Golpe eleitoral da imprensa que defende o retrocesso da ditadura militar ou do governo FHC. O Atentado do Riocentro

Clique nos links deste post para conhecer melhor o Partido da Imprensa Golpista – PIG.  Uma mídia capaz de tudo. De publicar balãos de ensaio, meias-verdades, mentiras e boatos, e usar mafiosos, corruptos e corruptores como fontes de notícias, reportagens e editoriais. Veja a propaganda de hoje da imprensa que faz a propaganda de Aécio Neves

br_oglobo. el

correio_braziliense. el 2

DP ela 3

 

O PIG EM AÇÃO

.

 

Aconteceu nos protestos da Copa, infiltrados da polícia e espiões de ser√iços de inteligência estrangeira praticaram atos de sabotagem. Isso é coisa dos eleitores tucanos. Recorde o atentado do Riocentro

.

O mais aecista dos jornais. Vendido todo. É do Grupos dos Associados, com o Correio Braziliense e o Diário de Pernambuco
O mais aecista dos jornais. Vendido todo. É do Grupos dos Associados, com o Correio Braziliense e o Diário de Pernambuco
Anúncios

Campanha: bote um milico num fusca e mande-o pro RIOCENTRO!

In Ficha Corrida

Para quem não entendeu, a Wikipédia desenha: Atentado do Riocentro!

Riocentro-300x172

O antipetismo do Clube Militar e a vala comum do esquecimento

por Denise Felipe Ribeiro

Após a derrocada dos regimes ditatoriais-militares no Cone Sul, a partir de meados dos anos 1980, teve início o processo de reconstrução democrática. Entre os grandes desafios aí colocados estão a pacificação, a mudança nas relações entre civis e militares e as questões relacionadas a como lidar com o passado autoritário. Foram então adotadas algumas medidas denominadas como políticas de justiça de transição, que buscam o estabelecimento da noção de não-repetição de atos arbitrários por parte do Estado e de uma maior confiança dos cidadãos nas instituições. Tais objetivos seriam alcançados por intermédio do conhecimento dos fatos (direito à verdade e à memória), da indenização aos que sofreram perseguições (reparação), da responsabilização daqueles que agiram de forma ilegal e perpetraram crimes contra a humanidade (restabelecimento do preceito de justiça e devido processo legal) e da reforma das instituições, particularmente os órgãos de segurança, para que estas sejam vocacionadas para a vida democrática.

No Brasil, somente em 1995, o Estado reconheceu a sua responsabilidade pelas mortes e desaparecimentos ocorridos no curso do período ditatorial. No mesmo ano, foi criada a Comissão Especial de Anistia, que contemplou empregados do setor privado, de empresas públicas e mistas, dirigentes e representantes sindicais, e a Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos. No final do governo FHC, a Lei 10.559/2002 responsabilizou o Estado por torturas, prisões arbitrárias, demissões, transferências por razões políticas, sequestros, compelimento ao exílio e à clandestinidade, banimentos e expurgos, determinando o pagamento de indenizações aos atingidos.

Ao longo dos governos petistas, ainda que com uma série de limitações, as ações de justiça de transição têm sido postas em prática, particularmente no que diz respeito ao tema da memória e verdade. Projetos como o Direito à Memória e Verdade, de 2006, que registrou oficialmente as mortes e desaparecimentos, e as Caravanas da Anistia, que fazem julgamentos simbólicos públicos em várias cidades onde ocorreram perseguições, se inserem nas ações que propõem o conhecimento do passado como uma forma de garantir a não repetição dos fatos e trazer mudanças significativas nas instituições, tendo em vista a (re)construção democrática. A criação do projeto Memórias Reveladas, em 2009, ao reunir, preservar e facilitar o acesso à documentação referente ao período ditatorial se insere nesse conjunto de ações de promoção do direito à verdade e à memória. Ademais, em 2012, teve início uma das mais significativas ações de justiça de transição: a Comissão Nacional da Verdade.

comissao-da-verdade Latuff

A despeito das cobranças feitas ao governo brasileiro pelas cortes internacionais de direitos humanos, especialmente a OEA, para que sejam investigados os crimes contra a humanidade perpetrados pelo regime civil-militar brasileiro, e punidos os agentes envolvidos, ainda existem muitas resistências contra as medidas de justiça de transição. Essas resistências têm feito com que, lamentavelmente, o governo brasileiro não tenha tomado as medidas exigidas pela Corte Interamericana de Direitos Humanos no caso dos desaparecimentos do Araguaia. Entre os atores sociais que criticam de modo mais encarniçado essas políticas, encontram-se os setores das Forças Armadas que defendem publicamente o período ditatorial, sobretudo o Clube Militar. A instituição, criada em 1887, com participação na proclamação da República e nos debates sobre a exploração do petróleo que resultaram na criação da Petrobras, ficou mais marcada pelo protagonismo em movimentos golpistas, especialmente aquele que destituiu o Presidente João Goulart, em 1964. É essa instituição que todos os anos, no dia 31 de março, reúne os seus membros na sede do Rio de Janeiro para comemorar o que dizem ser a “revolução democrática”.

O antipetismo, publicizado de maneira desinibida pela instituição militar, por meio de um recente manifesto de apoio à candidata Marina Silva, reflete e tenta disfarçar a enorme contrariedade em relação às medidas de justiça e verdade promovidas pelo governo federal. Não à toa, o manifesto foi publicado logo após a candidata pesebista ter se posicionado de modo contrário à revisão da Lei da Anistia e à punição de torturadores. O documento do Clube Militar vai ao encontro de outras ações como a do general Enzo Peri, comandante do Exército, que teria proibido a colaboração dos quarteis com as investigações da Comissão da Verdade.

Brasil Dilma desistir Marina Eduardo

O que o apoio do Clube Militar à candidata Marina Silva tende a revelar, por trás do saliente antipetismo e de uma suposta contrariedade em relação a denúncias de corrupção, é o potencial compromisso da candidata de que todos os avanços acima mencionados sejam jogados na vala comum do esquecimento.

 

Dilma e companheiras de cela: “fomos pra prisão por lutar pelo direito do povo”

 

Dilma e as companheiras que  dividiram uma cela no Dops
Dilma e as companheiras que
dividiram uma cela no Dops

A presidenta Dilma esteve reunida com as mulheres paulistas neste sábado (6) em ato de apoio a sua reeleição. A assessoria da presidência estima que um total de 4 mil pessoas estiveram presentes no ato. Dilma, ao subir no palco, cumprimentou em primeiro lugar as mulheres que estiveram presas com ela durante a ditadura e fez uma fala emocionada sobre o tempo em que dividiram uma cela no Dops.

“Nós, mulheres, fomos para a prisão, inclusive eu. Porque lutar pelo direito do povo, naquela época, dava cadeia”, declarou.

Ao lado de Maria Aparecida Costa, Rita e Helenita Sipahi, da Ministra Eleonora Menicucci, Lenira Machado, Guimar Lopes, Ilda Martins da Silva e Rose Nogueira, Dilma falou da época em que todas dividiam uma cela nos porões da ditadura: “essas mulheres fazem parte da minha vida, fazem parte de mim. Vocês imaginam como é dividir todas as horas do dia juntas”, disse.

No ato, Dilma falou da importância dos programas sociais de distribuição de renda para a vida das mulheres, como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. E de como programas como o Pronatec e o Prouni têm ajudado as mulheres a complementar a renda familiar.

Ao final, a presidenta terminou a fala emocionada: “agradeço ao apoio de todas as mulheres, inclusive aquelas que estiveram na cadeia comigo. Vamos nos multiplicar por essa campanha em que a verdade vai vencer a mentira”.

Confira abaixo a fala de Maria Aparecida Costa em apoio à reeleição de Dilma:

O Rio Centro de Eduardo Campos e a luta de Cris Patos

Cris Patos
Cris Patos

Comandante da operação da Polícia Militar de Pernambuco afirmou que a prisão da estudante Crislayne Maria (Cris Patos) não foi truculenta ou irregular. Segundo informações, ela planejava explodir a barreira policial montada para impedir a passagem dos manifestantes, juntamente com as viaturas policiais.

Quer dizer que estava planejado um atentado que iria matar centenas de soldados do governador Eduardo Campos, idem cavalos e cachorros, e explodir carros patrulha, ônibus etc.

Seria o maior ato de terrorismo da história do Brasil, mas que foi impedido como aconteceu com o atentado do Rio Centro.

A eficiência da PM devia ser notícia nacional e internacional, e o governador Eduardo Campo precisa condecorar seus bravos heróis na repressão contra os estudantes.

Cris na passeata

Cris na passeata2

Cris Patos minutos antes de ser presa
Cris Patos minutos antes de ser presa

Como esta menina – assim informou a imprensa pernambucana – podia carregar ao mesmo tempo megafone, pedras e bombas?

A imprensa do Recife sempre usa a polícia como única fonte.

Quando toda fonte é interesseira.

Os explosivos de Cris Patos para detonar a polícia
Os explosivos de Cris Patos para detonar a polícia

Para auxiliar os trabalhos de investigação e espionagem da polícia, os estudantes – que colaboram com o programa de Cardinot – entregaram ao governador as armas de destruição em massa que estavam na bolsa de Cris.

Cris Patos colocou na sua página no Facebook a reportagem de Cardinot, que registra o momento de sua prisão. Veja, antes que Cardinot censure. A reportagem prova quanto a polícia mente. Desde que useira e vezeira em armações.

http://www.cardinot.com.br/a-presidente-do-diretorio-central-dos-estudantes-presa/

Imagem da página de Cris Patos
Imagem da página de Cris Patos

Comentário de Cris: A liberdade tarda… mas não falha!
Estou livre companheiros.

Agradeço os conhecidos, os desconhecidos, os novos conhecidos, os pouco conhecidos… enfim

a todos que me apoiaram!

Valeu mesmo! … e nossa luta continua.

Não vamos deixar que eventos como este nos desmotivem ou desintegrem o nosso movimento.

Pelo contrario, isso só nos mostra o quanto nossa luta esta dando certo e como o estado nos teme, a ponto de usar golpes tão baixos como este para tentar desestabilizar o nosso movimento.

Amanha é outro dia! e a cada dia uma nova luta!
nos vemos nela

“Apesar de você amanhã há de ser outro dia”

Coisa de infiltrados: o atentado do Riocentro. Fotografa os provocadores no acorda Brasil hoje e sempre

Cuidado com os infiltrados. Eles são agentes do mal. Capazes de tudo.

A tentado do Riocentro na ditadura militar deve ser lembrado. Visava matar milhares de pessoas. Para responsabilizar os democratas pela chacina.

Atentado do Riocentro é o nome pelo qual ficou conhecido um frustrado ataque a bomba que seria perpetrado no Pavilhão Riocentro, no Rio de Janeiro, na noite de 30 de abril de 1981, por volta das 21 horas, quando ali se realizava um show comemorativo do Dia do Trabalhador, durante o período da ditadura militar.

As bombas seriam plantadas pelo sargento Guilherme Pereira do Rosário e pelo então capitão Wilson Dias Machado, hoje coronel, atuando como educador no Colégio Militar de Brasília. Leia em Wikipédia.

Missão Nº 115. Esse era o nome oficial da vigilância desencadeada pelos serviços de espionagem do Exército no centro de convenções Riocentro, no Rio, (…) quando 20 mil pessoas ali se reuniam para um show musical em protesto contra o regime militar. Duas bombas explodiram lá, e os agentes “supervisores” da ação foram as únicas vítimas do episódio, que lançou suspeitas sobre atividades terroristas praticadas por militares e mergulhou em agonia uma ditadura que vinha desde 1964 e acabaria sepultada em 1985. Tudo isso a população brasileira já intuía, por meio de depoimentos. O que até agora permanecia oculto (…) são registros de militares envolvidos no episódio e manobras de abafamento do incidente, arquitetadas por servidores da repressão.

As bombas que eram para matar 20 mil pessoas. Terminou uma explodindo nas mãos de um sargento terrorista. Leia mais 

BRASIL HOJE

Um policial quebra a pancadas o vidro da própria viatura, na Rua da Consolação, no centro de São Paulo, durante o protesto dos estudantes da USP nesta quinta-feira 13
Um policial quebra a pancadas o vidro da própria viatura, na Rua da Consolação, no centro de São Paulo, durante o protesto dos estudantes da USP nesta quinta-feira 13

De repente, o grupo dos mascarados se exalta e avança sobre os portões da Prefeitura. Voam pedras, arrancadas do calçamento do centro antigo. Pedras portuguesas. Jovens mascarados arremetem contra os homens da Guarda Civil Metropolitana.

identificado_tiagoqueiroz

tiago 2

cara1

Um deles usa camiseta branca justa, bota em estilo militar e age com a volúpia típica dos provocadores que conhecíamos tão bem nos anos 80 – quando a Democracia ainda engatinhava. É o rapaz que aparece nas fotos acima…

Alguns picham as paredes da Prefeitura. A turma mais moderada grita: “sem vandalismo”. Os mascarados devolvem: “sem moralismo”. Um rapaz passa a meu lado e grita: “vamos quebrar tudo”. E quebram mesmo. Pedras voam perigosamente sobre nossas cabeças.

Mas a imagem mais chocante eu veria logo depois. Um grupo segura uma bandeira brasileira e queima. Um rapaz grita: “foda-se o Brasil, Nacionalismo é coisa de imbecil”. E aí tenho certeza que há um caldo de cultura perigoso por aqui. Leia mais

Este infiltrado já foi identificado. O nome dele é Tiago Ciro Tadeu. Falta ser investigado. O Brasil precisa saber quem patrocina o vandalismo deste sujeito.

br_estado_spaulo.br_folha_spaulo.

A mídia conservadora dá mais destaque aos vândalos. Não mostra os cartazes. Não descreve a alegria e o civismo das multidões. O jornalismo on line, as rádios e o jornalismo televisivo deviam propagar as canções de protesto, os slogans gritados pelo povo.