Pego mais um bandido. O Brasil está repleto de prefeitos ladrões. São 5 mil 570. Juntos podem roubar várias Petrobras por ano

BRA^PA_OL

Ex-prefeito de Belém Duciomar Costa tem direitos políticos suspensos por irregularidades em compra de hospital

Dudu
“Dudu”

Dulcimar Costa (do PTB, ex-PP, ex-PSD), o “Dudu” (como é mais conhecido), ainda foi condenado a pagamento de multa de R$ 651 mil; ex-secretária municipal de saúde e proprietário do hospital também foram condenados

A Justiça Federal suspendeu por cinco anos os direitos políticos do ex-prefeito de Belém (PA) Duciomar Gomes da Costa por improbidade administrativa na tentativa de compra do Hospital Sírio-Libanês, em 2005. O ex-prefeito foi multado em R$ 651 mil e está proibido de fazer contratos com o poder público por cinco anos.

Também tiveram seus direitos políticos suspensos a ex-secretária de saúde Cleide Mara Ferreira da Fonseca e o dono do hospital, Orlando Salomão Zoghbi. A ex-secretária foi multada em R$ 434 mil. O proprietário do Sírio-Libanês foi condenado a devolver R$ 651 mil aos cofres públicos e a pagar multa no mesmo valor.

A ação por improbidade administrativa foi levada à Justiça pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2008. O MPF apontou diversas irregularidades na aplicação de recursos públicos federais pela prefeitura. A compra não foi previamente aprovada pelo conselho municipal de Saúde, houve dispensa indevida de licitação, preços superfaturados, e tentativa de fraudar restrições legais que impedem o poder público de fazer contratos com entidades privadas em dívida com o Estado.

Para o juiz federal autor da sentença, Rafael Lima da Costa, o modo como foi feita a compra do hospital – compra cancelada por determinação judicial – “demonstra o nítido propósito de burlar as regras constitucionais e legais estabelecidas, em prejuízo do próprio serviço público de saúde e em benefício indevido de particulares”.

Da decisão, publicada no último dia 6, cabe recurso. É aí que mora a impunidade no Brasil. Os prefeitos e os governadores ladrões terminam sempre soltos. Como acontece com os ladrões no legislativo e no judiciário.

Toda essa propaganda com a Operação Lava Jato, sucedendo a do Mensalão, é para inglês ver.

.

Mais safadezas do Dudu

.

O jornal Liberal, Pará, publica hoje: O ex-prefeito de Belém Duciomar Gomes da Costa (PTB) teve sua prisão pedida pelo Ministério Público Federal no Pará (MPF) à Justiça Federal. De acordo com o MPF, o pedido da prisão do ex-prefeito foi motivado pelo desvio de R$ 607 mil em recursos federais de um convênio celebrado entre o Município de Belém e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa), em 2004.

O MPF pede que Duciomar Costa e o ex-diretor do Serviço Autônomo de Áuga e Esgoto de Belém (Saaeb), Raul Meireles do Vale, além de cinco empresários acusados de envolvimento no caso, sejam condenados à pena de dois a doze anos de reclusão. A denúncia foi encaminhada à Justiça na quinta-feira, 16.

Na ação, assinada pela procuradora da República, Meliza Alves Barbosa Pessoa, é ressaltado que irregularidades foram encontradas no convênio que previa a implantação de sistema de coleta e bombeamento de esgoto sanitário da área do Pantanal, no Distrito de Mosqueiro, em Belém.

Segundo o MPF, a construtora Arteplan foi contratada pela Prefeitura de Belém em 2005. Em 2006, a Funasa encaminhou os recursos, mas o então prefeito prestou contas de forma incompleta. Não foram encaminhados todos os documentos exigidos pela Funasa, principalmente os relacionados ao cronograma do projeto e ao processo de licitação para contratação da construtora. Além disso, sempre de acordo com o MPF, uma vistoria da Funasa constatou, em 2007, que a obra tinha sido paralisada. Apenas 30,99% do serviço haviam sido realizados.

A Funasa, então, não aprovou as contas apresentadas pela Prefeitura de Belém. Duciomar Costa chegou a apresentar os documentos faltantes, mas um parecer definitivo da Funasa voltou a considerar irregular a prestação de contas, tendo em vista a paralisação da obra e o baixo percentual de sua execução. “Conclui-se que os recursos repassados pela Funasa à Prefeitura Municipal de Belém, conquanto integralmente sacados da conta bancária pertencente à Municipalidade a pretexto da execução do objeto conveniado, não foram empregados na implantação do sistema de esgoto, já que menos de um terço da obra foi realizada e dado o estado de abandono verificado ‘in loco’”, afirma a procuradora da República na ação.

A Prefeitura chegou a devolver à Funasa o valor dos recursos desviados. No entanto, para o MPF, essa devolução só teria sido válida se os recursos devolvidos fossem dos acusados, e não dos cofres da prefeitura. “Dita devolução, entretanto, operada com dinheiro proveniente dos cofres públicos municipais, às custas da Prefeitura de Belém, não tem o condão de descaracterizar o crime do art. 1º, inciso I do Decreto-Lei nº 201/67, uma vez que o tipo penal tutela a moralidade administrativa no exercício da função pública de prefeito, punindo a conduta de desvio, independentemente de seu resultado”, diz o MPF.

Além da denúncia criminal ajuizada na quinta-feira, em 2009 o MPF já havia entrado na Justiça com ação por improbidade administrativa contra Duciomar Costa, devido à não conclusão das obras de esgotamento sanitário no Mosqueiro. Na sentença do caso, publicada em 2013, a Justiça Federal suspendeu os direitos políticos do ex-prefeito por cinco anos e aplicou multa de R$ 50 mil. Costa recorreu contra a decisão no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, e aguarda novo julgamento.

Por que a imprensa brasileira não destaca o massacre de 43 estudantes no México?

Manifestantes incendeiam porta do palácio presidencial no México
Manifestantes incendeiam porta do palácio presidencial no México

 

 

É uma chacina que pode acontecer no Brasil a qualquer momento. Imagine os alunos de uma faculdade de letras promoverem um protesto em um bairro do Rio de Janeiro dominado pela milícia? Ou em São Paulo, em uma das 2.627 favelas, contra a falta de água?

Em qualquer parte do Brasil, um protesto pode terminar em morte, pela violência das polícias militares, os soldados dos governadores, apenas treinados para acabar na marra as greves dos trabalhadores e passeatas, marchas e rolês dos movimentos sociais, dos estudantes, dos sem terra, dos sem teto, dos sem nada.

As polícias militares possuem um moderno e caro e cruel poder de morte. Estão armadas com canhões sônicos, bombas de efeito moral, bombas de gás lacrimogêneo, pistolas de choque, balas de borracha, de festim, de chumbo e balas perdidas.

As PMs brasileiras violentam a Convenção da ONU sobre Armas Convencionais (conhecida pela sigla CCAC ou, em inglês, CCW) que proibiu ou restringiu o uso de certas armas convencionais consideradas excessivamente lesivas ou cujos efeitos são indiscriminados. A Convenção foi concluída em Genebra no dia 10 de outubro de 1980, e entrou em vigor em nível internacional em dezembro de 1983.

Em 1983, João Figueiredo era presidente do Brasil, e a Polícia Militar, força auxiliar da ditadura, continua a mesma. Apenas o Estado de São Paulo, que tem o maior tribunal do mundo com 360 desembargadores, possui um efetivo de cem mil soldados, a terceira maior força armada da América do Sul.

Na Segunda Grande Guerra, nos países ocupados, os nazistas cobravam, por cada soldado morto, a vida de dez civis. No Brasil, o preço da selvajaria é maior. Na noite de terça-feira, dia 4 último, foi assassinado um cabo ligado à milícia em Belém, Pará. Imediatamente foram assassinadas 11 pessoas, a conta nazista. Os movimentos sociais somam mais de 30 vítimas, principalmente de jovens negros e estudantes.

O governador do Pará, Simão Jatene, que comanda os soldados estaduais, declarou: “Seria leviano dizer que PMs estão ou não envolvidos”. É isso aí: a milícia vinga a morte de qualquer policial. É uma questão de irmandade e solidariedade.

 

O povo do México cansou da violência da polícia e do tráfico

Jornal mexicano hoje
Jornal mexicano hoje

Depois de semanas respondendo a perguntas sobre o sequestro e o massacre de 43 estudantes por policiais corruptos em conluio com traficantes de drogas, o procurador-geral do México Jesus Murillo se cansou. Ele não é o único.

Diante de questionamentos sobre os detalhes do caso, que chocou o país e provocou indignação com a impunidade, Murillo procurou encerrar uma entrevista coletiva na sexta-feira à noite com a frase “Ya me canse”, ou “Já me cansei”.

A declaração foi feita após ele dizer à imprensa que os estudantes foram aparentemente incinerados por membros de quadrilhas de traficantes de drogas e seus restos mortais despejados em um depósito de lixo e um rio.

As palavras de Murillo ganharam repercussão, com #YaMeCanse e #estoycansado (Estou cansado) entre as hashtags mais populares no Twitter no México.

Os manifestantes que protestaram contra o gerenciamento do caso pelo governo usaram a frase em pichações na entrada do escritório do procurador-geral.

Muitos usuários do Twiter disseram que, como Murillo, eles estavam cansados – mas da impunidade, da injustiça e de políticos corruptos. Alguns escreveram que se Murillo estava tão cansado, ele deveria renunciar.

O caso é o maior desafio até o momento para o presidente Enrique Peña Nieto, que assumiu o cargo há dois anos prometendo restaurar a ordem no México, onde cerca de 100 mil pessoas morreram na violência ligada ao crime organizado desde 2007.

Dezenas de milhares de pessoas tomaram as ruas da Cidade do México e do Estado de Guerrero, no sudoeste do país, onde os estudantes foram sequestrados nas últimas semanas para condenar o gerenciamento do caso pelo governo.

Seis semanas após o sequestro, o governo ainda não confirmou o destino dos estudantes.

Milhares marcharam na noite de sábado do escritório do procurador-geral para a praça de Zocalo, na Cidade do México. Muitos carregaram cartazes feitos a mão e faixas com a hashtag, assim como cartazes pedindo a renúncia de Murillo. Outra marcha de manifestantes que caminharam 180 quilômetros de Iguala para a capital deve chegar a Zocalo, neste domingo.

Peña Nieto, que tem tentado mudar o foco do público da violência sangrenta para reformas econômicas, viajou para a China para atrair investimentos ao México.

Porém, os parentes de alguns dos estudantes mortos alertam que o presidente mexicano deveria pensar duas vezes sobre a viagem como fuga.

 

O incêndio da porta do palácio presidencial

Jornal mexicano hoje
Jornal mexicano hoje

Manifestantes encapuzados derrubaram neste sábado as cercas de segurança dos arredores do Palácio Nacional, sede do Governo do México, e atearam fogo à porta principal do histórico edifício.

Os distúrbios foram registrados ao final de uma grande manifestação desde as instalações da Procuradoria Geral da República (PGR) até o Zócalo (praça central) da capital mexicana para exigir que apareçam com vida os 43 estudantes desaparecidos no dia 26 de setembro.

No final do percurso, milhares de manifestantes se estenderam no chão da grande praça central da capital mexicana e foram lidos um por um os nomes de jovens desaparecidos pelas mãos de policiais e criminosos em Iguala, no Estado de Guerrero (sul).

Uma vez que os organizadores convidaram a todos a se retirar, um grupo se dirigiu ao Palácio Nacional, atirou as cercas de segurança e tentou derrubar a porta principal com as estruturas metálicas.

Em seguida lançaram todo tipo de objetos, incluindo bombas caseiras, apesar do fogo foi apagado por um sistema automático contra incêndios do edifício, construído entre 1522 e 1526.

Um grupo antidistúrbios da Polícia Federal e agentes do Estado-Maior Presidencial responderam a estas ações e dispersaram os encapuzados.

Durante a manifestação, milhares de pessoas, desde estudantes até idosos e pais de família, exigiram a volta com vida dos desaparecidos, castigo aos culpados, e apoio para as famílias dos estudantes e para os centros de ensino de magistério frequentados por jovens de poucos recursos.

“Vivos os levaram, vivos os queremos”, repetiram durante o percurso, no qual também pediram justiça e não mais mortes nem desaparecidos em um país onde são contadas por milhares.

Os manifestantes também guardaram um minuto de silêncio pelos 43 alunos da Escola Normal Rural de Ayotzinapa, um dia depois que a Promotoria informou que foram assassinados e queimados, até que só restassem cinzas, por membros do cartel Guerreros Unidos, segundo o testemunho de três dos 74 detidos neste caso.

 

Pra que serve a polícia do Pará?

Nada de perseguir os grileiros. Entre eles, latifundiários.

Belém está repleta de terrenos baldios da agiotagem imobiliária.

A ordem é perseguir os líderes dos movimentos dos sem terra, dos sem teto.

Em Belém, cidade favelada, nada se faz que preste para o povo.

 

BRA^PA_OL líderes

Massacre de Eldorado dos Carajás

Dezenove sem-terra foram mortos pela Polícia Militar do Estado do Pará. O confronto ocorreu quando 1.500 sem-terra que estavam acampados na região decidiram fazer uma marcha em protesto contra a demora da desapropriação de terras, principalmente as da Fazenda Macaxeira. A Polícia Militar foi encarregada de tirá-los do local, porque estariam obstruindo a rodovia BR-155, que liga a capital do estado Belém ao sul do estado.

O episódio se deu no governo de Almir Gabriel, o então governador. A ordem para a ação policial partiu do Secretário de Segurança do Pará, Paulo Sette Câmara, que declarou, depois do ocorrido, que autorizara “usar a força necessária, inclusive atirar”. De acordo com os sem-terra ouvidos pela imprensa na época, os policiais chegaram ao local jogando bombas de gás lacrimogêneo.

Segundo o legista Nelson Massini, que fez a perícia dos corpos, pelo menos 10 sem-terra foram executados a queima roupa. Sete lavradores foram mortos por instrumentos cortantes, como foices e facões.

Cruz marca o local do massacre em Eldorado dos Carajás
Cruz marca o local do massacre em Eldorado dos Carajás

 

Belém: Terra do Pão

por dom Demétrio Valentini

 

 

Julio Carrión Cueva
Julio Carrión Cueva

Estamos chegando ao Natal de 2013. É o primeiro sob o Papa Francisco. Ainda temos bem presente o impacto positivo, causado no final do conclave, com a dupla surpresa: a escolha de um cardeal que ninguém imaginava, junto com a escolha do nome Francisco.

Esta dupla surpresa abriu logo um amplo espaço de projeção de expectativas, que foram se confirmando. Como o Francisco de Assis, o agora “Francisco de Roma” também se defronta com o desafio de renovar a Igreja de Cristo, e de retornar à vivência dos valores evangélicos.

Foi dentro deste contexto, que São Francisco teve a ideia de celebrar o Natal reproduzindo o cenário de Belém, de onde resultou o “presépio”, que acabou entrando na tradição cristã.  Hoje não se celebra o Natal, sem um presépio, por simples que seja.

Pois bem, estas circunstâncias nos chamam a atenção para conferir como vai ser este Natal, com um nome que sintetiza bem dois personagens, colocados a serviço da missão de Cristo e da Igreja, o Francisco de Assis e o Francisco de Roma.

Em vista desta sintonia de duas figuras simbolizando os mesmos valores, a Diocese de Jales elaborou sua novena propondo um “Natal com Francisco”.

O “presépio” é fácil de fazer. O mais desafiador é sintonizar com os objetivos que o novo papa vem nos propondo, com surpreendente objetividade e impressionante firmeza.

Uma iniciativa, que encontra respaldo no contexto do Natal, é a campanha contra a fome no mundo, lançada pela Cáritas, e recomendada com particular insistência pelo Papa Francisco.

Assumindo esta iniciativa concreta, em tempos ainda de definição do seu pontificado, resulta clara a intenção de fazer desta campanha contra a fome a inspiração para a Igreja se voltar para a sociedade, e abraçar suas causas importantes.

A fome é expressão da necessidade mais premente de toda pessoa humana. Todos temos absoluta necessidade de comer, para viver. A fome se torna símbolo das necessidades, que precisam ser atendidas para garantir um mínimo de dignidade humana.

O bispo emérito de São Félix do Araguaia, Dom Pedro Casaldáliga, referindo-se ao debate sobre valores relativos e valores absolutos, com sua verve costumeira sentenciou: “só Deus é absoluto, e a fome!”

Concordamos com Dom Pedro, se entendemos que a fome dispensa qualquer discussão ou justificativa. Ela precisa ser atendida, e não pode esperar.

Nestes dias de Natal nos encantamos com os gestos proféticos do Papa Francisco, aproximando-se dos mendigos de Roma.

Estes gestos sinalizam o compromisso do combate à fome, que precisa ser colocado de maneira absoluta, pela Igreja e pela sociedade. Até o nome da cidade onde Jesus nasceu lembra o alimento mais necessário e mais universal.

Belém significa “terra do pão”. Que o Natal nos ensine de novo o gesto da partilha do pão, como fez Jesus, saciando as multidões. Assim o Natal será, certamente, mais feliz, para todos!

Pegadinhas de Silvio Santos sempre acabam em tragédia

banco_panamericano_silvio_santos

Sílvio Santos quantos bilhões já pegou dos bancos oficiais para salvar seus bilionários negócios? Dinheiro que utilizado na saúde poderia ter salvo milhares e milhares de brasileiros nas filas do Sus. Dinheiro que utilizado na educação teria salvo milhões de jovens que, analfabetos, permanecem desempregados, ou foram aliciados pelo tráfico, ou revoltados estão mascarados nos protestos de ruas. Jovens que são assassinados pela polícia, ou penam nos presídios, vítimas da justiça PPV.

Veja quanta crueldade neste episódio narrado pelo Jornal VDD:

Na tarde de 31 de outubro último, a produção do programa Silvio Santos se preparava para mais uma pegadinha com a Rafaela Manzolina, que ficou conhecida como “Menina Fantasma do Elevador”. Tudo seria mais ou menos esquematizado da mesma forma da pegadinha anterior. A menina estaria escondida dentro de um provador de roupas, assustando as mulheres que experimentavam roupas em uma loja no centro de São Paulo.

Segundo Ricardo Doccio, produtor do programa Silvio Santos, Rafaela Manzolina gravou cerca de cinco sustos e disse que não queria mais gravar. “Ela dizia que estava com um pressentimento ruim.” – acrescentou.

Eles continuaram as gravações normalmente, até que uma mulher – que preferiu não ser identificada pela família – entrou no provador e seria a próxima “vítima” da pegadinha. O problema é que esta mulher sofria de sérios problemas no coração e entrou em estado de choque assim que viu a “menina fantasma”.

A produção, às pressas, tentou atender a mulher que caiu se debatendo no chão. Mas infelizmente já era tarde demais. Ela faleceu durante as gravações.

Ricardo Doccio já está em contato com a família e disse que o programa Silvio Santos dará toda a assistência necessária para tentar aliviar a dor nesta hora tão difícil. [A polícia sempre que mata, os governadores aparecem com a mesma conversa fiada]

Ricardo também acrescentou que a pegadinha vai ao ar neste domingo. A única parte que será cortada será a triste cena da mulher.

Rafaela Manzolina está em estado de choque e disse que se afastará do programa por alguns meses.

fantasma

Você acha certo o SBT colocar esta pegadinha na grade de programação deste domingo?

[Deve exibir sim, desde que apresente o assassinato da mulher. Outras mulheres anônimas já morreram de susto com a explosão de bombas de efeito imoral. Aconteceu com uma gari no Pará. A Prefeitura prometeu  “toda a assistência necessária para tentar aliviar a dor nesta hora tão difícil”. Isto é, pagar os meios de comunicação de massa para não divulgar o crime. Até na morte as promessas são mentirosas. Que ninguém faz nada que preste para o povo.

Polícia de Alckmin vai investigar essa morte? Qual foi o local do pega para matar? Os promotores vão enterrar esse caso na gaveta profunda?] 

gaveta

Sílvio Santos anuncia outro programa de “alto nível”:

 
 
 
 
 
 
 

Belinense não come frutas e verduras e não gosta de mulher

Belém era conhecida como “Metrópole da Amazônia”, “Cidade das Mangueiras”, “Antiga Paris N’Ámérica”, “Terra do Carimbó” e “Cidade Morena”. Tantas frutas na Amazônia e plantaram mangueiras.

O nome vem da palavra malayalam manga, e foi popularizada na Europa pelos portugueses, que conheceram a fruta em Kerala (que conseguiram pelas trocas de temperos).

manga é a fruta nacional da Índia, Filipinas e Paquistão.

Esta de ser “Antiga Paris” recorda Recife, a “Veneza Brasileira”. Mania de ser europeu, que virou estadunidense com Rio de Janeiro “capital do rok”.

Estranho a misoginia de Belém.

BRA^PA_DDP pará não tem homem não?

Violência contra a mulher, por Alfredo Martirena
Violência contra a mulher, por Alfredo Martirena

mulher2

belém

Belém exporta frutas e não come

 A Amazônia paraense possui mais de 200 espécies frutíferas 

BRA^PA_OL belém alimentação

O baixo consumo de frutas, verduras e hortaliças, associado a excessiva ingestão de produtos industrializados, como refrigerantes, e a falta de disposição para atividades físicas colocam os moradores de Belém em uma situação desfavorável no quesito obesidade em relação à população de outras unidades da Federação.

‘Infelizmente, o consumo das frutas, verduras e legumes, que é um tipo de alimentação que protege contra obesidade, porque tem muita fibra, é baixíssimo em Belém. Como comparação, a média nacional, que já é considerada baixa, é de 23%. Esse dado é muito alarmante, do ponto de vista da obesidade, porque essas pessoas estão deixando de comer esses alimentos protetores e fazendo opção por alimentos que são mais calóricos, que tem mais açúcar, que tem mais gordura. O que mais chama atenção é que estamos falando da região amazônica, certamente, rica em frutas, com abundância em recursos naturais’, avalia a diretora de análise de situação de saúde do Ministério da Saúde, Deborah Malta.

Para Rahilda Tuma, coordenadora da Divisão de Nutrição da Secretaria de Saúde do Estado do Pará (Sespa), a má alimentação da população de Belém tem explicações que ultrapassam a forte influência dos produtos industrializados à culinária tradicional. Segundo ela, fatores políticos, econômicos e culturais também justificam o baixo consumo de produtos naturais e os crescentes indicadores de obesidade na capital.

‘Há mais de 40 anos somos recordistas nos indicadores que apontam o baixo consumo de frutas e hortaliças. É uma questão cultural, mas também é resultante da falta de política de produção de alimentos. O Pará não tem uma política firme, efetiva de produção e distribuição. A nossa rede de produção é insuficiente para dar conta das necessidades da população. Então, é preciso ter um processo educativo para mudar esse contexto cultural de baixo consumo de hortaliças e frutas, mas também é preciso ter o produto para a venda. Devido a essas dificuldades, as frutas e hortaliças no Pará são caríssimas’, explica.

A nutricionista também chama a atenção para o sedentarismo na capital paraense. Segundo os dados do Vigitel 2012, a cidade é uma das capitais em que as pessoas adultas passam mais tempo vendo televisão diariamente. São 30% da população com hábito de assistir televisão de três a mais horas por dia. ‘Muitas vezes o sedentarismo decorre da falta de hábito, mas também, em alguns casos, até pela  falta de segurança para praticar atividades físicas em espaços abertos. A política também interfere nesse caso. Para se ter uma ideia, quando o programa Academia da Saúde foi lançado pelo Governo Federal, a expectativa era que o Pará solicitasse pelo menos 400 academias, aproximadamente quatro academias por município, o que não é nada. Mas sabe quantos municípios pediram Academia da Saúde? 90, apenas. O governo federal dando dinheiro para implantação, porque o programa é financiado pelo governo federal, e os prefeitos não tiveram interesse. Então, volta a questão de decisão política. Enfim, é importante destacar que não é só a população que tem, digamos assim, culpa.’

Amazing Watermelon Art
Amazing Watermelon Art

 

O crescimento da exportação de frutas

O crescimento do valor das exportações de frutas, polpas e sucos de frutas do Estado do Pará foi de US$ 33,94 milhões em 2005, com aumento de 45,73% em relação a 2004. Saltou de 5.418 toneladas exportadas em 2004 para 11.350 toneladas em 2009, passou de US$ 6,42 milhões para US$ 27,97 milhões. Em 2009, a exportação da castanha foi responsável por US$ 7,18 milhões, enquanto o cacau gerou receita de US$ 726,6 mil, que, somada com as exportações de frutas, obtêm-se o valor de US$ 35,16 milhões. (Fonte Ageitec)

 

Art for ever
Art for ever

Recife, a cidade da água engarrafada pela pirataria, e cara

BRA^PE_JDC recife a cidade da água engarrafada

Informa o g1: As empresas da Região Metropolitana do Recife que comercializam água mineral comemoram o bom momento do setor. Com o racionamento praticado pela Companhia Pernambucana de Abastecimento (Compesa), a procura pelo produto tem sido intensa.

[Empresas que abastecem pequenos revendedores.

Em cada esquina do Recife, dois ou três pés de escada, a maioria clandestinos, que negociam com botijões de água e gás.

Portanto, é preciso diferenciar esses estabelecimentos oficiais ou clandestinos que comercializam a água nossa de cada dia.

Os pontos de drogas nas favelas não representam os grandes e milionários e intocáveis e invisíveis traficantes, que moram no exterior e no Brasil, em coberturas de edifícios à beira-mar e condomínios de luxo.

Os comerciantes da reportagem do G1 realizam um comércio para lá de lucrativo, mas são pobres coitados diante das bilionárias engarrafadoras, que ganham concessões do governo para explorar nossos aquíferos, que constituem a maior riqueza do Brasil hoje e, principalmente, no futuro.

São concessões presenteadas, dadas de graça pela Ana, prostituta respeitosa, que Lula chamou de “menina dos olhos dele”. Talvez o presidente estivesse pensando na Marquesa de Santos Rosemary Noronha – a beleza escondida pela Imprensa, a pedido dos piratas e corsários que ancoraram seus navios no porto seguro da Agência Nacional de Águas, dirigida pelo Chalaça Paulo Vieira.

As concessionárias, ou “fábricas”, vendem diretamente para a rede dos supermercados – os dez maiores são Angeloni, Mufatto, Bretas, Prezunic, Zaffari, GBarbosa, Walmart, Carrefour, Pão de Açúcar -, para as citadas empresas de comercialização, hospitais, padarias etc. E exportam para a maioria dos países, nos seis continentes do mundo]

Em um depósito de bebidas que funciona no bairro do Engenho do Meio, no Recife, os pedidos de água mineral são feitos a todo instante. As vendas cresceram: em janeiro, eram 1.500 garrafões por mês e, hoje, são 3 mil. “Normalmente, era venda para consumo, mas, hoje em dia, devido à necessidade do racionamento, a água está sendo usada na cisterna, para atender as necessidades de casa, como lavar prato e banheiros, com água mineral”, explica Francisco de Barros, dono do depósito.

[Não existe cisterna no Recife. Cisterna é coisa do Interior, para recolher água da chuva.

predio-checkup

In Wikipédia: ” Água mineral é aquela proveniente de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas que possua composição química ou propriedades físicas ou físico-químicas distintas das águas comuns (…). Não deve ser confundida com a água de mesa, que é uma água de composição normal, proveniente de fontes naturais ou de fontes artificialmente captadas, que preenche tão-somente as condições de potabilidade para a região.

Os diversos tipos de águas minerais são classificados segundo a composição química, origem da fonte, temperatura e gases presentes. Estes aspectos determinam a forma de uso: consumo como bebida, apenas para banhos e se são terapêutica ou não“.

 “A água está sendo usada (…), para atender as necessidades de casa, como lavar prato e banheiros”. Água abastecida por caminhões-tanque. Chamados de caminhões-pipa nas cidades interioranas – um serviço corrupto, bilionário, que enriquece os “industriais da seca” que fornicam no sofá do DNOCS.
Caminhão tanque no Recife
Caminhão-tanque no Recife para o abastecimento de água de poço
Caminhão pipa no Interior
Caminhão-pipa no Interior transporta água de rio, açude ou barreiro

Que desperdício “lavar pratos e banheiros” com água mineral!

Que luxo! o pobre recifense pobre beber água mineral.

Os efeitos medicinais são discutíveis. Que a água mineral pode causar vários tipos de doenças. Via arsênico, a diabete tipo 2. O resultado de análises físico-químicas realizadas em amostras de sete diferentes marcas de água mineral comercializadas na Região Metropolitana de Belém indicou que todas estão impróprias para consumo e não podem ser classificadas como águas minerais. Marcas pesquisadas: Belágua, Nossa Água, Mar Doce e Indaiá. Como existe monopólio, uma empresa internacional muda os nomes comerciais da água engarrafada por região, fonte, desnacionalização de uma empresa brasileira etc. O setor bancário faz o mesmo. Relembre as privatizações dos bancos estaduais.

Que luxúria o Recife tomar banho de água mineral. Nestes tempos de inflação e crise talvez fosse mais salutar tomar banho de leite à Cleopatra.

Os preços:

1 litro de leite Betânia em saco de plástico: R$ 2.50

meio litro de água mineral natural  Crystal com gás,  em garrafa de plástico: R$ 1.60

meio litro de água mineral natural Schin com gás, em garrafa de plástico: R$ 1.60

meio litro de água mineral natural Indaiá, em garrafa de plástico: R$ 1.50

Acorda Recife! você está bebendo água com preço alterado. Quanto custa um litro de álcool em um posto de gasolina?

Preços no Carrefour:

350 ml de cerveja Skol em lata: R$ 1,69

350 mll de cerveja Brahma em lata: R$ 1,39

350 ml de guaraná Antarctica, Pepsi, Soda ou Sukita, em lata: R$ 1,39. E toda água vem da mesma fonte. Repito: da mesma fonte. As empresas que fabricam  bebidas quentes e frias engarrafam a nossa água. Água que a ONU considera alimento]

Tanta procura já se reflete no preço para o consumidor, que está pagando, em média, 5% a mais pelo garrafão, independentemente do tamanho. Dependendo da marca, os que têm 20 litros de água chegam a custar R$ 8,00, a unidade.

Apesar da alta nos preços, os fornecedores estão se esforçando para dar conta dos pedidos. Em uma empresa que funciona em Paulista, no Grande Recife, 10 mil garrafões são distribuídos diariamente. Benedito Fonseca, o proprietário, conta que, de novembro a abril, a produção já cresce 20%. Este ano, por causa da estiagem e do racionamento, esse percentual foi ainda maior. “Esse ano tivemos um aumento na temperatura, uma baixa de umidade e, por conta disso, um aumento [nas vendas] superior ao período do verão do ano passado. De 20% passamos a produção para 30%”, afirma.

Com o aquecimento do setor, ganham também muitas pessoas que estavam fora do mercado de trabalho, porque vagas precisaram ser criadas. Depois de cinco anos desempregado, João Martins da Silva foi contratado em janeiro, para trabalhar na limpeza dos garrafões que vão receber a água mineral. Desde então, a vida melhorou para ele, a mulher e a filha pequena. “Quando comecei a trabalhar e recebi o primeiro salário, fiz as minhas compras, ajudei em casa, paguei conta de luz… E estou aqui até hoje”, comemora. Confira

[Em cada buraco tem vendedor de água. O entregador é sempre jovem. E usa como meio de transporte a bicicleta. Dependendo da distância: vem na peviária, sem carteira assinada, o emprego como bico, e esperando uma gorjeta cada vez mais difícil]

entregador


entregador2

Em cada botijão, com letra tipo 6, para ler com lupa, o aviso: “Não deixe exposto à luz do sol”. O prazo de validade está, também, com letras e números invisíveis. Os botijões não são descartáveis. Como não são padronizados, fica imposta uma fidelidade do consumidor a uma marca.  Uma obrigação que as multinacionais chamam de livre comércio.

 

Maiorana querem encobrir crimes. Empresários usam jornal para pressionar responsável pelo processo

BRA^PA_DDP jatinho de luxo

A coluna Repórter 70, a principal do jornal O Liberal, publicou nos últimos dias 6 e 7 notas virulentas contra a empresa Freire Mello. Aparentemente sem motivo, a fúria dos ataques despertou a curiosidade dos leitores e do mercado imobiliário quanto às razões e aos interesses por trás dos ataques.

A resposta a essas dúvidas pode estar num processo administrativo que corre na Receita Federal para apurar se houve ou não crime de descaminho, que é a entrada de produtos importados sem o devido pagamento de impostos. A suspeita é que isso teria ocorrido na importação de um jatinho de luxo pela empresa ORM Air Taxi Aéreo Ltda., fabricado nos Estados Unidos.

Diante da iminência de um resultado desfavorável no processo da Receita Federal, o jornal dos Maioranas partiu para um velho e manjado truque da família: resolveu investir contra a construtora Freire Mello, visando, por tabela, pressionar a inspetora da alfândega do aeroporto Cláudia Mello – principal responsável pelo processo que apura a irregularidade – para que venha, de alguma forma, tomar decisão que beneficie a ORM Air. Conhecida entre seus colegas como funcionária íntegra e séria, Cláudia Mello é esposa de Artur Mello, um dos sócios da construtora Freire Mello.

As notas do Repórter 70 tratam de obras em conjuntos residenciais na antiga Fazenda Val-de-Cans, denunciando supostas irregularidades por parte da Freire Mello, e buscam influenciar a Secretaria Estadual do Meio Ambiente a adotar medidas punitivas contra a empresa; e a prefeitura de Belém, para que reduza a altura dos prédios na área do empreendimento. Com isso, os Maiorana pretendem impor prejuízos aos negócios da Freire Mello, intimidando a inspetora.

DENÚNCIA

A aeronave em questão, modelo executivo de luxo, tem valor de mercado estimado entre US$ 13 milhões e US$ 15 milhões. O processo foi apresentado inicialmente às autoridades brasileiras como de aluguel, isento de impostos, mas, na verdade, o avião foi adquirido pelo empresário Rômulo Maiorana Jr., com o objetivo de burlar os fiscos estadual e federal.

Como operações criminosas deixam rastro, a natureza fraudulenta da transação foi minuciosamente rastreada pela Receita Federal, apurada e denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF), resultando em processos que tramitam na Justiça. A apreensão do jatinho, pela Receita Federal, ocorreu em agosto do ano passado. Os detalhes da operação de compra caracterizam o golpe conhecido como “Matrícula November”.

O golpe “Matrícula November” caracteriza-se pelo uso, em espaço nacional, de aviões de fabricação estrangeira que pertenceriam a pessoas físicas ou jurídicas que moram em outro país. As aeronaves entram no Brasil como se fossem destinadas a aluguel, quando na verdade são compradas por brasileiros, evitando assim o pagamento de impostos numa fraude que causa enormes prejuízos aos cofres públicos. Foi justamente esse golpe que levou à abertura de processo contra ORM Air.

Somente em impostos estaduais (ICMS) o valor já ultrapassa R$ 3 milhões e é razão de outra ação judicial contra a ORM Air, dessa vez movida pela Secretaria da Fazenda estadual e assinada pelo procurador Hubertus Fernandes Guimarães.

Por ocasião da apreensão e lacre da aeronave no aeroporto de Val-de-Cans, Infraero e Receita Federal não quiseram se pronunciar sobre o caso. O jato de iniciais ‘N2’ e bandeira das Organizações Rômulo Maiorana permanece, desde então, impedido de voar e está recolhido ao hangar da empresa ORM Air Táxi Aéreo Ltda., em Val-de-Cans.

A empresa de Rômulo Jr. Permanece como fiel depositária do avião até que a Justiça dê a sentença final sobre o caso. O fato foi noticiado com exclusividade pelo DIÁRIO, que já havia recebido denúncia sobre possível irregularidade envolvendo o jatinho.

Empresários continuam sob a mira da justiça

A fim de tentar liberar a aeronave, a ORM Air entrou com pedido de liminar (processo nº 24.350-07.2012.4.01.3900) junto à 5ª vara da Justiça Federal, mas teve a solicitação negada e o jatinho permaneceu retido. Um agravo de instrumento foi interposto no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, para tentar mudar a decisão de primeira instância e liberar o avião.

O processo de nº 0060759-42.2012.4.01.0000 estava na pauta do último dia 5 de fevereiro, mas, como a Sétima Turma do tribunal não se reuniu, o julgamento foi remarcado para o dia 18 de fevereiro. A ORM Air tentou, inclusive, desistir do recurso, que foi negado pelo TRF.

Na Justiça Estadual, corre ação de cobrança de ICMS (mais de R$ 3 milhões), sob o nº 2012.30257227, na 5ª Câmara Cível Isolada. A ação foi recebida no gabinete da desembargadora Luzia Guimarães Nascimento, no dia 6 de novembro de 2012. Com a eleição da desembargadora para a presidência do Tribunal de Justiça do Estado, o processo deve ser redistribuído.

Além desses processos, tramita na 4ª Vara da Justiça Federal o processo penal nº 0023673.74.2012.4.01.3900, de pedido de quebra de dados e/ou telefônico da empresa dos Maiorana, com enquadramento em crimes contra o Sistema Financeiro Nacional (Lei 492/86), movido pelo Ministério Público Federal através dos procuradores Ubiratan Cazetta, Igor Nery Figueiredo, Marcel Brugnera Mesquita e Maria Clara Barros Noleto.

Com todas essas evidências, fica claro que os interesses do jornal O Liberal ao atacar a construtora não são nobres como parecem e têm o claro objetivo de influenciar na decisão da inspetora Cláudia Melo.

(Diário do Pará)

No Pará, a Marinha faz negociata com terreno que dá para construir mais de dois shoppings

Marinha

Ministério Público investigará legalidade do negócio e os impactos ambientais

O Ministério Público Estadual (MPE) já começou a levantar os documentos para comprovar a real origem do terreno onde está sendo construído um shopping center no bairro de Val-de-Cans, em Belém. O local, que apresentava todas as características necessárias para se tornar uma área de preservação ambiental, acabou sendo comercializado pela Marinha do Brasil junto à construtora Freire Mello, em 2005, pelo valor de R$ 6,6 milhões.

Os 37 hectares de área verde, que abrigavam diversas espécies de plantas e animais, foram totalmente devastados pela construtora, que ainda vendeu parte do terreno, quase 15 hectares, para o Grupo Jereissatti – responsável pela construção do shopping -, em uma transação que rendeu R$ 30 milhões à Freire Mello, sendo que a titularidade do local é, no mínimo, questionável. Se for comprovada a ilegalidade nas transações, o MPE pretende ingressar com uma ação civil pública para anular a negociação, compensar a área desmatada e punir todos os responsáveis.

77_big

Shopping Bosque Grão-Pará
Shopping Bosque Grão-Pará, o terreno era da Marinha. Era

De acordo com o promotor Nilton Gurjão, da Promotoria de Justiça do Meio Ambiente, Patrimônio Cultural, Habitação e Urbanismo de Belém, na quinta-feira, 7, uma comissão esteve reunida na Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) para discutir, entre outros assuntos, a manutenção das áreas de unidade de conservação da capital paraense.

Val de

Val-de-Cans é um bairro em uma região militarizada de Belém. Grande, o bairro possui uma imensa area verde e é tomado em boa parte pelo aeroporto, se localiza nas margens da Baía do Guajará. A tranquilidade do bairro só é quebrada pelo barulho dos pousos e decolagens das aeronaves, principalmente quando o aeroporto utiliza a 2º pista virada pros conjuntos residenciais.
Nele se encontra o aeroporto internacional da cidade e o centro de controle de espaço aéreo DTCEA-BE , a Base Naval de Belém, Base Aérea e vilas militares. Na parte oeste do bairro encontra-se os condomínios de luxo Cristal Ville e a construção do Cidade Cristal e shopping Bosque Grão Pará, na parte sul o conjunto Marex e Bela Vista.

Veja Fragmentos de Belém 

Conheça os bairros de Belém 

val mapa