Meninos em São Paulo imitam gangue de estupradores do campus da Universidade Federal de Juiz de Fora

Menina foi abusada por oito menores. Desenho do Correio da Manhã de Portugal
Menina foi abusada por oito menores. Desenho do Correio da Manhã de Portugal

A imprensa internacional deu destaque ao hediondo crime. O Correio da Manhã de Portugal é um jornal conservador. O realce está no inedetismo do crime.

A polícia mineira vem escondendo o estupro na Universidade Federal de Juiz de Fora. Faz que não sabe o perigo que representa uma gangue solta no campus.

Publica o Correio:

Uma menina de 13 anos foi vítima de um brutal abuso sexual colectivo praticado por oito menores, com idades entre os 14 e os 17 anos, no bairro de Vila Penteado, onde todos vivem, na zona norte da cidade brasileira de São Paulo. Os oito violadores já foram identificados e poderão apanhar penas de prisão até três anos, pena máxima aplicável a um menor no Brasil.

por Domingos Grilo Serrinha

A polícia apreendeu a um dos menores um vídeo em que as sucessivas sevícias sexuais inflingidas à menina pelos oito acusados, em grupo e um após outro, estão claramente provadas e os seus autores identificados. Como não poderiam negar a violação, os acusados alegaram que os actos sexuais foram consentidos pela menina, que, segundo eles, também os desejou, mas na gravação a vítima pede claramente que a deixem ir embora, que não continuem com os abusos.

De acordo com o depoimento da vítima, os oito violadores estavam perto da sua casa quando esta voltava da escola e ofereceram-lhe algo para beber que parecia ser água. Como dois dos acusados são colegas dela na escola e outros são vizinhos, a menina, que ia acompanhada de uma amiga, não desconfiou das intenções do grupo e aceitou a bebida, ficando imediatamente dopada.

Devido a essa semi-inconsciência, não sabe dizer o que aconteceu à amiga, se também foi ou não violada. A polícia, no entanto, acredita que os agressores também tenham molestado a outra menor e que este não foi o primeiro crime do género praticado pelo grupo.

Na esquadra, os menores não pareceram muito preocupados e alguns chegaram a sorrir quando foram fotografados pelos agentes para o cadastro criminal. Além do abuso sexual, começaram a fazer chantagem com a menina, ameaçando divulgar as imagens do abuso sexual colectivo na internet se esta não fizesse tudo o que o grupo mandava, o que fez a vítima pedir ajuda à mãe, que chamou a polícia.

Comentário do editor: Tarado sexual tem que ser preso. O chefe dessas gangues sempre é um psicopata. E todos, não importa, a idade, anormais. Do grupo, fatalmente, surgirá um serial killer.
São bestas humanas, almas sebosas, capazes de todos os crimes.
Quem estupra não é menor de 17 anos. Apenas um animal. Os pais, quando protegem, inclusive as chamadas autoridades competentes, são cúmplices. Para essa escória existe hospital psiquiátrico.

Quem será a próxima vítima do estuprador da UF-JF? Conheça o manual de sujeição sexual das calouras da UF-PR

A delegada que investiga o desfloramento de uma menor no campus da Universidade Federal de Juiz de Fora decretou a lei do silêncio para a proteção do criminoso, e anunciou que é muito difícil provar um crime de estupro. É mesmo? Então por que investiga?

Na Universidade Federal do Paraná, um bando de canalhas decretou que as calouras devem serviços sexuais gratuitos aos veteranos. Acontece que no caso da menor de Juiz de Fora a estudante tinha 17 anos e era virgem.

Um “manual de sobrevivência” foi distribuído a calouros do curso de direito da UF-PR. O livreto de oito páginas afirma que mulher “tem a obrigação de dar” e que não pode ser parcelado.

O manual machista foi tema de reportagem de Jean-Philip Struck publicada na Folha de S. Paulo.

O texto safado afirma que se uma garota disser “vamos com calma”, o aluno deve dizer “não pode o devedor obrigar o credor a receber parte em uma prestação e parte em outra”, segundo um trecho do artigo 252. E conclui: “Ela vai ter que dar tudo de uma vez”.

O livro foi produzido pelo PDU (Partido Democrático Universitário), grupo que até 2011 comandava o centro acadêmico local. Um grupo direitista, com tendências neonazistas, e cujas irmãs e noivas, servilmente e submissas, eles esperam que sejam escravas sexuais. Isso chamam de “democracia”. Quando não passa de um incitamento ao stalking, ao bullying, ao assédio sexual, ao estupro. Idênticas mentes criminosas programaram a calourada no Instintuto de Artes e Design, na UF-JF. Serviram bebidas alcoólicas e drogas.

O manual dá dicas aos calouros dos melhores bares vizinhos à instituição e de como “se dar bem na vida amorosa seguindo a legislação brasileira”. Uma legislação permissiva e que não criminaliza quase nenhum crime sexual. No caso de estrupo, a polícia só investiga se a vítima denunciar. Tem que ir a uma delegacia e prestar queixa. Cabe a qualquer cidadão denunciar todo crime que testemunha. Para não ser cúmplice pelo silêncio.

O caso da estudante da UF-JF foi um estupro programado e, possivelmente, um crime mais grave, porque existe a suspeita de que aconteceu uma currra.

UF-JF divulga notícia mentirosa sobre estupro de universitária de 17 anos

Secretaria de Comunicação (Secom) da Universidade Federal de Juiz de Fora transcreve hoje noticia que selecionou:

“Em nota oficial, a Universidade Federal de Juiz de Fora enfatizou que a festa Calourarte não foi realizada pela a instituição. O diretório acadêmico responsável pela organização do evento afirmou que a jovem saiu da calourada acompanhada por um rapaz e entrou em um carro. Portanto, o estupro teria acontecido fora da Universidade”.

Diretório acadêmico não faz parte da universidade. Inclusive nem sede tem dentro do campus. Nem na ditadura militar era assim.

No último dia 17, o Secom transcreveu notícia assinada por Renata Brum e Sandra Zanella (colaborou Guilherme Arêas):
“No caso da adolescente, a suspeita é de que ela tenha sido induzida a tomar um drinque e ingerir uma substância que a teria deixado desacordada, sendo possivelmente abusada por um dos frequentadores do evento. Uma colega de classe da vítima, 21 anos, relatou aos policiais que havia deixado a amiga no evento, por cerca de 40 minutos, na companhia de outros jovens. Ao retornar, teria encontrado a garota descomposta e com arranhões nos braços. Ela teria levado a estudante para sua casa e, no dia seguinte, acompanhado a adolescente na consulta médica, por já suspeitar que ela poderia ter sofrido abuso sexual.Após o atendimento na Santa Casa, a adolescente foi submetida a exame de corpo de delito no Hospital de Pronto Socorro (HPS). Conforme a PM, o crime foi constatado durante a perícia médica. A ocorrência foi acompanhada pela conselheira tutelar Delfina Mônica Costa, já que os pais da jovem moram no interior de São Paulo.’Fizemos o acompanhamento, inclusive no hospital. Ela recebeu atendimento ambulatorial, mas não precisou ser internada. Agora, vamos informar o ocorrido à Vara e à Promotoria da Infância e Juventude. Se o fato ocorreu mesmo na universidade, é muito preocupante, porque a festa tinha bebidas para adolescentes.”Ainda no Secom. Notícia assinada por Ricardo Beghini:

“A vítima, que estava em Juiz de Fora há 45 dias, relatou que, durante a festa, teria sido levada por uma pessoa para um lugar escuro atrás do prédio do IAD. (onde fica o prédio do IAD?). Como estaria dopada, a jovem alega que não conseguiu reagir à investida. No dia seguinte, sentindo dores na região vaginal, ela procurou a Santa Casa de Misericórdia, onde foram detectados indícios de estupro.

O crime foi constatado pela perícia médica, que também revelou que a estudante era virgem antes de sofrer o abuso sexual”.

O agressor ou um bando de estupradores. Que estão soltos dentro da universidade. A menina foi brutalmente machucada.

Por que o Secom divulga tais inverdades: “a jovem saiu da calourada acompanhada por um rapaz e entrou em um carro. Portanto, o estupro teria acontecido fora da universidade”?

Primeiro, culpabilizar a universitária de 17 anos.

Segundo, mudar o local do crime. Quando tudo aconteceu no prédio do IAD – Instituto de Artes e Design. Atrás do prédio. Local que os estudantes chamam de “matadouro” aconteceu o estupro.

De acordo com informações da Polícia Militar, que registrou a ocorrência no sábado (14), uma amiga da vítima relatou tê-la encontrada embriagada (dopada) e em situação degradante após terem se separado durante o evento por cerca de 40 minutos. A menor foi levada para casa e, ao acordar na manhã seguinte, decidiu procurar a polícia após verificar arranhões em seu corpo e desconforto na região genital.

A menina foi abandonada no “matadouro”. Ninguém prestou socorro. Por quê? Medo da gangue?

A festa foi realizada com convites numerados. O diretório acadêmico tem os nomes dos participantes.

Continuo acreditando que foi uma curra, criminosamente praticada por dois ou três estudantes da UF-JF. Digo com a responsabilidade de quem foi, durante treze anos, professor universitário.

É assim que os cafajetes, os tarados, os seviciadores, os torturadoresde tratam as meninas da tradicional família mineira:
Universitárias pisoteadas e humilhadas no trote de 1. 600 novos calouros, este ano, na UF-JF
Universitárias pisoteadas e humilhadas no trote de 1. 600 novos calouros, este ano, na UF-JF
Pura misoginia

Estupradores soltos dentro de uma universidade representam um perigo? A resposta fica para os pais e alunas da UF-JF

 

O local do crime 

O inquérito que investiga a curra de uma menor dentro da Universidade Federal de Juiz de Fora começa sob suspeita.

Primeiro, a demora.

Segundo, a manobra da retirada da Polícia Federal. Uma debandada que muda o local do crime. Quando a menina ” foi encontrada por algumas veteranas  caída atrás do prédio do Instituto de Artes e Design da UF-JF, e levada para um quarto”, informa hoje o jornal Estado de Minas.

Terceiro, todo crime que ocorre dentro de um prédio da União tem que ser investigado pela Polícia Federal.

Estranhamente, a UF-JF, em todas as notinhas oficiais, afirma que o crime aconteceu “fora do campus”. E pré-julga a vítima quando usa termos abusivos como “suposto estupro”.

Isso chamo de cumpricidade com os seviciadores. Existe, no caso, protecionismo de algum filhote da reitoria?

Que os alunos, na sua maioria, têm a declarar?

E os pais? Consideram as filhas seguras dentro de uma universidade com estupradores soltos?

Depoimento da mãe da adolescente violentada

“Às 23h30 (sábado último), a conselheira tutelar me ligou e falou que havia acontecido um problema, que minha filha havia sido estuprada. Viemos imediatamente. Ela me disse que lembra de ter ido com uma pessoa para um lugar escuro atrás do prédio, mas estava completamente dopada e não tinha como reagir.

A UF-JF, até agora, não entrou em contato conosco. As investigações nem começaram. Talvez, se agissem mais rápido, o culpado pudesse ser pego, já que eles têm o nome de todos os alunos. O que aconteceu com minha filha foi muito sério. Se tivesse mais segurança no campus, nada disso teria ocorrido. Ela me ligou e pediu para ir (participar da festa). Só deixei porque jamais pensei que isso pudesse acontecer no prédio e dentro da universidade em que ela estuda.

Vou entrar com processo contra a instituição e contra o responsável pelo evento. Ela passou em três universidades e optamos pela UF-JF. Mandei minha filha para a instituição que considerávamos melhor e mais segura. Ela era virgem e, agora, estou levando minha filha para casa desse jeito. Vai passar, mas vai demorar e vai ser difícil.”

Que entre com todos os processos possíveis, e questione, de pronto, essa inexplicável ausência da Polícia Federal.

Depoimento do pai da menina de 17 anos

“Não tivemos retorno das policiais. Não estamos nem surpresos com essa demora. Como tudo no país, acredito que vai dar em nada. Mas nossos advogados ficarão em cima. É uma pena porque, se não houver rigor na investigação, outras pessoas podem acabar sendo vítimas como nossa filha”.

Segundo ele, a filha não voltará para cursar a faculdade na UF-JF. “Juiz de Fora acabou para ela. Escolhemos a instituição por ser segura. Permitimos que ela fosse à festa porque aconteceria dentro do local onde estuda, onde havíamos subentendido que estaria em segurança. Mas aconteceu tudo ao contrário”, desabafou.

Sexo entre crianças chega à internet

Estão chamando de cyberbullying. Bulismo na Internet. Se um idoso guarda vídeos, fotos e textos e áudio, é preso por pedofilia. Segundo o critério da OMS, adolescente de 16 ou 17 anos também podem ser classificados como pedófilos, se eles tiverem uma preferência sexual persistente ou predominante por crianças pré-púberes pelo menos cinco anos mais novas do que eles.

Com tarja nos olhos, a imprensa divulga crianças tomando drogas, se prostituindo, realizando trabalhando infantil, a criança soldado, a criança armada, presa etc. Acho  importante. Mostra uma realidade. Esconder só faz piorar.

Existe bulismo nas escolas com estupros de meninos e meninas. E o sexo consentido. Idem assédio sexual, assédio moral, o stalking, assaltos, ameaças, espancamentos, crimes rotulados de bullying.

A verdade, a verdade é que as crianças estão fazendo sexo mais cedo, e os pais nem aí, desde que seja uma “brincadeira infantil”. Como esconder esta realidade?

O sexting é uma nova forma de cyberbullying, cada vez mais frequente entre os jovens. Na semana passada, um rapaz britânico de 14 anos foi preso por publicar um vídeo pornográfico que ele e a namorada protagonizavam, no Facebook.

O sexting tem-se tornado um problema cada vez mais frequente. Trata-se de uma nova forma de cyberbullying, uma prática que afeta adolescentes por todo o mundo. Em 2009, um estudo revelou que um terço dos jovens já teria sofrido bullying no mundo cibernáutico.

Sexting consiste em enviar conteúdos sexuais provocatórios como imagens, mensagens ou clips de vídeo, através do telefone ou da internet. De acordo com Sherry Adhami, membro do grupo de caridade britânicoBeatbullying, que se destina a prevenir atos de bullying, sexting tornou-se uma epidemia que ataca cada vez mais jovens por todo o mundo.

Em declarações ao jornal britânico, “The Telegraph“, vários jovens revelaram que esta realidade é bastante mais comum do que aquilo que se pensa. Amy, de 16 anos, disse, inclusive, que “se perguntar por aí, eu conseguiria, provavelmente, obter entre 10 a 20 fotografias que foram enviadas ou postas no Facebook, em menos de uma hora”.