Moradores espancam negro até a morte em São Luís do Maranhão

Existe uma pregação odienta de pastores, de jornalistas policiais e de políticos golpistas. Publica o Correio Braziliense: “Moradores do bairro São Cristóvão, em São Luís amarraram e espancaram um assaltante que havia acabado de roubar uma loja na região. Cleydenilson Pereira Silva, 29 anos, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Segundo a Polícia Civil, o homem teve o tronco, as mãos e as pernas imobilizadas antes de ser agredido com pedradas e garrafadas, além de socos e chutes. Um adolescente, que também participou do assalto, na tarde de segunda, foi apreendido”.

linchamento negro

Ninguém faz isso com um prefeito ladrão. Um governador ladrão. Com os corruptos que desviam verbas da Educação, da Saúde, do Saneamento e do Programa de construção de bairros operários e vilas camponesas. Ninguém faz isso com os traficantes de minérios, de moedas, que vendem o Brasil a preço de banana.

“Tem gente que precisa levar tiro”, prega um pastor enlouquecido.

um louco

Esse cara ou fez plástica no corpo todo, ou colocou um boneco de dezoito anos no Facebook. Com nome de menino, Lucinho, quer ser um eterno garoto, quando é um velhote com complexo de Cinderelo.

Um maluco beleza perigoso. Avisa Maria Luiza Quaresma Tonelli: Lúcio Barreto Júnior, o “pastor Lucinho”, se define como “uma das referências atuais da juventude brasileira”. Esse sujeito no, programa da Super Rede de Televisão, uma emissora gospel instalada em Minas Gerais, faz uma clara defesa da violência policial. É uma verdadeira aberração. Até quando teremos que tolerar esse tipo de coisa, ainda mais nos meios de comunicação, que são concessões públicas? Isso é crime!
Chocante. Se os membros do Ministério Público (cientes do papel de fiscal da lei da instituição `a qual pertencem) não começarem a tomar providências contra essa avassaladora sanha punitiva que está sendo difundida no Brasil talvez estejamos trilhando um caminho sem volta. Mas não é a penas o MP, o judiciário ou os políticos que precisam enfrentar esse problema de frente para combate-lo. A sociedade também precisa tomar consciência do seu papel, debater o problema e barrar esses falsos religiosos que colocam o processo civilizatório em risco.

“Tem que usar o revólver, não tem jeito, irmão, pega o revólver e dá muito tiro”

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louco dois

Escreve Joaquim de Carvalho:

Lúcio Barreto Júnior, de 42 anos, é um homem bem falante. Casado e pai de dois filhos, uma menina de 13 e um menino de 10 anos de idade, veste roupas de adolescente e, em seu site, se define como “uma das referências atuais da juventude brasileira”.

Essa “referência” da juventude brasileira foi notícia, ao posar para foto com o nariz encostado em um exemplar da Bíblia, como se nela houvesse cocaína, e ele fosse um usuário de droga.

“Se não for radical, não toca o jovem”, explicou seu gesto esse homem já na meia idade. O pastor Lucinho talvez considere radicais suas manifestações no programa da Super Rede de Televisão, uma emissora gospel instalada em Minas Gerais.

Um jovem pergunta: “Um policial em serviço é obrigado a matar alguém para se defender, isso é pecado?”

Lucinho poderia responder sim ou não, mas prefere se alongar e, fugindo da pergunta, justifica a violência policial. Diz ele folheando a Bíblia, como se estivesse próximo de revelar a verdade incontestável. “Vamos ler a Bíblia, então, porque Lucinho é achômetro, mas a Bíblia é palavra final”, diz.

Em seguida, saca um versículo e o cita fora de contexto. “Não há autoridade que não venha de Deus”, fulmina. Ele continua a leitura até emitir um grunhido, como se tivesse marcado um gol ou disparado um tiro. “Êêêêêêêêêêiiiiiiiiiiiiiiiiiii”, vibra.

“Vou traduzir, vou traduzir!”, diz “a referência” da juventude brasileira.

“Pra-rá-tá-tá-tá-tá… pá!”

“É, na cara do capeta!”

Diz, segurando um objeto na mão, como se fosse revólver, apontado para sua audiência.

“Policial, cristão ou não cristão, tá no serviço, tá trabalhando, a Bíblia só te chama de agente de Deus, você é o emissário do Céu, você é Jesus ali protegendo a sociedade.”

O líder da juventude segue na sua pregação:

“Então, chegou o momento, tem que usar o revólver, não tem jeito, irmão, pega o revólver e, ó, não dá pouco tiro não, dá muito tiro, descarrega o tiro. Quando acabar de dar tiro, joga o revólver na cara, joga o que tiver. Se tiver uma arma do Rambo, sapeca tiro no povo.”

Antes que alguém pergunte: “Por quê?”, ele responde:

“Porque tem gente que precisa tomar tiro. Precisa tomar tiro por quê? Porque eles estão querendo matar a sociedade.”

Em seguida, o pastor zomba daqueles que poderiam se opor a ele:

“A pessoa vem com o discurso todo bonito: ‘Não, pastor, isso não pode…’ Então espera o tiro do bandido vir no seu filho… Aí, eu quero ver você permanecer com esse discurso.”

O radical Lucinho volta à Bíblia:

“A autoridade está respaldada pela Bíblia e por Deus para sentar tiro na cara do povo que não quer viver de acordo com as nossas leis.”

Lucinho zomba outra vez daqueles que poderiam se opor a ele:

“Ô traficante, por favor, para, moço…”

“Não é para moço, não”, grita. “É faca na caveira mesmo. E vamos arrepiar o cabelo do sovaco deste povo, porque temos filhos. E a gente tá pondo filho neste mundo é pra quê? Pro bandido vir… Não, senhor.”

Por fim, ele faz a exortação política:

“Você, quando for votar, fica esperto porque você está pondo as pessoas que vão cuidar da gente, e nós temos que ter gente séria, em todos os poderes.”

No encerramento, ele faz um afago:

“E eu mando o meu beijo para a Polícia Militar, para a Polícia Civil e para todas as polícias. Federal, estadual, rodoviária. Beijo para vocês. Que Deus guarde vocês e abençoe vocês todos os dias.”

O programa do pastor Lucinho vai ao ar pela Rede Super de Televisão, emissora que pertenceu ao deputado Dalmir de Jesus, político que ostenta em sua biografia o título de marajá da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, onde recebia salário de R$ 50 mil.

Depois a emissora passou para o controle da Igreja Batista da Lagoinha, uma das denominações evangélicas que mais crescem no Estado, presidida pelo pastor Márcio Valadão, pai de dois astros da música gospel, Ana Paula Valadão e André Valadão, artistas sob contrato da Som Livre, a gravadora das Organizações Globo.

Márcio é um dos pastores que atenderam à convocação do pastor Silas Malafaia e foram a Brasília manifestar apoio ao deputado Marco Feliciano, presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, que quis votar o projeto de “cura gay”.

Veja video do maluco. 

matar

Mais uma pessoa amarrada em poste. Mais um linchamento

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Escreve Leonardo Sakamoto: Um homem de 29 anos foi linchado por moradores do Jardim São Cristóvão, em São Luís (MA). Segundo a polícia civil, ele havia tentado assaltar um bar, quando foi rendido, amarrado nu em um poste e agredido até a morte com socos, chutes, pedradas e garrafadas. Um jovem de 16 anos que seria seu cúmplice também foi espancado, mas sobreviveu.

Fiz questão de postar a imagem. Alguns leitores psicopatas sentirão orgasmo com ela. Para esses, há pouco a ser feito fora da medicina. Contudo, não acredito que a maioria de vocês ache normal uma turba de moradores fazer justiça com as próprias mãos – e com requintes de crueldade.

Ou indo direto ao ponto: a Lei Áurea completou 127 anos, mas a sociedade ainda coloca negros no pelourinho. Por raiva, por vingança, para servir de exemplo.

Foto Imirante com
Foto Imirante com

Desde que jornalistas fizeram apologia ao fato de um jovem ter sido preso a um poste e espancado, como punição por um suposto crime, no ano passado, no Rio de Janeiro, a moda parece ter pegado. Pois, depois disso, outros casos pipocaram pelo país.

Parabéns, colegas. Parabéns a todos os envolvidos.

Teoricamente em algum momento da história humana, nós abrimos mão de resolver as coisas por conta própria para impedir que nos devoremos. Sei que parte da população, cansada de esperar que o poder público cumpra seu papel e garanta condições mínimas de segurança, ressuscita seus instintos mais primitivos. O sistema que criamos para isso não é perfeito, longe disso, mas é o que tem para hoje.

O Brasil não tem pena de morte. Oficialmente, é claro. Porque muitos governos e suas polícias fingem que não sabem disso. E, não raro, turbas processam, julgam e executam também.

Foto Biné Morais
Foto Biné Morais

Ao criticar linchamentos públicos de “culpados” ou “inocentes” não defendo “bandido” ou “impunidade”, mas sim esse pacto que os membros da sociedade fizeram entre si para poderem conviver (minimamente) em harmonia.

Se algo causa impacto, é claro que será copiado. Não estou jogando a culpa no mensageiro ou dizendo que o mimetismo é a causa, mas nós jornalistas temos certa parcela de responsabilidade. E não falo apenas por conta da banalização da violência. É a sua transmissão acrítica, como se notícias fossem neutras, não houvesse contexto social e todos os receptores da informação compartilhassem dos mesmos valores.

As pessoas veem, as pessoas copiam. E a sociedade vai indo da barbárie para a decadência sem passar pela civilização.

Aniversário de Marta, ex-Suplicy, reuniu golpistas

Toda a imprensa golpista considerou o aniversário de Marta, ex-prefeita petista de São Paulo, e ex-ministra de Lula, o acontecimento político mais importante do ano, por reunir líderes da extrema-direita, e do PMDB, do velho PMDB que apoiou os 21 anos de governos militares. Do PMDB dos velhos que, para continuar “eternamente” no poder, defende o golpe.

A direitista e conservadora Folha de S. Paulo, moleque de recado, transmite o ultimato: “Dilma tem 20 dias…, dizem convidados da festa de Marta“. Este tipo de jornalismo marrom e safado da família Frias vem sendo praticado pelos barões da mídia, que violentam a ética e agridem a verdade. Praticam um jornalismo de baixarias.

Existe um blogue, que também faz a propaganda de uma marcha unida para o próximo dia 12, que tem o nome pornô explícito de “amanhã vai ser maior”.

Um outro blogue, Cabral arrependido, publica fotos que seriam do aniversário de Marta

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“Em festa organizada por Marta Suplicy, a PT mais oposta a Dilma, onde entre seus convidados estavam grandes nomes como: Michel Temer, José Sarney, Gilmar Mendes, Eduardo Braga.

Os convidados foram unanimes em dizer que Dilma deve se acertar até dia 12 de Abril, pois caso a manifestação seja maior que a anterior, eles vão assumir o poder.

Então contagem regressiva pois se depender de todos os manifestantes”, avisa o mensageiro de notícias maléficas.

Dos pm-debistas citados, o mais novo é Miguel Temer, que nasceu em 1940, e foi eleito duas vezes vice-presidente por indicação de Dilma, e com os votos de Dilma Rousseff.

O ministro Gilmar Mendes, em causa própria, é defensor da Pec da bengala, proposta que aumenta de 70 para 75 anos a idade de aposentadoria compulsória para servidores públicos. A proposta enfrenta resistência de entidades jurídicas, contrárias à permanência de ministros por mais cinco anos.  Gilmar Mendes nasceu em 30 de dezembro de 1955. O desengavetamento dessa Pec foi decidida no aniversário de Marta.

 

EXÉRCITO PRONTO PARA O GOLPE?

O blogue da extrema-direita Cabral arrependido publica o seguinte boato de incitamento ao crime:

“Apesar de muitos acharem que o exército não está agindo, pode ser verificado, em diversas partes do país, as tropas se movimentando, e se posicionando”. E publica a seguinte foto como prova (falsa inclusive):

exército se movimenta

 

Passe a seta do mouse na foto que você lerá o título dessa propaganda enganosa. Confira a propaganda de guerra civil aqui.

O R7, com o seguinte título “Sem cúpula do PT, Marta Suplicy completa 70 anos com festa em SP”, publica uma galeria de fotos onde se destacam o ex-presidente Sarney, o atual presidente do TJ-SP (o maior tribunal do mundo) José Renato Nalini, Thereza Collor e o doleiro Naji Nahas.

 

 

 

Toda ditadura é criminosa. Nunca mais tirania

incitação

 

Exemplos de incitação ao crime:

pedir o retorno da ditadura,
defender uma intervenção militar,
propagar um golpe, que levará o Brasil a uma guerra interna.

A pena de detenção deve ser bem maior. Que uma guerra civil mata milhares de pessoas.

Pedir a intervenção de um exército estrangeiro é crime de traição à Pátria.

O que aconteceu de novo, na política, nestes cem dias de governo de Dilma?

Os tucanos e aliados, derrotados no primeiro e segundo turnos, elegeram Eduardo Cunha presidente da Câmara dos Deputados. E desejam o impeachment de Dilma, por atos e fatos debatidos na campanha eleitoral, e julgados pelo povo nas urnas.

Toda ditadura mata a Liberdade, a Democracia, a Fraternidade.

Por uma justiça social, por uma polícia social, por um governo do povo, pelo povo, para o povo, nunca mais ditadura.

A tortura é um crime hediondo. Tortura nunca mais.
Nunca mais tirania. Nem colonialismo.
Independência ou Morte!

Violencia, delito y miedo

BRA_OPOVO fortaleza crime medo
BRA_JP crime

BRA^ES_AT espírito santo crime bandido rico

por NICOLÁS ARIEL HERRERA

Cuando los medios de comunicación repiten una y otra vez los hechos de sangre de la jornada, ocurren dos cosas: el público consume con morbosidad el dolor ajeno y, al mismo tiempo se repliega, refugiándose en su intimidad, alegrándose de no ser la víctima elegida. Pero el miedo irá ganando terreno. Miedo a la calle, miedo a la noche, miedo a “los extraños”. Cierto: los medios de comunicación no mienten ni inventan. Simplemente seleccionan los crímenes más horrendos para ocupar los espacios de mayor preferencia porque saben que ellos constituyen el material que tendrá los mejores niveles de público. Ahora bien, ¿es más violento este mundo del 2013? Claro que lo es. Nuestra civilización no ha logrado abatir, y más bien ha profundizado, las diferencias (económicas, sociales, culturales) entre los hombres y los pueblos.

Nuestra sociedad ya no consigue que los más desgraciados cooperen en el mantenimiento del estatus de convivencia, mientras se les niega el acceso a niveles de vida y de consumo que ofrece a otros. Entre los más humildes ya no existen familias integradas como barreras contra la transgresión. Porque además no hay confianza en la justicia, en la policía, en los políticos, en los militares, pero tampoco en los médicos, en los maestros, y, en fin, porque han ido desapareciendo todos los referentes que hacían creíble un mundo injusto y violento. También porque la naturaleza humana es violenta (Hobbes, 1588-1679). Tampoco las religiones ganan adeptos. Y los pierden las ideologías. Claro que todo eso no se traduce en que la sociedad uruguaya viva en un caos de violencia delictiva. Si se midiera el índice de seguridad de este país según la tasa de homicidios cada 100.000 habitantes, Uruguay tendría un 8, Honduras 82, Colombia 33, Brasil 22, Argentina 5.5 y Chile 3.7 (Latinobarómetro, 2012, Seguridad Ciudadana).

El informe dice que hay un abismo entre lo que el ciudadano piensa de la seguridad, o su miedo a ser víctima de un delito, comparado a los datos brutos de los delitos realmente denunciados. A esa situación de temor ante la inseguridad el informe le llama “clima de opinión”. Habría una “incongruencia entre lo subjetivo y lo objetivo”, esto es entre lo que siente la gente y las cifras de los delitos. “El clima” de temor e inseguridad adquiere tal peso en las actitudes de la población que llega a ser una realidad autónoma, independiente de los niveles delictivos. La preocupación en América Latina (el continente más violento del planeta) por la Seguridad ciudadana es tal que el 62% de la población de Venezuela opinó que es el problema más importante del país, igual a como lo entendió el 50% en Costa Rica, el 42% en México y el 35% en Argentina.

Pese a que Costa Rica y Argentina están en los primeros puestos entre los países “seguros”. El informe de Latinobarómetro advierte que una cosa es el “crimen organizado”, donde figura la ruta del narcotráfico, como Centroamérica, otra muy diferente los tipos delictivos derivados de la “violencia doméstica”, y otra los llamados “delitos comunes”, como los homicidios derivados de riñas, robos o rapiñas. Lo cierto es que se vive con miedo y pueblos convencidos que el delito está aumentando todos los días. Hay explicaciones tentativas. Una, que la gente compara el mundo contemporáneo, y en nuestro caso el Uruguay contemporáneo, con el Uruguay de hace 30 o 40 años y añora los tiempos en que “no se cerraba con llave la puerta de calle”. Otra, es que vivimos en sociedades donde el “cambio” se ha dado con demasiada rapidez y muchos no logran adaptarse, (menos todavía poblaciones envejecidas). O que al haberse superado (en América Latina) los problemas más urgentes (desempleo, poder adquisitivo, salud, educación), la atención recae en la seguridad personal y en lo que ocurre en los espacios públicos. Así es que el 39% de los argentinos dice haber sido víctima (o un familiar) de delito, aunque tiene una tasa de 5.5, (de homicidios) y también un 29% de los chilenos, con una tasa del 3.7.

No es que mientan. Lo “sienten” así. En Uruguay este “clima de opinión” negativa es reciente. “Es el país en el cual hay más percepción de que se cumple con la ley (54%)”, dice el informe, pero sin embargo “una baja percepción de seguridad ciudadana (15%)”. Claro que la violencia en Uruguay no es solo su tasa de homicidios de 8 cada 100.000. No preocupa tanto y no provoca miedo los muertos por accidentes de tránsito (14.8) y el récord de muertes por suicidios (16.7), de los mayores de Latinoamérica, que doblan a los homicidios y cuyas víctimas siempre son los jóvenes.

Honestidade

por Moacir Japiassu

 

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Saiu em tudo quanto é canto que o tal do Cyonil Borges, que dedurou os amigos apanhados na Operação Porto Seguro, “está desencantado com a inclusão do seu nome entre os acusados de corrupção passiva”. Disse o elemento:

“Eu poderia ser o novo herói do Brasil se mentisse. Mas fui honesto demais e contei toda a história, com os erros que cometi. Vou virar réu por ter sido honesto”.

Janistraquis garante que Cyonil não se ferrou porque é honesto; Cyonil se ferrou porque é burro:

“Não é possível que uma pessoa, qualquer uma, ainda não tenha sequer desconfiado de que no Brasil honestidade é crime tão nojento quanto a pedofilia.”

 

 

O IMPRENSA DO CAPITÃO AMÉRICA

Impressionante esta página de apologia da guerra.

No Rio de Janeiro temos escaramuças diárias de traficantes e milicianos contra o governo do Estado.
O Rio Grande do Norte tornou-se o “paraíso do crime” internacional. Coito de bandidos de várias nacionalidades.
Em qualquer capital brasileira reina o governo paralelo do crime. De criminosos brasileiros. A invasão de Natal, por bandidos estrangeiros, considero de um perigo sem limites.

A nossa imprensa precisa realizar um jornalismo investigativo. Para denunciar quanto a bandidagem já contaminou o executivo, o legislativo e o judiciário. Podia começar nas terras potiguares. Com o escabroso caso Christine Epaud.
E não passar a idéia de que tudo vai bem, obrigado.
Ou fazer a propaganda do imperialismo de guerra nas estrelas.

A trama de Capitão América fala sobre Steve Rogers (Chris Evans – Scott Pilgrim Contra o Mundo), um rapaz de família pobre e que sonha em fazer parte do exército americano. Devido a problemas de saúde, não consegue realizar o seu sonho. No entanto, um general, testemunhando sua dedicação e vontade, o convida para fazer parte de uma experiência com soro radioativo chamado Supersoldado. Com ele, o garoto se torna imortal, e começa a matar.
E lutar. Em defesa dos interesses do Tio Sam.

Que os Estados Unidos façam propaganda tudo bem! Para eles. Não sei qual o interesse de um jornal brasileiro de tomar partido contra o povo árabe. De envolver seus leitores numa guerra contra o terror.
A recente chacina de um terrorista da extrema-direita da Noruega exemplifica o perigo do Capitão América. E de outros heróis como substitutos de Deus.
Filmes de propaganda. Todos filmes do Capitão América podem ser baixados de graça da internet.