DIREITA VOLVER Fora Dilma e defesa dos governos tucanos de Alckmin, Marconi Perillo, Azambuja, Jatene e Beto Richa

Polícia Militar, Bancada da Bala e Bolsonaro, e seu cantor Lobão, fecham ruas para a passagem das viúvas da ditadura

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É isso aí, a polícia dos governadores de São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará e Paraná está, neste domingo, nas ruas para engrossar as fileiras da marcha golpista para derrubar Dilma Rousseff.

É uma conspiração que esconde o nome do presidente desejado pelos nazi-fascistas, empresas estrangeiras, banqueiros, e a podre elite dos ricos, representada por um por cento da população.

Uns dizem que é Aécio Neves, derrotado nas ultimas eleições; outros o vice de Dilma, Michel Temer; mas, os que pedem a intervenção de um exército estrangeiro esperam a volta de um militar presidente e o retorno da ditadura.

Essa minoria quer a polícia nas ruas, porque teme o povo em geral.

Esse “nojo do povo” do marechal João Figueiredo nasce de baixas emoções, e o temor é uma delas.

Na ditadura militar de Castelo Branco, Costa e Silva, Triunvirato Militar, Médici, Geisel e Figueiredo, a ditadura era praticada para descobrir invisíveis exércitos da Liberdade, da Igualdade, da Fraternidade. Daí o pedido da polícia nas ruas, que eles temem os sem terra, os sem teto, os sem nada.

Escrevem Joana Suares e Natália Oliveira: “Para o protesto de domingo (16), contra o governo federal, a Polícia Militar afirma que os manifestantes vão poder fechar as ruas (…) O Comandante do Policiamento Especializado Robson Queiroz afirmou ainda que perfis de manifestantes são ‘distintos’.

Ainda segundo a polícia, haverá diálogo com os manifestantes no domingo, e serão 2.000 policiais da Cavalaria, Batalhão de Choque e Policiamento Especializado acompanhando os manifestantes”.

Essa ‘distinção’ acontece até com a polícia de governador petista. Que a polícia no Brasil de 2015 é a mesma polícia de 1964. Não mudou nada.

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Propaganda do “fora Dilma”