O presidente de instituto de patentes do Brasil acusado de violar Código de Conduta da Administração Federal

Cleopatra, a última rainha do Egito, deu pra César. Nunca mais o Egito foi independente
Cleopatra, a última rainha do Egito, deu pra César. Nunca mais o Egito foi independente

Chamo as agência reguladoras – dos altos preços e dos altos interesses da privataria e  desnacionalização de empresas brasileiras – de prostitutas respeitosas ou prostitutas de luxo. Acontece que vários institutos também trabalham na horizontal, deitados em berços esplêndidos, para o gozo de piratas e corsários. O IMPI é um deles.

Que se investigue esta denúncia:

Transnacional estadounidense BIO le dictó cursos a los propios examinadores de patentes brasileños

El Grupo de Trabajo de Propiedad Intelectual (GTPI) de Brasil envió una denuncia a la Comisión de Ética Pública para que sea investigada una supuesta infracción por parte del presidente del Instituto Nacional de Propiedad Industrial (INPI) de ese país, Jorge Ávila, por violar el Código de Conducta de la Alta Administración Federal (CCAAF).

La denuncia fue motivada por la realización de un Taller en la sede del INPI los días 18 y 19 por la Biotechnology Industry Organization (BIO), una “asociación de comercio” (trade association) con base en los Estados Unidos que congrega empresas privadas que trabajan con biotecnología. En la programación del evento se incluye el objetivo de capacitar a los examinadores para el análisis de los requisitos necesarios para la concesión de una patente en el área de la biotecnológica.

Después del evento, el INPI divulgó una nota en la que se destaca el aspecto técnico de la reunión: “El encuentro siguió con debates sobre temas técnicos relacionados a las patentes de biotecnología, como productos aislados de la naturaleza; el concepto de obviedad; familias de patentes; sumatoria de solicitudes, y patentes relacionadas a recursos genéticos”.

De acuerdo con GTPI, se trata de un caso innegable de conflicto de intereses, pues, en la práctica, el regulado (organización privada) que ansía la concesión de patentes, está influenciando directamente al regulador (el INPI), responsable por la concesión de la patente.

El propio sindicato de examinadores del INPI clasificó la iniciativa como una exposición de los funcionarios al lobby de las empresas extranjeras.En materia publicada por el diario “Estado de São Paulo“, la dirección del INPI alega que los examinadores si deben tener contacto los “usuarios” en el caso de las empresas que solicitan patentes y que no pueden discriminar empresas extranjeras en la prestación de servicios públicos ofrecidos por el INPI.

EL GTPI considera que en este caso el promotor del evento, la BIO, tiene un interés directo en la decisión de la autoridad pública en cuestión, el INPI, y por eso, este workshop para capacitar examinadores coloca en riesgo la integridad ética de la administración. Existen muchos criterios en el análisis de una patente que pueden ser aplicados de forma más rigurosa o más flexible.

Es evidente que las empresas representadas por la BIO, tienen interés en un análisis más flexible de modo que puedan obtener más patentes. También es evidente que el examinador, aunque expuesto a una situación de lobby como esta, tiene poder de discernimiento. Pero por encima de todo es evidente que un ente de autarquía federal como el INPI no debe incurrir en el favorecimiento de intereses privados y debe siempre tener el interés público nacional como norte de sus decisiones. Además de la antiética, esa postura, en la medida en que puede estimular un patentamiento excesivo, puede generar monopolios indebidos sobre tecnologías de interés público, dificultando así el acceso a ellas.

Vea aquí la denuncia enviada por el GTPI a la Comisión de Ética Pública.

Qual o parceiro das meninas que fazem sexo aos 11 anos?

Sexo nos teenagers é o tema de capa da Única nº 2034
Jovens que iniciam a vida sexual por vezes a partir dos 11 anos é o tema de capa da Revista Única neste sábado.

Anuncia o jornal Expresso de Lisboa:
“Artigo sobre o crescente número de jovens que iniciam a vida sexual numa idade precoce, para o qual foram ouvidos médicos de várias áreas e outros especialistas, bem como alguns desses teenagers”.

Eis a reação dos leitores:

“O tema é pobre, a imagem da capa é reles e propagandear a notícia que vai sair, está longe de noticiar. É deprimente, reles e estúpido. Os Portugueses gostarão de serem tratados assim?”

“Quem escolheu a capa escolheu provocar, escolheu chamar a quem tem 13 uma p***, porque iniciou a vida sexual. Iniciar a vida sexual não tem a ver com a atitude demonstrada na capa. Mais de metade das alunas da escola da minha filha já tiveram sexo, com grande probabilidade, e nunca vi nenhuma vestida ou com a atitude da ‘criança’ desta capa.
Certamente o Expresso desta semana vai vender como pão quente, mas tudo porque uma resma de pervertidos vai querer a revista para se masturbarem”.

“Por que raio esta mania de escrever palavras estrangeiras em frases e textos de noticias ou publicidade cá em Portugal? Será que ‘adolescentes ‘ ficava mal? ”

“Se começam a ter sexo aos 11 anos, tornam-se consumidores mais cedo dos preservativos e anticoncepcionais. A indústria do ramo agradece”.

NO BRASIL AS MENINAS COMEÇAM COM QUE IDADE?

As meninas pobres não são gente. Nunca fazem parte das estatísticas. Medo de admitir que as meninas da classe média estão fazendo amor cada vez mais cedo existe. Tanto que a catarse é procurar pedófilos na internet. Admitindo-se que meninas de onze anos faz amor com meninos de onze. Meninas de doze com meninos de doze. Sempre com parceiros da mesma idade. Coisa de namorico. Curiosidade. Santa inocência.

As meninas pobres não namoram. Fazem sexo mesmo. Instinto animal. Nenhuma indignação na estatística da Polícia Federal e da Unesco: de que mais de 250 mil crianças são recrutadas pelo tráfico de sexo. Um trabalho que começa aos sete, oito anos. Os parceiros são adultos. Faz parte, inclusive, do turismo sexual. Ninguém fala de pedofilia. Seria admitir a existência de milhões de pedófilos. Que uma criança recebe de oito a dez parceiros por jornada.

Acrescentando as meninas que não estão na prostituição…

Em 1994, o CBIA (Centro Brasileiro para Infância e Adolescência) estimava em 500 mil o número de meninas prostitutas no país. Isso isola o Brasil na dianteira dos países americanos que enfrentam esse tipo de problema social, ficando atrás apenas da Tailândia, que tem 800 mil menores na prostituição.

Para importantes ONGs e grupos de estudos acadêmicos, a estimativa de 500 mil crianças prostitutas infantis continua válida para este ano da graça de Deus de 2011.

Velho empregado só de brincadeirinha

Depois que a ditadura de 64 cassou a estabilidade no emprego, e do rasga da CLT por Fernando Henrique e Lula da Silva, todos os empregos passaram a ser temporários. E assim começou a troca do empregado com mais de 40 anos por um mais baratinho de 20.

Trabalhador de cabelos brancos ou careca só de brincadeirinha. Veja só que piada:

Treinamento simula em jovens sensação de ser da ‘terceira idade’
Treze jovens que trabalham com supermercados vestiram luvas para perder o tato, óculos para enxergar menos e faixas para sentir o que é uma artrite”.

Quem disse que o velho, quem tem 60 anos, ou o idoso, quem tem 65 anos, ou mesmo o ancião, quem tem mais de 70 anos, perde os sentidos? Isso é escárnio.

“Trabalhadores do setor de supermercados tiveram nesta quarta-feira (14) em São Paulo uma experiência que provavelmente não vão esquecer nunca mais”. Deviam os jovens ficar preocupados com o futuro. Nas empresas que trabalham não existem velhos. E que eles amanhã também estarão desempregados. Que não existe mais emprego fixo no Brasil. Todo emprego é temporário

Indígenas brasileiros exigem que a Shell saia de seus territórios ancestrais

Indígenas guaraníes de Brasil por medio de una carta han exigido a la empresa Shell que deje de utilizar sus territorios ancestrales para la producción de etanol. En carta enviada a Shell y a la empresa brasileña Cosan, las cuales son unidas en la producción de caña de azúcar, los indígenas advierten de que “desde que la fábrica comenzó a operar, la salud de todos nosotros se ha deteriorado: la de niños, adultos y animales”. Leer la carta

A Grécia que a imprensa brasileira esconde

A Grecia está até hoje pagando as dividas contraidas para a realização das olimpiadas.

O Brasil que arrota possuir dinheiro e mais dinheiro nos cofres públicos – dinheiro de impostos e dinheiro não investido em serviços essenciais – anuncia uma nova gastança em Olimpíadas e,  pior ainda, na Copa do Mundo, que quebrou a África do Sul.

“O custo dessa aventura fica por conta de varios bilhões de dolares, num pais carente de recursos, com alto indice de doenças, principalmente a Aids.
Essa conta certamente será paga pelo contribuinte sul africano. A Fifa encherá a burra de dinheiro, terminada a copa sai do país.
A realização da copa do mundo no Brasil não vai ser diferente, com a gastança que já se anuncia. Num país que faltam médicos, que são mal remunerados, e onde grande parte da população depende da saúde pública.
Após a realização da copa, a Fifa e seus patrocinadores vão embora, e fica uma divida monstruosa para o povo brasileiro arcar.
Não precisamos de Copa do Mundo, mas sim empregos, melhores salários, mais investimentos em educação, e principalmente em saúde pública“.

A máfia da Fifa está sediada nos países ricos da Europa. O Brasil, para a Copa, vai construir doze luxuosos e caríssimos estádios. Implodiu até velhos estádios, para erguer novos Coliseus. Idem estádios para as Olimpíadas, e cidades olímpicas, cercadas por favelas.

Na Grécia, o endividamento revoltou os gregos.  Hoje, a Grécia conta com mais de duzentas ocupações estudantis de escolas.

Vejam professores gregos invadindo uma televisão

A legenda do medo do terrorismo

Para o Ministério das Relações Exteriores, existem cerca de 1,3 milhões de brasileiros exilados nos Estados Unidos. Isso em 2009. Como o êxodo não pára, e as estatísticas oficiais sempre registram menos, temos que considerar os emigrantes ilegais…

… eis que os irmãos Marinho encontraram um retirante brasileiro trabalhando no pesado. O engenheiro brasileiro Wilson Souza. Ele comanda as equipes de uma das empresas que produzem o concreto especial usado nos novos arranha-céus do World Trade Center , em Nova Iorque. O produto é um pouco mais escuro do que o usado nas construções normais. A fórmula é secreta. “Não é um concreto comum. É muito mais forte. Esse é três vezes mais forte que os outros”, afirma.

É uma reportagem típica da propaganda que cria uma legenda de medo. Para combater o terrorismo mundial tudo se justifica.

Terrorismo no Brasil tem outra cara

A cara da fome. Da peste. Da morte. Morte por bala perdida. Morte por causa desconhecida.
Todo final de semana temos chacinas. Que não são investigadas.

Não podia ser diferente. Os brasileiros sonham com a paz. A paz no campo. E o fim da violência urbana.

Que a paz reine no Brasil e no mundo.

Que o Brasil continue com a sua política em defesa da
autodeterminação dos povos.

O princípio que garante a todo povo de um país o direito de se autogovernar, tomar suas escolhas sem intervenção externa. O direito à Soberania, ou seja, de um determinado povo de determinar seu próprio status político. Em outras palavras, seria o direito que o povo de determinado país tem de escolher como será legitimado o direito interno sem influência de qualquer outro país.

Carta da ONU

Em 1941, os Aliados da Segunda Guerra Mundial assinaram a Carta do Sul da Atlântico e aceitaram o Princípio da Autodeterminação. Em janeiro de 1942, 26 países assinaram a Declaração das Nações Unidas, que ratificou esses princípios. A ratificação da Carta das Nações Unidas em 1945, depois do fim da Segunda Guerra Mundial, inseriu o direito de autodeterminação no âmbito do direito internacional e diplomático.

Escreve Noam Chomsky, remorando o 11-S uma década depois:
¿Había otra alternativa?

Nos estamos aproximando al décimo aniversario de las horrendas atrocidades acaecidas el 11 de septiembre de 2001, unos hechos que, según se considera a amplios niveles, cambiaron el mundo. El pasado 1 de mayo un equipo de los comandos de elite estadounidenses, los SEAL de la Marina, asesinaron al presunto cerebro del crimen, Osama bin Laden, después de capturarle, desarmado e indefenso, a través de la Operación Jerónimo.

Un grupo de analistas ha observado que aunque finalmente se haya acabado con Bin Laden, éste consiguió, no obstante, algunos éxitos importantes en su guerra contra EEUU. “Afirmó repetidamente que el único camino para sacar a EEUU del mundo musulmán y derrotar a sus sátrapas era involucrar a los estadounidenses en una serie de pequeñas pero onerosas guerras que les llevaran finalmente a la bancarrota”, escribe Eric Margolis. “‘Sangrar a Estados Unidos’, en sus propias palabras”. A EEUU, primero bajo George W. Bush y después con Barack Obama, le faltó tiempo para precipitarse en la trampa… Resulta grotesco que los inflados desembolsos militares y la dependencia de la deuda… puedan ser el legado más pernicioso del hombre que pensaba que podía derrotar a EEUU”, especialmente en unos momentos en que la extrema derecha está cínicamente explotando el tema de la deuda, con la connivencia del establishment demócrata, para socavar lo que queda de programas sociales, educación pública, sindicatos y, en general, las barreras que aún resisten ante la tiranía de las corporaciones.

Que Washington se inclinó por cumplir los más fervientes deseos de bin Laden fue algo que se puso en evidencia de inmediato. Como expuse en mi libro “9-11”, escrito poco después de que ocurrieran los ataques, nadie con conocimiento sobre la región fue capaz de reconocer “que un ataque masivo contra una población musulmana era la respuesta a las plegarias de bin Laden y sus socios, y que conduciría a EEUU y a sus aliados hacia una ‘trampa diabólica’, como señaló el ministro francés de Asuntos Exteriores”.

El importante analista de la CIA responsable desde 1996 de seguirle el rastro a Osama bin Laden, Michael Scheuer, escribió poco después que “bin Laden le ha precisado muy bien a EEUU las razones por las que está emprendiendo la guerra contra nosotros. [Él] está decidido a cambiar drásticamente las políticas estadounidenses y occidentales hacia el mundo islámico”, y en gran medida lo ha conseguido: “Las fuerzas y políticas de EEUU están completando la radicalización del mundo islámico, algo que Osama bin Laden trató de conseguir con un éxito sustancial aunque incompleto desde los primeros años de la década de 1990. Como consecuencia, pienso que es justo concluir que los EEUU de América siguen siendo el único aliado indispensable de bin Laden”. Y bien podría decirse que así sigue siendo incluso después de su muerte.

El primer 11-S

¿Había alternativa? Hay muchas posibilidades de que el movimiento yihadista, gran parte de él muy crítico hacia bin Laden, se hubiera dividido y debilitado tras el 11-S. “El crimen contra la humanidad”, como fue justamente denominado, podría haberse considerado como tal crimen y haber llevado a cabo una operación internacional para apresar a los posibles sospechosos. Pero aunque en aquel momento se reconoció tal posibilidad, ni siquiera se pasó a considerar la idea de hacerlo así.

En “11-9”, citaba la conclusión de Robert Fisk de que el “horrendo crimen” del 11-S se cometió de forma “perversa y con una crueldad impresionante”, una valoración certera. Es útil tener en mente que los crímenes podrían haber sido incluso peores. Supongamos, por ejemplo, que el ataque hubiera llegado hasta a bombardear la Casa Blanca, matar al presidente, imponer una dictadura militar brutal que asesinara a miles y torturara a decenas de miles mientras establecía un centro internacional de terror para ayudar a imponer estados similares de tortura y terror por todas partes y desarrollar una campaña internacional de asesinatos; y como estímulo adicional, hubieran traído un equipo de economistas –llamémoslos “los chicos de Kandahar”- para hundir velozmente la economía en una de las mayores depresiones de su historia. Eso, francamente, hubiera sido mucho peor que el 11-S.

Lamentablemente, este no es un pensamiento experimental. Sucedió. La única inexactitud en ese breve relato es que las cifras se habrían multiplicado por 25 para producir los equivalentes per capita en la medida apropiada. Desde luego, me estoy refiriendo a lo que en Latinoamérica se llama a menudo “el primer 11-S”, el 11 de septiembre de 1973, cuando EEUU consiguió tras intensos esfuerzos derrocar al democrático gobierno de Salvador Allende en Chile con un golpe militar que colocó en el poder al brutal régimen del general Pinochet. El objetivo, en palabras de la administración Nixon, era matar el “virus” que pudiera animar a todos aquellos “extranjeros dispuestos a putearnos” apropiándose de sus propios recursos y siguiendo de diversas maneras una política intolerable de desarrollo independiente. Al fondo estaba la conclusión del Consejo Nacional de Seguridad de que si EEUU no podía controlar Latinoamérica, no podía esperar “conseguir un orden que le fuera favorable en otros lugares del mundo”.

El primer 11-S, a diferencia del segundo, no cambió el mundo. No se produjo “nada que tuviera muy grandes consecuencias”, como Henry Kissinger aseguraba a su jefe pocos días después.

Estos acontecimientos de consecuencias pequeñas no se limitaron al golpe militar que destruyó la democracia chilena y puso en marcha la historia de horror que le siguió. El primer 11-S fue justo uno de los actos de un drama que empezó en 1962, cuando John F. Kennedy cambió la misión del ejército latinoamericano de “defensa hemisférica” –una anacrónica reliquia de la II Guerra Mundial- por “seguridad interna”, un concepto que implicó una aterradora interpretación en los círculos latinoamericanos bajo dominio estadounidense.

En la recientemente publicada por la Universidad de Cambridge “History of the Cold War”, el erudito latinoamericano John Coatsworth escribe que desde ese momento hasta “el colapso soviético en 1990, las cifras de prisioneros políticos, víctimas de tortura y ejecuciones de disidentes políticos no violentos en Latinoamérica superaron inmensamente a las de la Unión Soviética y sus satélites del Este de Europa”, incluyendo también muchos mártires religiosos y asesinatos masivos, siempre apoyados o iniciados en Washington.

Chile. Quem é pato Donald na Embaixada do Brasil?

Taí pro Itamarati descobrir

Da Embaixada do Brasil, no Chile, partiu uma campanha que visa desqualificar o movimento estudantil na América do Sul. Notadamente a liderança de Camila Vallejo.

Isso é uma volta aos tempos da Operação Condor das ditaduras do Cone Sul.

Los responsables de la Agencia Periodística de América del Sur (APAS) denunciaron que está circulando en internet y redes sociales una nota atribuida a ellos en la que se descalifica a Camila Vallejo y se afirma que viajó a un congreso estudiantil en Uruguay.

La nota ha sido difundida en las redes sociales de internet y por correo electrónico. Uno de los difusores en Chile de esta apócrifa nota es un presunto funcionario de la Embajada de Brasil en Chile, cuya dirección de correo es donald@embajadadebrasil.cl.

Al respecto, Fernando Glenza, responsable de relaciones institucionales de la agencia salió a denunciar la historia que se le adjudica a su organización.

“M me veo en la necesidad de realizar la siguiente denuncia pública en relación a una presunta nota de nuestra autoría replicada en diversos blogs y redes sociales de internet intitulada: ‘Una falsa Estudiante chilena de nombre Camila Vallejo, llega a Uruguay a participar en ‘Congreso Guevarista’ (del Partido Comunista)’, señala Glenza.
“El objetivo de la noticia falsa tiene el doble propósito de ensuciar el nombre de la dirigente de la Federación de Estudiantes de la Universidad de Chile (FECH) y manchar el nombre de nuestra Agencia, emprendimiento conjunto de tres universidades públicas de Argentina: Universidad Nacional de La Plata, Universidad Nacional de Cuyo y Universidad Nacional de Lomas de Zamora”, agrega.

“Esto no es casual, es un ataque deliberado, dada nuestra trayectoria en defensa de la enseñanza Pública, Libre y Gratuita; y por consiguiente, nuestro apoyo a los reclamos emprendidos por el movimiento estudiantil chileno en ese sentido”, explica.

La agencia señala que la noticia falsa aún se encuentra publicada en diversos blogs ligados a la ultraderecha latinoamericana como el correspondiente a un supuesto “Movimiento 10 de septiembre”, “nombre que -no casualmente- remite al día previo al golpe de Estado” ocurrido en Chile en 1973.

Otro sitio que la ha difundido es http://twittervenezuela.co, relacionado al medio venezolano Globovisión; el Facebook Sebastián Piñera el Presidente del Bicentenario, creado y administrado por Jaime Ignacio Aracena Marciel; el Diario El Opositor, http://elopositor-chilenoopositor.blogspot.com; y las decenas de blogs del consultor y asesor de empresas chileno Rodrigo R. González Fernández.