A Copa e o risco Brasil

polícia rua rico segurança Can Kente

 

O governo de São Paulo, para justificar a incompetência de sua política de segurança pública, criou um governo paralelo que não existe, que seria dos presos presos – o PCC. Assim o Brasil tornou-se alvo de um noticiário nefasto.

Publica Clarín, um jornal da Argentina mui parecido ideologicamente com O Globo, o Correio Braziliense, a Folha de S. Paulo e o Estado de S. Paulo:

As orientações incluem alertas peculiares, como quanto a explosões em bueiros do Rio de Janeiro, cuidado com a presença de macacos e morcegos e até quanto ao grande poder de facções criminosas em São Paulo.

por Vinicius Konchinski, do Uol

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O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, já afirmou que o “Brasil não é como a Alemanha” quando o assunto é organização e segurança para visitantes. E as embaixadas de países que enviarão turistas para cá durante a Copa do Mundo de 2014 sabem disso muito bem. Tanto é assim que elaboraram cartilhas para que seus cidadãos mantenham-se seguros e saudáveis em sua passagem pelo país.

Essas cartilhas contêm orientações para toda a estada dos turistas em território brasileiro. Incluem até alertas peculiares, como quanto a explosões em bueiros do Rio de Janeiro, cuidado com a presença de macacos e morcegos e até quanto ao grande poder de facções criminosas em São Paulo.

As embaixadas também recomendam que turistas não reajam a tentativas de roubo. A representação da Alemanha, aliás, sugere até que seus cidadãos reservem certa quantia extra de dinheiro para que seja entregue a ladrões em caso de abordagem. “É aconselhável sempre levar uma quantia de dinheiro para a rendição voluntária”, explica o órgão.

A Embaixada dos Estados Unidos descreve em sua página de dicas para viajantes ataques como os promovidos pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) em 2006. Segundo a representação diplomática norte-americana, turistas que pretendem visitar a capital paulista devem estar cientes do poder traficantes, mesmo presos.

“Os esforços de traficantes presos para exercer seu poder fora de suas celas resultaram em interrupções esporádicas na cidade, violência dirigida contra as autoridades, os incêndios de ônibus, e vandalismo em caixas eletrônicos, incluindo o uso de explosivos”, informa o trecho do guia para norte-americanos que pretendem viajar para o Brasil.

Embaixadas do Reino Unido, França, Espanha e Austrália também pedem atenção redobrada de turistas com a segurança no Brasil. Os órgãos alertam que os índices de criminalidades são altos por aqui e informam que turistas estrangeiros estão entre os principais alvos de assaltos em grandes cidades brasileiras.

 

O SACRIFÍCIO DO MENOR MARCELO PESSEGHINI. A CHACINA DE UMA FAMÍLIA. CUMPLICIDADE OU OMISSÃO DO GOVERNO DE SÃO PAULO?

por George Sanguinetti

A honra proíbe atos que a lei tolera.
Sêneca 4 a.c 65 d.c.

A lei deve ter autoridade sobre os homens; não os homens sobre a lei.
Pausânias 115 a 180.

 

 

 

A lamentar, que artifícios estejam sendo usados, para impedir o esclarecimento dos homicídios múltiplos da família Pesseghini, com omissão ou cumplicidade de autoridades, que deveriam apontar os suspeitos e conduzir com dignidade a apuração do caso.

Há no inquérito, provas técnicas que mostram que a tese que o menor matou os familiares e, em seguida, cometeu suicídio é inverídica. O recheio de alegações fictícias, que não permitiram provar nada. E o desejo do condutor do inquérito para culpar o menor, e encerrar o caso. Mesmo assim, ganha-se tempo, esperando que este povo brasileiro, que “deitado eternamente em berço esplêndido…” como o Brasil, no nosso Hino Nacional, continue adormecido, aceitando tudo que é feito à margem da lei, pelos que deveriam respeitar a legislação.

Desde instâncias superiores, a lei segue o ritmo de interesses políticos, e vai fazendo escola nas instâncias inferiores e, sobretudo, nos inquéritos policiais, onde a “autoridade” acredita que, com o aval dos seus superiores (chega ao governador, por competência maior), pode concluir pelo que achar, não pelo que ficou provado.

75% da população não acredita que foi o menor, autor da chacina.

Se no caso Pesseghini há policiais militares envolvidos, motivados por denúncias de roubo em caixas eletrônicos, que sejam apontados. Que não se alegue que aguarda quebra de sigilo telefônico durante meses, que se festeje que alguém mentiu ao depor, e que tudo continue como está.

Quantos outros inquéritos estão nesta situação? Parece que a prática é corriqueira. Quantos inocentes acusados, presos e até condenados, para evitar o esclarecimento de um caso que envolva autoridade, correligionário do governante, etc.

Terá que haver uma revolução pelo voto ou sem o voto, mas a normalidade jurídica tem que voltar. O povo tem que acreditar nas instituições, e seus dirigentes têm que saber se fazer respeitar. Isto não está ocorrendo.

Preparem-se para convulsão social, movimentos de cobrança de volta à moralidade, desde o caso da compra da refinaria da Petrobrás, até um simples inquérito criminal. Do ponto de vista moral, pior que nos últimos dias do governo Jango. Comprometimento do cume à planície.

Clamo por um Brasil respeitado, com ORDEM E PROGRESSO. Não está havendo Ordem, e as práticas políticas impedem o Progresso. É um convite para o povo ir as ruas, as praças?

 

Quase um ano de investigações da chacina da família Pesseghini e a polícia não consegue concluir um inquérito convincente

Em 2013, a polícia matou 5.3 pessoas por dia. Entre os 1.890 casos, falta incluir, além de outros, a chacina da família Pesseghini.

A corrupção ou ineficiência da investigação criminal acontece desde o local do crime até o julgamento ou o arquivamento do processo.

Por ano, são mais de 50 mil mortes no país. E os casos em que os assassinos são punidos não chegam sequer a 8 por cento.

Andreia Regina Bovo Pesseghini (35 anos), cabo da 1.ª Companhia do 18.º Batalhão da Polícia Militar, com base na Freguesia do Ó, mãe do menino Marcelo, denunciou companheiros de farda como membros de uma quadrilha de assaltantes de caixas eletrônicos em São Paulo.

Luis Marcelo Pesseghini (40 anos), sargento da ROTA, esposo de Andreia Regina, e pai do menino Marcelo, teve como última missão evitar um assalto de caixas eletrônicos, em um supermercado, tendo inclusive trocado tiros com os bandidos. Um telefonema considerado anônimo, do quartel de Andreia Regina, avisou o sargento Luis Marcelo da ocorrência do crime. Quem deu o telefonema? É muito estranho, uma aberração que se desconheça quem usou o telefone privativo do comando de um quartel. E mais curioso ainda: o quartel que Andreia Regina trabalhava.
Os comandados do sargento Luis Marcelo, que estavam no carro patrulha da Rota, ouviram pelo rádio a informação sobre o assalto que foi evitado, inclusive com a morte de um marginal.

Numa polícia que vinga seus mortos, em que impera a lei do silêncio, o único suspeito investigado é o filho do casal de militares, o menino Marcelo de 13 anos que, para completar a chacina, também matou a avó Benedita Oliveira Bovo (65 anos) e a tia-avó Bernardete Oliveira da Silva (55 anos), respectivamente, mãe e tia da cabo Andreia.

Andrea Regina e o filho Marcelo
Andrea Regina e o filho Marcelo

O INTERMINÁVEL INQUÉRITO DO CASO PESSEGHINI. COMO CONVENCER A POPULAÇÃO COM ALEGAÇÕES FANTASIOSAS, IMPEDINDO O ESCLARECIMENTO.

por George Sanguinetti

Tomo conhecimento que o inquérito policial, que deveria apurar os homicídios múltiplos da família Pesseghini, foi prorrogado mais uma vez.

Os autos remetidos ao DHPP, com dilatação do prazo a vencer em 27-06-2014, ainda será insuficiente para tentar encerrar um inquérito policial que contraria todas as provas, que utiliza artifícios para enganar, que protege os autores da chacina, atribuindo culpa, a também vítima e, por sinal, a mais frágil, mais vulnerável, o menor Marcelo, que além de ter assassinado os familiares, teria em seguida cometido suicídio, conforme alegado “pelo faro” da autoridade policial, na exata ocasião em que os corpos foram encontrados.

Disse não necessitar de laudo ou prova técnica, que o caso já estava resolvido. Começou um trabalho, não de investigação policial, mas de deturpação da imagem do menor Marcelo, até então, comportado, tranquilo, sem nenhuma doença psíquica ou deficiência mental.

A imprensa foi alimentada que o mesmo desejava ser um matador, um serial killer; que possuía experiência e perícia no uso de armas.

Foi encomendado um exame psiquiátrico pós morte, ao Dr. Guido Palomba, que elaborou um pretenso “laudo “, um relato inverídico que o menor sofria de encefalite encapsulada, em razão de ter sofrido uma parada cardiorrespiratória. Não consta prontuário médico, ficha hospitalar ou ambulatorial que comprove o alegado. Nenhum exame, desde o simples eletrencefalograma, exame do liquor, RM crânio, CT crânio, PET SCAN. Não apresentou nenhum sinal ou sintoma. Quando ocorreu a parada cardiorrespiratória? Em qual UTI pediátrica foi atendido?

O rendimento escolar era bom, o depoimento da médica assistente que tratava dele na Santa Casa, desde os 2 anos de idade, negou a encefalopatia diagnosticada no inquérito.

Elaborei um Parecer Médico-legal, entregue no início de fevereiro ao Ministério Público de São Paulo e à Justiça. Em abril, enviei, após consulta preliminar, se os absurdos do inquérito, feriam os direitos humanos. Tive autorização e hoje, o caso é examinado na Organização de Direitos Humanos para as Américas, com sede em Washington, D. C. EUA.

A lamentar, a prática condenável, de direcionar um inquérito policial, um procedimento administrativo, com o objetivo de obter informações a respeito do crime e da autoria, para que o Ministério Público dê andamento a ação penal. Apontando o menor Marcelo, “os soldados de Herodes”, estariam a salvo, não seriam investigados e responsabilizados, pois se Marcelo fosse autor dos crimes e, em seguida, tivesse cometido suicídio, o caso estaria encerrado, a impunidade assegurada.

Aguardo ajuda para o esclarecimento do caso, de todos que possam contribuir para uma ação policial mais digna, mais confiável.

Não deixem o caso ser esquecido. Menor Marcelo inocente, apenas mais uma vitima.

Iniciado o inquérito em 5 de agosto de 2013, em breve convite, de aniversário de um ano.

Policial que denuncia outro é punido ou morto. A chacina da família Pesseghini pela quadrilha de PMs que assalta caixas eletrônicos em São Paulo

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Horrendos crimes são cometidos por policiais. Crimes que ficam impunes. Acobertados pelo corporativismo e pela cumplicidade.

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Os policiais que arrastaram o corpo de Cláudia pelas ruas do Rio de Janeiro
Os policiais que arrastaram o corpo de Cláudia pelas ruas do Rio de Janeiro
Desenho de GUSTAVO GONTIJO no blogue Olga
Desenho de GUSTAVO GONTIJO no blogue Olga
Desenho de FABIANA BATISTA SOUZA no blogue Olga
Desenho de FABIANA BATISTA SOUZA no blogue Olga
Para vingar a morte de um policial é costumeiro a polícia invadir as favelas. Como fazia a Gestapo: dez execuções por um soldado alemão assassinado
Para vingar a morte de um policial é costumeiro a polícia invadir as favelas. Como fazia a Gestapo: dez execuções por um soldado alemão assassinado

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As polícias de São Paulo e do Rio de Janeiro são conhecidas pela violência.

Em São Paulo, a PM cabo Andreia Regina Bovo Pesseghini denunciou que foi convidada, pelos seus colegas de farda, para participar de uma quadrilha especializada em assalto a caixas eletrônicos. Resultado: foi executada. E por ser seu marido um sargento, ele também terminou assassinado, com o filho menor, Marcelo, de 14 anos. A chacina não terminou aí. A mãe e a tia de Andreia morreram da mesma maneira. Usaram a arma da policial Andreia. Cinco tiros, cinco balas, cinco mortos. E continuam os rendosos assaltos a caixas eletrônicos.

Triste país, o coronel médico da Polícia Militar George Sanguinetti anda com escolta fortemente armada. Este o preço de ser uma autoridade honesta. Ele desafia:

CONVITE PARA UM DEBATE CIENTÍFICO COM OS PERITOS, LEGISTAS, DELEGADOS, MEMBROS DA OAB, GUIDO PALOMBA, EMFIM OS QUE ERRONEAMENTE, CONSIDERARAM O MENOR MARCELO AUTOR DOS HOMICÍDIOS MÚLTIPLOS DA FAMÍLIA PESSEGHINI E, EM SEGUIDA, TER COMETIDO SUICÍDIO.

UMA OPORTUNIDADE DE RESGATAR A HONRA E ESCLARECER O CASO.

Gostaria de convidar estas autoridades para um debate científico em São Paulo, em data, horário e local que julgarem mais adequado, aberto ao público e a imprensa, para esclarecimento do caso; por exemplo, no auditório da OAB, do Conselho Regional de Medicina, auditório de qualquer Faculdade de São Paulo, para que fosse ouvido, apresenta-se as provas técnicas sobre a impossibilidade do menor Marcelo ter sido autor da chacina e, em seguida, autor de sua morte.

Ouviria dos senhores convidados e meus examinadores, a fundamentação para tantos erros cometidos, tanto direcionamento para culpar o menor Marcelo, para enganar a opinião pública, alimentando a imprensa com falsas informações.

Uma oportunidade de resgatar a honra de inocentes úteis; não sei por que motivos foram levados a investirem na culpa do menor. Espero que por falta de conhecimentos e não por problema de caráter. Por amizade e não por cumplicidade.

Insisto, seria uma oportunidade de resgatar a honra e quem sabe até de mostrar a fragilidade de minha argumentação. De justificar os laudos anômalos, o risível exame psiquiátrico pós morte, a encefalite encapsulada que só existiu na mente criativa do psiquiatra, leitor de Miguel de Cervantes, admirador de Don Quixote e que encontrou semelhança no cavaleiro andante com o Marcelinho, desejando auxiliar uma fundamentação de culpa, que não existiu.

Iria expor as lesões de defesa, prova incontestável que o menor, antes de ser assassinado, tentou defender-se.

Iria fundamentar, utilizando o próprio material fotográfico de local e descritivo do exame necroscópico, que Andreia Regina Bovo Pesseghini sofreu violência, antes de ser assassinada.

Provaria que o inquérito nunca seguiu o rumo certo para esclarecer, encontrar os responsáveis.

O menor Marcelo é inocente, apenas mais uma vítima de terrível vingança. TUDO AO REI, MENOS A HONRA!

O RECADO ELOQUENTE DE ANDREIA REGINA BOVO PESSEGHINI. VIOLÊNCIA, ESPANCAMENTO, ANTES DE SER EXECUTADA

por George Sanguinetti

Ninguém acredita que Marcelo, 14 anos, matou a mãe cabo da Polícia Militar, o pai sargento, a avó, a tia avó, e depois se suicidou. Cinco balas, cinco mortos
Ninguém acredita que Marcelo, 14 anos, matou a mãe cabo da Polícia Militar, o pai sargento, a avó, a tia avó, e depois se suicidou. Cinco balas, cinco tiros certeiros, cinco cadáveres 

LAUDO DE EXAME DE CORPO DE DELITO 2676/2013. IML São Paulo

Consta no laudo cadavérico da vítima Andreia Regina, realizado no IML, lesões corporais indicativas de haver sofrido espancamento, violência, antes de receber o tiro que a matou.

Transcrevo do laudo: 1.) “: descolamento da epiderme em região inguinal direita e em região dorsal da perna direita, próxima a dobra do joelho “. Significa que houve uma lesão traumática na epiderme. São escoriações, tipo mais simples de contusão. Com o tempo de morte que o cadáver foi necropsiado, só justificaria existir os descolamentos epidérmicos, se a morte tivesse resultado de afogamento e o corpo tivesse permanecido submerso ou na água por muitas horas. Como isto não ocorreu e a pele, é um invólucro protetor, de revestimento do corpo, e a primeira barreira as agressões, é um indicativo de violência; para esclarecer ou negar esta possibilidade, deveria o IML de São Paulo ter realizado o exame histológico, para elucidar a causa da ação contusa que produziu a escoriação, o descolamento, termo utilizado que é um neologismo em Medicina Legal.

2.) ” equimose com edema (inchação) traumático importante em pálpebra superior do olho esquerdo com discreta hemorragia de conjuntiva temporal do olho esquerdo. Discreto edema nasal.”

O tiro que recebeu (PAF perfuração por arma de fogo), foi na parte de trás da cabeça, especificamente na região occipital direita, a distância acima de 1 metro, que segue em direção a região cervical. Pode ocorrer equimoses de pálpebra, mas chama atenção o edema traumático, principalmente no nariz.

O quadro de lesões na face são característicos de violência por instrumento contundente (espancamento), mas a equimose palpebral com edema poderia resultar da contundência do tiro. Chama atenção que o percurso do projétil é em direção ao tronco encefálico e a região cervical. Nada lesionou os ossos da face, ou seja a “camisa” do projétil foi recuperada, na parte de trás da cabeça; o projétil foi recuperado, na base do crânio. Por que as evidências de espancamento, sobretudo a inchação do nariz que não se explica por consequência do tiro.

A face de Andreia Regina Bovo Pesseghini é a de quem sofreu espancamento, violência. E as escoriações (descolamentos) descritas, só se justifica por trauma; jamais como fenômeno de transformação cadavérica. E o disparo de arma de fogo, na cabeça, a distância superior a 1 metro, tiro único, marca registrada de execução, jamais poderia ter sido deflagrado pelo menor Marcelo.

Solidariedade ao menor Marcelo, vítima da chacina e “escolhido” para ser o autor, sem nenhuma prova.

Só agora divulgo as evidências de violência na mãe, para que o menor Marcelo não fosse também acusado de haver espancado a mãe, antes de disparar o tiro.

As autoridades têm que encontrar os culpados, embora exista sempre a possibilidade de apontar alguém para assumir, um condenado a pena longa, protegendo os verdadeiros autores. Esta proteção tem ocorrido, desde a descoberta dos corpos.

 

Foto do album da família
Foto do album da família

O PLANEJAMENTO DA CHACINA DA FAMÍLIA PESSEGHINI

por George Sanguinetti

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“CAMPANA” DURANTE A SEMANA POR POLICIAIS FARDADOS. DOIS POLICIAIS FARDADOS VISTOS, ALTAS HORAS DA NOITE, PULANDO O MURO DA RESIDÊNCIA. GRITOS FORAM OUVIDOS. “CALA A BOCA! FICA QUIETO!’ NÃO OUVI OS TIROS, NÃO SEI SE USARAM SILENCIADOR”.

O relatado acima, transcrição de um audio gravado, consta no inquérito, mas o declarante não aceitou servir de testemunha, nem também aceitou ficar sob proteção, no programa de proteção a testemunha. Justificou ter visto a circulação dos policiais, durante a semana e como viu policiais fardados entraram pelo muro (saltaram o muro) na noite anterior a descoberta dos corpos. Estes mesmos policiais que estavam fardados, durante a semana fizeram “campana “, praticamente todos os dias, na frente da casa do sargento PM Luis Marcelo Pesseghini.

“Na noite que pularam o muro ouvi gritos e ‘cala a boca e fica todo mundo quieto’. E ficaram todos em silêncio; foi do sábado para o domingo; não ouvi tiros, também não posso responder se usaram ‘silenciador’, para ocasionar as mortes. Nesta ocasião o menor Marcelo não estava lá; ele dormiu na casa de Guilherme, um coleguinha da escola. Pode confirmar; eu tenho filhos que estudam com eles. Eu vi os dois policiais fardados pularem o muro de sábado para domingo e ouvi os gritos e depois o mais completo silêncio. Estava próximo, na casa de familiar e outras pessoas, os vizinhos, também, viram a ‘campana’, e depois a noite quando pularam o muro; era bem tarde da noite; eram policiais, mas os vizinhos não quiseram testemunhar porque têm medo da polícia. Eu mesmo informo ao senhor, mas não assino nada, não sou testemunha de nada, não quero morrer. Eu conheço um dos policiais que faziam a ‘campana’ na casa e que saltou o muro com o outro policial fardado, ele é da ROCAM. Vi várias vezes, eles vigiando a casa, passavam na frente, davam uma volta; os vizinhos também viram e acharam estranho, eles querem falar, mas têm medo. E muitos ouviram os gritos, ‘cala a boca ‘, e ‘fica quieto’. Ficaram lá de 2 a 3 horas e saltaram o muro, para sair. Só 36 horas após a polícia chegou e encontrou os corpos”.

O que é real: o depoente estava na casa de irmã, que é vizinha da família Pesseghini; que seus filhos estudavam com o menor Marcelo; que havia coerência nas informações. Por não aceitar ser testemunha, foi gravado o audio, cuja transcrição consta no inquérito que apura a autoria das mortes.

Como até hoje, realidade e ficção, fazem parte do inquérito, e minha área é Medicina Legal e Criminologia, não tenho elementos para formar juízo. Aos Promotores de Justiça, Delegados a necessária investigação do relatado, na transcrição do audio. Folhas 434 a 438 do inquérito.

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A FARSA DE MAIS UM INQUÉRITO DA POLÍCIA DE SÃO PAULO PARA ESCONDER UMA CHACINA

Quem patrocina esta mentira? Que quadrilha a Secretaria de Segurança do Governo do Estado de São Paulo protege? Quando aparecerão os verdadeiros assassinos?

Que tem muito dinheiro envolvido, tem. Entre as vítimas, um casal de policiais militares – um sargento e uma cabo -, que denunciou uma parte da soldadesca do milionário esquema de explosões de caixas eletrônicos.

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Grupo explodiu caixa eletrônico e fugiu com o dinheiro

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Onde ficam os pontos de venda dos desconhecidos explosivos? Onde se recruta a mão-de-obra qualificada para os silenciosos estouros de caixas eletrônicos sem queimar o dinheiro e sem revelar a quantia levada para desconhecidos lugares? Quem ressarci os bancos pelos danos? Quem mais lucra? Por que as imagens das câmaras de vídeo não são reveladas? Por que são presos apenas os bandidos amadores?
Onde ficam os pontos de venda dos desconhecidos explosivos? Onde se recruta a mão-de-obra super qualificada para os “silenciosos” estouros de caixas eletrônicos sem queimar o dinheiro e sem revelar a quantia levada para desconhecidos lugares? Quem ressarci os bancos pelos danos? Quem mais lucra? Por que as imagens das câmaras de vídeo são censuradas? Por que são presos apenas os bandidos amadores? 

Quem provou que o inquérito constitui uma farsa foi o professor George Sanguinetti, o mais conceituado médico legista brasileiro, e um dos criadores da moderna polícia científica internacional.

Eis o mais recente texto de George Sanguinetti:
A ENCEFALOPATIA QUE NUNCA EXISTIU! O ESFORÇO PARA OCULTAR OS VERDADEIROS CRIMINOSOS! UM INQUÉRITO QUE CHEGOU AOS 7 MESES INVESTINDO NO QUE NÃO OCORREU. E EM SÃO PAULO?
Inicio com uma linguagem técnica, para mostrar a farsa da encefalopatia encapsulada.
Consta no escrito pelo Dr. Palomba (não é um laudo, nem um parecer; é uma peça alegórica), que a doença resultou de uma falta de oxigenação no cérebro, aos 2 anos de idade, numa internação hospitalar. Isto não está consignado em prontuário médico, nem diagnosticado. Só agora e por ele.
Quando ocorre, de verdade, uma isquemia cerebral global (encefalopatia hipóxico/isquêmica difusa), o paciente, quando se recupera, pode haver apenas um estado confusional leve, com recuperação tecidual completa.
Quando a isquemia cerebral é grave, os pacientes que sobrevivem, podem apresentar desde um coma persistente, a uma vida com sequelas neurológicas graves, que impedem ou limitam a capacidade de aprender, compreender, coordenar. O que está citado, pode ser verificado, nos livros médicos de Neurologia, Patologia, etc.
O menor Marcelo não apresentou nada disto. O depoimento de sua médica, que o tratava na Santa Casa foi valioso.
A encefalopatia era mais um artefato, mais um artifício. Não há no Brasil, nos manicômios judiciários, pacientes internados, portadores de encefalopatias encapsuladas, nem registro de chacinas e de suicídio por encefalopatia encapsulada.
Sei que autoridades, lendo o que já está nos autos, facilmente compreendem, que não foi o menor o autor da chacina.
Imagine se estivesse nos autos, uma dinâmica de evento, uma reconstituição, como fiz, usando figurante, de peso e altura similar ao Marcelo, utilizando uma pistola ponto 40 – a posição dos braços, das mãos, da arma, a posição final do corpo, as lesões de defesa – fica claro que ele não poderia ter sido o autor do disparo que o matou. Por que isto não foi feito?
O pretenso suicídio foi uma tentativa de encerrar rapidamente o caso. O menor Marcelo é inocente! Clamo pela apuração correta do caso, clamo por Justiça.