Brasil não entra na lista das 90 melhores cidades do mundo. Perde para Argentina, Chile, Uruguai e Peru

O Brasil possui as piores cidades, porque não faz nada que preste para o povo. Os prefeitos são ladrões. As cidades ideais para se viver são selecionadas pelos indicadores: saúde, violência e estabilidade,  educação, infra-estruturas e meio ambiente, e  entretimento.

A América Latina não aparece entre as  50.

Na América do Sul estão listadas Buenos Aires – é a melhor – no posto 62; seguida por Santiago de Chile no 63. Montevideo ficou no 65, Lima no 81.

O Brasil quase não entra na lista das cem melhores cidades para se viver no mundo. Río de Janeiro está no 92 lugar, Bogotá 111, e Caracas 118.

A investigação anual é realizada pela Unidade de Inteligência da revista inglesa The Economist.

Em ordem decrescente, as dez cidades ideais são: Melbourne (Australia), Viena (Áustria),Vancouver, Toronto e Calgary (as três no Canadá), Adelaida e Sidney (ambas australianas), Helsinki (Finlândia), Perth (Austrália) y Auckland (Nova Zelândia).

As grandes fortunas brasileiras residem no exterior, e possuem dupla nacionalidade (ou três).

Por dever de ofício, residem no Brasil os mandatários do executivo, do legislativo e do judiciário. Até o presidente do Superior Tribunal de Justiça comprou apartamento em Miami.

Para essa classe de tecnocratas e burocratas, os prefeitos constroem guetos de luxo, e ilhas de fantasia para os turistas.

As obras faraônicas da Copa do Mundo deste ano, e das Olimpíadas em 2016, possuem o jeitinho brasileiro dos lá de cima levar vantagem em tudo.

Para o povo viver melhor nada se faz. Veja a proposta mais recente:

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Os edificios kitinetes – a verticalização das casas populares – lembram os túmulos carneirinhos, que no Brasil imenso não existe espaço para a construção de cemitérios.

O povo em geral, os zumbis do capitalismo selvagem e depredador, vai agora viver em edifícios sardinhas de 30 a 60 metros quadrados.

Diferentemente das cinzentas cidades brasileiras, os prédios argentinos pagarão menos impostos por ter jardins nos telhados.

arboles en buenos aires

Informa uma reportagem de Marcia Carmo, para BBC Brasil: “Arquiteto com especialização em economia urbana, Chain lembrou que Buenos Aires integra o grupo chamado C40 (Climate Leadership Group, que reúne cidades que debatem saídas para preservação do meio ambiente) e que a nova meta de Buenos Aires será a exigência de que os novos edifícios já sejam erguidos com os jardins no telhado.

“A medida sancionada é optativa e pretende estimular a criação destes pontos de vegetação. Mas neste ano enviaremos outro texto à Legislatura com a exigência de que novos prédios já tenham esses espaços verdes”, afirmou.

A ideia, afirmou, é que a medida seja aplicada nos bairros onde são registradas as concentrações de construções na cidade. “Quanto maior o numero de construções, maior a necessidade (de áreas verdes) para vivermos melhor”, afirmou.

Buenos Aires é uma cidade conhecida por seus parques, que começaram a surgir entre os séculos 19 e 20, e pela preservação de áreas verdes entre os prédios, chamadas de “pulmón de manzana” (quadra verde).

Um estudante morto. Os indignados nas ruas da Colômbia





Ontem, os universitários da Colômbia marcharam. O dia terminou com um estudante morto em Bogotá. Indignados, os jovens protestaram contra a reforma do ensino, que encarece as mensalidades escolares. Para estudar, afirmaram os mais revoltados, que ficaram nus, teremos que vender a roupa do corpo. É! a onda do liberalismo econômico continua a devastar a Colômbia. Terra dominada pelas milícias da direita, por guerrilheiros da esquerda, por traficantes de drogas, e por bases militares do Tio Sam.