Camila em defesa de Serra contra os teremotos de uma mineradora dentro da cidade e as explosões de bombas contra o povo

A população reclama que sofre com os problemas há quatro décadas de explosões e poeira tóxica
A população reclama que sofre com os problemas há quatro décadas de explosões e poeira tóxica

O protesto dos moradores do bairro Pitanga, na Serra, que fechou a BR 101, aconteceu pela reivindicação de que a mineradora Tervap encerrasse as atividades no local. A empresa atua nas pedreiras da região próximas ao Mestre Álvaro há 44 anos e havia conseguido a autorização para continuar os trabalhos por mais quatro anos.

“Não queremos mais esse tipo de empresa no nosso bairro porque está destruindo o meio ambiente e temos um monte de problemas há décadas. O pó de pedra suja tudo, muitas crianças e idosos têm bronquite asmática. E as explosões parecem um terremoto, balançam tudo”, explica o líder comunitário Luiz Henrique Ribeiro, que mora em Pitanga há 46 anos.

As detonações costumam acontecer duas vezes por dia, de acordo com o que contam moradores, uma pela manhã, às 11h e outra no fim da tarde, às 17h. As explosões promovida pela mineradora causa rachaduras nas casas e quebram vidros de janelas.

Para Camila Valadão, que reside em Serra, as atividades de uma mineradora dentro de uma cidade só pode acontecer com o descaso de quarenta anos de prefeitos e governadores que não escutam as explosões de dinamite nem os clamores do povo. Ninguém revela o nome do dono da mineradora, nem as campanhas eleitorais que ele financia.

casagrande protesto

O cinismo da Tervap

A Tervap explica que atua na região do bairro Pitanga, na Serra, há 40 anos, “sempre de forma regular”. Alega que nos últimos dez anos vem explorando a pedreira no subsolo, numa profundidade de aproximadamente 20 metros, usando dinamite de linha silenciosa. A empresa garante que a tecnologia que ela utiliza possibilita que a população não seja afetada com emissões de poeira e de barulho, não causando também trepidação. Segundo o diretor administrativo da Tervap, José Carlos Zamprogno, estudos já mostraram que a atividade de produção de pedra britada “não causa doenças respiratórias nos moradores e nem causa rachaduras em residências”, contrariando o que denunciaram ontem manifestantes no protesto na BR 101. Segundo Zamprogno, rachaduras existentes nas moradias não são decorrentes de explosões da pedreira. Ele lembra que a Tervap, que recebeu licença para atuar na área até 2018, produz aproximadamente 10 mil metros de brita por mês, gerando 35 empregos diretos. “Temos famílias trabalhando com a gente há anos. A comunidade sabe que a empresa sempre se preocupou com ela e com o meio ambiente. Pessoas de fora da comunidade, com interesses pessoais, envolveram-se na manifestação”, afirma Zamprogno, insistindo que a Tervap “age dentro da legalidade” e admitindo que a Tervap deve sair do bairro, “mas não de uma hora para outra”. José Carlos Zamprogno, Diretor Administrativo da Tervap. Transcrevi trechos de reportagem da Gazeta, numa corajosa reportagem de Carla Sá, com acréscimos.

 O terremoto da Tervap 

Miqueias, de dois anos, deixa de ir à creche por conta da bronquite asmática. "Ele tem crises de asma, vive sofrendo com o pó", conta a mãe, a dona de casa Zelina Márcia do Amaral
Miqueias, de dois anos, deixa de ir à creche por conta da bronquite asmática. “Ele tem crises de asma, vive sofrendo com o pó”, conta a mãe, a dona de casa Zelina Márcia do Amaral
A comerciante Terezinha de Jesus Rodrigues, 60 anos, tem problemas respiratórios e sua casa tem várias rachaduras. "Quando eles explodem, parece um terremoto"
A comerciante Terezinha de Jesus Rodrigues, 60 anos, tem problemas respiratórios e sua casa tem várias rachaduras. “Quando eles explodem, parece um terremoto”

Mas como era de esperar, os justos protestos de 40 anos de sofrimento, tinham que terminar com a ação arbitrária da
polícia. Veja foto da Tribuna

Tribuna

A Copa e o risco Brasil

polícia rua rico segurança Can Kente

 

O governo de São Paulo, para justificar a incompetência de sua política de segurança pública, criou um governo paralelo que não existe, que seria dos presos presos – o PCC. Assim o Brasil tornou-se alvo de um noticiário nefasto.

Publica Clarín, um jornal da Argentina mui parecido ideologicamente com O Globo, o Correio Braziliense, a Folha de S. Paulo e o Estado de S. Paulo:

As orientações incluem alertas peculiares, como quanto a explosões em bueiros do Rio de Janeiro, cuidado com a presença de macacos e morcegos e até quanto ao grande poder de facções criminosas em São Paulo.

por Vinicius Konchinski, do Uol

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O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, já afirmou que o “Brasil não é como a Alemanha” quando o assunto é organização e segurança para visitantes. E as embaixadas de países que enviarão turistas para cá durante a Copa do Mundo de 2014 sabem disso muito bem. Tanto é assim que elaboraram cartilhas para que seus cidadãos mantenham-se seguros e saudáveis em sua passagem pelo país.

Essas cartilhas contêm orientações para toda a estada dos turistas em território brasileiro. Incluem até alertas peculiares, como quanto a explosões em bueiros do Rio de Janeiro, cuidado com a presença de macacos e morcegos e até quanto ao grande poder de facções criminosas em São Paulo.

As embaixadas também recomendam que turistas não reajam a tentativas de roubo. A representação da Alemanha, aliás, sugere até que seus cidadãos reservem certa quantia extra de dinheiro para que seja entregue a ladrões em caso de abordagem. “É aconselhável sempre levar uma quantia de dinheiro para a rendição voluntária”, explica o órgão.

A Embaixada dos Estados Unidos descreve em sua página de dicas para viajantes ataques como os promovidos pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) em 2006. Segundo a representação diplomática norte-americana, turistas que pretendem visitar a capital paulista devem estar cientes do poder traficantes, mesmo presos.

“Os esforços de traficantes presos para exercer seu poder fora de suas celas resultaram em interrupções esporádicas na cidade, violência dirigida contra as autoridades, os incêndios de ônibus, e vandalismo em caixas eletrônicos, incluindo o uso de explosivos”, informa o trecho do guia para norte-americanos que pretendem viajar para o Brasil.

Embaixadas do Reino Unido, França, Espanha e Austrália também pedem atenção redobrada de turistas com a segurança no Brasil. Os órgãos alertam que os índices de criminalidades são altos por aqui e informam que turistas estrangeiros estão entre os principais alvos de assaltos em grandes cidades brasileiras.

 

Quanto vale um brasileiro? Nas indenizações por morte violenta, alguns trocados

O que mata mais no Brasil violento: morte matada ou morte morrida? A polícia mata, a milícia mata, o assaltante de rua mata, o trânsito mata. É um país de assassinos. Dos desaparecidos. Dos cemitérios clandestinos. Da escravidão. Dos atestados de óbito por causa desconhecida. Das 500 mil crianças prostitutas condenadas a morrer antes da maioridade. Dos filhos da rua e dos f.d.p. nos mais altos cargos dos cinco poderes: o econômico, o judiciário, o executivo, o legislativo, a imprensa.

Dou um exemplo desta semana: assassinaram três jornalistas. Que indenização vão receber as famílias dos mortos?

Sei que um brasileiro vale menos que um argentino. Eis a prova:

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Tragedia en Mendoza: pagarán $700 mil por cada víctima fatal del accidente en San Martín

Se calcula que esa cifra deberán abonar los dueños del camión que protagonizó el choque que provocó 16 muertes. Sólo con los fallecidos, el monto ronda los $11 millones. Podría ser más si los sobrevivientes deciden hacer demandas.

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Ignacio Zavala Tello
zavala.ignacio@diariouno.net.ar

Casi $11 millones deberán pagar las empresas brasileñas propietarias del camión y el semirremolque que protagonizaron la denominada “tragedia de la ruta 7” en San Martín. La cifra se calcula sólo para las víctimas fatales, pero ascendería si quienes sobrevivieron anteponen medidas judiciales.

Mientras continúan las pericias para intentar determinar si el camionero Genesio Mariano (35) realmente estaba bajo los efectos de alcohol y drogas como afirmaron varios testigos, el representante legal de las compañías brasileñas en Mendoza le confirmó a Diario UNO que deberán desembolsar unos $700 mil por víctima. Así, sólo por las 15 víctimas fatales (sin contar al camionero, que fue quien ocasionó el siniestro), la suma ascendería a los $10 millones y medio.

“El monto del pago (de las indemnizaciones), ya sea por un arreglo o por sentencia firme que se determine, a ojo experimentado, en promedio va a rondar los $700 mil por víctima. Podrá ser menos o más, dependiendo de cada caso”, especificó Alejandro Miguel Nacevich, representante legal de ACM Transportes y Toso Limitada. Ese monto incluiría los conceptos de daños moral y psicológico, y lucro cesante.

El abogado precisó que, si bien siempre se mencionó a ACM como la propietaria del camión, tanto el chofer como el tractor pertenecían a Toso. Esta empresa alquilaba el semirremolque de ACM, pero ambas serán las responsables legales en caso de que lo determine la Justicia.

Más aportes a la investigación

Según explicó Nacevich, el martes pasado, los dueños de ambas empresas brasileñas llegaron a Mendoza para ponerse a disposición del fiscal que investiga el tremendo siniestro vial.

“Nos apersonamos en la fiscalía de San Martín, adjuntamos la póliza de seguro de responsabilidad civil que les exigen a las empresas de transporte internacional por daños a terceros y vimos el vehículo siniestrado”, detalló el letrado.

De acuerdo con la versión de Nacevich, entre esos aportes también figura el informe de GPS, que echará luz sobre el recorrido que realizó Mariano entre las 15 y las 17.30, lapso en el que se genera el vacío investigativo.

De acuerdo con la información del sistema satelital, los propietarios de ACM indicaron que el enorme transporte de cargas circulaba a unos 50 kilómetros por hora y no a más de 100 como indicaron fuentes policiales tras el incidente. Nacevich indicó que la velocidad no será determinante, debido a que los efectos son los mismos. “Quedó molido. Evidentemente, despacio no iba. Además, están las imágenes de los testigos presenciales donde uno ve que el camión no iba despacio. Si iba a 50 o a 200 (km/h) lo va a determinar una pericia mecánica. De todas maneras, en la responsabilidad y en la indemnización no hace diferencia”, sentenció el abogado especializado en comercio internacional y transporte.

Respecto de la hipótesis que plantearon los empresarios brasileños de que su chofer había sido asaltado, el abogado mendocino se atajó: “No lo descarto, pero tampoco lo afirmo”.

Identifican los dos últimos cuerpos

Una semana pasó y sólo entonces los 16 fallecidos tras el siniestro vial pudieron ser identificados. Ayer se confirmó que el cadáver masculino, que no podía ser individualizado por no contar con muestras de ADN que cotejar, es del camionero brasileño y que el cuerpo femenino es de una turista norteamericana.

Genesio Mariano, el chofer oriundo de Brasil, fue identificado luego de que su medio hermano Roberto Fernandes de Jezuz (23) aportara muestras de sangre la tarde del jueves en el Cuerpo Médico Forense.

Los peritos también confirmaron que el cuerpo de mujer que faltaba reconocer es de Tyler Mooney Sabrooke, una turista norteamericana que fue reconocida visualmente por familiares que llegaron de Estados Unidos debido a que no estaba calcinada, sino que fue rescatada del micro y falleció en el hospital.

Privatização da Petrobras transformou o Rio em um inferno. Um mar de lama podre. A cidade um campo minado

Bombeiros do quartel Central foram chamados para checar um vazamento de gás, na manhã desta terça-feira (22), na esquina das ruas Alcindo Guanabara e Senador Dantas, no Centro do Rio. Segundo testemunhas, há um forte cheiro de gás no local.
De acordo com os bombeiros, o local está isolado.

Os bueiros passaram a ser um campo minado. Quando um explode, a explicação para os imbecis: jogaram um ponta de cigarro. O Ségio Cabral devia proibir fumar nas ruas: nem tabaco, nem maconha – avisaria em filmetes na Globo.

Cesó el derrame de petróleo frente a Río de Janeiro

El gobierno brasileño anunció en la noche del lunes que cesó el derrame de petróleo en un pozo operado por la empresa estadounidense Chevron, iniciado el 8 de noviembre, en un yacimiento ubicado a 370 kilómetros de la costa del estado de Río de Janeiro. Derramado el equivalente a unos 3.000 barriles de petróleo según el gobierno y 2.400 para la empresa, en las aguas del norte del estado brasileño. (Telam)

Eta Rio Janeiro desgovernado e pirateado. Coisa de cidade murada.
Eta Brasil dos corsários. O petróleo dá na canela. Tanto que derrama. É quase todo exportado, a preço de banana podre, que o Brasil não tem refinarias. Desde 1981 que não constrói nenhuma. Isso para continuar importando gasolina a preço de guerra.

Para distrair o povo, o governador escolhe uma favela para invadir. Coisa fácil. O Rio tem mais de mil favelas.
E faz da invasão o maior carnaval.
Invasão anunciada: os bandidos ficam esperando para ser presos pela polícia-milícia.
Sempre matam moradores. Matar no Rio faz parte do jogo de bicho.
Que o povo é bicho.
Ou lixo.

Terrorismo no Rio de Janeiro

Os bueiros bombas da Light

Depois do fatiamento da Petrobras, no governo de Fernando Henrique, dos leilões dos poços de petróleo e gás, e empresas de energia elétrica, a Light voltou a dominar o Rio de Janeiro.

E faz terrorismo. Para aumentar preços. Não investe um tostão furado em nenhum dos serviços que monopoliza.