Quando a justiça vai realizar um mutirão contra a corrupção?

Ceará. Roubam tudo. Dentro das repartições públicas, servidores matam na briga pelas botijas. E matam o povo. Não se faz nada que preste para o povo. Falta dinheiro. Dinheiro que foi desviado
Ceará. Roubam tudo. Dentro das repartições públicas, servidores matam na briga pelas botijas. E matam o povo. Não se faz nada que preste para o povo. Falta dinheiro. Dinheiro que foi desviado

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El poder financiero realiza un ataque en toda regla a las conquistas sociales

Queda ya meridianamente claro que el poder financiero realiza un ataque en toda regla a las conquistas sociales que, a pesar de ser en la mayoría de los casos tímidas y taimadas, son insoportables para su concepción del poder en la que los negocios deben estar por encima de cualquier otra consideración.

Vamos hacia un nuevo modelo donde el trabajador, sin derechos y amenazado por un desempleo estructural buscado, se vea en la necesidad de aceptar cualquier imposición y/o condición por parte del empresario.

Es, sin exagerar, la vuelta a un concepto feudal de las relaciones laborales y de vida. Domadas las naciones por la imposición de deudas odiosas, desarticulado el poder político por la dictadura financiera, llega el momento de convertir al trabajador-ciudadano, en trabajador-esclavo.

Ni el modelo de sindicalismo burócratico que gestionaba con la patronal y el gobierno la paz social, ni el sindicalismo alternativo, con casi nula representatividad, son las herramientas apropiadas para enfrentar esta amenaza, que no es nueva, pero que ataca con virulencia.

Seguramente debamos ir hacia otros modelos de organización en el ambito del trabajo o de la lucha social, pero hoy, y a pesar de las críticas o los análisis, hay que estar en la calle.

El ataque es tan agresivo y tan radical contra la población, que sea como sea debemos dejar las diferencias y las críticas a un lado, para dar una respuesta contundente

Os empregadores não pagam horas extras. Relógio de ponto é piada

Os trabalhadores trabalham mais de oito horas por dia. E de graça.

Os sindicatos são vendidos. Idem as federações. Idem as centrais. As lideranças dos trabalhadores só pensam naquilo.
Eles não fiscalizam nada.

Hora extra é de graça. Tem empresa que troca por hora de descanso. No chamando banco de horas.

Veja que piada:

Apenas 117 empregadores se cadastraram no Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) para usar o novo sistema eletrônico de marcação de jornada de trabalho. De acordo com a Portaria nº 373, publicada em fevereiro deste ano, a utilização obrigatória do Registro Eletrônico de Ponto (REP) teria início no dia 1º de setembro. Dados do MTE mostram que, no Brasil, 700 mil empresas usam relógios eletrônicos de pontos para marcar horários de entrada e saída de seus funcionários.

Eles marcam sim. Para controle interno.

Acontece que, agora, as máquinas terão que emitir um comprovante em papel a cada marcação de ponto com todas as entradas e saídas dos empregados, para que os documentos possam servir de prova em futuras ações trabalhistas.

Qual empresa quer isso?
Cadê os sindicatos para exigir e fiscalizar? Cadê?
Leia mais. E veja, trabalhador: você ganha pouco, e salário baixo é roubo que vira lucro para as empresas. E trabalhar hora extra, sem receber nenhum tostão furado, é escravidão.

Aqui no Recife, fica a denúncia: no Shopping Center Recife, para um exemplo, todo empregado trabalha mais de oito horas todos os dias. Quando se sabe que hora extra é ocasional. Mas todos os dias, dias profanos e santos, isso tem vários nomes pra lá de infernais.
É exploração!
É coisa de escravocrata!
É falta de justiça!
É falta de governo!
É desumanidade!
É crueldade com os burros de carga!
É tratar o ser humano como bicho!
É coisa de campo de concentração!
Do capitalismo selvagem!
Bote selvagem nisso!