Vender alimentos estragados e/ou contaminados é assassinato premeditado. A ganância dos supercados

indignados trabalhador mercadoria

 

O bicho-papão dos supermercados é o Wal-Mart, com 4.500 lojas em 14 países e faturamento maior do que o produto interno bruto da Arábia Saudita e da Áustria. Em seguida, vêm Carrefour, Home Depot, Metro e Royal Ahold, segundo pesquisas do Grupo ETC, Oligopoly Inc 2005, que monitora as atividades das corporações globais, especialmente na agricultura, alimentação e farmácia.

O monopólio da Wal-Mart está camuflado pelos nomes Hipermercados Big, Hiper Bom Preço, Maxxi Atacado, TodoDia, Sam’s Club, Bompreço, Nacional e outros.

As prateleiras do Wal-Mart e de todos os outros supermercados do Brasil estão abarrotadas de produtos da Bunge, como as margarinas Delícia, Primor, Soya, Cyclus; os óleos Soya, Primor, Salada e Cyclus; as maioneses Primor e Soya; e azeites Delícia e Andorinha. Muitos desses óleos são transgênicos e, por determinação judicial, deveriam ter um rótulo especial para alertar o consumidor. Nunca respeitaram esse dispositivo legal.

A “globalização neoliberal” atingiu grau tão elevado, que as leis de mercado funcionam ao contrário do que apregoam os economistas de aluguel: a maior oferta, junto com a menor capacidade de compra, não resulta em queda de preços, mas no contrário.

Com a Cargill e a ADM, a Bunge controla 60% da produção de soja no Brasil, para alimentar o gado na Europa. O preço e o comércio das commodities, em geral, são manipulados ainda pela Dreyfus, Syngenta e Monsanto.

Para colocar cada vez mais produtos no mercado mundial, esse grupo promove o desmatamento ilegal, inclusive com trabalho escravo, grilagem de terras públicas e violência contra comunidades locais.

A especulação desses grupos é responsável pela elevação dos preços dos cereais, principalmente o arroz, artigo que não é utilizado na produção de biocombustíveis.

Na área de laticínios, o mercado é manipulado por apenas três: a Nestlé, a Parmalat e a Danone. A Nestlé domina também o setor de processamento de alimentos e vende o dobro ou o triplo dos demais componentes do monopólio: Archer Daniel Midlands, Altria, PepsiCo, Unilever, Tyson Foods, Cargill, Coca-Cola, Mars e Danone.

Há décadas a Nestlé é responsabilizada pela desnutrição e morte de crianças de idade tenra, devido à suspensão precoce das campanhas em prejuízo do aleitamento materno, para expandir as vendas dos seus produtos, principalmente o leite em pó, as sopinhas e papinhas que, muitas vezes, contém até alimentos transgênicos.

Transcrevi trechos de Archibaldo Figueira. Além de toda essa sacanagem, inclusive emprego de mão de obra escrava, os supermercados vendem alimentos estragados.

 

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OS RISCOS DE CONSUMIR ALIMENTOS ESTRAGADOS SÃO:

DIARRÉIA, MAL-ESTAR, VÔMITOS, NAÚSEA, DOR DE CABEÇA OU INTOXICAÇÃO GRAVE, FALTA DE APETITE, DORES ABDOMINAIS, FEBRE, COLITES E, EM CERTOS CASOS, MORTE.

 

 

A nutricionista Patrícia Azevedo B. Freire alerta: Ao contrário do que muitos pensam, há uma considerável diferença entre alimentos estragados e alimentos contaminados. Um alimento estragado contém microorganismos deteriorantes. Esses microorganismos alteram as características do alimento, como a cor, odor, sabor e textura, e por isso são rejeitados pelos consumidores. Por outro lado, o alimento contaminado contém microorganismos patogênicos. Neste caso, os alimentos não apresentam alterações nas suas características, e são consumidos sem que se perceba qualquer problema. Aí está o risco, pois os microorganismos patogênicos causam doenças e são grandes responsáveis pelos surtos alimentares.

A Anvisa criou um guia de alimentos e vigilância sanitária, mas como toda Ana, prostituta respeitosa, nada faz. Aparece vez em quando o Procon, com suas multas para inglês ver. Nas inspeções aos supermercados sempre encontra produtos com validade vencida. E acontece o crime mais grave: flagrar um estabelecimento criminoso alterando o preço de validade.

Se tiver fiscalização para valer: todos os dias profanos e santos, em qualquer supermercado, toneladas e mais toneladas de alimentos estragados seriam confiscados dos estoques e prateleiras.

Para perceber a importância deste tema, basta observar que de 1999 a 2007 ocorreram 5.699 surtos de doenças transmitidas por alimentos no Brasil. Estes surtos afetaram cerca de 114 mil pessoas e causaram 61 mortes. Estima-se que o número de pessoas atingidas seja muito superior, visto que a maior parte dos casos menos graves não é notificada às autoridades de saúde pública.

 

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Quem paga multa no Brasil são os pobres. Os valores são impostos na próxima fatura

Quem paga multa no Brasil são os prestamistas, os usuários de serviços essenciais, os que compram fiado com cartão de crédito, os sem teto da classe média, os assalariados com carteira assinada – todos os empregos são temporários – de empresas privadas, os trabalhadores de 1 a 3 salário mínimo, e o bolsa-família que faz bico como diarista. O resto é resto, pobres de marré deci. Essa gentalha (mais os miseráveis), a maioria via impostos indiretos, e compra de produtos e serviços, com suor, sangue e lágrimas, paga os ganhos da pirataria, e o luxo das cortes do judiciário, do legislativo e do executivo.

Empresa estrangeira pagar multa? Pagar a quem? Quando? Só se for depois da primeira, da segunda, da terceira, da quarta instância. Veja que piada! Que lorota boa! Coisa de país colonizado:

Coca-Cola não divulgou a mudança do volume nos rótulos: de 600 ml para 500 ml.
Coca-Cola não divulgou a mudança do volume nos rótulos: de 600 ml para 500 ml.

A Refrigerantes Minas Gerais Ltda., responsável pela produção da Coca-Cola, terá que arcar com uma multa de 460 mil reais por ter reduzido a quantidade do produto nas embalagens, de 600 mililitros (ml) para 500 ml. O que a imprensa destaca como maquiar.

Para o Procon estadual, a empresa teria reduzido as latas da Coca-Cola, Sprite, Fanta, Kuat [e a água engarrafada], sem a devida divulgação ao público. Segundo o ministro Humberto Martins, a informação não foi passada de forma clara, causando danos aos consumidores. “Fala-se aqui de produtos altamente conhecidos, aos quais o consumidor já desenvolveu o hábito de guiar-se mais pela marca e menos pelos detalhes do rótulo”, disse.

A companhia alegou que seguiu as normas previstas pelo Ministério da Justiça, apresentando no rótulo a redução em termos nominais e percentuais, além de ter garantido um valor proporcionalmente menor na fábrica. O argumento foi rejeitado pelo Judiciário mineiro.

Para o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a redução do volume dos refrigerantes sem qualquer tipo de alterações no rótulo, já conhecido previamente pelos consumidores, viola o direito do consumidor de ter acesso a uma informação clara e precisa. “Foi mantido o antigo tamanho, a forma e o rótulo do recipiente, o que dificultou ao consumidor perceber a redução de volume do produto vendido há anos no mercado”, completou o ministro.

A Refrigerantes Minas Gerais ainda argumentou que não poderia ser responsabilizada porque diminuiu os preços na mesma proporção. Seria papel dos distribuidores repassar a redução dos custos, arcando com as consequências se não o fizesse. Martins foi contra o argumento, apontando que a fabricante também é a fornecedora, e manteve a multa somada aos honorários.

Ora, ora, as prestadoras de serviços de telefonia também são multadas. Multar é fácil. Pagar é outra história. Uma longa história.

As dez multinacionais mais perigosas do mundo colonizam o Brasil e uma delas já foi estatal nossa – do povo

Para o Brasil as mais danosas são a Coca- Cola, a Nestlé, pelo avanço em nossas fontes d’água, inclusive aquíferos, e pelo ganho fácil no engarrafamento de água para o consumo nosso de cada dia, a preço de gasolina, e exportação pirata. Se existem royaties de água eles são praticamente invisíveis. A sonegação faz parte do tráfico.

A Monsanto encarece os alimentos, cria latifúndios e a dependência alimentar. A Vale minera a céu aberto. Sua entrega um dos maiores assaltos da história mundial em todos os tempos.

Veja a lista satânica:

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Ya no importa donde vivas, es imposible escapar de la globalización.

La única salida, es informarse para poder elegir con conciencia antes de comprar.

Comenzar a cultivar y a fabricar tus alimentos, reducir el consumo de petroleo y sus derivados, reforestar, comprar lo necesario, escuchar tu voz interior en vez de la voz de la publicidad…son pequeños paso para escapar de grandes monstruos.

Y recordar siempre que el poder de elección esta en uno, no les demos el placer de caer en sus zarpas.

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1. Chevron

Varias de las grandes compañías petroleras estarian en esta lista, pero Chevron merece un lugar especial. Entre 1972 y 1993, Chevron (en ese entonces Texaco) vertió 18 mil millones de galones de agua tóxica en los bosques tropicales del Ecuador sin ningún tipo de reparación, destruyendo los medios de subsistencia de los agricultores locales y enfermando a las poblaciones indígenas. Chevron también ha contaminado en los EE.UU, en 1998, Richmond(California), demandaron a Chevron por vertido ilegal sin pasar por tratamientos de aguas residuales, contaminando los suministros locales de agua, ídem en New Hampshire en 2003.

Chevron fue el responsable de la muerte de varios nigerianos que protestaron en contra de la empresa por su presencia y explotación del delta nigeriano. Chevron pagó a la milicia local,conocida por sus abusos contra los derechos humanos, para aplastar las protestas, e incluso les proporcionó helicópteros y barcos. Los militares abrieron fuego contra los manifestantes, luego quemaron sus aldeas hasta el suelo.

2. De Beers

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Esta empresa no escatima en gastos, y financia, apoya y crea autenticas guerrillas y dictaduras del terror para poder seguir obteniendo mediante explotación de niños y adultos, la preciada piedra. En Botswana, a DeBeers se le ha culpado por la “limpieza” de la tierra donde se extraen los diamantes, incluyendo el traslado forzoso de los pueblos indígenas que habían vivido allí durante miles de años. El gobierno supuestamente cortó el suministro de agua, los amenazó, los torturó y ahorcó públicamente a los resistentes.

No dejemos de lado su nula responsabilidad ambiental, sus nulos derechos laborales, las vidas humanas, y sus campañas rancias y machistas.

3. Phillip Morris

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Phillip Morris es el mayor fabricante de cigarrillos de Estados Unidos y del mundo.

Se sabe que causan cáncer en los fumadores, así como defectos de nacimiento en los niños por nacer si la madre fuma durante el embarazo. El humo del cigarrillo contiene 43 carcinógenos conocidos y más de 4.000 sustancias químicas, incluyendo monóxido de carbono, formaldehído, cianuro de hidrógeno amoníaco, la nicotina, y el arsénico. La nicotina, la sustancia química principal psicoactivo en el tabaco, ha demostrado ser una adicción psicológica. Fumar aumenta la presión arterial, afecta el sistema nervioso central y constricción de los vasos sanguíneos. Las colillas de cigarrillos son uno de los principales contaminantes que los fumadores arrojan rutinariamente; lento para degradar. Muchos de estos filtros se abren camino en el suelo o en el agua, donde sus productos químicos se comportan como verdaderas sanguijuelas.

El tabaco no sólo contamina la tierra durante sus extensas hectáreas de monocultivo, las cuales son rociadas a diario de agro tóxicos, su producción industrial contamina (se utilizan enormes cantidades de papel, algodón, cartón, metal, combustibles…), su consumo contamina la atmósfera, daña a su comprador y a los que le rodean. Su colilla tarda años en degradarse proporcionándole al suelo y al agua una cantidad enorme de tóxicos.

4. Coca-Cola

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La bebida favorita del mundo o “la leche del capitalismo”, acumula demandas y sanciones en diversos países derivados de graves hechos de contaminación, malas prácticas laborales y uso de aguas no autorizados.

En la fase de producción, la compañía utiliza casi tres litros de agua por cada litro de producto terminado. Las aguas desechadas constituyen contaminantes, que la multinacional deposita en lugares protegidos, como ocurrió en Colombia, situación por la cual, fue multada en Agosto pasado, por la Secretaría Distrital del Ambiente, de la Alcaldía Mayoy de Bogotá, al demostrarse que habáin descargado sus desechos en el humedal de Capellania, en la zona de Fontibón.El hecho es considerado atentatorio contra un área de especial importancia y protección ecológica. El proceso por contaminación del Humedal Capellanía tiene su origen en la caducidad del permiso de vertimientos otorgado a la multinacinal por cinco años y la no autorización de la Secretaría de Ambiente para renovar este permiso. Posteriormente, mediante visitas técnicas fue verificado el estado de la red de alcantarillado de Coca Cola y la realización de descargas industriales, evidentemente no autorizadas.

Una situación muy similar ocurrió en la India en el 2005, donde alrededor de mil manifestantes marcharon para pedir que cerrara la planta cercana a Varanasi, ellos tenían la certeza de que todas las comunidades cercanas a plantas embotelladoras de Coca Cola padecen la falta y contaminación de sus suelos y napas freáticas. Análisis toxicológicos registran la presencia de altos porcentajes de pesticidas prohibidos como el DDT y como “buenos vecinos” distribuyeron sus desechos industriales a los campesinos de Mehdigani con el argumento de que servían para “abono” El resultado es que hoy los suelos son estériles.

Y como si fuera poco, la bebida en cuestión, junto con consumir agua en exceso no aporta ningún elemento nutritivo, al contrario, al contener altas concentraciones de azúcar, es uno de los principales contribuyentes de la obesidad que afecta cada vez en mayor medida a nuestras poblaciones del tercer mundo, generando por otra parte, problemas dentales. Y el efecto de ” quitar la sed”, lo logra mediante el uso de ácido fosfórico.

¿Sabías que …

España es el país europeo que más Coca-Cola consume?
Otros productos suyos son Fanta, Sprite, Aquarius, Nestea, Minute Maid, Tab, Sonfil, Finley, Nordic Mist o Fruitopia (hay 324 distintos)?
Una lata de 33 cl. contiene unos 35 gr. de azúcar?
En 1931 Coca-Cola cambió el traje verde de Papá Noel a rojo para una campaña publicitaria, haciendo juego con su color corporativo?
Otras universidades en Atlanta, Toronto, California, Irlanda o Berlín ya han expulsado a Coca-Cola de sus Campus?
Las botellas de plástico de Coca-Cola en España no son de material reciclado, sino de plástico virgen.
¿Casualidad que el ex-presidente mexicano Fox sea ex-representante de Coca-Cola? ¿y Adolfo Calero, ex-gerente de Coca-Cola, agente de la CIA y cara pública de la contra nicaragüense? ¿y el embajador de EEUU en la India ? ¿y el magnate golpista Cisneros, en Venezuela ? ¿y el ministro Jorge Presno, de Uruguay?
Cuenta con delegaciones en más de 200 países, incluyendo paraísos fiscales como Bahrein o las islas Caimán, para evadir impuestos por sus beneficios…
En el año 2003 obtuvieron unos beneficios de 21.044 millones de dólares (La mitad de los gastos previstos por la ONU para garantizar la educación básica a todos los niños del mundo).
Impulsa potentes grupos de presión: se opuso al tratado de Kyoto a través de sus lobbys US Council for International Business y la Business Round Table, cambió regulaciones en la UE a través del American Chamber of Comerce , fue fundadora del International Life Science Institute, muy influyente en la FAO y la OMS , etc.
Contiene productos transgénicos.
La próxima vez que vayas por una bebida, recuerda la contaminación de los humedales, el uso no autorizado de aguas subterráneas, la violencia, que un litro equivale a tres en realidad… tal vez sea mejor una limonada.

5. Pfizer

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Como si el uso masivo de Pfizer en la experimentación animal no era lo suficientemente desgarrador, Pfizer decidió utilizar a los niños nigerianos como conejillos de indias. En 1996, Pfizer viajó a Kano, Nigeria; a probar un antibiótico experimental en el tercer mundo para combatir enfermedades como el sarampión, el cólera y la meningitis bacteriana. Dieron trovafloxacina a aproximadamente 200 niños. Decenas de ellos murieron en el experimento, mientras que muchos otros desarrollaron deformidades físicas y mentales. Pfizer también puede orgullosamente afirmar que se encuentra entre las diez primeras compañías en los Estados Unidos que provocan la contaminación de la atmósfera.

Y no dejemos de lado los millonarios “incentivos” que le dan a los médicos, y a los gobiernos para que receten sus “medicamentos”.

6. Mc Donalds

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Cada año, miles de niños consumen la comida rápida de una empresa que forma parte activa en la deforestación de selvas, la explotación laboral y la muerte de millones de animales: McDonald’s. Estrategias de mercadotecnia hábilmente diseñadas han expandido la empresa McDonald’s a más de 40 países, donde la empática imagen de Ronald McDonald y su “Cajita feliz”, vende en los niños el gusto por la comida rápida, asociándola con un ideal de alegría. Esta publicidad ha tenido un gran éxito en diferentes partes del mundo, contribuyendo a altas tasas de obesidad infantil. (ver articulo completo)
La alimentación que entrega esta empresa es totalmente carente de nutrientes. Es más, esta comida se conoce mundialmente como ‘comida chatarra’, y no es por nada que recibe este nombre.
Las hamburguesas y “nuggets” que McDonald’s ofrece, provienen de animales que durante toda su vida fueron mantenidos en condiciones artificiales: Privados de aire libre y luz solar, permanecen hacinados al punto de no poder estirar sus miembros o alas (en el caso de los pollos), atiborrados de hormonas para acelerar su crecimiento, y de antibióticos para contrarrestar las múltiples infecciones a que están expuestos, por las condiciones de insalubridad y amontonamiento. Los pollos son engordados al grado en que sus patas no resisten su peso.
Para establecer sus franquicias, McDonald’s adquiere terrenos a bajo precio en lo que antes fueron selvas tropicales deforestadas para la explotación ganadera. Ofrece sueldos mínimos a sus empleados, aprovechándose de las minorías étnicas y contratando menores de edad.

Los productos de McDonald’s, con su alto contenido en grasas, azúcar y sal, estimulan en los niños el desarrollo de sobrepeso, la resistencia a la insulina y su consecuente Diabetes Tipo 2.

Ah, ¿les comenté que fué una de las financiadoras de la campaña de George W Bush ?

7. Nestlé

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Nestlé y su enorme manto de crímenes contra el hombre y la naturaleza, como son la deforestación masiva en Borneo – el hábitat de los orangutanes en peligro crítico – para cultivar aceite de palma, y la compra de la leche de las granjas confiscadas ilegalmente por un déspota en Zimbabwe. Nestlé comenzó a provocar a los ambientalistas por sus ridículas afirmaciones de que el agua embotellada es “ecológica” , desde ahí en adelante se han ido destapando su red siniestra de control y destrucción.

Nestlé realizó esfuerzos mundiales para instar a las madres de países del tercer mundo a utilizar su sustituto de leche para lactantes en lugar de la lactancia materna, sin advertirles de los posibles efectos negativos. Supuestamente, Nestlé contrató a mujeres vestidas de enfermeras para entregar la fórmula infantil gratuita, que se mezclan con frecuencia con agua contaminada, los medios no mencionaron a los niños que murieron de hambre cuando la fórmula se agotó y sus madres no podían pagar más.

8. British Petroleum

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¿Quién puede olvidar la explosión de 2010 de una plataforma petrolera en la costa del Golfo, que dejó 11 muertos y miles de aves, tortugas marinas, delfines y otros animales, destruyendo la pesca y la industria del turismo en la región? Este no fue el primer crimen de BP contra la naturaleza. De hecho, entre enero de 1997 y marzo de 1998, BP fue responsable de una friolera de 104 derrames de petróleo. Trece trabajadores del equipo de perforación murieron en 1965 durante una explosión, 15 en una explosión de 2005. También en 2005, un ferry que transportaba a trabajadores del petróleo de BP se estrelló, matando a 16. En 1991, la EPA cita a BP como la empresa más contaminante en los EE.UU.. En 1999, BP fue acusada de ilegal de tóxicos en Alaska, luego en 2010 por filtrar venenos muy peligrosos en el aire en Texas. En julio de 2006, los agricultores colombianos ganaron un acuerdo con BP después de que se acusó a la compañía de beneficiarse de un régimen de terror llevada a cabo por los paramilitares del gobierno colombiano que protegen el oleoducto Ocensa. Claramente, no hay manera de que BP haga lo correcto.

9.Monsanto

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Monsanto, creadores y fomentadores de los alimentos genéticamente modificados, hormonas de crecimiento bovino y el envenenamiento por agrotoxicos. La lista de Monsanto incluye la creación de la semilla “exterminadora” , que crea plantas que nunca dan semillas para que los agricultores deban comprar cada año, el lobby para que etiqueten “libres de hormonas” la leche y sustitutos de la leche para lactantes (se encuentra presente si el bovino ha ingerido hormonas de crecimiento, un comprobado agente cancerigeno), así como una amplia gama de violaciones ambientales y de salud humana asociados con el uso de venenos de Monsanto – “. Agente Naranja”, sobre todo. Entre 1965 y 1972, Monsanto viertes ilegalmente miles de toneladas de residuos altamente tóxicos en los vertederos del Reino Unido. Según la Agencia de Medio Ambiente los productos químicos estaban contaminando las aguas subterráneas y el aire 30 años después de que fueran vertidos!!.

Monsanto es célebre por agredir a los propios agricultores que pretende “ayudar”, como cuando demandó a un agricultor y lo encarceló por guardar las semilla de la cosecha de una temporada para plantar en la siguiente.

10. Vale

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La minera Vale, transnacional brasileña presente en 38 países, es la mayor empresa de exploración de minerales diversificados en Latinoamérica y la segunda a nivel mundial.Entre los méritos se destaca la participación de la empresa en el desarrollo de la hidroeléctrica Belo Monte, ubicada en Altamira –Brasil-, dado que el proyecto afecta al río Xingú, principal fuente de vida para la región. Como resultado de la intervención de la empresa, hoy el paisaje amazónico está siendo modificado severamente, como también la vida de miles de pueblos a orillas de uno de los principales ríos de Brasil.

A su vez, en Carajás, en Pará – Brasil-, numerosas familias fueron desalojadas, perdieron sus casas y poseen parientes que murieron como resultado de la construcción de línea férrea construida por la empresa, también denunciada por las pésimas remuneraciones y condiciones de trabajo que sufren sus empleadas.

Los impactos sobre el accionar de la minera no se reducen a las denuncias dentro de Brasil. En la región de Tete, en Mozambique, un pueblo fue desalojado de sus tierras para que la empresa pudiese llevar a cabo su explotación de carbón. A cambio la empresa construyó un re asentamiento en el barrio Cateme, donde las casas y servicios públicos no cumplen las condiciones básicas para el desarrollo de la población.

Existen lamentablemente muchas otras corporaciones que deberían estar presente en esta lista, algunas como Samsung, Tepco, Barklays, Microsoft, Intel, Sony…etc

Como el articulo sería enormemente extenso y triste, me comprometo a entregarles proximamente la lista de las 10 multinacionales más responsables y comprometidas ¿existiran?, ¿será cierto?, pronto lo sabremos.

Fuente: Ecocosas / Pulso Ciudadano

Chile hoy. Organizaciones exigen recuperar el agua con tres marchas que confluyen en Santiago

Giacomo Cardelli
Giacomo Cardelli

Para não alertar as populações brasileiras sobre o grave problema de abastecimento d’água, a imprensa comprada pelas engarrafadoras internacionais, vai esconder as marchas que estão sendo realizadas no Chile e outros países. Que no Brasil, o preço da água é mais caro do que a gasolina.

Não esquecer que o Brasil é o país mais rico em água, e o maior exportador mundial.

Água para exportar tem.

Água para o povo brasileiro tem não. Tem água de caminhão-pipa, transportada a preço de ouro, para enricar os industriais da seca, uma máfia intocável que fatura milhões e milhões.

Tem água de barreiros. De cacimbas. De poços clandestinos cavados pelo povo. Dos poucos açudes. Que água na torneira existe apenas nas grandes e médias cidades. E água que, para beber, tem que ser fervida.

Os governadores privatizaram ou estão para privatizar os serviços de abastecimento. E a prostituta Ana continua com suas concessões para as “fábricas de água” . Tudo na moita. Se a água dos maiores aquíferos do mundo,  encantada no nosso sub-solo, mas escondidas são as concessões para as chamadas indústrias nacionais com sede no exterior: Coca-Cola, Nestlê, Ambev  e outros piratas.

Eta Brasil dominado, colonizado e corrupto. Lá no Chile, pelo menos, o povo se movimenta.

Julio Carrión Cueva
Julio Carrión Cueva

El reconocimiento como derecho humano básico y que deje de ser una mercancía regulada por el mercado son las principales demandas de los movimientos sociales que participarán de la Marcha Carnaval por la Recuperación y Defensa del Agua, que congregará a tres columnas de manifestantes provenientes de todo el país. Todos los detalles aquí.
“En Chile hay agua, pero la muralla que la separa de nosotros se llama lucro y se construye con el Código de Aguas y la Constitución”, reza la declaración oficial de las 70 organizaciones convocantes de la Marcha Carnaval por la Defensa y Recuperación de este recurso hídrico.

La movilización se iniciará a las nueve de la mañana de este lunes, cuando las agrupaciones provenientes del norte, sur y zona centro del país comiencen a marchar desde distintos puntos de la capital rumbo a Plaza Los Héroes, donde se realizará un acto cultural.

Las organizaciones del centro del país iniciarán su recorrido a las 10 de la mañana desde el frontis de la Universidad de Santiago. En ella participarán vecinos de la comunidad de Bartolillo, en la provincia de Petorca, región de Valparaíso, que ha debido soportar al menos ocho meses sin el recurso.

Para Rodrigo Mundaca, vocero del Movimiento por la Defensa del Acceso al Agua, la Tierra y el Medioambiente (Modatima), esto es “impresentable”.

“Existen localidades interiores, como Bartolillo, donde hay gente que lleva más de ocho meses sin agua potable para bebida y servicios higiénicos. Algunos medios locales han reportado que hay sectores donde se hacen las necesidades en bolsas de plásticos. Llevamos muchos años señalando al país lo impropio de la usurpación de agua en la provincia de Petorca, pero también hemos planteado un debate acerca de la necesidad imperiosa de terminar con la privatización de los recursos hídricos”, declaró.

En tanto, Marcela Mella, vocera de la Coordinadora Ríos del Maipo, dijo esperar que esta protesta sea el inicio de un proceso de concientización de la población sobre lo “impropio de que Chile tenga sus aguas privatizadas y que un bien nacional de uso público esté convertido en un objeto de lucro”.

“Las personas deberían tomar conciencia de que el agua ya no es un recurso renovable como se consideraba antes. El cambio climático ha afectado seriamente los recursos hídricos y las intervenciones de la gran minería, ylas hidroeléctricas gigantes han ido disminuyendo la cantidad de agua disponible desde las cuencas a las ciudades. En Chile, el agua es un bien transable, afecto al lucro igual que la educación, la salud y las AFPs. Para nosotros, es el inicio de un proceso para crear conciencia”, explicó.

Un total de 70 organizaciones convocantes y poco menos de 60 adherentes, como la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile, Greenpeace y Chile Sustentable, serán parte de esta movilización de carácter nacional.

Tres recorridos están autorizados por la Intendencia de Santiago que, según pronostican los organizadores, serán nutridos por miles de manifestantes. “Es el inicio de una etapa que tiene como finalidad recuperar todos los recursos naturales que fueron usurpados y que son objeto de lucro” concluyeron los voceros.

Norte: Problemas ambientales y de salud

Los participantes del norte marcharon el domingo desde Batuco hasta Quilicura y el lunes comenzarán su paso en Vespucio con Panamericana, para avanzar por Fermín Vivaceta, Independencia, Estación Mapocho y Balmaceda Poniente hasta llegar a Plaza Los Héroes.

La “columna norte” está integrada por voceros y representantes de comunidades que han debido enfrentar no sólo el contexto de escasez hídrica que se arrastra hace ya varios años, sino que también la contaminación de los flujos de agua que poseen.

Así lo señaló Rodrigo Villablanca, vocero del Comité Ecológico y Cultural Esperanza de Vida de Alto del Carmen, región de Atacama. Esta es una de las localidades que se nutre del río del Valle del Huasco y que ha sido afectada por la contaminación originada en la precordillera, debido al proyecto Pascua Lama.

“Más del 50 por ciento de las comunidades de Alto del Carmen no cuentan con agua potable. Por uso y costumbre, bebemos el agua directamente del río, lo que nos ha traído una serie de inconvenientes. Lamentablemente, hace dos años tenemos que recurrir a los camiones aljibe de la municipalidad, es una situación indignante”, dijo Villablanca.

Lucio Cuenca, director del Observatorio Latinoamericano de Conflictos Ambientales (OLCA) alertó sobre los perjuicios para la salud que generan estas situaciones e indicó que “las actividades industriales o extractivas están sobrepasando los límites de recuperación natural que tienen los ecosistemas. Eso es lo que profundiza la sequía y genera problemas de abastecimiento”.

Además, señaló, “hay actividades, como la minería, que usan el agua de manera continua y la inutilizan en un 100 por ciento, porque la contaminan y no se recupera”.

Sur: “Ya no hay agua”

En el caso de la “columna sur”, la marcha comenzará en metro La Cisterna y enfilará por Gran Avenida hasta avenida Matta, lugar donde se dirigirá al poniente para salir, por calle Vergara, al punto de reunión.

Entre los asistentes estará Patricio Castro, vocero de la comunidad Antilhue, localidad que mantiene un conflicto con Forestal Mininco debido a sus plantaciones de árboles exóticos como pino y eucalipto, lo que ha provocado escasez hídrica en el sector de Malalhue, región de los Ríos.

El dirigente señaló que “estas cuencas abastecen alrededor de 2.500 familias, abarcando como seis o siete comunidades. Ya no hay agua y eso genera un gasto para la municipalidad, que se tiene que hacer cargo con camiones aljibe para llevar agua a sectores donde ya no llega el agua. Es un problema transversal que nos afecta a las comunidades mapuches, pero también a la economía local, comunal y regional”.

También participará Teresa Nahuelpán, vocera del Movimiento por la Defensa del Mar, comunidad que hace más de 13 años mantiene un conflicto con la empresa Arauco y su intención de construir un ducto, que permita evacuar los desechos tóxicos de la planta de Celulosa ubicada en Valdivia a través de la bahía de Mehuin.

La principal demanda que se enarbolará en esta movilización nacional es la refundación del Código de Aguas para abolir la propiedad privada del agua.

Esta “muralla institucional”, como se le denominó a la normativa, es la causante de que se sequen las cuencas y se perjudiquen los ciclos hídricos. “Está sembrando la muerte en nuestros territorios y debe ser derrumbada ahora”, señaló Rodrigo Villablanca, dirigente de Alto del Carmen, provincia del Huasco. Radio Bio Bio

KAP
KAP

Racionamento é lucro para as empresas concessionárias de água engarrafada

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Pego meu botijão da Indaiá e lá está gravado: água fabricada dia tal.

Não sabia que existia fábrica de água.

Fui pesquisar quanto tempo uma pessoa pode viver sem água.

 

Em um país como o Brasil, em pleno verão, com altas taxas de temperatura e umidade relativa do ar, não dá para resistir mais do que quatro dias. No frio, esse tempo pode chegar a sete dias – dependendo, claro, das condições físicas de cada um. Para se ter uma idéia, a perda média de água do ser humano é de cerca de 2 a 2,5 litros de água por dia, que saem na urina, fezes e suor – em dias quentes, chegamos a perder o dobro disso. Pois bem, quando você sente sede é porque já teve de 1% a 2% do seu peso perdido em água. “Quando essa taxa passa de 5%, a pessoa começa a ter sérios comprometimentos clínicos”, afirma o médico fisiologista Renato Lotufo.

No calor, quatro dias a seco significam uma perda de mais de 20% do peso corporal – risco de morte imediata. “Esportistas precisam ficar ainda mais atentos, pois a saída de líquidos é muito rápida. Há casos de morte por desidratação em triatletas que não se hidrataram por duas horas”, diz Lotufo. E, se você seguir os comerciais de cerveja e mandar uma gelada em pleno deserto, a situação pode ainda piorar: o álcool acelera a desidratação.

Quando falta água na torneira é uma festa para as concessionárias da Ana dos altos preços.

As principais engarrafadoras são a Coca-Cola, a Nestré e outras empresas brasileiras.

A fórmula de fabricação é secreta.

Para evitar a espionagem dos países do deserto, a fórmula é guardada a sete chaves.

Ana, coitada, apenas dá concessões para engarrafar água de diferentes fontes. Água esta que nunca chega, pela torneira, na casa de “seu” ninguém.

O governo tem que criar uma bolsa de ajuda para o pobre comprar água. Tem cidade que é mais cara do que a gasolina.

 

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água seca

água na cabeça lá vai Maria

OS CRIMES DA NESTLÉ EM SÃO LOURENÇO

por Laerte Braga

água tráfico
São Lourenço é uma bela e aprazível estância hidromineral
localizada no Estado de Minas Gerais. O parque das águas na
cidade é o principal fator de atração turística e é do
turismo que São Lourenço viveu grande parte de sua história.

Desde a privatização das águas e a chegada da multinacional
Nestlé, de origem Suíça, isso mudou.

Como toda grande empresa a Nestlé não tem a menor preocupação
com coisa alguma que não seja lucro e para obter esse lucro
faz e prática toda a sorte de fraudes trapaças, etc, contando
com a conivência de governos, setores do serviço público,
meios de comunicação (os chamados grandes) e hoje de uma
praga que se espalha pelo mundo, contaminando o que era para
ser ação contestatória de luta, restrita a poucas, falo de
ONGs.

É incrível o número de ONGs subvencionadas ou mesmo criadas
por grandes corporações, todas voltadas para o meio ambiente
e que se dispõem a trocar o silêncio diante dos crimes
ambientais por praças bem cuidadas.

No caso específico de São Lourenço, a Nestlé, detentora dos
direitos de exploração das águas minerais, supostamente
dentro de regras definidas em lei, contratos, etc, faz o que
bem entende e quando a coisa aperta lá estão Aécio Neves,
como estiveram outros, para garantir os “direitos criminosos”
da empresa, ou vozes do governo Lula para mandar um vereador
que denuncia os crimes “calar a boca”.

A Nestlé produz a água mineral Pure Life, obtida através de
um tipo de água, a ferruginosa. Desmineraliza a água,
alterando os poços, os lençóis, atingindo e contaminando todo
o aqüífero da região e a ela acrescenta seus minerais,
tornando-o comercializável e se lhe atribuindo poderes que
não tem.

A água ferruginosa era usada por médicos da cidade e de
outras estâncias como São Lourenço para o tratamento da
anemia em crianças de famílias pobres, com resultados
surpreendentes.

Não pode mais, está se transformando em água comum,
artificial, podre por obra e graça de Nestlé e da
cumplicidade dos governos federal e estadual.

A ação é objeto de luta de vários setores de São Lourenço.
Denúncias, protestos, provas incontestáveis do crime
ambiental, mas nada. Aécio Neves e Lula são cúmplices ou por
omissão, ao aceitarem as regras da multinacional, ou por ação
direta, no caso do governo de Minas. Ao perceber que faltava
uma determinada licença e que essa falta poderia trazer
problemas à multinacional, Aécio mandou que se concedesse.

É bem o seu feitio. Olha para um lado e atira para outro. Não
tem um pingo e compromisso com coisa alguma que não sejam
seus interesses, até porque, embora seja mineiro, veio morar
em Minas depois de eleito governador.

Representa interesses de grupos como a Nestlé.

Um dos brasileiros atuantes no movimento de defesa das águas
de São Lourenço, Franklin Frederick, após anos de tentativas
frustradas junto ao governo e imprensa para combater o
problema, conseguiu apoio, na Suiça, para interpelar a
empresa criminosa. A Igreja Reformista, a Igreja Católica,
Grupos Socialistas e a ONG verde ATTAC uniram esforços contra
a Nestlé, que já havia tentado a mesma prática na Suíça.

A desmineralização de águas é proibida pela Constituição do
Brasil e praticada luz do dia pela Nestlé. Outras
organizações criminosas como a Coca Cola já estão comprando
grandes áreas com reserva de água. Querem ampliar nos
negócios no propósito de tratar o Brasil como entreposto do
grande capital estrangeiro.

Contam com os governos.

No caso específico do Brasil, a Nestlé treina agentes do
programa FOME ZERO, gera recursos para o programa, apóia o
programa com publicidade farta e com isso compra o silêncio
do governo Lula.

No caso de Aécio é diferente. O governador é empregado desse
tipo de empresa, uma espécie de gerente desses grupos no
governo estadual e cumpre apenas o que se lhe é determinado.
Não é nada além disso. Um gerente da quadrilha.

Já São Lourenço, as águas, o povo de São Lourenço, os
mineiros e brasileiros de um modo geral, são embasbacados
pela Globo, pelo Sílvio Santos, que ressaltam as excelências
dos produtos Nestlé, tudo regado a muito dinheiro e em nome
da farsa democrática, da conversa fiada do investimento
estrangeiro, da ilusão do desenvolvimento sustentável.

O crime no Brasil é um grande negócio e as grandes
quadrilhas, as verdadeiras quadrilhas (Beira-mar é pinto
perto da Nestlé, da Coca Cola) já descobriram isso e
descobriram mais: podem contar com os governos, é só regar um
pouquinho que floresce o caminho.

 

La hoja de coca triunfó en el mundo

 

 

 

El consumo de la hoja de coca considerada -en su estado natural- alimento, medicamento y ritual fue despenalizada por la Organización de Naciones Unidas (ONU) lo que provocó masivas movilizaciones y actos festivos en diferentes regiones del Estado Plurinacional de Bolivia.El masticado de la hoja de coca conocido como “chajcheo” en el Perú, “mambeo” en Colombia, “coqueo” en el Norte de la Argentina o “pijcheo” en Bolivia ya no está prohibido en la comunidad internacional. Antes y contradictoriamente se permitía el uso de la coca en la multinacional Coca Cola, pero estaba prohibido su consumo porque estaba considerado como ilícito.

Hace pocas horas, de los 184 países que conforman la Convención de Viena, sólo 15 objetaron la readmisión de Bolivia, entre esos países figuran Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Rusia, Suecia, México, Reino Unido, Irlanda, Japón, Alemania, Finlandia, Portugal, Israel, Holanda, Francia e Italia.

En 1961 fue penalizada la hoja –considerada como sagrada desde tiempos ancestrales pero veneno para los países desarrollados- y ningún gobierno boliviano hizo gestiones, como el actual, para que no se la confunda intencionalmente como estupefaciente.

Al contrario y por la dependencia hacia políticas norteamericanas, diferentes gobiernos siempre trataron de implementar políticas de erradicación de cultivos de coca para reemplazarlos por productos del desarrollo alternativo. Todas las políticas neoliberales fracasaron porque consideraban a la hoja sagrada como droga, al productor de coca como narcotraficante y al consumidor como narcodependiente.

Violando los derechos humanos y pisoteando la soberanía nacional, se trataron de imponer desde esferas gubernamentales diferentes planes, como el Plan Trienal, Plan Quinquenal y otros con el único objetivo de acabar con las plantaciones de coca en determinado tiempo. Nunca pudieron: la resistencia y defensa del cultivo natural derivó en centenares de muertos, heridos y huérfanos pero también germinó la conformación de un poderoso instrumento político que hoy está en el poder.