O voto chorado de Marina

Esta campanha presidencial começou com os infiltrados nos protestos de rua antes e durante a Copa do Mundo.

Protestos com reivindicações municipais, como o preço das passagens dos transportes coletivos (aumento autorizado pelos prefeitos) e escolas e hospitais padrão Fifa (que são construídas pelos governadores).

Eis porque os protestos foram duramente reprimidos pelos soldados dos governadores e pelos guardas municipais dos prefeitos.

Vale lembrar que a vaia e os xingamentos pornofônicos contra a presidente do Brasil Dilma Rousseff, no jogo inaugural, foram comandados pelo senador Álvaro Dias, coordenador da campanha de Aécio Neves, e Neca Setubal, coordenadora da campanha de Marina Silva.

Neca Setubal
Neca Setubal
Senador Álvaro Dias e filho, no dia da vaia
Senador Álvaro Dias e filho, no dia da vaia

quem vaiou

por Marcelo Bancalero

 

Pois é…
Descobrimos o maestro do coral tucano que vaiou Dilma, na abertura da Copa das Confederações…
O cara gastou com dois ingressos para ele e o filho, no valor de R$ 1.463,00 cada um. Já falaram até que alguns tucanos infiltrados, distribuíram R$400,00 para algumas pessoas espalhadas iniciarem a vaia.

A fatura de Álvaro Dias para assistir um único jogo
A fatura de Álvaro Dias para assistir um único jogo

Como quem estava lá não eram os pobres, mas a elite que é contra o bolsa família, ProUni, programas como o Luz para todos, Minha casa minha Vida, Minha casa melhor, diminuição da tarifa
de luz… etc, etc , etc
Foi fácil conseguirem que uns gatos pingados ( ou tucanos pingados), vaiassem.
Assisti aos vários vídeos, e nem se escuta as vaias, que um repórter do PIG, num helicóptero lá nas alturas, jura que ouviu a voz exatamente de 2045 pessoas vaiando.
Vaias que só foram notadas por Joseph Blatter, pois vieram dos camarotes, caríssimos e que ficam próximos de onde ele estava. E não do meio do povão nas gerais, que teve de levar a culpa como sempre, na manipulação da oposição. Se Joseph Blatter não falasse, e se a mídia não fizesse o sensacionalismo de sempre, ninguém nem teria notado.

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VEJA ENDOSSA INSULTO E GRITA: “EI, DILMA, VTNC”

Ao tratar como “vaia” as agressões dirigidas por parte da torcida no Itaquerão à presidente Dilma Rousseff, a revista de Giancarlo Civita (esq.), dirigida por Eurípedes Alcântara (dir.), transmite ao público a seguinte mensagem: “vocês gritaram por nós”; na reportagem interna, revista afirma que “o hino cantado a capela, as vaias em Dilma e mesmo o batismo de craque de Neymar foram os grandes momentos do jogo de abertura da Copa de 2014 no Brasil”; os barras bravas da mídia estão a postos para a campanha eleitoral

veja vaia

247 – “Ei, Dilma, vai tomar no c…” O insulto que se ouviu da ala Vip do Itaquerão, dirigido à presidente Dilma Rousseff, foi endossado neste fim de semana pela revista Veja, que pertence ao empresário Giancarlo Civita, herdeiro de Roberto Civita, e é dirigida pelo jornalista Eurípedes Alcântara. De acordo com a publicação, a estreia do Brasil na Copa teve três destaques: o hino cantado a capela pelos torcedores, a atuação de Neymar e a “vaia” a Dilma – uma agressão que já não é mais tratada como “vaia” nem por seus adversários políticos, nem pelos mais raivosos colunistas da torcida organizada dos jornais e revistas da mídia familiar no Brasil.

“O hino cantado a capela, as vaias em Dilma e mesmo o batismo de craque em Neymar foram os grandes momentos do jogo de abertura da Copa de 2014 no Brasil”, diz o texto da reportagem de capa. Segundo a publicação, a “vaia” seria uma prova de que “a paixão pelo futebol não combina com política”.

O ex-presidente Lula, em junho de 2013, afirmou que parte da imprensa brasileira insufla o “ódio de classes” e, de certa forma, estimulou as agressões a Dilma. A capa de Veja parece confirmar a tese e sinaliza que os barras bravas da mídia estão a postos para a campanha eleitoral [Dito e feito

LÁGRIMAS DE CROCODILO

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Marina nunca foi de chorar.  Sempre foi dura nas críticas.

Veja como ela reage quando criticada:]

 

 

 

 

Estadão defende vandalismo na Venezuela e protestos violentos da direita

Jornal Estado de São Paulo: “As forças de segurança venezuelanas invadiram neste domingo simultaneamente a casa de Leopoldo Lopez e a de seus pais, na tentativa de prender o opositor que acusa o presidente do país, Nicolás Maduro, de ser responsável pela morte de três pessoas em manifestações contra o governo na semana passada”.

Esquece o Estadão de informar que Leopoldo Lopes  é um fugitivo da justiça.

Bandas de López destrozan Chacao

Los grupos de choque de la derecha que buscan sembrar caos en la ciudad se han concentrado en el municipio Chacao, del cual Leopoldo López, hoy prófugo de la justicia y jefe de estas bandas violentas, fue alguna vez alcalde.

El actual alcalde del municipio, Ramón Muchacho, dejó ver por Twitter, desde tempranas horas de ayer, su desesperación por la falta de control de los grupos vandálicos en su jurisdicción.

El mismo Muchacho difundió en su cuenta la fotografía que muestra destruida la agencia del Banco de Venezuela, ubicada en la avenida Francisco de Miranda con la calle Élice,

Desde @ramonmuchacho pasó la noche reportando heridos. A las 9:38 pm escribió: “Salud Chacao ha atendido 7 heridos hasta esta hora. Seguimos en el sitio, pero ambulancias no pueden pasar barricadas”, además de que quemaron cauchos, potes de basura y causaron destrozos en la sede de Salud Chacao.

También dijo que los policías del municipio “hacen todo lo que pueden dentro de sus facultades legales y físicas! Superman no existe!”. Del msmo modo, fijó posición respecto a los hechos de violencia: “Imagino que todos los sectores del país fijarán posición sobre lo que está ocurriendo en @Chacao. Aquí la mía: lo repudio!”

Dispararon contra las oficicinas del Ministerio del Poder Poular para el Transporte Terrestre
Dispararon contra las oficicinas del Ministerio del Poder Poular para el Transporte Terrestre
 
La avenida Francisco de Miranda fue víctima de la anarquía
La avenida Francisco de Miranda fue víctima de la anarquía
Así quedó la agencia del Banco de Venezuela
Así quedó la agencia del Banco de Venezuela

Para o Estado de S. Paulo existe o vandalismo bom e o ruim:

“Lopez não estava em nenhuma das residências vistoriadas pela polícia na ação que começou no fim da noite deste sábado e se estendeu até a manhã deste domingo. Testemunhas disseram que os vizinhos batiam em panelas e frigideiras para protestar contra o que eles consideram uma ordem de detenção arbitrária. O líder da oposição não é visto desde a entrevista que concedeu à imprensa na noite de quarta-feira.

‘Maduro, você é um covarde’, escreveu Lopez em uma mensagem postada no Twitter, após as forças de segurança deixarem as casas. O jornal venezuelano El Universal publicou na quinta-feira uma cópia de suposta [?] ordem de prisão de Lopez sob acusações que vão do vandalismo ao terrorismo.

A caça ao opositor durante a madrugada foi acompanhada de mais uma noite de protestos contra o governo, nos quais os policiais dispararam bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha para dispersar um grupo de cerca de 500 estudantes”.

Fica registrado que o Estado de S. Paulo é contra a polícia usar balas de borracha, de efeito moral e dar tiros com balas de borracha.

A mudança de comportamento do jornal paulista talvez sirva de um alerta para a violenta polícia do governador Geraldo Alckmin, líder da oposição ao governo da União.

Ojos robados: víctimas de balas de goma

Texto: Nicola Tanno (Fotos: Francesca Oggiano). Tanno es portavoz de la asociación STOP Bales de Goma
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Desgraciadamente, todos los que prefirieron no participar en la huelga han escuchado la historia de una Barcelona destrozada por los vándalos, los cuales, según el ministro [de Interior] Fernández, deberían ser equiparados a los terroristas.

La asociación Stop Bales de Goma nació en septiembre de 2010 para contestar a discursos como éste, dando dignidad a los heridos por esta arma y para pedir su prohibición. En Cataluña en los últimos años ha habido un aumento preocupante de casos. Desde 2009, seis personas han perdido un ojo por culpa de las balas de goma y muchos otros han recibido heridas graves en diferentes partes del cuerpo: pecho, mandíbula, piernas, etc– . Ninguno de los responsables ha sido acusado de comportamiento “vandálico”.

Cada vez que se disparan, las balas de goma causan heridos graves en cualquier altercado. Nosotras, como víctimas, entendimos que hacía falta denunciar la peligrosidad de esta arma y subrayar la falta de justicia: en ninguno de nuestros casos ha sido condenado ni un policía, todos los responsables continúan trabajando.

Cinco víctimas de balas de goma nos reunimos con otras personas y grupos sensibles sobre este tema –en particular las asociaciones Altra Italia y Justicia i Pau– y empezamos a organizar iniciativas para informar a la población catalana y presionar al Parlamento para que prohibiera el uso de estas armas.

En un año y medio de trabajo hemos recogido diez documentos médicos que demuestran los graves efectos que provocan en el cuerpo humano. En segundo lugar, hemos demostrado que los proyectiles utilizados por los Mossos d’Esquadra presentan muchos problemas en su control. El protocolo de actuación que regula su uso contempla algunas condiciones muy estrictas: que se dispare a más de 50 metros de distancia, que la pelota golpee el blanco después de haber rebotado al suelo y que impacte sólo contra la parte inferior del cuerpo.

Además, hemos denunciado la imposibilidad de encontrar a los agentes responsables de los disparos. Aunque sean muchos los testigos que han visto a los policías disparar, las víctimas no hemos podido encontrar quién nos disparó. La falta de objetos identificativos de los agentes de la Brigada Móvil es un gravísimo problema del sistema de seguridad de la sociedad catalana, y la carencia de disponibilidad de los Mossos para resolverlo no hace honor a nuestra policía.

Durante todo el año 2011 hemos lanzado una campaña de presión al Parlamento catalán presentando nuestra propuesta y documentación, accesible en la página webstopbalesdegoma.org. Después de manifestaciones, asambleas públicas, de reuniones con todos los grupos políticos, con el conseller de Interior, Felip Puig, y el jefe de los Mossos d’Esquadra, Manel Prat, y una comparecencia en el Parlamento, conseguimos el voto favorable de la Comisión de Interior a favor del estudio de las armas usadas por los agentes antidisturbios.

Las elecciones del 20N cambiaron el panorama político y el PP –que había votado a favor en la Comisión– ha retirado su apoyo, causando el rechazo de la propuesta. Tras los graves hechos del 29M, estamos ahora involucrados en la recogida de todo el material útil para ayudar a los heridos por la violencia policial, personas que no saben quién les disparó y que casi nunca gozan de la simpatía de la gran prensa.

Lo importante para mí, Carles Guillot, Oscar Alpuente, Jordi Naval y Jordi Sallent es que la gente sepa cuáles son las consecuencias de una actitud incontrolada y de una policía no preparada e irresponsable. Pensamos que es necesario formar mejor al cuerpo policial.

Queremos que la gente entienda que el control de las herramientas de quien tiene el monopolio de la violencia es un problema colectivo y fundamental para una sociedad democrática de verdad.

Este proyecto fotográfico forma parte de un trabajo en proceso. Si eres un afectado por las balas de goma puedes contactar con la fotógrafa en su web.