É preciso prender todos que abusam das crianças: do pedófilo, do escravocrata ao traficante de órgãos

O tarado de Vitória, Espírito Santo
O tarado de Vitória, Espírito Santo
O pedófilo da Bahia
O pedófilo da Bahia

O Brasil, para a Polícia Federal e Unesco, possui 250 mil prostitutas infantis. Para as ONGs, 500 mil. Ninguém depende das redes sociais para pegar crianças. Elas estão em cada semáforo, em cada esquina das cidades. Certas notícias considero campanha contra a liberdade de expressão na internet.

Um pedófilo vai para a rede por exibicionismo, pela emoção de correr o perigo, e pretende ser descoberto, preso e punido. Acontece com o serial killer.

Que a polícia cace e prenda os pedófilos dentro e fora das redes sociais, seja mulher, seja homem.

Pedofilia, uma perversão sexual

Quando a atração sexual de um indivíduo adulto ou adolescente está dirigida primariamente para crianças pré-púberes (ou seja, antes da idade em que a criança entra na puberdade) ou no início da puberdade.

Segundo o critério da OMS, adolescentes de 16 ou 17 anos também podem ser classificados como pedófilos, se tiverem uma preferência sexual persistente ou predominante por crianças pré-púberes, pelo menos cinco anos mais novas do que eles.

O tráfico de órgãos de crianças

Nunca vi crianças ricas nas filas de transplantes.

Que tráfico de crianças existe, existe. Na Páscoa, deste ano, o Papa Francisco fez oportuna condenação.

O tráfico de crianças constitui um crime bárbaro contra a humanidade.

Desconfio das mortes por balas perdidas. Que seja proibido, nestes casos, a doação de órgãos, sem a devida investigação policial, e a identificação do assassino. Pode ser morte encomendada.

É frequente a morte de crianças por causa desconhecida. O cadáver deveria, por motivos óbvios, ser considerado impróprio para doação de órgãos.

O destino das crianças

O lugar dos pedófilos e dos traficantes é na cadeia. Mas precisamos cuidar de nossas crianças. A criança filha da rua, a criança drogada, a criança prostituta, a criança soldado da milícia ou soldado do traficante, a criança que realiza trabalho escravo, notadamente como babá em casas de famílias da classe média, e considerada filha de criação. Da adoção para doar órgãos. Idem as vítimas dos despejos judiciais. Que se investigue o paradeiro de milhares de crianças desaparecidas. Muitas são enterradas como indigentes nas valas comuns dos cemitérios públicos, sem que os pais sejam notificados.

Corre na internet o rumor de um extermínio de crianças em Fortaleza. É urgente que alguma autoridade investigue, para desmentir o boato.

 

ELA FOI BALEADA NO PEITO E NA CABEÇA. AS BALAS ERAM PERDIDAS? ELA REPRESENTAVA ALGUMA AMEAÇA?

As perguntas são de Donte Gisele.

povo preto
por Ana Claudia Davis

quatro filhos quatro sobrinhos

os filhos

Os filhos
Os filhos

Claudia era eu, Claudia era você, era sua mãe, sua avó, sua bisavó, sua namorada, sua esposa, suas tias, suas primas, suas amigas…
Claudia era Nzinga, Aqualtune, Dandara, Maria Felipa, Zeferina, Luiza Mahin, Akotirene!
Claudia era guerreira! Era como nós!
Perdemos mais uma, e o que faremos? Não dá pra se conformar…
E as lágrimas de seus filhos? E as nossas lágrimas, até quando choraremos pelo assassinato de nossas irmãs e irmãos ?
Seus filhos também morreram com ela… e nós estamos morrendo aos poucos, acredite nisso!
A existência da polícia é incompatível com a existência da população negra.
Ao corpo negro, mesmo com vida é oferecido o porta malas de um Camburão ou o Quarto de despejo
Racismo Institucional na manutenção do Genocídio da população negra.

 

Quanto vale um brasileiro? Nas indenizações por morte violenta, alguns trocados

O que mata mais no Brasil violento: morte matada ou morte morrida? A polícia mata, a milícia mata, o assaltante de rua mata, o trânsito mata. É um país de assassinos. Dos desaparecidos. Dos cemitérios clandestinos. Da escravidão. Dos atestados de óbito por causa desconhecida. Das 500 mil crianças prostitutas condenadas a morrer antes da maioridade. Dos filhos da rua e dos f.d.p. nos mais altos cargos dos cinco poderes: o econômico, o judiciário, o executivo, o legislativo, a imprensa.

Dou um exemplo desta semana: assassinaram três jornalistas. Que indenização vão receber as famílias dos mortos?

Sei que um brasileiro vale menos que um argentino. Eis a prova:

ar_uno.750 caminhões brasileiros

 

Tragedia en Mendoza: pagarán $700 mil por cada víctima fatal del accidente en San Martín

Se calcula que esa cifra deberán abonar los dueños del camión que protagonizó el choque que provocó 16 muertes. Sólo con los fallecidos, el monto ronda los $11 millones. Podría ser más si los sobrevivientes deciden hacer demandas.

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Ignacio Zavala Tello
zavala.ignacio@diariouno.net.ar

Casi $11 millones deberán pagar las empresas brasileñas propietarias del camión y el semirremolque que protagonizaron la denominada “tragedia de la ruta 7” en San Martín. La cifra se calcula sólo para las víctimas fatales, pero ascendería si quienes sobrevivieron anteponen medidas judiciales.

Mientras continúan las pericias para intentar determinar si el camionero Genesio Mariano (35) realmente estaba bajo los efectos de alcohol y drogas como afirmaron varios testigos, el representante legal de las compañías brasileñas en Mendoza le confirmó a Diario UNO que deberán desembolsar unos $700 mil por víctima. Así, sólo por las 15 víctimas fatales (sin contar al camionero, que fue quien ocasionó el siniestro), la suma ascendería a los $10 millones y medio.

“El monto del pago (de las indemnizaciones), ya sea por un arreglo o por sentencia firme que se determine, a ojo experimentado, en promedio va a rondar los $700 mil por víctima. Podrá ser menos o más, dependiendo de cada caso”, especificó Alejandro Miguel Nacevich, representante legal de ACM Transportes y Toso Limitada. Ese monto incluiría los conceptos de daños moral y psicológico, y lucro cesante.

El abogado precisó que, si bien siempre se mencionó a ACM como la propietaria del camión, tanto el chofer como el tractor pertenecían a Toso. Esta empresa alquilaba el semirremolque de ACM, pero ambas serán las responsables legales en caso de que lo determine la Justicia.

Más aportes a la investigación

Según explicó Nacevich, el martes pasado, los dueños de ambas empresas brasileñas llegaron a Mendoza para ponerse a disposición del fiscal que investiga el tremendo siniestro vial.

“Nos apersonamos en la fiscalía de San Martín, adjuntamos la póliza de seguro de responsabilidad civil que les exigen a las empresas de transporte internacional por daños a terceros y vimos el vehículo siniestrado”, detalló el letrado.

De acuerdo con la versión de Nacevich, entre esos aportes también figura el informe de GPS, que echará luz sobre el recorrido que realizó Mariano entre las 15 y las 17.30, lapso en el que se genera el vacío investigativo.

De acuerdo con la información del sistema satelital, los propietarios de ACM indicaron que el enorme transporte de cargas circulaba a unos 50 kilómetros por hora y no a más de 100 como indicaron fuentes policiales tras el incidente. Nacevich indicó que la velocidad no será determinante, debido a que los efectos son los mismos. “Quedó molido. Evidentemente, despacio no iba. Además, están las imágenes de los testigos presenciales donde uno ve que el camión no iba despacio. Si iba a 50 o a 200 (km/h) lo va a determinar una pericia mecánica. De todas maneras, en la responsabilidad y en la indemnización no hace diferencia”, sentenció el abogado especializado en comercio internacional y transporte.

Respecto de la hipótesis que plantearon los empresarios brasileños de que su chofer había sido asaltado, el abogado mendocino se atajó: “No lo descarto, pero tampoco lo afirmo”.

Identifican los dos últimos cuerpos

Una semana pasó y sólo entonces los 16 fallecidos tras el siniestro vial pudieron ser identificados. Ayer se confirmó que el cadáver masculino, que no podía ser individualizado por no contar con muestras de ADN que cotejar, es del camionero brasileño y que el cuerpo femenino es de una turista norteamericana.

Genesio Mariano, el chofer oriundo de Brasil, fue identificado luego de que su medio hermano Roberto Fernandes de Jezuz (23) aportara muestras de sangre la tarde del jueves en el Cuerpo Médico Forense.

Los peritos también confirmaron que el cuerpo de mujer que faltaba reconocer es de Tyler Mooney Sabrooke, una turista norteamericana que fue reconocida visualmente por familiares que llegaron de Estados Unidos debido a que no estaba calcinada, sino que fue rescatada del micro y falleció en el hospital.

Poesia pede ajuda

NOMES DE FAVELAS

por Paulo César Pinheiro

O galo já não canta mais no Cantagalo
A água não corre mais na Cachoeirinha
Menino não pega mais manga na Mangueira
E agora que cidade grande é a Rocinha!
Ninguém faz mais jura de amor no Juramento
Ninguém vai-se embora do Morro do Adeus
Prazer se acabou lá no Morro dos Prazeres
E a vida é um inferno na Cidade de Deus

Não sou do tempo das armas
Por isso ainda prefiro
Ouvir um verso de samba
Do que escutar som de tiro

Pela poesia dos nomes de favela
A vida por lá já foi mais bela
Já foi bem melhor de se morar
Hoje essa mesma poesia pede ajuda
Ou lá na favela a vida muda
Ou todos os nomes vão mudar


Seleta de Paulo Peres

Vídeo

Brasil e Paraguai sem pontaria

 

abccolor.Paraguaio_dia. Brasil

 

 

Bala perdida sempre encontra uma criança. Não acredito muito que um atirador errou o alvo. No caso da menina brasileira temos, pelo menos, dois assassinos. A polícia nunca investiga. Nas mortes por bala perdida e acidente de trânsito, de desconhecida autoria, a lei deveria proibir a doação de órgãos para transplante. Neste mundo cruel, de tráfico de pessoas, tudo é possível.

Exemplo dos Estados Unidos para conter o terrorismo policial

No Brasil, a polícia prende e arrebenta, e a justiça não faz nada. Tem até a ilegal resistência seguida de morte. Polícia matou, está bem matado. Bandido bom é bandido morto. Toda vítima da polícia é traficante de carteirinha ou suspeito que reagiu. Bala perdida apenas atinge civis, pacíficos cidadãos, idosos e crianças. Estava no local errado (os velhos, em suas residências; as crianças, nas escolas).

Essa lei das selvas impede distinguir o soldado soldado, verdadeiro e exemplar, do soldado bandido. Um policial morto em serviço ( e não fazendo bico) deveria ser reverenciado como herói, e sua família receber uma rica, milionária compensação, que estamos em um estado de capitalismo selvagem. O que importa é o deus dinheiro. Vale para os civis vítimas das milícias.

La vida de Rohayent Gómez cambió hace dos años, cuando un agente del Departamento de Policía de Los Ángeles (LAPD) le disparó, creyendo, según él, que la pistola de juguete que portaba el adolescente de entonces 13 años era verdadera. Recientemente, un jurado de la Corte Superior de Los Ángeles otorgó una compensación de 24 millones a Gómez, quien está inválido a consecuencia de la bala que le destrozó la espina dorsal.

Esa cifra es la mayor jamás otorgada en un caso de tiroteo policial, pero poca compensación para un chico cuyo máximo deseo en la vida (y uno que quizá nunca se cumpla) es poder caminar.

“El dinero no es nada. Es importante, pero no lo es todo”, expresó el muchacho durante una conferencia de prensa esta semana con su abogado, Arnoldo Casillas.

“[Cuando dieron el veredicto] me sentí igual. Mis estudios, mi cirugías…. No es para disfrutarlo yo, es para cosas que necesito”, añadió el muchacho.

La noche del 16 de diciembre de 2010, Gómez y dos amigos más jugaban a policías y ladrones en la cuadra 3000 al norte de la calle Verdugo, en el área de Glassell Park. Los chicos portaban pistolas de balines y Gómez se escondió detrás de un auto para recargarla. Dichas pistolas tienen una parte pintada de color naranja o rojo que las distingue de las armas verdaderas.

El agente Víctor Abarca del LAPD y su compañero observaron a los jóvenes y, según ellos, pensaron que las pistolas eran reales. Se detuvieron para investigar, y cuando Gómez salió repentinamente detrás del auto donde estaba escondido, Abarca le disparó.

La bala entró por el pecho del chico, le destrozó parte del pulmón izquierdo y la columna vertebral, y lo dejó postrado en una silla de ruedas.

“Yo nunca vi al policía”, dijo Gómez.

“No me dio órdenes ni nada; el otro policía estaba apuntando la pistola a mis amigos”, relató el chico. (Los Ángeles Hoy)

Rohayent Gómez, junto a su abogado, Arnoldo Casillas. | FRANCISCO CASTRO
Rohayent Gómez, junto a su abogado, Arnoldo Casillas. | FRANCISCO CASTRO