O MAIS RICO DEPUTADO ELEITO PELO PSDB TEM R$ 108 MI DE PATRIMÔNIO E DEVE R$ 1 BILHÃO PARA CREDORES

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A revista IstoÉ  publicou uma matéria curiosa sobre um sinistro deputado recém-eleito do PSDB. A pergunta que não quer calar: o restante da mídia tucana repercutirá a denúncia?

Segundo a reportagem, intitulada “Riqueza suspeita”, o deputado federal Alfredo Kaefer (PSDB-PR) é o mais rico dentre os parlamentares eleitos em outubro passado. Ele declarou à Justiça Eleitoral que possui R$ 108,5 milhões em patrimônio. A maior parte desses recursos provém do aglomerado de empresas em seu nome, que inclui seguradora, frigorífico e jornais. Até aí nada de mais. Afinal, a onda conservadora verificada no pleito deste ano garantiu a vitória de inúmeros ricaços, que fizeram campanhas milionárias. O novo Congresso Nacional está lotado de empresários, ruralistas e outros representantes das elites endinheiradas. O que chamou a atenção da revista, porém, foi a forma como o tucano construiu sua fortuna!

“O deputado é alvo de três inquéritos e uma ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF), dois deles em fase avançada, graças às investigações já realizadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Paraná. A suspeita mais recorrente nas investigações é a de que o deputado milionário tenha enriquecido graças a calotes aplicados nos seus credores e a uma série de manobras no patrimônio familiar para salvar seus bens de execuções. Segundo o Ministério Público Federal, a soma das dívidas de Kaefer com credores e instituições financeiras passa de R$ 1 bilhão, se somados os juros e as multas. É dez vezes o patrimônio que ele declara possuir”.

Em setembro passado, Kaefer se tornou réu no STF por fraude do sistema financeiro. “A ação penal aberta contra ele apura crimes de gestão fraudulenta, empréstimo dissimulado e fornecimento de informação falsa ao Banco Central quando era presidente do conselho de gestão da empresa Sul Financeira S/A”, descreve a IstoÉ. O tucano ricaço, que nega toda as denúncias, pode até ser cassado em breve. Será que a velha mídia, sempre tão imparcial e neutra, produzirá reportagens investigativas para apurar o caso? Ou ela só se interessa por denúncias contra os adversários da sua linha editorial golpista, entreguista e neoliberal? (Fonte Poço 10)

CALOTEIRO COM FICHA LIMPA NO SCPC E NO TSE

Este velho blogueiro fica matutando, desde que nascido nas brenhas do interior de Pernambuco: Cuma é possível um caloteiro safado desse possuir ficha limpa na Gestapo do SCPC e outros 1001 serviços de espionagem da ditadura econômica?

Espia só os sinônimos de caloteiro: trapaceiro, tratante, velhaco, fintador, ardiloso, embusteiro, esperto, maquiavélico e outros nomes próprios de bandidos do colarinho (de) branco.

A resposta fica para as autoridades da política econômica – ministro da Fazenda, presidente do Banco Central etc – : cuma um sujeito réu no STF, cheio de trambiques e calotas, pode ser dono de uma seguradora?

O diabo é que o tribunal eleitoral da República do Paraná já diplomou o sujeito deputado federal.

Cadê o Tribunal Superior Eleitoral?

devolve gilmar

P.S.: Ontem publiquei no Facebook: Aposto que o nome de Kaefer tá limpo na Gestapo dos pobres: o SCPC e outros serviços de espionagem da ditadura econômica. Aposto que a ficha dele tá limpa no TSE e no fisco, que é um leão domesticado, de circo, que apenas morde a classe média.

Comentou Marcos Simões: “A Injustiça tupiniquim cagou no Ficha Limpa de iniciativa popular, principalmente as altas cortes. Fez-se uma lista de inelegíveis, gatinhos sem unhas e sem dentes, passando a sensação aos incautos que barraram os ladrões, assasinos, traficantes, estupradores e bandidos. Que nada. Só gatinhos. Os verdadeiros leões predadores do povo foram liberados, diplomados e vão assumir o mandato.

O Judiciário phode o Brasil todos os dias”.

 

 

Tucanos do Paraná, que censuram blogueiros, convidam Yone Sanhéz para discursar na Assembleia Legislativa

Rossoni faz espuma ao convidar blogueira cubana; presidente da Assembleia omite censurados pelos tucanos no Paraná.

Presidente da Assembléia omite censurados pelos tucanos no Paraná.
Dois pesos, duas medidas. A demagogia não tem limites no Paraná. Veja essa, caro leitor.
O presidente da Assembléia Legislativa, deputado Valdir Rossoni, presidente estadual em exercício do PSDB, reafirmou nesta quarta-feira (20) que a Casa está aberta para que a blogueira cubana Yoani Sanchéz possa utilizar a tribuna do Legislativo e falar sobre as dificuldades e a falta de liberdade de expressão no seu país.
Rossoni não precisa viajar muito longe para encontrar blogueiros censurados. Nas eleições de 2010, por exemplo, o partido dele censurou blogueiros, jornalistas, ativistas virtuais no Twitter e Facebook, pesquisas eleitorais, revistas, jornais, portais de notícias, dentre outros que tinham opinião contrária ao então candidato a governador Beto Richa (PSDB).
Sugiro ao menos quatro nomes censurados pelos tucanos para ocupar a mesma tribuna da Assembléia: Tarso Violin Cabral (Blog do Tarso), Maurício Betti (publicitário), Thea Tavares (Blog Lado B) e Luiz Skora (Polaco Doido).
Segundo o chefe do Poder Legislativo, o contato e o convite já estão sendo feitos à cubana.
“É um convite para que ela venha nos contar sobre o seu país. Até porque temos visto que ela está com muita dificuldade para falar com a população. E aqui ela teria toda a liberdade para se manifestar na tribuna da Casa e também pela TV Sinal”, disse.
O diabo é que há vários blogueiros e ativistas virtuais sedentos para utilizar o “Grande Expediente” para falar sobre a censura dos tucanos aqui no Paraná.

O velho PCC muda de nome em Santa Catarina e a polícia continua a mesma

Imprensa muda nome do PCC
Imprensa muda nome do PCC

Quando a imprensa tradicional destaca uma onda do PCC, atemorizando a população, cria o mito do inimigo único, que apenas o governo estadual consegue eliminar para proteger os pobres e a classe média. É o governador o único salvador, e as polícias civil e militar os grandes heróis. E faz a propaganda indireta da incompetência do governo federal para pacificar o país.

No combate ao PCC, o governador Alckmin, de São Paulo, elegeu a bancada da bala. Evitou a CPI da privataria tucana.  O governdor Sérgio Cabral, do Rio de Janeiro, tirou das manchetes a CPI de Cachoeira, com os escândalos da Delta e da gangue dos guardanapos.

Qual o despiste pretendido pelo governador Raimundo Colombo?

Dizem que o Paraná é a bola da vez. Para esconder o caso dos caça níqueis, envolvendo delegados, e abafar a farra dos deputados com o dinheiro do Estado.

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Menos de dois meses depois de a Assembleia Legislativa do Paraná (AL) devolver R$ 110 milhões aos cofres públicos do Estado, surge a notícia de que – contraditoriamente – as despesas dos deputados aumentaram quase 19% no ano passado, em relação a 2011. O levantamento, realizado pela Gazeta do Povo e divulgado nesta segunda-feira (4), aponta que os parlamentares gastaram, juntos, 10,1 milhões em 2012 com combustível, alimentação, divulgação de atividades, entre outras coisas. O montante é 18,7 % maior do que o que foi gasto em 2011 com os mesmos serviços.

Sobre a incoerência na equação “economia menos despesas”,o presidente da Casa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), afirmou que não cabe a ele ficar regulando quanto cada deputado gasta. Segundo ele, “existe uma lei e ela tem que ser cumprida”. O presidente também provocou a imprensa, dizendo que qualquer irregularidade nas contas dos parlamentares deve ser denunciada. “Se alguém tiver uma denúncia de gastos irregulares, então que apresente à presidência (da AL) ou ao Ministério Público, porque deve ser investigada. Até o momento não fiquei sabendo de nada”, afirmou.

Ainda de acordo com Rossoni, a intenção é devolver meio bilhão de reais (R$ 500 milhões) ao governo do Estado até 2014. A Casa já ressarciu o Executivo em 200 milhões com dois cheques simbólicos – um de R$ 90 milhões entregue em dezembro de 2011 e outro de R$ 110 milhões entregue em dezembro do ano passado.

Ponta do lápis

Os campeões de gastos, segundo o Portal da Transparência, foram os deputados Péricles de Mello (PT) e Rose Litro (PSDB). Dos R$ 205.992 que cada um deles tinha direito em 2012 para gastos com seus gabinetes, Péricles gastou R$ 205.991,54 e Rose Litro, R$ 205.991,30 – ou seja, eles não economizaram um real sequer da cota. A maior parte das despesas, no caso desses parlamentares, foi com combustível: Péricles gastou R$ 52,5 mil e Rose Litro R$ 56,8 mil. Nenhum deles quis falar sobre o assunto.

O levantamento também aponta Cleiton Kielse (PEN) como o mais “gastador” no quesito divulgação (foram R$ 132,5 mil) e Roberto Aciolli (PV) como o que mais usou serviços gráficos (63,5 mil). Já Anibelli Neto (PMDB) lidera duas categorias, como o maior consumidor de alimentação (R$ 70 mil) e combustível (61,7 mil).

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Paraná. CPI das Falências. TJ não divulga relatório original, mas MP já investiga em duas frentes

Deusa da Justiça, por Cavani Rosas
Deusa da Justiça, por Cavani Rosas

Mas texto confirmaria a existência de ilegalidades nas Varas, cartórios e na administração das massas falidas.

Ainda sem divulgar o relatório completo da Corregedoria-geral de Justiça sobre a inspeção nas quatro Varas de Fazenda Pública de Curitiba, determinadas após as denúncias da CPI das Falências da Assembléia Legislativa – declarada nula na semana passada por decisão judicial – o Tribunal de Justiça do Paraná divulgou agora apenas uma síntese de quatro páginas do documento.

O texto, porém, não dá informações sobre nenhuma das irregularidades encontradas e trata somente dos métodos de inspeção da corregedoria e as recomendações administrativas à direção do judiciário paranaense.

Mas o Ministério Público do Paraná (MP-PR) confirma já estar investigando as denúncias. 

Conforme trechos do relatório original, antecipado pelo deputado estadual Fábio Camargo (PTB) – presidente da CPI das Falências – a conclusão da Corregedoria é que serventias judiciais privadas ocultam parte dos valores das receitas que obtêm e sobre as quais incidem o pagamento de impostos e também das taxas destinadas ao Fundo de Reequipamento do Judiciário (Funjus).

E de acordo com o deputado ainda, o relatório aponta que as Varas da Fazenda com cartórios privados teriam sonegado R$ 5, 2 milhões em um ano.

Camargo garante que as conclusões da Corregedoria confirmam os dados levantados pela CPI até que fosse suspensa no segundo semestre de 2011 devido a ação movida pela Associação de Magistrados do Paraná, que argumentou não existir fato específico de investigação como determina a lei.

O relatório original foi encaminhado à presidência do TJ e ao Ministério Público para tomada de providências.

Apesar de a síntese que foi tornada pública não revelar as irregularidades encontradas, mas que aparecem no original, segundo o deputado, ela confirma ainda que sem detalhes, a existência de ilegalidades nas Varas, cartórios e na administração das massas falidas de empresas em várias cidades do Paraná.

De acordo com a síntese do relatório, a Corregedoria analisou 742 processos de falência, averiguando a necessidade de se decretar a falência, o favorecimento a síndicos de massas falidas e a movimentação financeira de alguns dos processos.

O levantamento foi realizado com auxílio de técnicos do Tribunal de Contas do Estado.

Foram feitas perícias em seis falências, as de maior ativo e maior número de volumes, algumas chegando a dezenas de volumes.

Quanto aos síndicos das massas falidas, como a Corregedoria-Geral de Justiça não detém competência para tomar providências, cópia dos laudos dessas perícias foram encaminhadas aos juízos, ao Ministério Público e ao CNJ, que acompanhou os trabalhos na inspeção que realizou no Paraná em novembro de 2011, inclusive visitando as quatro Varas da Fazenda alvo das investigações.

O relatório resumido tornado público conclui que “o modelo das antigas Varas da Fazenda está totalmente ultrapassado”.

Embora técnico, o texto sinaliza o encontro de irregularidades ao sugerir diversas alterações: “a digitalização dos feitos de falência; a substituição da competência para julgar os feitos das Varas de Fazenda para as Varas Cíveis (pois, em número maior, 23 em Curitiba, evitaria a concentração de processos numa mesma serventia e os vícios que essa concentração pode causar); a designação de outros juízes para presidir os feitos de falência e a criação de um cadastro de síndicos, aumentando o leque de opções dos juízes”.

De posse do relatório original da Corregedoria do TJ, cabe ao Ministério Público tomar providências como a proposta de ações contra os envolvidos em irregularidades que não são membros do Judiciário.

Duas frentes já estão sendo investigadas pelo MP-PR, através da Promotoria de Proteção ao Patrimônio Público, para apurar a possibilidade de crimes de improbidade administrativa e na Promotoria de Investigações Criminais que apura a responsabilização criminal.

No caso de indícios de juízes envolvidos, cabe ao próprio Tribunal de Justiça adotar os procedimentos através do corregedor-geral do judiciário. Ainda não há informação oficial sobre o que teria sido feito nesse sentido.