Quando a família Kristiansen começou seu reinado em Natal Paraíso do Crime

Transcrevo reportagem da imprensa norueguesa, escrita por jornalistas internacionalmente famosos, onde aparece a sogra de Thomas Kristiansen, Christine Epaud.

Reportagem sobre lavagem de dinheiro, e confirmacão de que Thomas Kristiansen (quando tinha 37 anos) já era um velho conhecido da polícia, sendo ex-presidiário, e condenado várias vezes por crime financeiro.

É este sujeito que me ameaça, ele e a sogra. Com censura judicial e morte.

Fica explicado porque Christine Epaud possui dezenas de empresas em Natal, e sediadas em um pequeno hotel zero estrela, o Chalezinho Francês, na Praia do Meio. Hotel comprado com dinheiro de origem e destino desconhecidos. Uma escandalosa transa-ção que envergonha o judiciário. Porque, na época, Christine Epaud trabalhava no gabinete de um presidente do Tribunal de Justiça, envolvido no escândalo dos precatórios, investigado pela Operacão Judas.

Antes da compra deste hotel, Christine era uma simples funcionária pública, sem eira nem beira, (pasmem!) residindo em Paris, e manteúda de Gilles Epaud, e recebendo, sem trabalhar (óbvio) seu salário de barnabé.

É uma tradução do Google:

O dono de boate e ex-piloto de falências Thomas Kristiansen (37) afirma que ele conduz seus negócios no Brasil. Aqui ele é fotografado com sua esposa brasileira.
O dono de boate e ex-piloto de falências Thomas Kristiansen (37) afirma que ele conduz seus negócios no Brasil. Aqui ele é fotografado com sua esposa brasileira.

Procura-de-lei

 DAVID STENERUD
HANS KRISTIAN THORBJØRNSEN

Thomas Kristiansen fica chocado que sua sogra seja investigada por pesquisadores no Brasil.

– Nós conferimos algumas informações sobre Thomas Kristiansen e XX (mãe-de-journ.anm), mas não posso especificar mais de perto agora, pois cabe aos investigadores, disse Rómulo Berredo na Policia Federal, a NA24.
NA24 – o jornal de negócios

Kristiansen, que agora está de volta, na Noruega, está chocado com a declaração de Berrêdos, e que, de repente, ele parece estar no centro das atenções da polícia.

– Não escapou
– Eu não tive problemas quando eu estava saindo do Brasil, disse Kristiansen, que é outra forma de manter silêncio sobre o caso.

Kristiansen nega que o retorno para a Noruega significa que ele escapou de Natal.

– Eu nunca senti que não tinha nada a temer nesta matéria, insiste Kristiansen.

No início media player
Skien-homem, Kristiansen Thomas tornou-se parte do caso de lavagem de dinheiro chamado no Brasil, mas até agora não mais de um dos players de mídia.

Kristiansen permaneceu em Natal, quando a polícia brasileira, em uma ação coordenada com a polícia da Noruega em Oslo, tomou medidas contra a depredação do meio ambiente, por uma propriedade norueguesa-brasileira.

– Eu posso tranquilizar a todos que eu não conhecia a todos os envolvidos nesta matéria, disse que o ex-dono de boate.

Imagem tomou de um amigo de B-gang
Sobre o mesmo tempo verificou-se que era Thomas Kristiansen, que havia tirado a foto de seu ex-amigo Bjorn Løvstad junto com dois membros dos Irmãos Metralha em Natal. A foto foi impressa em Negócios de hoje é já.

Den helerisiktede eiendomsinvestoren Bjørn Løvstad har kjent Thomas Kristiansen i mange år. Nå er de ikke lenger venner.Acusado investidor imobiliário, Løvstad Bjorn conheceu Thomas Kristiansen por muitos anos. Agora eles não são mais amigos. Foto: David Stenerud

Transcrevo o trecho a seguir no original, onde aparece a “mãe”  (sogra) brasileira de Kristiansen, Christine Epaud. Trata-se de branqueamento de dinheiro:

Dagen etter gikk Løvstad ut og utpekte Thomas Kristiansens brasilianske svigermor som politiets hovedkilde i hvitvaskingssaken, no esvigermoren benekter på det sterkeste.

– Em férias
Thomas Kristiansen foi à falência em dezembro do ano passado, e é condenado várias vezes de criminalidade económica.

Kristiansen disse que quando ele terminou a sua última frase, na Noruega, só viajou para o Brasil, embora admita ter ajudado alguns noruegueses que queria no no mercado imobiliário no país.

Thomas Kristiansen ainda está listado como o contato no site, e gerente geral no registo da empresa, para imóveis SolBrasil, que no início deste ano tornou-se objecto de forte foco de TV 2 Ajuda a você .

Confira. Clique aqui

 Como é possível três probetões (Christine, a filha Chalottta da Silva e o genro Thomas), da noite para o dia, usar mágicas varas, e transformar abóboras  em dezenas de empresas, imóveis, carros importados e residências de luxo em Natal e Paris? E usar como empregados, que o Ministério do Trabalho investigue, encantados papa-jerimuns.

Christine Epaud funcionária do Tribunal de Justiça de Natal e proprietária de várias empresas

Retrato natalense de Christine Epaud
Retrato natalense de Christine Epaud

Funcionária pública (com certeza) do Tribunal de Justiça (diz ela) do Estado do Rio Grande do Norte, com residência fixa na França, e várias empresas no Brasil, praticamente todas em um mesmo endereço, Christine Epaud leva uma vida bastante movimentada para quem (falta confirmar) recebe pensão por invalidez permanente dos governos brasileiro (INPS) e francês (CRAMIF). No INPS, com o nome de Christine Jeytoo ou Christine José da Silva. Também usa codinomes. Na internet, o sugestivo Prety.

Em verdade  sofreu um transplante de rim em Paris, com o plano de saúde do marido. Isto é, tudo custeado pelo governo francês. Apesar de ter comovido Natal com uma  campanha para arrecadar dinheiro. Fez, inclusive, um dramático apelo pela televisão. A Cabugi. Trabalhava lá, segurando o pau. Naqueles tempos, nas filmagens, acompanhava o cinegrafista um iluminador. E Christine fazia sucesso, porque era um trabalho braçal. Coisa de homem segurar um pau de luz. O pedido de Christine era mais do que justo. Era muito pobre. Não tinha dinheiro para bancar uma cirurgia.

Até o governo de Cortez Pereira, Natal não possuía televisão. Foi quando secretário das Comunicações fiz chegar o sinal da TV Canal 6 do Recife, via torres de transmissão. A TV Tupi pegou fogo no Recife. E apareceu a Globo. Participando das entrevistas como iluminadora, Christine fez amizades, facilitando que, sem concurso, fosse contratada pelo Tribunal de Contas.

Bonita. Tanto que conseguiu o terceiro casamento com Gilles Epaud, um francês, e assim foi morar em Paris, urdindo (outra magia) uma licença da Secretaria de Administração do Governo do Estado, paga para estudar francês.

Onze anos depois pede o reenquadramento no quadro de funcionários do Tribunal de Contas. Misterioso o salto do Tribunal para a Secretaria de Administração do Governo do Estado. Mas fantástico ela anunciar, pela internet, que trabalha no Tribunal de Justiça, lotada nas presidências dos desembargadores Oswaldo Cruz e Rafael Godeiro. E foi assim, quando rolavam os precatórios, que conseguiu, num processo corporativo que envergonha o judiciário, ganhar, sem resgatar de todo, o hotel que botou o nome de Chalezinho Francês, para homenagear o marido Gilles.

Mas nem o casamento, nem o emprego público, nada justifica o enriquecimento rápido de Christine, ou muito menos explica ela possuir uma suruba de negócios com nomes empresariais diferentes, e para realizar as mesmas empreitadas.

É proprietária das seguintes empresas (falei doutras num artigo intitulado suingue, porque as empresas têm um mesmo endereço: o quartinho de um hotel zero estrela, e denunciadora e escandalosa sociedade com ex-presidiários, inclusive o genro):

1. Atlantica Estate Investimentos Imobiliários Ltda
2. Nova Dimas Construção 2005 Ltda
3. Sol Brasils Com. & Construção Ltda
4. E Faros Processamento de Computação Ltda
5. C. Epaud
6. Loan Investimentos Imobiliários Ltda
7. Restaurante Marbella Ltda
8. Brazil Real Estate e Construção Ltda
9. RGN Brasil Incorporações Imobiliárias Ltda

Existem mais, listei apenas as que tenho o número do CNPJ.

Na C Epaud não aparece o costumeiro Ltda. Nem o S.A. Simples e estranhamente C Epaud. Com o CNPJ n.11.216.778/0001-89. Não é nome fantasia. Todos os nomes citados são empresariais.

Impiedosa e vingativa, Christine, dona de uma empresa de processamento de computação, não vai encontrar nenhum documento para varredura no meu computador. Seria besteira minha…

Natal precisa limpar a mancha do nome Capital do Crime Internacional.

Falo do caso Christine Epaud porque sei do que é capaz, e conheço pessoas que ela enganou. Chantageou. Coagiu. Basta exemplificar com os processos que correm na justiça. Não perde uma.

Gilles tem recusados todos os documentos que apresenta. E contra Gilles, Christine armou uma ordem de prisão internacional. O Gilles não pode entrar na casa dele em Paris. E foi o plano de saúde de Gilles que salvou Christine de uma morte certa. E com o nome de Gilles, Christine cria mais uma empresa: C Epaud. Não sei se uma sociedade anônima ou limitada. Nem que diabo ela faz com essa empresa. Boa coisa não é.

Ofertas de “negócios” e transações financeiras de Christine Epaud. Promete resolver todo tipo de “problema judicial” no Brasil

Retrato internacional de Christine Epaud

christine epaud

Director Loan invest ltda, student of Law employee Tribunal of justice

Natal Area, Brazil 
Construction
Atual
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Formação acadêmica
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Perfil público
http://br.linkedin.com/pub/christine-epaud/40/313/38

Experiência

Owner

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April 2005 – Present (7 years 4 months)

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April 2005 – Present (7 years 4 months) Natal/Brasil I speak 7 language also.

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April 2005 – Present (7 years 4 months) Natal/Brasil

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Tribunal de Justice in Brasil

Saue Municipal Goverment

Government Agency; 11-50 employees; Government Administration industry

March 1982 – Present (30 years 5 months)

Formação acadêmica

Facex university natal

Master of Science (MS), Turisme

1991 – 1995

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Tradução Google

christine epaud
Diretor de Crédito Invest Ltda, estudante de Direito empregado Tribunal de Justiça
Natal e redondezas, Brasil Construção
Atual
Proprietário Solbrasils Com. Ltda
Diretor de Empréstimo investimentos ltda. E Solbrasils ltda e Empréstimo Investimentos Ltda
Diretor de Crédito Ltda juba investimentos Solbrasils Ltda e Solbrasils ltda

Formação Acadêmica
Facex Universidade Natal

Site da Empresa
Perfil Público
http://br.linkedin.com/pub/christine-epaud/40/313/38

Experiência

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Sol Brasils Com. & Construção Ltda
Abril de 2005 – Presente (7 anos 4 meses)

Diretor de Empréstimo Investimentos Ltda. E Sol Brasils Ltda
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Abril de 2005 – Presente (7 anos 4 meses) Natal / Brasil Falo 7 línguas também.

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Diretor de Empréstimo Investmento Juba Ltda Sol Brasils Ltda

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Abril de 2005 – Presente (7 anos 4 meses) Natal / Brasil

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Tribunal de Justiça no Brasil
Saue Goverment Municipal
Agência do Governo; 11-50 funcionários; Setor de Governo
Março de 1982 – Presente (30 anos 5 meses)

Estas informações estão na internet no Linked in. Confira. Clique aqui.

Estranho que uma funcionária do Tribunal de Justiça apareça na internet oferecendo, para diferentes países, tantas oportunidades de acordos de negócios, investimentos, empréstimos, solicitações de informações, lóbi etc.

Que o Conselho Nacional de Justiça, a Polícia Federal, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte investiguem as empresas citadas. Que transas foram realizadas com este anúncio publicitário. Idem as autoridades econômicas e financeiras.

Estranho que uma funcionária do judiciário seja proprietária de várias empresas. Já denunciei que Christine Epaud tem um suingue de empresas em um hotel de zero estrela. Mais empresas que os quartinhos do hotel Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal. Mais empresas do que funcionários.

Como funcionária da justiça vende os serviços “advocatícios” de resolver “todo tipo de problema judicial no Brasil”. Isso tem nome. Não sei como a presidência do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e a ministra Eliana Calmon chamam tal oferta.

Fico confuso: que a mesma Christine Epaud, africana de nacionalidade brasileira, ora se diz funcionária da Secretaria de Administração do Governo do Estado do Rio Grande, ora pede reenquadramento no quadro de pessoal do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte. Não sei se conseguiu este mágico feito, depois de mais de uma década de ausência, residindo em Paris. Também extraordinário, e escandaloso, e imoral, que seja funcionária do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte. Uma funcionária pública e proprietária e diretora de uma dezena de empresas.

Caso Christine Epaud. Que fazia uma falsária no gabinete dos desembargadores Osvaldo e Godeiro, quando presidentes do TJRN?

Morando em Paris, desde quando se tornou amante do francês Gilles Epaud, Christine Epaud (explicarei como esta relação se tornou um casamento nulo) continuou recebendo o ordenado de funcionária pública do Estado do Rio Grande do Norte.

Quando presidentes do Tribunal de Justiça, para que serviços de Christine precisavam os desembargadores Godeiro e Osvaldo?

Carla Ubarana confessa que todo dinheiro dos precatórios era dividido em três partes. E que ela ficava com a parte menor. Certamente que sim. Todo precatório tem que ser assinado por um desembargador. O desembargador presidente do tribunal.  “Justo” que Oswaldo e Godeiro levassem vantagem em tudo.

No reino animal, a leoa entrega a caça ao leão. E todo tribunal no Brasil é mais hierarquizado que um quartel.

Carla era apenas uma funcionária subalterna. Recebia ordens. Caso não obedecesse seria demitida do cargo de chefia.

Foi o que aconteceu na atual presidência.

Além do mais, Carla tinha, e tem, medo de Godeiro. Insinuou que ele já mandou matar gente de cara e dente.

De Godeiro o temor de todos do TJRN. Tanto que os altos escalões do tribunal estão sob proteção da polícia.

O Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte que fez um levantamento do dinheiro desviado, um levantamento por baixo, deu para Christine Epaud uma botija, e na mesa da governadora do Rio Grande do Norte encontra-se, para ser assinada, um rica aposentadoria.

Outra magia. Christine sempre foi aposentada, considerada inválida por duas previdências: a do Brasil e da França, e recebe… Que ela roube o governo da França tudo bem.

Como funcionária da ativa do RN, morando em Paris, continuará com seu turismo, agora legalizado como aposentada.

O povo do Rio Grande do Norte paga todas as farras. Pagou o turismo de Christine. E vai continuar pagando, para todo sempre…

Eu pergunto ao presidente do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte e para a governadora do Rio Grande do Norte, por qual burra do Estado se aposenta Christine?

Entrou com nome falso no Tribunal de Contas, sem saber escrever português, sem nenhum curso universitário, sem prestar concurso público, e morando na França, recebia todo mês seu salário.

Recebia como funcionária da Secretaria de Administração. Era dinheiro pouco. Tanto que vivia em Paris como manteúda de Gilles Epaud.

Viveu sempre em Paris. Mais de onze anos. E voltou ao Brasil para criar uma suruba de empresas, todas em um só endereço: um quarto de hotel de uma estrela, precisamente no Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal (o francês para homenagear Gilles), que comprou sem pagar, um negócio escandaloso que comprova quanto corrupta é a justiça. Uma negociata demoníaca, santificada com despachos de pai de santo. Já contei essa transa. Vou relembrar com mais detalhes de  filme pornô. Que explicam a influência de Christine no TJRN, onde leva todas.

Quais serviços de Christine precisavam Godeiro e Osvaldo? De Christine de vários passaportes, e nacionalidades, sempre viajando, sempre viajando, e viajando pelos paraísos…

Quantos erros, além dos gramaticais,  nesta procuração que datilografaram para Christine assinar. Jamais estudou na Sorbonne qualquer curso que justificasse sua luxuosa vida em Paris.

Christine não escreve em língua nenhuma. Talvez em suaíli. Talvez.

“Universidade de La Sorbonne”?  Se queria impressionar os tolos potiguares, tascasse o francês: Université Sorbonne.

Sem o termo português universidade, poderia ter escrito La Sorbonne.

La Sorbonne generaliza um estabelecimento de ensino superior dividido em quatro universidades (Université de Paris I – Panthéon-Sorbonne; Paris III – Nouvelle-Sorbonne; Paris IV – Paris-Sorbonne; e Paris V – René Descartes).

Fica para a governadora do Rio Grande do Norte descobrir qual universidade e que curso. Vai ser difícil achar. Danação da amiga Christine: Rosalba Ciarlini perdida em La Sorbonne…

(Continua)

As relações perigosas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte

Há muito pantim na manchete para informar quase nada.

Os escândalos dentro do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) não se resumem apenas ao setor de precatórios. O escândalo da vez diz respeito à venda de decisões judiciais. O juiz da 4ª Vara Criminal de Natal, Raimundo Carlyle acatou denúncia formalizada pelo Ministério Público Estadual contra a funcionária do TJRN Ana Lígia Cunha de Castro, assessora do desembargador Rafael Godeiro a época das investigações, pelo crime de corrupção passiva. A denunciada é acusada de receber R$ 10 mil para influenciar na decisão judicial favorável aos interesses da advogada Sônia Abrantes de Sousa.

Segundo a denúncia do MP, Rafael Godeiro não teria conhecimento dessa negociação.

(Esta notícia valoriza Rafael Godeiro)

Sônia Abrantes ofereceu e pagou R$ 10 mil a Ana Lígia de Castro.

(Dez mil reais. Num dá um precatório. Um precatório tem que ser superior a dez salários mínimos)

Ana Lígia de Castro, servidora cedida pelo Tribunal Regional do Trabalho  ao TJ e filha do advogado e juiz aposentado Lavoisier Nunes de Castro.

(A notícia insinua a negociação de outras sentenças.

E mais: que há nepotismo no TJ-RN.

E que sobram funcionários no TRT. E que estão lotados nos gabinetes presidenciais. Caso de Christine Epaud, aposentada por invalidez no INSS do Brasil, idem no INSS da França, o CRAMIF. E lá, por ser esposa de um francês, Gilles Epaud, com quem continua casada, conseguiu fazer, no século passado, um transplante de rim, que não lhe impediu de continuar funcionária da Secretaria de Administração do Rio Grande do Morte, morando no exterior.

E pra completar: recebeu ou está para receber um gordo precatório do TRT. E, inválida, vive viajando. Possui três cidadanias, isto é três passaportes, e ainda encontra forças para tocar os variados negócios de suas empresas que são perto de vinte, e os alheios como procuradora de estrangeiros, acumulando com o cargo de “bispa” de uma igreja na África, cujo site foi retirado da internet. Só no Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal, são quatro. Isso chamei de suingue de empresas.

No TJ-RN não perde nenhuma causa. Talvez por morar na França… na  Rue Lecourb, 253 – sétimo andar, apto 768 – 15 setor – Paris – 75015. Endereço conhecido de muitos colegas de trabalho e/ou turismo. Turismo dela pelo Rio Grande do Norte. Turismo deles quando vão a Paris)

Certidão da Publicação no DJe

Relação : 241/2008 Data de Publicação: 10/10/2008 Data Circulação: : 09/10/2008 Número do Diário: Dje Ano I – Edição 228 Página: Data de Vencimento:

08/10/2008

Aguardando Relação/Publicação no DJe

Relação: 0241/2008

07/10/2008

Decisão Interlocutória

Vistos, etc. CHRISTINE EPAUD, qualificada, assistida por advogado, ajuizou a presente ação ordinária contra o ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, pretendendo, em provimento liminar, o reenquadramento no quadro de pessoal do Tribunal de Contas do Estado, do qual foi relotada para a Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos pela Resolução nº 03/93-TC, publicada no Diário Oficial de 11.01.1993. Aduz que sua relotação foi resultado de uma decisão administrativa caracterizada por falta de contraditório e de ampla defesa. Juntou documentos de fls. 11/64. Relatado, decido. A tutela antecipatória dos efeitos da sentença de mérito é revestida da capacidade de proporcionar ao autor a satisfação antecipada, total ou parcial, da própria pretensão. Para a concessão de tão importante instrumento na busca pela eficácia da prestação juri sdicional, alguns requisitos devem ser inequivocamente demonstrados, consoante preconiza o art. 273 e incisos do CPC, in verbis: Art. 273. O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e: I-haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação; ou II-fique caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. No caso em tela, porém, a urgência na medida requerida não se justifica, levando-se em consideração o longo lapso temporal entre o ato de relotação da autora (11.01.1993) e o ajuizamento da presente ação. Note-se que há mais de 15 (quinze) anos a requerente passou por essa mudança funcional sem ter acorrido antes ao Judiciário. Como para a concessão de tutela antecipada, é necessária a verificação simultânea dos pressupostos da verossimi lhança da alegação e do fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação, a ausência de um deles, a urgência, implica a desnecessidade da apreciação do outro pressuposto, e sobretudo impede a concessão do pleito. Nada obsta, entretanto, que a tutela seja concedida por ocasião da prolação da sentença. CONCLUSÃO Diante do exposto, indefiro o pedido liminar requerido pela autora, determinando a citação do ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, por intermédio da Procuradoria Geral, para que possa responder à ação no prazo legal. Se a resposta contiver preliminar ou documento novo, intime-se A demandante para se manifestar em 10 (dez) dias. Em seguida abra-se vista ao Representante do Ministério Público. Defiro o pedido de justiça gratuita. Publique-se. Intimem-se.

(Defiro o “pedido de justiça gratuita”. Esta de justiça gratuita é bem interessante. Para conseguir depende de um atestado de pobreza. Isso porque Christine Epaud nunca pagou imposto de renda. Só na compra do Chalezinho Francês (ela tem outro hotel) apresentou duvidosos recibos para o desembargador Anderson Silvino num valor que passa da conta, e ninguém sabe dizer bem quanto, pra lá de meio milhão. É uma pobre inválida, dependente da justiça gratuita.  Sobre a notícia do Diário de Natal leia mais) Escrevi os textos entre parênteses.


Máfia do frio de Natal, “paraíso do crime internacional”, faz ameaças de morte

O dinheiro da Noruega no Brasil tem favorecido a corrupção nos dois países. Veja que hoje, praticamente todos os criminosos, presos pela Polícia Federal, vem sendo abolvidos pela justiça PPV do Rio Grande do Norte.

No passado, voava em Natal, dinheiro via Iraque, Paquistão (dos emigrantes na Noruega) e Tanzânia. Restou Tanzânia, que tem bilionário programa de ajuda do governo da Noruega.

Brian Cooksey, sociólogo e chefe da área de meio ambiente TADREG (ajuda) na Tanzânia, foi quem primeiro descobriu a Máfia – enganado em um relatório a partir de 2006.

– A assistência pode realmente ser destrutiva, mesmo que as intenções sejam as melhores. Porque você não tem controle, disse Cooksey.

– A dura realidade, na Tanzânia, é que tudo está minado pela corrupção, ineficiência e dissipação, acrescentou.

Em 2007 começaram as investigações.

Christine Epaud parece que foi beneficiada pela delação premiada, sendo  a intermediária para a abertura de empresas – são mais de vinte, com sócios ex-presidiários.

Para facilitar, doações internacionais, criou uma suposta igreja na Tânzania, cujo portal saiu do ar. A conta bancária dela o desembargador Aderson Silvino, misteriosamente, desistiu de conhecer, apesar do despacho que assinou para que  provasse a origem do dinheiro que diz ter pago na escandalosa compra do Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal, sede de quatro empresas em quartinhos de um hotel peba, zero estrela. É muita bandalheira apadrinhada pelas competentes autoridades federais, estaduais e municipais. Da quadrilha de Epaud, que o desembargador disse incapaz de uma coação, vem partindo ameaças de morte.

Fica o aviso de mortes anunciadas.

Despacho do desembargador Aderson Silvino nem ele mesmo respeita

Atendendo pedido da vítima, isto é, do apelante Hotel Beira Mar, na Praia do Meio, em Natal, deixei este caso em suspenso. Considera o proprietário do hotel, um ancião, que minhas denúncias contra a bandidagem internacional, que tomou a cidade de Natal de assalto, poderia favorecer a apelada Christine Epaud, no caso da compra do Hotel hoje chamado Chalezinho Francês. Isto  é, que ele estaria pressionando, via meus escritos. Não vejo assim, gosto de reportar uma boa causa.

Natal é chamada de “Paraíso do Crime”, pela imprensa da Noruega. E é. Isto começou com os casamentos de criminosos noruegueses com potiguares. Quem traz homem de fora, pode fazer o mesmo com mulheres, a começar pelas filhas, uma, inclusive, casada com um ex-presidiário, sócio da sogra em uma de suas empresas. Só no hotel Chalezinho Francês funcionam quatro, sendo outro ex-presidiário norueguês um dos sócios. Dessas empresas tenho os documentoss de inscrição na Receita Federal. Dizem que são umas vinte. Christine Epaud não paga um tostão de imposto. São empresas para “negócios” imobiliários, informática, hotelaria e vida noturna.

Estou escrevendo porque não tenho medo de bandido. E como resposta a novas ameaças. Lugar de bandido estrangeiro é na cadeia. Seja no Brasil, seja na Noruega. Essa de “máfia do frio” não cola comigo.

Isso acontece porque um despacho do desembargador Aderson Silvino foi desrespeitado, jogado no lixo, desapreciado, desconsiderado, melado e rasgado na cara da deusa da Justiça por Christine Epaud. Não existe desmoralização maior. Uma ofensa humilhante e afrontosa.

Trata da compra com recibos pré-datados, alguns assinados num presídio, sendo o primeiro deles considerado falso pela própria Justiça, e recibo este que comprova como foram assinados os outros sucessivos recibos que, na soma total, passsam do valor da compra do imóvel.

Eis o despacho do desembargador Aderson Silvino:

“Apelação Cível nº 2009.009767-7 – Natal

Apelante: Hotel Beira Mar Ltda

Advogado: Renato de Souza Marinho

Apelada: Christine Epaud

Advogado: Renato de Lima e Souza

Relator: Desembargador Aderson Silvino

DESPACHO

Vistos etc.

Compulsando os autos, verifico, tanto nas razões recursais com nas contra-razões de recurso encartadas nos autos, que a dúvida central cinge-se ao efetivo pagamento dos imóveis transacionados entre as partes.

Noutro pórtico, observo

que a lide envolve bens de vultuosa soma, motivo pelo qual entendo que deve o Poder Judiciário se resguardar, com a maior solidez de prova possível, de total segurança para o proferimento de qualquer decisão sobre a lide ora exposta.

Deste modo, para se

espancar qualquer dúvida sobre a narrativa contida nos autos, determino à apelada CHRISTINE EPAUD que traga os autos os comprovantes bancários de transferência/depósito ou saque, dos valores que ela alega ter pago, bem como os comprovantes de pagamento dos impostos e dívidas que aduziu ter assumido, com a devida autenticação bancária, no prazo de dez (10) dias.

P.I.

Natal/RN, 12 de fevereiro de 2010.

Desembargador Aderson Silvino

Relator”

Escrevi:

DEZ DIAS OU DEZ ANOS?

Christine Epaud não apresentou documento nenhum nos “dez (1o) dias” determinados. Nem apresentará jamais. Óbvio, não tem como.

1. Não apresentou “os comprovantes bancários de transferência/depósito ou saque, dos valores que ela alega ter pago”

2. Nem os “comprovantes … de pagamento dos impostos” 

3. Nem os “comprovantes … de  dívidas que aduziu ter assumido”

JUSTIÇA DESRESPEITADA

Este desacato de Christine Epaud, considerada a Eva de Natal “Paraíso do Crime” internacional, desmoraliza, avacalha, coloca em suspeita o Poder Judiciário do Estado do Rio Grande do Norte.

Um desacato que deu ganho de causa à Christine Epaud.

Um desacato exemplar.

Premiado. Super premiado.

E O DINHEIRO?

Repito: foi uma negociação selada, firmada, dentro de uma cadeia pública. Foram precisos quantos caminhões para transportar esta grana?

Despachou o desembargador Aderson Silvino:  “envolve bens de vultuosa soma”. 

Fica a pergunta (nem o desembargador Aderson Silvino sabe): qual a origem e o destino desta “vultuosa soma“?

Acrescento: também não sabe o verdadeiro nome de Christine Epaud.

Que ela já usou os seguintes nomes Christine  Epaude,  Christine Jeytoo, Cristine  Prety, além de outros, mas tenho um, que manterei em segredo, porque suponho, e pretendo provar, que em Natal, ela teve duas carteiras de identidade. Idem dois CPF.

Tem mais: um dos sócios dela foi preso por envolvimento no maior assalto a banco da história da Noruega. Dinheiro que jamais foi recuperado.

Informa a imprensa norueguesa:

Natal recebe 100 mil estrangeiros de férias, por ano. Cerca de dois mil noruegueses compraram  propriedades em Natal. Após a companhias charter norueguesa começar voos diretos, os negócios imobiliários dispararam. Um terreno ou imóvel nas praias do Rio Grande do Norte corresponde apenas um terço do valor cobrado na Noruega. Possivelmente dois mil compradores e não dois mil imóveis. Entenderam? Mas isso “não é do interesse da justiça” dirá o procurador que atuou no despacho que validou os maquilados e maculados recibos de compra.

Tem muita grana na jogada. E gente grossa envolvida.

Sei que o desembargador Aderson Silvino foi aconselhado pela esposa de um juiz, e por mais dois assessores para citar este primeiro despacho num outro, que é mais uma defesa da ausência do procurador, na perdição de explicar o que é e não é do interesse público ou o malgrado da separação entre direito público e privado. E que uma quadrilha internacional não é capaz de coação. Quando os negócios da “máfia do frio”  causaram assassinatos, ameaças de morte, investigações da Polícia Federal, prisões e deportações.