Seca. São Paulo virou Sertão nordestino

Para a Folha, incompetência agora se chama crise

 

 

falta água

 

por Gilmar Crestani

A SABESP disse que que o calor afeta o abastecimento. Calor? Essa também a desculpa centenária para não entregar água no sertão nordestino. Choque de gestão é fazer a transposição da água do Rio São Francisco, levar água exatamente onde existe mais calor.

Se o PSDB não consegue dar conta de um serviço básico, para o qual teve mais de 20 anos de gestões para planejar, como poderia fazer isso em outros lugares. Em Uruguaiana, o PSDB privatizou o fornecimento da água. Já tentaram privatizar a CORSAN e o DMAE como fizeram com outras empresas públicas. Se eles são tão ruins gestores querer assumir cargos executivos é só desculpa pra sucatearem para depois venderem, como fizeram com a CRT. É por isso que quando chegam ao poder, por pura preguiça administrativa, entregam tudo logo à iniciativa de um parente privado.

Pior que falta de capacidade de gerir para atender necessidades públicas, é esta parceria com os a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Se o apagão hídrico estivesse ocorrendo em alguma gestão do PT, a velha imprensa já teria atiçado todos seus paus mandados para depredarem.

Na Gestão de FHC houve o apagão elétrico, na gestão do Geraldo Alckmin, o apagão hídrico. E depois, diante dos primeiros problemas nas gestões de Lula e Dilma sugerem apagão das hidrelétricas, da febre amarela, do caos aéreo… Por que esta condescendência toda com o PSDB? Teria algo a ver com o papel de oposição aos governos democráticos de esquerda suscitado pela d. Judith Brito, na ANJ?

Não é uma triste coincidência que os mesmos que estiveram pedido o golpe militar e que, depois de dado, fizeram editorial saudando a chegada da ditadura também estejam do lado exatamente de quem não prima pelas liberdade democráticas?

Não é estranho que no Estado onde houve maiores manifestações em junho de 2013, e onde também a polícia reagiu com maior intensidade, tenha se reeleito já no primeiro turno o representante do #contraissotudo? Que tenha eleito com Tiririca, Marco Feliciano e Silas Malafaia?

São Paulo, de locomotiva, virou pé atolado que atrasa o Brasil. Por quê?

Parece que a falta d’água em São Paulo gera amnésia e falta de caráter nos paulistas. Só assim para justificar porque ainda assim votam no PSDB!

 

Falta de água já afeta todas as regiões da cidade de SP

 

Fausto
Fausto

Há casos em ao menos 24 bairros; calor aumentou consumo, diz Sabesp

Condomínios contratam caminhões-pipa e proíbem uso de piscina para tentar economizar água em meio à crise

Antes circunscritos a determinadas áreas, em períodos específicos, os casos de falta de água se espalharam pela cidade de São Paulo nos últimos dias, atingindo todas as regiões da capital por intervalos que variam entre algumas horas a vários dias.

Relatos feitos por leitores à Folha e colhidos nas ruas indicam uma piora generalizada do quadro.

Nas últimas 24 horas, a reportagem identificou ao menos 30 pontos de desabastecimento em 24 bairros.

As descrições contrastam com o discurso oficial da gestão Geraldo Alckmin (PSDB), que nega racionamento.

A Sabesp reconhece parte do problema. Diz que nos últimos dias houve um aumento do consumo devido ao forte calor, mas afirma que isso prejudica o abastecimento em “alguns pontos”, altos e distantes de reservatórios.

Na semana passada, a presidente da companhia, Dilma Pena, estimou em “1% a 2%” o percentual dos paulistanos atingidos pelo problema –além dos habitantes de regiões altas, mencionou quem não possui caixa d’água.

A situação é mais complicada para consumidores com esse perfil, mas a Folha constatou que o problema não se resume a eles.

A crise trouxe de volta à cena os caminhões-pipa, alguns deles distribuídos pela própria Sabesp.

“Mas ele passa rápido. Quem não corre fica sem”, disse Gilson Costa Trindade, 45, morador da Vila São Pedro (zona sul), onde há falta de água desde domingo (12).

Baldes, galões e tonéis viraram objetos comuns na casa de paulistanos, que passaram a estocar água para tarefas domésticas.

“Comecei a armazenar para tomar banho e jogar na privada. Também vou começar a estocar para beber”, afirma a dona de casa Sueli Pereira, 60, na Vila Nova Cachoeirinha (zona norte). Ela possui caixa de 1.000 litros, mas o reservatório não deu conta.

De acordo com ela, inicialmente o desabastecimento começava no fim da noite e terminava de manhã. Agora, começa no fim da tarde.

Em prédios e condomínios, o uso de piscinas está sendo limitado e até proibido.

Cartões postais da cidade, como parque Ibirapuera e avenida Paulista, também foram atingidos pela escassez.

Morador da Paulista, Felipe de Almeida, 41, diz que precisou levar os dois filhos para tomar banho num clube. “Amigos e familiares já enfrentavam o problema. Era questão de tempo.”

O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) vai acionar o Ministério Público para obrigar a Sabesp a dar mais informações sobre a redução de pressão no fornecimento –principal hipótese para explicar as interrupções.

A empresa diz que a prática não visa racionar água, mas sim diminuir perdas com vazamentos –embora tenha causado uma “economia fabulosa”, nas palavras de um diretor da companhia.

Para o Idec, a atuação da Sabesp é ilegal, pois o Código de Defesa do Consumidor diz que serviços essenciais devem ser prestados de forma contínua.

A Sabesp tem afirmado que não houve aumento de queixas. A maioria dos moradores entrevistados pela Folha diz que não reclama por acreditar que a queixa formal não daria resultado.

(ANDRÉ MONTEIRO, ARTUR RODRIGUES, CÉSAR ROSATI, FÁBIO TAKAHASHI, JUCA VARELLA, FABRÍCIO LOBEL, LEANDRO MACHADO, NATÁLIA CANCIAN E PEDRO IVO TOMÉ)

[Em Pernambuco, o ex-governador Eduardo Campos privatizou a COMPESA]

 

Cenas que lembram pequenas cidades do seco sertão do Nordeste: Caminhões-pipa pelas ruas de São Paulo 

 

Moradores da Rua Niderau Flelix Machado, no bairro de Campo Grande, Zona Sul da cidade, estão sem abastecimento de água há quatro dias.  (Foto: MARCO AMBROSIO)
Moradores da Rua Niderau Flelix Machado, no bairro de Campo Grande, Zona Sul de São Paulo, estão sem abastecimento de água há quatro dias. (Foto: MARCO AMBROSIO)

O Departamento de Operação do Sistema Viário (DSV) da prefeitura decidiu liberar a circulação de caminhões-pipa que solicitarem autorização para entrar no centro expandido da cidade a qualquer horário do dia. Esses veículos só podiam entrar em determinadas regiões depois das 22 horas, por causa das regras de restrição ao tráfego de caminhões em vigor nas vias da capital.

A flexibilização já era feita para atendimento de escolas e hospitais em situação de emergência – mas desde que a falta de água fosse confirmada com a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Agora, a confirmação será relaxada e a circulação para atendimento de outras empresas, liberada. Segundo a prefeitura, dependendo de como a crise evoluir, a administração poderá ainda retirar a necessidade de pedido de autorização de circulação para esses veículos.

Transportadoras de água vinham relatando dificuldades para operar na capital. “Nas últimas semanas, tivemos 300% de aumento no número de pedidos de novos clientes”, disse a atendente Rita Passos, de 37 anos, de uma empresa de transporte de água da região metropolitana. “Mas nós não temos como atender a essa demanda. Parte é por causa das nossas próprias limitações de produção. Mas parte é porque temos de esperar até as 22 horas para entrar na cidade”, afirma.

Listas de espera – Empresas do setor afirmam que estão deixando de atender a pedidos por causa do crescimento da demanda e das restrições, ou criando listas de espera para clientes.

(Revista Veja/ Estadão)

As outorgas e privatização da água, o ouro azul

Arcadio Esquivel
Arcadio Esquivel

 

Ficam avisados os que pretendem votar em Eduardo Campos para presidente do Brasil. Ele como secretário da Fazenda do avô, terceiro e último governo de Miguel Arraes, privatizou a Celpe, Companhia de Eletricidade de Pernambuco. Também governador, desde 2007, Eduardo Campos, nas surdinas, privatizou a Compesa, Companhia de Água e Saneamento de Pernambuco que, empresa do povo, passou a ser uma S.A., sociedade anônima. Isto é, pertence hoje a desconhecidos donos.

Se a eleição presidencial, deste ano, exigir um segundo turno, prevalecerá a dobradinha Eduardo Campos/Aécio Neves contra Dilma Rousseff. Não tem outra possibilidade.

Eduardo Campos presidente vai privatizar o que restou de riqueza nacional, depois dos leilões quermesses de Fernando Henrique, que criou as Anas, prostitutas respeitosas que defendem os interesses das empresas brasileiras que foram desnacionalizadas.

Não vou livrar a cara de Lula, que este blogue que edito não tem patrocinador.

Quando Eduardo Campos mandou prender e censurar Ricardo Antunes, e quando Aécio Neves mandou prender e censurar Marco Aurélio Carone, alegaram os anjos da escuridão da polícia e do judiciário, que estes jornalistas, “inimigos da ordem pública”, eram empresários da comunicação, com o mesmo poder econômico de um Marinho, de um Frias, de um Mesquita, ou um deputado ou senador, políticos vendidos que receberam concessões de rádio e televisão, de Fernando Henrique, para votar a reeleição, que Eduardo Campos jura ser contra. Justamente ele, que foi reeleito governador de Pernambuco.

Contra Carone, “de acordo com o Ministério Público, será apurada a fonte de recursos responsável por financiar o site, uma vez que ele não conta com anunciantes. De acordo com o MP, o Novo Jornal sobrevive com recursos de origem clandestina”.

Os meus sites são patrocinados pelo Governo de Pernambuco. Explicando: tiro da minha aposentadoria 59 reais e 90 centavos para pagar a uma empresa internacional – que nada é brasileiro em cibernética – que me fornece uma linha na internet. Tudo mais é de graça.

Será que algum f.d.p. vai me chamar de empresário?

Não tenho nenhum funcionário ou colaborador. Apenas pago impostos indiretos. Da minha miserável e humilhante aposentadoria, retiro menos de 60 reais para manter meus blogues, pelo vício de escrever, desde que era criança, quando dirigi o primeiro jornal estudantil em Limoeiro, Pernambuco. Depois um universitário, no Rio Grande do Norte.

Voltando a Lula. Ele criou a Ana, que chamou de menina dos olhos lá dele.

A Agência Nacional de Águas abre as pernas para os piratas estrangeiros, dando nosso ouro azul. Esse entreguismo (concessões), Ana chama de outorgas. É um meio de enriquecimento de muitos amigos da corte. O cortesão ou a cortesã pega uma outorga de Ana, depois revende para uma multinacional, ou entra de sócio minoritário. Assim foram criadas grandes empresas fabricantes de água (engarrafadoras), de suco de frutas, de bebidas frias e quentes etc.

Não esquecer que o Brasil possui os maiores aquíferos do mundo, o primeiro e o segundo, e o Mar Doce do Rio Amazonas.

El negocio del agua potable

por Edmundo Fayanas Escuer | Nuevatribuna.es
ARTSENAL
ARTSENAL

Recientemente [agosto 2013] se ha producido en la Unión Europea la primera iniciativa ciudadana europea sobre la gestión pública del agua que han recogido ya, más de millón y medio de firmas. La iniciativa ciudadana europea es el instrumento que los habitantes de los países de la Unión Europea tienen desde el año 2012 para intervenir en la agenda política europea.

Como consecuencia de esta iniciativa, el comisario europeo del Mercado Interior. Michel Barnier, anunció que el agua quedaba excluida de la propuesta de la directiva europea sobre concesiones, que es la norma que regula los contratos de las Administraciones y las empresas privadas para la prestación de servicios de interés público.

Ha sido un gran triunfo de aquellos que defendemos que el agua es un derecho básico para la vida del ser humano, y en consecuencia, debe alejarse del mundo privado y ser un bien que esté garantizado por el Estado. Ni el agua ni los servicios de saneamiento deben estar sujetos a fórmulas de de cooperación público-privada ni, mucho menos ser privatizado.

Ha sido una práctica habitual de la Comisión Europea el de obligar y exigir a los países de la Unión y sobre todo, a todos aquellos que han solicitado ayudas, a imponerles entre una de sus obligaciones la privatización de su sistema público de agua potable, como estamos viendo actualmente en Grecia, donde entre las condiciones impuestas esta la privatización de las sociedades de gestión de agua y saneamiento de Atenas y Salónica.

Esto mismo ha venido obligando el Banco Mundial y el Fondo Monetario Internacional sobre todo en América latina,  como por ejemplo en Cochabamba (Bolivia) donde se dieron concesiones de agua en el año 2000 a una multinacional norteamericana, la cual impuso que los beneficios debían pagarse en dólares. Lo primero que hizo, fue subir el precio del agua un 50%. Como consecuencia toda la ciudad se sublevó y la multinacional tuvo que abandonar la ciudad y el país.

El economista John Stuart Mill, sustentaba la tesis de que la gestión del agua es un monopolio natural que debe estar  en manos públicas. Este economista de finales del siglo XIX, aviso que las inversiones necesarias para sostener servicios como los del agua y el del saneamiento, hacían de ellos un negocio que solo puede llevarse a cabo ventajosamente a una escala tan grande que haga casi ilusorio la libertad de competencia. Stuart Mill considera que el tema del agua es mucho mejor tratarlo de inmediato como una función pública.

¿Es un negocio el agua potable de las ciudades? SI. En primer lugar, es una actividad que deriva siempre en monopolio. El precio de la concesión, lo acaba marcando la propia empresa, además el nivel de cobro de los recibos es prácticamente total, por lo que permite a las empresas disponer siempre de importantes cifras de financiación. El nivel de mantenimiento de las instalaciones en manos privadas es mínimo, por lo que en la práctica supone un deterioro de las instalaciones y de la calidad del agua y del servicio. Las empresas privadas si entran es este tipo de negocios es porque normalmente se les garantiza un beneficio alrededor del 10% anual.

Las principales multinacionales del agua son francesas y británicas. Es España destacan Agbar, Acciona y Aguas de Valencia. Lo que se está viendo es que muchas ciudades que habían privatizado sus sistemas públicos de agua, lo están volviendo a asumir, ante el fracaso del servicio privado. Caso emblemático es la ciudad de París, sede de las más importantes multinacionales de agua. París remunicipalizó su servicio de agua en el año 2010.   En el año 2011, la empresa municipal “Eau de París” consiguió un beneficio de 35 millones de euros, lo que le permitió un recorte de tarifas del 8% y además siguió invirtiendo en el mantenimiento de su red de agua.

La propia ciudad de Berlín, que  era una de las pocas ciudades alemanas de gestión privada del agua, está dando marcha atrás. El ayuntamiento berlinés, compró el 50% de las acciones que estaban en manos de la multinacional británica RWE y ahora hace lo mismo con la multinacional francesa Veolia, para así lograr el cien por cien de su capital y gestionar públicamente el agua de Berlín.

En nuestro país, más de un 50% de la gestión del agua está en manos privadas y la tendencia es a aumentar. Muchos ayuntamientos y comunidades autónomas intentan vender sus sistemas públicos de agua. Dos son los casos más llamativos, por un lado, el intento de privatización del canal de Isabel II en Madrid, empresa pública con beneficios y que es modelo de gestión del agua.

El segundo caso, es la privatización en Cataluña por parte de la Generalitat de la empresa pública Aigues del Ter-Llobregat. Concesión valorada en mil millones de euros por un periodo de cincuenta años y que fue ganada por Acciona pero que ha provocado una guerra jurídica entre esta y Agbar.

Como vemos, la presión para la privatización en los países del sur de Europa aquejados por la crisis económica va en contra de las decisiones, que se están tomando en los países centrales de Europa. El consumo humano de agua representa el 10% del total de agua consumida, por ello la garantía del derecho humano sobre el agua pasa por la propiedad y la gestión pública democrática y transparente, de un bien que es esencial para la vida.

Tras el éxito de la iniciativa ciudadana europea, ahora debemos pedir que se incluya en la legislación comunitaria el derecho humano al agua y al saneamiento. Así, podremos frenar esta sin razón de los procesos privatizadores de servicios públicos de agua que se están dando en nuestro país.

 

OURO AZUL
OURO AZUL

Uma vida para Thor vale a bagatela de 300 mil. Para a justiça de Pernambuco, 50 mil, e Eduardo Campos rejeita pagar

Uma vida não tem preço. A Justiça brasileira precisa aprender isso.

Uma das mil bocas de lobo da Compesa – que o governador Eduardo Campos prometeu não privatizar – engoliu um motociclista. A justiça mandou pagar 50 mil à mãe do morto. E o governo de Pernambuco protela o pagamento. Confira  

O filho do empresário Eike Batista, Thor Batista, 21, falou em juízo pela primeira vez, nesta quinta-feira, sobre a morte de um ciclista, atropelado por ele em março de 2012. Thor afirmou na audiência que, na ocasião do acidente, foi feito acordo de cerca de R$ 300 mil com a família da vítima.

O jovem disse que procurou a tia que vivia com o ciclista Wanderson Pereira dos Santos, 30, apontada como Maria Vicentina, para prestar auxílio financeiro. Thor disse também que tem os recibos e documentos que comprovam o acordo.

A vítima foi atropelada na rodovia Washington Luís, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense. Ela não tinha filhos e vivia com Vicentina. A Folha de S. Paulo não localizou os familiares da vítima. A promotoria não deu entrevista.

Informa o Jornal do Brasil: Thor é acusado de homicídio culposo – quando não há intenção de matar.

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), o empresário afirmou que  “foi muito forte” o impacto da batida que culminou com a morte de Wanderson Pereira dos Santos. No entanto, ele ressaltou que dirigia dentro do limite de velocidade no instante do atropelamento.

Numa sessão que durou 41 minutos, Thor afirmou que “o acidente foi inevitável” e que circulava pela rodovia em velocidades que variavam de 70 quilômetros por hora (na serra) a 100 quilômetros por hora (nas retas). O empresário acrescentou que viu o ciclista no meio da pista, seguindo da direita para a esquerda, e que não teve como evitar o choque. Thor disse que, por ter a carroceria baixa, o carro dele – uma Mercedes-Benz SLR McLaren – atingiu o quadro da bicicleta.

O processo agora entra na fase das alegações finais. Tanto o Ministério Público quanto a defesa do empresário terão cinco dias para preparar os documentos. A sentença deve sair até o final do semestre, mas cabe recurso para ambas as partes.

Empresário diz que soube do excesso de pontos na carteira “pela mídia”

Perguntado pela juíza sobre o excesso de pontos na carteira de motorista, Thor Batista alegou desconhecer as infrações. Ele disse que soube desse assunto pela mídia e que nunca foi notificado, responsabilizando os seguranças pela alta pontuação na CNH. Segundo Thor Batista, seus seguranças costumam usar o veículo, “principalmente à noite ou quando está cansado”.

Após o acidente, Thor Batista disse que vendeu um dos três esportivos que possuía, alegando “problemas financeiros em sua empresa”.

Filho de Eike, o príncipe herdeiro do rei do Rio, diz que está falido
Filho de Eike, o príncipe herdeiro do rei do Rio, diz que está falido

Thor Batista faltou à interrogatório anterior

Em 12 de março, Thor Batista faltou ao interrogatório, alegando problemas de saúde. Na época, os advogados de defesa afirmaram que o empresário necessitava de repouso. Na ocasião, a juíza Daniela Assumpção, atendendo ao pedido do MP, determinou que novo laudo pericial fosse realizado para detectar a velocidade do carro de Thor na hora do atropelamento.

No dia 27 de fevereiro, a juíza Daniela Barbosa determinou a retirada dos laudos periciais dos autos, por terem sido anulados pela 5ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. O pedido de anulação do documento e de afastamento do perito foi feito pela defesa de Thor Batista.

Na decisão, a magistrada destacou que o perito teve contato direto com o Ministério Público por mais de uma vez. Segundo a juíza, tal iniciativa seria capaz de “suscitar dúvidas sobre sua atuação como auxiliar da Justiça”.

A primeira perícia realizada pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) calculou que o carro de Thor estava a 135 quilômetros por hora no momento do acidente. O documento foi apresentado em 13 de dezembro do ano passado. A defesa do empresário, no entanto, disse que a perícia não era válida porque não havia sido anexada aos autos processuais.

Thor pode descontar no imposto de renda os trezentinhos?

 

O AUGE DA CRETINICE

por Gilberto Prado

É estarrecedor. Não dá para acreditar em um mínimo gesto de humanismo por parte do poder público. Aos poucos vai vulgarizando aquilo que o povo tem de mais sagrado: a vida.

Os próprios administradores, como se fosse robôs, se encarregam de institucionalizar a irresponsabilidade. Defende-a com ardor, mesmo sendo público e notória o desleixo ou falta de compromisso com o povo. Assumem, sem o menos pudor, a conivência.

Vejam, por favor o motivo da minha revolta, envolvendo – na condição de vítimas – pessoas que nunca vi na vida, mas a elas me solidarizo.
Um motociclista chamado Robson Coelho do Nascimento, 40 anos, caiu em um buraco aberto pela Compesa, na Avenida General San Martin, sem a obrigatória sinalização. Morreu. A mãe da vítima fatal, dependente, Maria das Dores do Nascimento entrou com uma ação na justiça pedindo indenização por danos morais. Robson Coelho era arrimo de família.
Em resumo, foi o acontecido.

O que deveria fazer a Compesa, fosse dirigida por alguém que tenha um mínimo de compromisso com alguém, em um caso onde foi atingida cruelmente uma pobre família? Ora, sequer deixar a questão na Justiça. Procuraria um acordo e cumpriria sua obrigação, principalmente moral.
O que faz a Compesa? Mesmo perdendo a ação judicial, que se arrasta desde setembro de 2010, protela o pagamento da irrisória indenização de R$ 50 mil. Irrisória, considerando que o fato envolve uma vida cujo valor não tem preço.

Leiam, por favor, as alegações dos monstros desumanos dirigentes da companhia estatal cujas consciências devem estar tão furadas quanto as porcarias de canos que expõem à população. Duas delas.
A primeira: alegou que houve “descumprimento do dever de cautela” por parte da vítima. A outra: negou a existência de danos morais. No caso, equipara uma vida humana a de uma barata, mosca ou um inseto qualquer.
Pelo amor de Deus, cretinice tem limites.


Nota do editor: Sociedade anônima de economia mista, com fins de utilidade pública, a Compesa está vinculada ao Governo do Estado de Pernambuco por meio da Secretaria de Recursos Hídricos e Energéticos. É uma organização dotada de personalidade jurídica de direito privado, tendo o Estado como seu maior acionista. Isso significa: o lucro é dividido com os acionistas. O prejuízo, o povo paga. E quem privatizou a Compensa? Por que o Estado de Pernambuco, governado por Eduardo Campos, permite a maldade de passar calote em uma pobre mãe, cuja vida do filho vale a porcaria de R$ 50 mil?

Compesa deixa buraco profundo após serviço mal feito no Cabo Jairo Lima
Compesa deixa buraco profundo após serviço mal feito no Cabo Jairo Lima
Compesa diz que avenida de São Lourenço ainda tem buracos porque população não sabe esperar reconstrução Jamildo Melo
Compesa diz que avenida de São Lourenço ainda tem buracos porque população não sabe esperar reconstrução Jamildo Melo
COMPESA E A FALTA DE RESPEITO COM A POPULAÇÃO DE PETROLINA Geraldo José
Compesa e a falta de respeito com a população de Petrolina Geraldo José

 
 
 

Em qual Eduardo Campos o povo de Pernambuco deve confiar?

Eduardo, Júlio & Jarbas
Eduardo, Júlio & Jarbas

Na eleição de 2012, Eduardo Campos usou o guia eleitoral de Geraldo Júlio e uma nota paga na TV Globo, para dizer que não ia privatizar a COMPESA(fato que já se concretizou) e que ia abaixar a tarifa da água.Mentira pura!

Disse Dudu traição:

“A Compesa não será vendida e a conta de água não vai aumentar. Isso é mentira de gente desesperada diante de uma derrota eleitoral”, arrematou Eduardo Campos, no guia eleitoral de Geraldo Julio, nesta tarde. “Reduzimos a conta para quem mais precisa e vamos reduzir ainda mais ano que vem, tão logo a presidente Dilma baixe a conta de energia”, avisou o governador de Pernambuco.

Hoje, pouco mais de cinco meses após a eleição, a COMPESA anuncia aumento da tarifa de água:

Deu no JC:

“A partir do mês de abril o consumidor vai ter que arcar com um aumento de 5,19% na conta de água.O anúncio foi feito nesta sexta-feira (22) pela Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa). O índice de reajuste foi autorizado pela Agência de Regulação de Pernambuco (Arpe).”

Como se vê, Eduardo é um baita mentiroso.

Enquanto Dilma Rousseff prometeu e reduziu a tarifa da energia elétrica, Eduardo Campos autorizou o aumento da tarifa da COMPESA.

Curioso é que o PIG de Pernambuco, tão ágil quando é para cobrar promessas não cumpridas pelo PT, cala-se diante das promessas descumpridas por Eduardo Campos.Mas é isso mesno, o PiG pernambucano ganha muito bem do governo Eduardo Campos, por isso blinda esse governador mentiroso, nepotista.

Transcrevi http://wwwterrordonordeste.blogspot.com.br/

Este Terror do Nordeste vai terminar que nem Ricardo Antunes: preso. Olha que Ricardo escreveu (clique) nos tempos que estava fora das grades.

Pernambuco deu com os burros n’água

Paulo Guerra, que foi o melhor governador de Pernambuco depois de Agamenon Magalhães, em dois anos e oito meses de governo, deixou todas as cidades de Pernambuco com água, energia elétrica (Celpe), telefone (Telpe) e agências do Bandepe (banco do Estado). Nada mais existe. Venderam tudo. Que estão negociando a Compesa.

As cidades cresceram (inchaço). ANA informa:  “Dos 185 municípios, apenas 52 apresentam condições de abastecimento satisfatórias para atendimento das demandas futuras. Para 81 sedes municipais foram propostas conexões a sistemas integrados e previu-se a adoção de novo manancial para 23 municípios, em função das vulnerabilidades relacionadas com as disponibilidades hídricas superficiais. Para 29 sedes, foi proposta a adequação/ampliação dos sistemas existentes, sendo 25 delas abastecidas por sistemas isolados e 4 por sistemas integrados. Os investimentos totais são da ordem de R$ 2,4 bilhões”.

ANA esconde as ilhas do Brasil. Esconde os aquíferos. Quem tem dinheiro em Pernambuco bebe água engarrafada. Paga caro. Principalmente no Recife, “Cidade das Águas”, “Veneza Brasileira”, que possui os seguintes unidades hidrogeológicas: Aquífero Fissural, Aquífero Cabo, Aquífero Beberibe, Aquífero Cárstico Gramame, Aquífero Barreiras e Aquífero Boa Viagem.

Os piratas, no Recife, amam e protegem os Paulos Vieira. Idem em todo o Brasil. No Sul, temos o Aquífero Guarani, considerado “o maior do mundo”. Na Amazônia, o Alquífero Alter do Chão, recentemente dimensionado, é um reservatório subterrâneo de água três ou quatro vezes maior que o Guarani.

No Recife são empresas dominantes: a Indaiá, a Cristal, a Cristalina, a Crystal (Coca-Cola).

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Com capacidade de produção e tecnologia similares às maiores do mundo, a Indaiá iniciou suas atividades em 1967. Hoje, com 21 fontes em 15 estados do Brasil, é líder absoluta no mercado de águas minerais, abastecendo todo o país e exportando para América Latina, Estados Unidos, Arábia Saudita e Japão. Firmou posição também no competitivo mercado de bebida mista de frutas com o Citrus, a bebida energética Night Power, suco Leve Néctar e refrigerante Indaiá, todos produzidos com sua pura água mineral.
água Cristalina
A Cristalina nasceu em 1994, no município de Macaíba, interior do Rio Grande do Norte, com a proposta de distribuir água mineral de qualidade por todo o Nordeste a partir de fontes originadas no lençol freático da região.
Atualmente a empresa possui poços localizados em duas cidades. Um em Macaíba e outro em Apodi (região oeste do Estado).
empresa água Crystal
A Coca-Cola FEMSA Brasil, do Grupo FEMSA (Fomento Econômico Mexicano SA.), é maior franquia de Coca-Cola do mundo em volume de vendas. A empresa fabrica refrigerantes e água e comercializa e distribui produtos das marcas do portfólio Coca-Cola Company, (composto por chás, sucos, bebida láctea, energéticos, isotônicos e hidrotônicos) e cervejas da Heineken.