Trabalhar doente acontece sempre

Novo empregado apresentação por Eneko trabalho emprego

 

 

As doenças adquiridas no trabalho precisam ser curadas, mas o capitalismo não permite.

A ganância empresarial rouba os direitos trabalhistas. Suga a saúde do trabalhador.

E a vida escrava não tem nenhum valor de mercado.

Pobres jovens que trabalham na Somax (o dinheiro somado para mais, para aumentar o lucro de bancos e companhias de telefone).

Roubar o tempo dos trabalhadores e não pagar horas extras virou costume em qualquer shopping.

Parece piada, humor negro: O tempo é ouro, costuma advertir o patronato.

O co-piloto Lubitz avisou a Lufthansa da depressão. É! acontece sempre: O empregado comunica que está doente (quando tem estabilidade no emprego), e ninguém acredita. Considera malandragem, preguiça, desinteresse.

No Brasil todo emprego virou temporário com a terceirização. Quem aparece doente nem precisa pedir licença médica. Não dá tempo. É logo demitido.

Qualquer empregado salário mínimo ou salário base vem sendo tratado como lixo humano.

Vive sem tempo para a família, para as crias, para o lazer, para o sagrado descanso.

Compare as licenças de um togado com as licenças de uma empregada doméstica, um contínuo, um motorista. Qualquer trabalhador braçal.

Compare as licenças de um empregado público, que tem estabilidade, com a de qualquer empregado com carteira assinada nas empresas privadas. Vale qualquer trabalhador intelectual: um jornalista, por exemplo.

 

 

O co-piloto que precipitou o A320 nos Alpes informou a empresa em 2009 do seu estado de saúde

 

 

A320 nos Alpes informou a empresa em 2009 do seu estado de saúde
Destroços do A320 nos Alpes

A Lufthansa sabia desde 2009 que o co-piloto Lubitz sofria de depressão. A revelação foi feita ontem pela companhia alemã, que adianta ainda que a informação foi prestada quando Lubitz frequentava o curso de pilotagem na escola da Lufthansa em Bremen.

Anteriormente, a transportadora aérea alemã confirmara apenas que Lubitz tinha interrompido o curso durante uns meses, durante os quais foi assistente de bordo da companhia. A empresa também tinha revelado que Lubitz retomara o curso de pilotagem e que, em setembro de 2013, foi admitido como piloto da Germanwings, uma das low-cost da Lufthansa.

 

 

 

 

 

Sindicato questiona Globo (o ovo da ditadura) sobre redução abrupta em salários

por Daniel Mazola

 

 

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Segundo informações da presidente do Sindicato dos Jornalistas do Município do RJ, Paula Máiran, no dia 1º, terça, a TV Globo foi questionada sobre denúncias de redução significativa no salário de cerca de cem jornalistas da emissora, e da Globonews, neste mês.

A empresa da família Marinho, afirmou que está revisando caso a caso, mas que o dinheiro a menos se deu por conta de um mês curto (fevereiro), sem feriados, portanto com menos horas extras, e com o desconto da contribuição sindical obrigatória. O Sindicato continuará cobrando explicações da empresa sobre o salário reduzido.

Também foi questionado o atual método de cálculo de horas extras feitas pela Globo e a escala de folgas. A empresa admitiu que os funcionários do jornalismo já começam o mês ‘devendo’ 21 horas, relativas aos sábados não trabalhados, e que são submetidos a escalas de 14 dias consecutivos, sem folga . O que é contra a lei.

A Globo diz que os jornalistas ‘gostam’ dessa escala. A empresa prometeu manter diálogo com o Sindicato em busca de uma solução. Irregularidade é uma das principais marcas de quem cresceu e nasceu da ditadura. A Globo é o principal ovo da ditadura empresarial-militar-civil de 1964. A Comissão da Verdade deveria investigar também o maior parceiro e sócio do Regime que vigorou de 64 a 85, mas sobre isso, aparentemente, não movem uma palha.

 

Justiça democrática: empregadas domésticas ganham banco

Banco da horas extras. Cada funcionário de tribunal devia ter o mesmo direito.

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Recebem hora extra paga com hora extra

Na Argentina:
¿Cuál es la carga horaria de la jornada de trabajo?

Se establece una jornada de 8 horas diarias y 48 horas semanales, con un descanso de 35 horas corridas. Podrá establecerse una distribución semanal desigual de las horas de trabajo, en tanto no importe una jornada ordinaria superior a las 9 horas. El sábado el final de la jornada será a las 13 hs., mientras que el domingo no será laborable.

Para el personal sin retiro, se fija un reposo nocturno de 9 horas ininterrumpidas y un descanso diario de tres horas entre las tareas matutinas y vespertinas, incluido el tiempo de almuerzo.
Si el empleador se excede, en cualquiera de los dos casos, deberá pagar horas extras, las cuales se calculará con un recargo del 50% calculado sobre el salario habitual si se tratare de días comunes y del 100% en días sábados después de las 13 hs., en días domingo y feriados.

O perfil do bom jornalista que não sofre assédio judicial

Baseado em respostas de 2.731 jornalistas do Brasil e também do exterior, a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) lançou estudo que mostra o perfil profissional de imprensa nacional. A pesquisa, elaborada por 18 pesquisadores, revela que 2/3 dos jornalistas brasileiros recebem até cinco salários mínimos e quase a metade (40,3%) trabalha mais de oito horas por dia.

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Os dados foram levantados entre 25 de setembro a 18 de novembro de 2012 (Imagem: Nathália Carvalho)

“Esses dados de jornada são realmente preocupantes. A legislação dos jornalistas é de cinco horas com, no máximo, duas horas-extras. Esse excesso do trabalho afeta muito a qualidade de vida dos jornalistas e a precariedade das redações no Brasil”, afirma Wanderlei Pozzebom, vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal, que esteve presente no lançamento do estudo.

Os dados ainda mostram que 98% dos profissionais têm formação superior, sendo que 40,4% destes graduados possuem pós. Quando o assunto é desemprego, a taxa segue a mesmo do país, que fechou 2012 com 5,5%. Pelo menos 24,2% dos jornalistas são filiados a sindicatos, o que representa um a cada quatro profissionais do mercado.  No total, 55% atuam em mídia, 40% fazem atividades de assessoria de imprensa e os outros 5% dedicam-se predominantemente a área acadêmica.

Fonte: comunique-se. com

[A coisa fica mais feia quando o jornalista decide criar um blogue. Nas redações existe a censura do patronato. Nos blogues, a justiça cuida do politicamente correto.

Ser livre no Brasil é difícil, pra lá de difícil]

00cartao_jornalista_ vc está na pauta