Christine Epaud funcionária do Tribunal de Justiça de Natal e proprietária de várias empresas

Retrato natalense de Christine Epaud
Retrato natalense de Christine Epaud

Funcionária pública (com certeza) do Tribunal de Justiça (diz ela) do Estado do Rio Grande do Norte, com residência fixa na França, e várias empresas no Brasil, praticamente todas em um mesmo endereço, Christine Epaud leva uma vida bastante movimentada para quem (falta confirmar) recebe pensão por invalidez permanente dos governos brasileiro (INPS) e francês (CRAMIF). No INPS, com o nome de Christine Jeytoo ou Christine José da Silva. Também usa codinomes. Na internet, o sugestivo Prety.

Em verdade  sofreu um transplante de rim em Paris, com o plano de saúde do marido. Isto é, tudo custeado pelo governo francês. Apesar de ter comovido Natal com uma  campanha para arrecadar dinheiro. Fez, inclusive, um dramático apelo pela televisão. A Cabugi. Trabalhava lá, segurando o pau. Naqueles tempos, nas filmagens, acompanhava o cinegrafista um iluminador. E Christine fazia sucesso, porque era um trabalho braçal. Coisa de homem segurar um pau de luz. O pedido de Christine era mais do que justo. Era muito pobre. Não tinha dinheiro para bancar uma cirurgia.

Até o governo de Cortez Pereira, Natal não possuía televisão. Foi quando secretário das Comunicações fiz chegar o sinal da TV Canal 6 do Recife, via torres de transmissão. A TV Tupi pegou fogo no Recife. E apareceu a Globo. Participando das entrevistas como iluminadora, Christine fez amizades, facilitando que, sem concurso, fosse contratada pelo Tribunal de Contas.

Bonita. Tanto que conseguiu o terceiro casamento com Gilles Epaud, um francês, e assim foi morar em Paris, urdindo (outra magia) uma licença da Secretaria de Administração do Governo do Estado, paga para estudar francês.

Onze anos depois pede o reenquadramento no quadro de funcionários do Tribunal de Contas. Misterioso o salto do Tribunal para a Secretaria de Administração do Governo do Estado. Mas fantástico ela anunciar, pela internet, que trabalha no Tribunal de Justiça, lotada nas presidências dos desembargadores Oswaldo Cruz e Rafael Godeiro. E foi assim, quando rolavam os precatórios, que conseguiu, num processo corporativo que envergonha o judiciário, ganhar, sem resgatar de todo, o hotel que botou o nome de Chalezinho Francês, para homenagear o marido Gilles.

Mas nem o casamento, nem o emprego público, nada justifica o enriquecimento rápido de Christine, ou muito menos explica ela possuir uma suruba de negócios com nomes empresariais diferentes, e para realizar as mesmas empreitadas.

É proprietária das seguintes empresas (falei doutras num artigo intitulado suingue, porque as empresas têm um mesmo endereço: o quartinho de um hotel zero estrela, e denunciadora e escandalosa sociedade com ex-presidiários, inclusive o genro):

1. Atlantica Estate Investimentos Imobiliários Ltda
2. Nova Dimas Construção 2005 Ltda
3. Sol Brasils Com. & Construção Ltda
4. E Faros Processamento de Computação Ltda
5. C. Epaud
6. Loan Investimentos Imobiliários Ltda
7. Restaurante Marbella Ltda
8. Brazil Real Estate e Construção Ltda
9. RGN Brasil Incorporações Imobiliárias Ltda

Existem mais, listei apenas as que tenho o número do CNPJ.

Na C Epaud não aparece o costumeiro Ltda. Nem o S.A. Simples e estranhamente C Epaud. Com o CNPJ n.11.216.778/0001-89. Não é nome fantasia. Todos os nomes citados são empresariais.

Impiedosa e vingativa, Christine, dona de uma empresa de processamento de computação, não vai encontrar nenhum documento para varredura no meu computador. Seria besteira minha…

Natal precisa limpar a mancha do nome Capital do Crime Internacional.

Falo do caso Christine Epaud porque sei do que é capaz, e conheço pessoas que ela enganou. Chantageou. Coagiu. Basta exemplificar com os processos que correm na justiça. Não perde uma.

Gilles tem recusados todos os documentos que apresenta. E contra Gilles, Christine armou uma ordem de prisão internacional. O Gilles não pode entrar na casa dele em Paris. E foi o plano de saúde de Gilles que salvou Christine de uma morte certa. E com o nome de Gilles, Christine cria mais uma empresa: C Epaud. Não sei se uma sociedade anônima ou limitada. Nem que diabo ela faz com essa empresa. Boa coisa não é.

Uma africana embaixatriz do Rio Grande do Norte em Paris

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seccional do DF, está pedindo, a cópia do inquérito que investiga o ex-deputado distrital Júnior Brunelli em crimes de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, uso de documento falso e peculato com o objetivo de abrir um processo para avaliar a conduta do ex-deputado no Tribunal de Ética e Disciplina (TED). “A meu ver, há elementos suficientes para que ele responda a um processo, que correrá independentemente do inquérito ou da ação judicial, até porque a Ordem avalia se a postura dele expôs a instituição e o conjunto de advogados ao escárnio”, disse o presidente da OAB-DF, Francisco Caputo.

Engraçado, no Rio Grande do Norte, Christine Epaud, uma tanzaniana, pratica todos estes crimes, e ninguém investiga. Inclusive passa por advogada, ganha todas no judiciário, e seu poder só faz aumentar. Como isso pode acontecer?

Começa que entrou no Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte sem concurso, e com documentos falsos e, conforme denunciei, recebeu ou está para abocanhar um rico precatório, porque, por um longo tempo, mais de 15 anos, preferiu receptar, morando em Paris, o salário de funcionária da Secretaria de Administração do Governo do Estado.

Essa troca de boca de cofre, no ajuizado que fez, chamou de decisão ditatorial, abuso e terrorismo estatal. Veja:

Ajuizou a presente ação ordinária contra o ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, pretendendo, em provimento liminar, o reenquadramento no quadro de pessoal do Tribunal de Contas do Estado, do qual foi relotada para a Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos pela Resolução nº 03/93-TC, publicada no Diário Oficial de 11.01.1993. Aduz que sua relotação foi resultado de uma decisão administrativa caracterizada por falta de contraditório e de ampla defesa (Transcrito do Diário Oficial).

Que serviços Christine Epaud prestou ao Rio Grande do Norte no exterior? Onde ainda mantém residência.

Dizem que está em Paris. Vive no tráfico aéreo. Espantada por Paulo Dawim, que instala hoje em Natal a  Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o Tráfico Nacional e Internacional de Pessoas (CPI do Tráfico de Pessoas) do Senado Federal.

(Continua)

Governo potiguar paga lua de mel e mais de uma década de turismo de Christine Epaud em Paris

Prédio anexo do Palácio Potengi, local de trabalho de Christine Epaud, pago pelo pobre povo potiguar
Sucursal do Palácio Potengi, usado como local de trabalho de Christine Epaud, e bancado pelo pobre povo potiguar

Denunciei a safadeza:  Que Christine Epaud casou, e foi residir em Paris, na França. Era funcionária do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte. Por algum truque, magia, viajou recebendo men-sal-men-te seu salário. Ou melhor dito, foi morar no exterior financiada pelo povo potiguar. Pela procuração que publiquei, o Estado remunerava para ela estudar francês.

Eta curso demorado, e do mais alto proveito para o Brasil. Um ensino que a atrasada e analfabeta Natal não podia proporcionar a uma tanzaniana.

Depois de morar em Paris, por mais de uma década, decidiu retornar para fundar uma suruba de empresas, associada com mafiosos internacionais. Isso sem deixar sua residência em Paris. Que vive na tráfico aéreo. Sem a devida autorização de viagens publicada no Diário Oficial.

Quando o funcionário do governo do Rio Grande do Norte trabalha, trabalha, trabalha para merecer um salário de fome, em Paris, Christine Epaud tinha vida de rainha da Inglaterra.

Regressa para criar  empresas de fachada, de lavanderia e sacanagens mil. E sempre, e sempre embolsando o salário de funcionária pública fantasma. Eu considero um feito notável, inédito, impressionante.

Como achava o dinheiro sacado, pela Secretaria de Administração do governo do Estado, muito pouco para uma empresária, decidiu retornar aos quadros do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte.

06/10/2008 Decisão Interlocutória
Vistos, etc. CHRISTINE EPAUD, qualificada, assistida por advogado, ajuizou a presente ação ordinária contra o ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, pretendendo, em provimento liminar, o reenquadramento no quadro de pessoal do Tribunal de Contas do Estado, do qual foi relotada para a Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos pela Resolução nº 03/93-TC, publicada no Diário Oficial de 11.01.1993. Aduz que sua relotação foi resultado de uma decisão administrativa caracterizada por falta de contraditório e de ampla defesa. Juntou documentos de fls. 11/64. Relatado, decido. A tutela antecipatória dos efeitos da sentença de mérito é revestida da capacidade de proporcionar ao autor a satisfação antecipada, total ou parcial, da própria pretensão. Para a concessão de tão importante instrumento na busca pela eficácia da prestação jurisdicional, alguns requisitos devem ser inequivocamente demonstrados, consoante preconiza o art. 273 e incisos do CPC, in verbis: Art. 273. O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e: I-haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação; ou II-fique caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. No caso em tela, porém, a urgência na medida requerida não se justifica, levando-se em consideração o longo lapso temporal entre o ato de relotação da autora (11.01.1993) e o ajuizamento da presente ação. Note-se que há mais de 15 (quinze) anos a requerente passou por essa mudança funcional sem ter acorrido antes ao Judiciário. Como para a concessão de tutela antecipada, é necessária a verificação simultânea dos pressupostos da verossimilhança da alegação e do fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação, a ausência de um deles, a urgência, implica a desnecessidade da apreciação do outro pressuposto, e sobretudo impede a concessão do pleito. Nada obsta, entretanto, que a tutela seja concedida por ocasião da prolação da sentença. CONCLUSÃO Diante do exposto, indefiro o pedido liminar requerido pela autora, determinando a citação do ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, por intermédio da Procuradoria Geral, para que possa responder à ação no prazo legal. Se a resposta contiver preliminar ou documento novo, intime-se A demandante para se manifestar em 10 (dez) dias. Em seguida abra-se vista ao Representante do Ministério Público. Defiro o pedido de justiça gratuita. Publique-se. Intimem-se.
E mais, ganha justiça gratuita. Quando Christine Epaud continua proprietária de várias empresas. O atestado de pobreza teve esta finalidade. Uma insinuada afirmativa de que é “pobre, pobre, pobre de marré deci”. Coitadinha.
Tudo indica que os advogados foram pagos pelo Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte.

Christine Epaud casa em 18. 07.1991, e vai morar em Paris, receceptando, via procuração, o salário de funcionária da Secretaria de Administração.

Em 06.10.2008, com vários processos correndo contra ela no judiciário do Rio Grande do Norte, a maioria deles verdadeira aberração jurídica, ajuiza um triunfal retorno ao Tribunal de Contas, para receber um salário de marajá, um supersalário de Maria Candelária.

Isso com direito a atrasados e outros penduricalhos que são verdadeiras botijas de ouro e prata. É isso aí. Tribunal de Contas é para fazer as contas de Christine.

(Continua)

Caso Christine Epaud. Jeitinho legal de conseguir documentos falsos

CARTA CAPITAL OU CARTA MAIOR

Presidente Dilma Rousseff

Presidente do Superior Tribunal de Justiça ministro Ari Pargendler

Presidente do Supremo Tribunal Federal ministro Carlos Ayres Britto

Corregedora Nacional de Justiça Eliana Calmon

Governadora Rosalba Ciarlini do Estado do Rio Grande do Norte

Desembargadora Judite de Miranda Monte Nunes do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte

Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo

Ministro da Previdência Social Garibaldi Filho

Presidente do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte (acessei o portal do tribunal e não consegui descobrir o nome do presidente)

Embaixador da França no Brasil Yves Saint-Geours

Embaixador da Tanzânia no Brasil (acessei o portal da embaixada mas não consegui descobrir o nome do embaixador)

Embaixador da Noruega no Brasil (acessei o portal da embaixada mas não consegui descobrir o nome do embaixador)

Caros Amigos leitores deste blogue

Veja, istoé, que época vivemos. A imprensa da Noruega denomina Natal Cidade “Paraíso do Crime”. Do crime internacional. Que hoje domina vários negócios da noite escura – motéis, bares, restaurantes, prostituição, tráfico e lavagem de dinheiro. Cidade coito de bandidos estrangeiros tratados como príncipes. Cidade que treme. De um povo amedrontado.
Sem a proteção das chamadas autoridades competentes.
Tratarei da vida de uma criminosa, que usa diferentes nomes falsos, e com um imensurável poder, que envolve bandidos togados, denunciados na Operação Judas, funcionários públicos corruptos, e criminosos internacionais, foragidos da justiça e ex-presidiários.
Certamente que citarei autoridades, que agiram de boa fé, enganadas por documentos falsos. Para que assim parem certas injustiças cometidas pelo judiciário. E sequem as fontes do dinheiro público usadas pela bandidagem.
Apresentarei documentos, informações para ser investigadas, e algumas pistas sobre diferentes tipos de tráfico e outros crimes, lembrando a suspeita de que parte do dinheiro do maior assalto de banco da Noruega foi investida no Rio Grande do Norte.
Adianto que, para salvar vidas, evitarei citar nomes de vítimas. Também sofro ameaças. Faz parte da minha profissão. O Brasil é terra de matar jornalistas. De matar pessoas honestas. De matar magistrados. Na Operação Judas – uma desmoralização para a Justiça – juízes e desembargadores pediram, e encontram-se sob proteção de forças policiais.  A presidente do TJRN  tem a guarda reforçada.
Não peço, e nem quero proteção. Basta lembrar que (pasmem!) foi sequestrada a presidente do STJ.
Termino este nariz-de-cera para informar o que interessa.
Com diferenciados nomes, a funcionária fantasma do Estado do Rio Grande do Norte Christine Epaud, uma mulher de nacionalidade discutível, conseguiu documentos falsos e nulos de identidade e de cidadania brasileira e, possivelmente, de outros países. Ganha todas no judiciário do Rio Grande do Norte. Morando em Paris, consegue ser funcionária turista do Estado do Rio Grande do Norte, com passagens no Governo do Estado, no Tribunal de Contas e gabinetes de presidentes do Tribunal de Justiça.
Proprietária de várias empresas, adquiriu do Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte um atestado de pobreza e vantagens que vou denunciar. E uma invejada promoção como funcionária pública. Esta é uma pequena listagem dos milagres de Christine Epaud.
DA ORIGEM DO DUVIDOSO NOME CHRISTINE EPAUD
Veja que Christine José da Silva conseguiu a nacionalidade brasileira com um casamento que não existiu. E com base neste casamento ganhou uma carteira de identidade com o nome de Christine Epaud.
Observe que a certidão da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio Grande do Norte não cita o nome do marido. Governadora Rosalba Ciarlini, não é misterioso?
Mas Dona Flor tem vários maridos.
Na próxima reportagem falarei como ela conseguiu o sobrenome Epaud. Vou contar várias estórias escabrosas  (Continua)

As relações perigosas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte

Há muito pantim na manchete para informar quase nada.

Os escândalos dentro do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) não se resumem apenas ao setor de precatórios. O escândalo da vez diz respeito à venda de decisões judiciais. O juiz da 4ª Vara Criminal de Natal, Raimundo Carlyle acatou denúncia formalizada pelo Ministério Público Estadual contra a funcionária do TJRN Ana Lígia Cunha de Castro, assessora do desembargador Rafael Godeiro a época das investigações, pelo crime de corrupção passiva. A denunciada é acusada de receber R$ 10 mil para influenciar na decisão judicial favorável aos interesses da advogada Sônia Abrantes de Sousa.

Segundo a denúncia do MP, Rafael Godeiro não teria conhecimento dessa negociação.

(Esta notícia valoriza Rafael Godeiro)

Sônia Abrantes ofereceu e pagou R$ 10 mil a Ana Lígia de Castro.

(Dez mil reais. Num dá um precatório. Um precatório tem que ser superior a dez salários mínimos)

Ana Lígia de Castro, servidora cedida pelo Tribunal Regional do Trabalho  ao TJ e filha do advogado e juiz aposentado Lavoisier Nunes de Castro.

(A notícia insinua a negociação de outras sentenças.

E mais: que há nepotismo no TJ-RN.

E que sobram funcionários no TRT. E que estão lotados nos gabinetes presidenciais. Caso de Christine Epaud, aposentada por invalidez no INSS do Brasil, idem no INSS da França, o CRAMIF. E lá, por ser esposa de um francês, Gilles Epaud, com quem continua casada, conseguiu fazer, no século passado, um transplante de rim, que não lhe impediu de continuar funcionária da Secretaria de Administração do Rio Grande do Morte, morando no exterior.

E pra completar: recebeu ou está para receber um gordo precatório do TRT. E, inválida, vive viajando. Possui três cidadanias, isto é três passaportes, e ainda encontra forças para tocar os variados negócios de suas empresas que são perto de vinte, e os alheios como procuradora de estrangeiros, acumulando com o cargo de “bispa” de uma igreja na África, cujo site foi retirado da internet. Só no Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal, são quatro. Isso chamei de suingue de empresas.

No TJ-RN não perde nenhuma causa. Talvez por morar na França… na  Rue Lecourb, 253 – sétimo andar, apto 768 – 15 setor – Paris – 75015. Endereço conhecido de muitos colegas de trabalho e/ou turismo. Turismo dela pelo Rio Grande do Norte. Turismo deles quando vão a Paris)

Certidão da Publicação no DJe

Relação : 241/2008 Data de Publicação: 10/10/2008 Data Circulação: : 09/10/2008 Número do Diário: Dje Ano I – Edição 228 Página: Data de Vencimento:

08/10/2008

Aguardando Relação/Publicação no DJe

Relação: 0241/2008

07/10/2008

Decisão Interlocutória

Vistos, etc. CHRISTINE EPAUD, qualificada, assistida por advogado, ajuizou a presente ação ordinária contra o ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, pretendendo, em provimento liminar, o reenquadramento no quadro de pessoal do Tribunal de Contas do Estado, do qual foi relotada para a Secretaria de Estado da Administração e dos Recursos Humanos pela Resolução nº 03/93-TC, publicada no Diário Oficial de 11.01.1993. Aduz que sua relotação foi resultado de uma decisão administrativa caracterizada por falta de contraditório e de ampla defesa. Juntou documentos de fls. 11/64. Relatado, decido. A tutela antecipatória dos efeitos da sentença de mérito é revestida da capacidade de proporcionar ao autor a satisfação antecipada, total ou parcial, da própria pretensão. Para a concessão de tão importante instrumento na busca pela eficácia da prestação juri sdicional, alguns requisitos devem ser inequivocamente demonstrados, consoante preconiza o art. 273 e incisos do CPC, in verbis: Art. 273. O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e: I-haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação; ou II-fique caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. No caso em tela, porém, a urgência na medida requerida não se justifica, levando-se em consideração o longo lapso temporal entre o ato de relotação da autora (11.01.1993) e o ajuizamento da presente ação. Note-se que há mais de 15 (quinze) anos a requerente passou por essa mudança funcional sem ter acorrido antes ao Judiciário. Como para a concessão de tutela antecipada, é necessária a verificação simultânea dos pressupostos da verossimi lhança da alegação e do fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação, a ausência de um deles, a urgência, implica a desnecessidade da apreciação do outro pressuposto, e sobretudo impede a concessão do pleito. Nada obsta, entretanto, que a tutela seja concedida por ocasião da prolação da sentença. CONCLUSÃO Diante do exposto, indefiro o pedido liminar requerido pela autora, determinando a citação do ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, por intermédio da Procuradoria Geral, para que possa responder à ação no prazo legal. Se a resposta contiver preliminar ou documento novo, intime-se A demandante para se manifestar em 10 (dez) dias. Em seguida abra-se vista ao Representante do Ministério Público. Defiro o pedido de justiça gratuita. Publique-se. Intimem-se.

(Defiro o “pedido de justiça gratuita”. Esta de justiça gratuita é bem interessante. Para conseguir depende de um atestado de pobreza. Isso porque Christine Epaud nunca pagou imposto de renda. Só na compra do Chalezinho Francês (ela tem outro hotel) apresentou duvidosos recibos para o desembargador Anderson Silvino num valor que passa da conta, e ninguém sabe dizer bem quanto, pra lá de meio milhão. É uma pobre inválida, dependente da justiça gratuita.  Sobre a notícia do Diário de Natal leia mais) Escrevi os textos entre parênteses.


Máfia do frio de Natal, “paraíso do crime internacional”, faz ameaças de morte

O dinheiro da Noruega no Brasil tem favorecido a corrupção nos dois países. Veja que hoje, praticamente todos os criminosos, presos pela Polícia Federal, vem sendo abolvidos pela justiça PPV do Rio Grande do Norte.

No passado, voava em Natal, dinheiro via Iraque, Paquistão (dos emigrantes na Noruega) e Tanzânia. Restou Tanzânia, que tem bilionário programa de ajuda do governo da Noruega.

Brian Cooksey, sociólogo e chefe da área de meio ambiente TADREG (ajuda) na Tanzânia, foi quem primeiro descobriu a Máfia – enganado em um relatório a partir de 2006.

– A assistência pode realmente ser destrutiva, mesmo que as intenções sejam as melhores. Porque você não tem controle, disse Cooksey.

– A dura realidade, na Tanzânia, é que tudo está minado pela corrupção, ineficiência e dissipação, acrescentou.

Em 2007 começaram as investigações.

Christine Epaud parece que foi beneficiada pela delação premiada, sendo  a intermediária para a abertura de empresas – são mais de vinte, com sócios ex-presidiários.

Para facilitar, doações internacionais, criou uma suposta igreja na Tânzania, cujo portal saiu do ar. A conta bancária dela o desembargador Aderson Silvino, misteriosamente, desistiu de conhecer, apesar do despacho que assinou para que  provasse a origem do dinheiro que diz ter pago na escandalosa compra do Chalezinho Francês, na Praia do Meio, em Natal, sede de quatro empresas em quartinhos de um hotel peba, zero estrela. É muita bandalheira apadrinhada pelas competentes autoridades federais, estaduais e municipais. Da quadrilha de Epaud, que o desembargador disse incapaz de uma coação, vem partindo ameaças de morte.

Fica o aviso de mortes anunciadas.

Brasil, coito de bandidos da Noruega

Natal continua considerada, pela imprensa da Noruega,  “Paraíso do Crime”, refúgio de traficantes, assassinos, assaltantes, traficantes de drogas, de mulheres, de moedas, foragidos da justiça e, incrivelmente, esconderijo de bandidos marcados para morrer por quadrilhas rivais. São criminosos internacionais, a chamada máfia do frio, composta, na sua maioria, por noruegueses.

Bem que precisa ser investigado: os bandidos presos pela Polícia Federal terminam inocentados pelo judiciário do Rio Grande do Norte.

Inexplicavelmente, Christine Epad (ela usa outros nomes) que disse que pegou dinheiro emprestado (isso jamais ficou provado) para comprar um hotel na Praia do Meio, Natal, hoje denominado Chalezinho Francês, em homenagem ao marido (duvidosa transa legalizada pelo desembargador Aderson Silvino), de repente, rápida e ilicitamente, passou a ser proprietária de vinte ou mais empresas. Como isso pode acontecer? Qual a origem desse dinheiro? No caso do Chalezinho Francês, o desembargador Aderson Silvino pretendeu descobrir a origem da grana, isso em despacho descumprido. É que Aderson Silvino desistiu de saber…

DENÚNCIA 

Todas as vítimas no caso Christine Epaud estão ameaçadas de morte. Inclusive eu, por  noticiar. Considero cúmplices dessas mortes anunciadas, pelo silêncio, pelo descaso: a presidente Dilma Rousseff, o rei Harald da Noruega, o primeiro-ministro Jens Stoltenberg, o embaixador da Noruega no Brasil, o presidente Cesar Peluso do Superior Tribunal de Justiça  e do Conselho Nacional de Justiça, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e, notadamente, a governadora do Rio Grande do Norte Rosalba Ciarlini, a desembargadora Judite Nunes, presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, os togados que atuaram no caso Christine Epaud, e o delegado chefe da Polícia Federal no Rio Grande do Norte.

Essa bandidagem internacional não veio fortuitamente para Natal. Nem Pedro Álvares Cabral chegou ao Brasil, no ano de 1500, por acaso.

Leia esta notícia. Copie que o Google traduz.

Brasil. Årsaken var at skjulestedet ble avslørt av personer som planla å drepe ham.

– Han dro til Brasil i forståelse med politiet. Men i all hast ble han bedt om å reise hjem da politiet avslørte at noen personer var på vei dit for å ta ham, forteller forsvareren, advokat Benedict de Vibe til Aftenposten.32-åringen forklarte seg i går i Nedre Romerike tingrett om sin rolle i saken som omfatter import av 165 kilo amfetamin og 200 kilo hasj. Hans tilståelse har gitt ham problemer. For han begikk de kriminelles dødssynd, nemlig å peke ut navngitte medsammensvorne.På tiltalebenken sitter også tre andre menn, en av dem en mangeårig kamerat som han har utpekt som sin nærmeste overordnede i forbryterhierarkiet. Eks-kameraten er i tillegg til den alvorlige narkotikatiltalen også tiltalt for “å ha inngått forbund om drapsplanene” som sendte 32-åringen på flukt til Brasil. Påtalemyndigheten mener narkotikaligaens toppleder er norske Danny Bungard (28), som ble pågrepet på flukt i Malaga i Spania sammen med NOKAS-siktede David Aleksander Toska. Bungard er nå siktet som bakmann, men aktor, statsadvokat Erik Førde, sier det ikke er aktuelt å sikte Bungard for drapsplanene.

Gåtefull avsløring.

Det er høyst uklart hvordan navngitte personer i det kriminelle miljøet klarte å spore opp kronvitnets skjulested i Brasil, som bare var kjent av et lite knippe personer.- Jeg har ingen forklaring utover det enn at noen kan ha gjenkjent ham i Brasil, sier de Vibe.