Centro-Oeste. (JusBrasil)

Justiça Cupido banca o casamento e a lua de mel de Cachoeira

BRA^BA_COR é muito desaforo

Justiça brasileira é assim mesmo: O jornalista Ricardo Antunes pobre de marré deci está preso desde o dia 5 de outubro último, incomunicável, em presídio de segurança máxima, por escrever em um blogue desconhecido coisas consideradas duras para Antônio Lavareda, governador Eduardo Campos e prefeito João da Costa.

A mulher de Cachoeira ameaçou um juiz e está solta. Tem até um jornalista que foi assassinado em Goiana, por escrever que um clube de futebol andou recebendo dinheiro de Cachoeira.

Para Ricardo, a lua de fel.

Para Cachoeira, a lua de mel.

foto do casamento

fotos do casamento

pés 1

pés 2

cachoeira beijo

As imagens que mostram o empresário Carlinhos Cachoeira passando a lula de mel com a mulher, Andressa, neste domingo em um resort de luxo na Bahia, gerou críticas na Internet na manhã desta segunda-feira.

Nas redes sociais, internautas criticaram a liberdade do bicheiro, condenado em dezembro do ano passado a 39 anos de prisão por formação de quadrilha, corrupção ativa, violação de dados sigilosos, advocacia administrativa e peculato. Ele, que se casou com Andressa em dezembro, foi solto poucos dias depois de ser preso.

‘Crime compensa’

Pela Facebook, usuários da rede fizeram uma montagem em que aparece Cachoeira no hotel localizado na Península de Maraú, no litoral baiano, e uma imagem ao lado de uma cela superlotada. Na foto do contraventor, aparece o título ‘bandido rico’, enquanto a foto com os presos é descrita como “bandido pobre”.

No Twitter, os usuários usavam de revolta a ironia para criticar a notícia. “O crime compensa, pelo menos para Cachoeira”, postou um internauta. “Flanelinha fica 8 anos preso acusado de passar nota falsa de R$ 20″ Enquanto isso, Cachoeira curte as belezas da Bahia”, disse outro. (Jornal O Dia)

Lua de mel do bicheiro

por Amanda Almeida

A lua de mel do bicheiro Carlinhos Cachoeira, condenado por formação de quadrilha e tráfico de influência na Operação Saint Michel e réu em outros três processos, ganhou as redes sociais ontem. Internautas interpretaram como um “escárnio” os momentos de diversão do contraventor, flagrado em fotos, ao lado da mulher, Andressa Mendonça. Na Península de Maraú, no Sul da Bahia, Cachoeira chegou a ser tratado como celebridade por turistas, que pediram para fotografar o protagonista da CPI frustrada no Congresso. Ele está proibido de deixar o país, mas pode se deslocar em território nacional, desde que comunique à Justiça.

Os dois se casaram em 28 de dezembro, depois de Cachoeira ter passado uma temporada de nove meses no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Libertado em 20 de novembro, com um habeas corpus da 5ª Vara Criminal da capital federal, o contraventor fez questão de cumprir a promessa, registrada em áudios da Polícia Federal, de se casar com Andressa ainda em 2012. Os dois fizeram uma cerimônia discreta, em Goiânia, que reuniu apenas amigos mais próximos e parentes. Ele beijou os pés da noiva em “agradecimento” pela companhia no “ano difícil”.

Investigado pelas operações Saint Michel e Monte Carlo, Cachoeira se tornou um dos alvos da CPI que levou seu nome no Congresso. Além de analisar o esquema de jogo ilegal, a comissão tinha o objetivo de desvendar as ligações de políticos, autoridades e empresários flagrados em conversas com Cachoeira, como o ex-senador Demóstenes Torres, diretores da Delta e o governador de Goiás, Marconi Perillo. O grupo, no entanto, concluiu os trabalhos com um relatório de uma lauda e meia, que não pedia o indiciamento de ninguém.

Em um dos processos em que é réu, um desdobramento da Operação Saint Michel, que trata de máquinas estrangeiras, Cachoeira foi proibido pela Justiça de deixar o país e exigiu que saídas de Goiânia fossem comunicadas, o que, segundo o advogado Antônio Nabor Bulhões, que o defende, “tem sido feito rigorosamente”. (Transcrevi trechos. Diário de Pernambuco)

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Cachoeira, o preso de luxo da justiça, goza turismo de mel e vinho na Bahia. Está no paraíso

Beneficiado por habeas corpus após ser condenado a quase 40 anos de prisão, o recém-casado Carlos Cachoeira (esq.) reapareceu sexta-feira (4) hospedado no resort Kiaroa em Taipús de Fora, praia da Península de Maraú (BA), com a mulher, Andressa Mendonça (centro). (Foto> Rodrigo Nunes/Reprodução/Folha de São Paulo)
Beneficiado por habeas corpus após ser condenado a quase 40 anos de prisão, o recém-casado Carlos Cachoeira (esq.) reapareceu sexta-feira (4) hospedado no resort Kiaroa em Taipús de Fora, praia da Península de Maraú (BA), com a mulher, Andressa Mendonça (centro). (Foto> Rodrigo Nunes/Reprodução/Folha de São Paulo)

Solto por um habeas corpus após ser condenado a quase 40 anos de prisão, o bicheiro Carlinhos Cachoeira foi fotografado curtindo lua de mel na praia de Taipús de Fora, na Península de Maraú, Baixo Sul da Bahia. Cachoeira está hospedado no luxuoso resort Kiaroa com a mulher, Andressa Mendonça, com quem se casou em dezembro do ano passado.
Andressa virou a musa da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a atuação de Cachoeira. As diárias do resort passam dos R$ 3 mil em suíte simples e chegam a R$ 10 mil em bangalô luxo. O casal está acomodado em um bangalô à beira-mar, com piscina privativa.

O CORREIO ligou para o resort e tentou falar com o bicheiro. “Não posso nem confirmar que ele está aqui, ainda mais passar a ligação para o quarto”, respondeu uma atendente. Investigado durante a Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, Cachoeira foi condenado a 39 anos e 8 meses de prisão por crimes como corrupção ativa, formação de quadrilha e peculato.

Segundo a acusação, o bicheiro controlava um esquema de jogo ilegal, que se expandiu para desvio de recursos públicos por meio de corrupção de agentes estatais. Cachoeira foi solto após habeas corpus concedido pelo juiz federal Tourinho Neto.

Como a condenação ainda não transitou em julgado, Cachoeira está em liberdade, mas é obrigado a avisar a Justiça sempre que sair de Goiânia. “É um comunicado, não um pedido de autorização”, afirma Nabor Bulhões, advogado do empresário.

Vista aérea do ressort
Vista aérea do ressort
Ilha exclusiva
Ilha exclusiva
Praia particular
Praia particular
Este o bangalô da lua de mel de Cachoeira no no Kiaroa, Luxury Resort. No Brasil o governo não faz casa de madeira para o povo. Desde 1500 que foi iniciada o tráfico de madeira. Para os palacetes dos ricos.
Este o bangalô da lua de mel de Cachoeira no Kiaroa – Luxury Resort. No Brasil o governo não faz casa de madeira para o povo. Desde 1500 foi iniciado o tráfico de madeira. Para os palacetes dos ricos

Jornalista Ricardo Antunes preso. Policarpo Júnior, diretor da Veja, solto

Andressa Alves Mendonça de Moraes, mulher de Cachoeira, foi indiciada por corrupção ativa pela Polícia Federal por ter tentado chantagear o juiz Alderico Rocha Santos.

A notícia foi publicada no Globo no domingo e no portal G1, também da Globo, que protegeram tanto Veja, como Policarpo, assim como a Folha já havia feito no sábado.

“Segundo relato de Rocha Santos na época, Andressa esteve em sua sala e disse que havia um dossiê contra ele, envolvendo as pessoas cujos nomes foram escritos no pedaço de papel que ela entregou ao magistrado. De acordo com ofício enviado pelo juiz ao MPF, a tentativa de constrangimento tinha como objetivo ‘obter decisão revogando a prisão preventiva e absolvição’ de Carlinhos Cachoeira. Em troca, o suposto dossiê não seria divulgado pela imprensa”, diz a reportagem.

Ao sugerir a publicação do dossiê, Andressa não falou de forma genérica na imprensa. Ela foi específica. Disse com todas as letras que o jornalista Policarpo Júnior era “empregado de Cachoeira” e que as denúncias contra o juiz seriam publicadas na revista Veja – e não em outro veículo. Portanto, se Andressa está indiciada, não há razões para que Policarpo não o seja. Até para que possa se explicar.

Ninguém defende Ricardo Antunes, preso pela polícia do governador Eduardo Campos por tentar “vender” uma noticia de um milhão de dólares (?) ao bacharel em Jornalismo Antônio Lavareda.

Extorsão, chantagem, censura, transformação da imprensa em balcão de negócios, assédio judicial, stalking da polícia e jornalismo marrom podem ser ou não ser crimes. Tudo depende das pessoas envolvidas. Ricardo Antunes é pobre. Um simples blogueiro. Preso permanece, incomunicável.