Deputados que tiveram campanhas financiadas por banqueiros votam pela terceirização, o emprego precário e indireto e a eleição da Miss Xixi

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A Terceirização é uma lei escruta que beneficia os financiadores das campanhas eleitorais. Notadamente os banqueiros, os piratas estrangeiros que “compraram” as estatais de telefone a preço de banana, e todas as empresas que já praticam a escravidão.

Contax,  uma empresa que nega água (não é no sentido figurado) ao trabalhador. Repetindo: uma empresa que nega água de beber aos empregados. E que elege uma MISS XIXI. Não é brincadeira: elege uma mulher grávida, porque sai do birô de trabalho, por cinco minutos (tempo estabelecido pela Contax), para urinar, como miss pipi ou xixi. Descubra o motivo do bullying (bulismo) do mijo no link Contax.

Contax é uma empresa fantasma da Oi, Vivo, Santander, Itaú, NET, Citibank e Bradesco, e que já funciona em doze estados, sendo que a maior senzala fica no Recife.

 

 

A sorte de Marina

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Candidata a vice-presidente na chapa de Eduardo Campos, Marina Silva embarcaria no mesmo avião que o companheiro de chapa.

Ela também estava no Rio de Janeiro e iria para o Guarujá, mas mudou a rota, dispensando a mordomia do jatinho, cuja propriedade se desconhece, e preferindo a demagogia de um avião de carreira, cercada de assessores.

O segundo lance de sorte de Marina, que vinha sendo um peso morto na campanha, ser beneficiada como substituta de Eduardo, que amargava um humilhante terceiro lugar nas pesquisas.

Desde o manifesto do estrangeiro Banco Santander, que se voltou a espalhar que Marina tinha mais votos do que Eduardo, e somente ela poderia derrotar Dilma, que a candidatura de Aécio Neves não decolava, com o corpo mole dos candidatos a governador do PSDB.

A cristianização começou pela denúncia da Folha de S. Paulo de que Aécio transformou em aeroporto a pista de pouso construída pelo avô Tancredo Neves em terras da família no município de Cláudio, Minas Gerais.

Com a explosão do jatinho, a Folha de S. Paulo partiu para a pesquisa de opinião, para anunciar uma momentânea e emocional preferência do eleitorado por Marina.

E com os barões da mídia, a orquestração de que a bolsa de valores caiu com a morte de Eduardo, e a previsão de que sobe com a consolidação do nome de Marina para suceder Dilma Rousseff.

Os partidos políticos prometeram uma trégua de sete dias, mas por trás do luto existe muito histrionismo.

O caldeirão ferve no PSB, na briga para ser vice de Marina, e na queima dos candidatos indicados por Eduardo Campos a governador e vice-governador de Pernambuco.

Roque Sponholz
Roque Sponholz

Santander, o banco do Opus Dei

por Altamiro Borges

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Em artigo postado na semana passada, intitulado “Alckmin abandonou o Opus Dei?”, havia uma menção ao Banco Santander, que agora ganhou notoriedade na mídia devido às denúncias do seu envolvimento na escalada de pessimismo econômico para fustigar a presidenta Dilma Rousseff. O texto lembrava que esta instituição espanhola, que hoje ocupa o quinto lugar entre os bancos no Brasil, sempre manteve sólidas ligações com a seita conservadora Opus Dei. Neste sentido, a sua militância política não é de se estranhar – apesar de ser ilegal. Num jogo de esperteza política, o Santander até doa dinheiro para distintas campanhas eleitorais, mas nunca abdicou das suas posições direitistas – na Espanha ou no Brasil!

O artigo citado aponta que “durante os seus longos anos de atuação nos bastidores do poder, o Opus Dei constituiu enorme fortuna, usada para bancar seus projetos reacionários – inclusive seus planos eleitorais… A seita acumulou riquezas através da doação obrigatória de heranças dos numerários e do dizimo dos supernumerários infiltrados em governos e corporações empresariais. Com a ofensiva neoliberal dos anos 1990, a privatização das estatais virou outra fonte de receitas. Poderosas multinacionais espanholas beneficiadas por este processo, como os bancos Santander e Bilbao Biscaia, a Telefônica e a empresa de petróleo Repsol, têm no seu corpo gerencial adeptos do Opus”.

Outro artigo que desmascara o papel político do Santander foi publicado em janeiro de 2012 no jornal Folha Universal – que é mantido pela Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) e não escamoteia as suas diferenças com a Igreja Católica. Ele apresenta inúmeros dados que comprovam que “dirigentes do banco espanhol Santander, um dos dez maiores do mundo, têm relacionamento estreito com o Opus Dei, a ala ultraconservadora do Vaticano”. O banco foi fundado em 1857, no norte da Espanha, na cidade que lhe emprestou o nome. “Depois, comprou outras instituições financeiras daquele país até chegar à capital, Madri, em 1942, já sob o comando da família Botín, que tem ligação histórica com o Opus Dei”.

“Nas mãos dos membros dessa discreta organização católica, o banco cresceu bastante no período do fascismo espanhol, liderado pelo ditador Francisco Franco (1892-1975), com o qual líderes da Opus Dei também tiveram laços estreitos. Na década de 1960, ele passou a expandir seus negócios, começando pela América Latina… Na década de 1990, já como o maior banco na Espanha, fortaleceu sua atuação no Brasil ao comprar os bancos Noroeste, Meridional e depois, em 2000, o Banespa. Em 2008, o processo de expansão continuou com a aquisição do Banco Real. Assim, o Santander tornou-se o terceiro maior banco privado do País, com cerca de 21,4 milhões de clientes”.

A família Botín comanda o Grupo Santander desde 1920. A partir de 1986, a presidência do banco passou a ser exercida por Emílio Botín Sanz de Sautuola y García de los Ríos. “Vários parentes ocupam cargos de direção. Para ter maior inserção nos círculos do poder, o Santander costuma financiar integralmente jovens que fazem cursos em universidades ligadas ao Opus Dei, onde serão ‘catequizados’. O banco chegaria até a pagar os estudos de parentes de juristas, políticos, donos e diretores de meios de comunicação. Para se ter ideia da influência do Opus Dei, o jornalista Alberto Dines, em texto no ‘Observatório da Imprensa’, diz que há mais de 200 editores a serviço da organização na imprensa brasileira”.

Graças a este poder, um diretor do Santander ligado ao Opus Dei chegou a dirigir o Instituto para as Obras Religiosas (IOR), o famoso Banco do Vaticano. “Responsável pela instituição que controla as contas das ordens religiosas e de associações católicas desde 2009, Ettore Gotti Tedeschi foi diretor do Santander na Itália durante 17 anos, antes de ser nomeado, por um conselho de cardeais, presidente do Banco do Vaticano. Ele também foi colunista do “L’Osservatore Romano”, o jornal do Vaticano, e professor de ética empresarial da Universidade Católica de Milão. Na instituição financeira oficial da Igreja Católica, Tedeschi virou réu num processo que envolve mais de 23 milhões de euros” de sonegação fiscal.

O artigo ainda lembra que a poderosa família Botín também enfrenta problemas com o fisco. “Na Espanha, o banco Santander é investigado por fraudes. Emilio Botín e integrantes de sua família são alvos de um inquérito por suspeitas de fraude fiscal e de falsificação de documentos, que teriam ocorrido entre 2005 e 2009. Apesar do processo ainda estar em andamento, o Santander informa que já disponibilizou voluntariamente 200 milhões de euros, em 2010, para a Fazenda Espanhola regularizar a situação de todos os membros da família Botín, que estariam envolvidos em processos com o fisco suíço”. Já no Brasil, o banco espanhol é um dos campeões de queixas dos consumidores.

Leia outros artigos sobre o Santander e a Opus Dei aqui

Lula salió al cruce del Banco Santander

LA ENTIDAD ESPAÑOLA HABIA ALERTADO SOBRE SUPUESTOS RIESGOS SI BRASIL REELIGE A DILMA ROUSSEF

Santander

El ex presidente brasileño recomendó al banco que despida a la analista responsable del informe. Dilma dijo que hablará con el presidente y amenazó con iniciar acciones legales. Pero el candidato opositor Aecio Neves dijo que el informe era “técnico”.

El ex presidente brasileño Luiz Lula Da Silva, quien conduce el Partido de los Trabajadores (PT), se sumó a las críticas de Dilma Rousseff contra el banco español Santander. “La ejecutiva del Banco Santander que escribió un informe sobre el riesgo de la reelección de Rousseff no entiende nada de Brasil ni del gobierno de Dilma Rousseff”, sentenció el ex presidente ante dirigentes sindicales luego de que la entidad publicara una nota sobre los riesgos de la reelección de la mandataria. Lula también recomendó que se despidiera a la analista responsable del informe. El ex mandatario abordó el tema anteanoche, horas después de que la presidenta y candidata a la reelección condenara a la entidad financiera y a su presidente, el banquero español Emilio Botín, además de insinuar que puede abrirle una causa en la Justicia.

Ante un grupo de dirigentes de la Central Unica de Trabajadores, Lula aseguró que es “imposible que el gobierno tire por la borda” su credibilidad económica con aventuras financieras y sostuvo que el Santander y otros bancos obtuvieron grandes ganancias en los últimos años, bajo los gobiernos del PT. “Es inadmisible para cualquier país, más para la séptima economía del mundo, aceptar cualquier nivel de interferencia de este tipo. Esto es lamentable, inadmisible para cualquier candidato, tanto para mí como para otro”, manifestó en esa línea Rousseff durante una entrevista concedida anteayer en el Palacio de Alvorada, residencia oficial en Brasilia.

“Soy la presidenta de la República y tengo que tener una actitud prudente; yo conozco bastante bien al presidente del banco (Santander), pretendo conversar (con él) al respecto. Las disculpas que recibimos son demasiado protocolares”, agregó la presidenta. Además dejó abierta la posibilidad de demandar a Botín, mientras, desde el PT, su titular, Rui Falcao, miembro del comité de reelección, sostuvo que el Banco Santander incurrió en una violación de la legislación al hacer terrorismo electoral.

Para Rousseff, en esta campaña se repite en el mercado y algunos medios el mismo clima de pesimismo que se vio antes de la Copa del Mundo. “Ya van a ver que la economía no está tan mal”, afirmó la presidenta. El banco, por su lado, lamentó el episodio, pero se desligó institucionalmente de él y prometió realizar una exhaustiva investigación interna. El tema tomó repercusión cuando en un boletín publicado en el extracto bancario distribuido a sus clientes con ingresos de más de 10.000 reales (4900 dólares aproximadamente), el Santander opinó que si Rousseff sube en las encuestas preelectorales habrá una crisis cambiaria y caerá la Bolsa de Valores de San Pablo.

Tras conocerse ese análisis de la entidad bancaria, Lula, que trabaja y coordina la campaña por la reelección de Rousseff, recomendó a Botín que despidiera a la analista responsable de ese informe distribuido a los ahorristas del Santander. El hecho se instaló en el debate preelectoral, donde la oposición expresó sus discrepancias con el oficialismo. Para el candidato del Partido de la Socialdemocracia Brasileña (PSDB), Aecio Neves, el boletín del Santander no debe ser considerado como un pronunciamiento político, sino como un parecer técnico.

“No sirve de nada que un dirigente (Lula da Silva) exija el despido en una institución financiera. Habría que dimitir prácticamente a todos los analistas financieros porque todos son muy escépticos ante este escenario económico”, indicó Neves. El 5 de octubre se celebrarán elecciones presidenciales, y el 26 de octubre la eventual segunda vuelta, en las que Rousseff aparece como favorita con el 38 por ciento, según una encuesta publicada la semana pasada por la consultora Ibope.

Según otra encuesta privada difundida en el primer semestre del año, Rousseff reunía en abril el 40 por ciento de intención de voto, en tanto el socialdemócrata Aecio Neves conquistaba el 16 por ciento y el socialista Eduardo Campos, 8 por ciento, de acuerdo con el sondeo del Instituto Vox Populi.

Asimismo, el 15 por ciento de los encuestados se manifestaba dispuesto a votar en blanco o anular el sufragio y el 18 por ciento aún no había definido por quién votaría. Según esta encuesta, Rousseff obtendría el 47 por ciento de los votos válidos, a los que habría que sumar los de los actuales indecisos que se inclinen por ella. De ese modo, la mandataria conservaría la probabilidad de ser reelecta en primera vuelta, algo que ya habían señalado sondeos anteriores y que no consiguieron ni ella hace cuatro años ni su antecesor, Luiz Lula da Silva, para ninguno de sus dos mandatos.(Página 12, Argentina)

Controle policial-judicial. Globo monta mais um assassinato de reputação de manifestante

A ditadura do judiciário e da polícia, notadamente nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, conta com o apoio da Globo, do banco Santander, criado pela Espanha fascista do ditador Francisco Franco, e a Opus Dei, “maçonaria branca” dos católicos ultra-direitistas, que adoram o deus dinheiro, e conspiram contra o Papa Francisco.

 

Professor Jefte Rodrigues
Professor Jefte Rodrigues

O vídeo a seguir, divulgado pelos Advogados Ativistas, revela como a Globo e a polícia constroem um criminoso e assassinam sua reputação.

Dessa vez trata-se do professor Jefte Rodrigues do Nascimento, preso em SP.

A Globo sabia o tempo todo de sua prisão, e foi a única a registrar sua chegada na delegacia.

Todas matérias a respeito do caso mostram imagens não relacionadas à acusação criminosa que lhe é imputada.

Quando os advogados de Jetfe chegaram ao DEIC, o carro da Globo estava estacionado na vaga da OAB. Os advogados não puderam conversar, reservadamente, com seu cliente, que se encontrava chorando. Também não foi permitido acompanhar, desde o inicio do interrogatório, a sua suposta confissão.

España eleva el pago para grandes empresas

 

El Gobierno ha endurecido el Impuesto de sociedades para evitar que las grandes empresas sigan eludiendo gran parte del pago por los beneficios que obtienen. Es una de las medidas incluidas en el histórico ajuste fiscal aprobado en el último Consejo de Ministros.

Las cifras son elocuentes. Aunque el tipo oficial del impuesto de sociedades es del 30% para las grandes empresas, el tipo efectivo que se acaba pagando es considerablemente menor. De acuerdo con los datos comunicados oficialmente a la CNMV por las empresas del Ibex 35, se pone de manifiesto que empresas con enormes beneficios disfrutan de un crédito fiscal por las inversiones que realizan en el extranjero.

Lo más llamativo es la gran disparidad que existe entre lo que pagan unos y otros. Concretamente el Banco Santander es el que más impuestos ha pagado en el 2011: 1.776 millones, después de haber ganado cerca de 8.000 millones, lo que representa un porcentaje del 22%.

No Brasil, as empresa espanholas cada vez mais, em nome da crise, pagam menos impostos. E faturam muito mais aqui, na filial, do que na matriz.

 

 

Quedan cuentas por pagar en América Latina

Petróleo era nosso
Petróleo era nosso

Hablábamos de las incursiones del capital español en América Latina, en medio de la vorágine de las privatizaciones. Borell las justificaba. ¿Por qué no, si las empresas estaban en venta? Algo de razón tenía. Pero, desde la perspectiva latinoamericana, ¿qué sentido tenía aquello, qué beneficio nos podía traer deshacernos de los ahorros públicos, sobre todo la s inversiones más rentables, las estratégicas, entregar los negocios a las transnacionales, como si noso tros no pudiéramos desarrollarlo s, como si no nos conviniera mante ner el negocio en nuestra manos?

Pero nada de eso parecía posible. Como si volaran en aire enrarecido, las ideas nacionalistas perdían sustento; por el contrario, la voracidad de las transnacionales se sostenía en los argumentos de una necesaria globalización que parecía dejarnos sin alternativa.

De eso hablamos aquella tarde con Borell. Recuerdo con precisión el final del diálogo. Si las transnacionales españolas se iban a adueñar de esos recursos, si se iban a aprovechar de los precios de liquidación, algún día iban a tener que pagar la cuenta. Se lo di je. Borell me contestó que ya la había n pagado. Recuerdo que me quedó la duda, que no me quedó claro a qué se refería exactamente. En todo caso, le dije, me parece que todavía quedan cuentas que pagar.

Precio de liquidación

Todo esto me viene a la memoria hoy, cuando la presidente argentina , Cristina Fernández, se lo cobra a Brufau , el presidente de Repsol .

Fernández declaró de utilidad pública y sujeto a expropiación el 51% del patrimonio de Yacimientos Petrolíferos Fiscales ( YPF ) , controlada por la española Repsol desde hace más de una década. “La decisión de llevar adelante el proyecto que declara de interés público la explotación de hidroca rburos y la expropiación del 51% de YPF está vinculada con un tema estratégico para la Argentina”, afirmó.

YPF era una empresa emblemática, uno de los pilares de la nación. Tenía sentido. Manejaba recursos estratégicos: el petróleo y el gas. En México, también Pemex era un pilar de la construcción de lo nacional. Los mismo en Brasil, con Petrobrás.

Estas empresas eran fundamentales para las políticas de desarrollo, instrumentos clave de las políticas económicas y el desarrollo tecnológico, fuentes de enormes recursos financieros para el país.

Pero, en determinado momento, todo esto cambió y el Carlos Menem, que la s había defendido contra el intento de vaciarlas, a principios de los 80, se encargó de liquidarla s cuando as u mió el poder, en 1989. “El petróleo y el gas ya no eran más recursos naturales estratégicos, sino que, a causa de la “globalización”, del “fin de los Estados-nación (sic)”, etc., etc., eran bienes transables, commodities , con un comportamiento en el mercado igual que el maíz, el café, la soja, el azúcar ”.

Consumada la privatización, recuerda el artículo de “Sin permiso” , “ la nómina de personal de YPF pasó de 37.000 a 5.500 trabajadores. Numerosas actividades fueron o tercerizadas o desguazadas ” . De la flota petrolera de YPF , varias naves “fueron ven didas entre los amigos, sin registros contables; y a muchas se las puede hoy ver abandonadas en cementerios flotantes sobre el río Paraná ” .

Minas de oro

YPF representa algo más del 50% de la producción total de hidrocarburos de Repsol y alrededor del 40% de sus reservas. El año pasado cerró con un beneficio de explotación de 1.231 millones de euros, lo que representó el 25% del total de lo obtenido por la empresa española .

No es la única, por supuesto, que ha hecho de América Latina su filón más rico. El Banco Santander, pese a que el año pasado vio caer un 36% sus beneficios en comparación con el año anterior, logró en América Latina más de la mitad de esos ingresos, principalmente en Brasil que, con un 28% casi se equipara con lo obtenido en toda Europa continental (31%).

Telefónica también se entusiasma con sus perspectivas latinoamericanas. “Es la hora de Latinoamérica”, dijo, la semana pasada, el presidente de la empresa en la región, José María Álvarez Pallete. Pallete recordó que “ Telefónica tiene una cuota en el negocio global latinoamericano del 29% ” y aseguró que “ la operadora está en disposición de captar nuevas opor tunidades en todos los negocios”. Un anuncio que coincidió con otros dos: el de un plan de incentivos de 450 millones de euros para sus directivos y la reducción de un 20% de la plantilla en España, lo que representaba algo más de 5.500 empleados.

Reacción airada

Pero las cosas han cambiado mucho desde aquellos años de la liquidación de los activos públicos latinoamericanos, de los Menem o los Fernando Henrique Cardoso. Hasta el diario “El País”, tan conservador cuando habla de América Latina, reconocía que la región “ ha hablado con una libertad y una convicción de fuerza desusadas”, refiriéndose a la Cumbre de las Américas celebrada recientemente en Colombia.