Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Um milhão de pessoas por ano. Isso é mais do que mortes por conflitos, guerras e homicídios combinados

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O dia passou em branco. O suicídio é, realmente, um tabu no Brasil. Mas nestes tempos de despejos para as obras da Copa do Mundo, lembro para as autoridades do Executivo e para a Justiça:  Que  a segunda maior causa de morte está entre jovens de 15 a 25 anos. As taxas estão associadas à crise econômica, ao aumento no número de desempregados e também fatores sócio-econômicos, como urbanização e migração.

Estão previstos 250 mil despejos nas doze capitais que se candidataram para construir arenas para os jogos.

Em todo o mundo um milhão de pessoas por ano comete suicídio. Isso é mais do que mortes por conflitos, guerras e homicídios combinados. A declaração é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que marca nesta segunda-feira (10), o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.

Segundo relatório da OMS, a cada 40 segundos uma pessoa se suicida no mundo; o número de tentativas de suicídio chega a 20 milhões por ano; ou seja, 5% das pessoas no mundo fazem uma tentativa de suicídio pelo menos uma vez em sua vida.

O relatório afirma que os países precisam tomar providências de combate ao problema dificultando o acesso das pessoas a armas, álcool, drogas e pesticidas. Além disso, a simples construção de barreiras em pontes pode levar a uma diminuição de casos.

A agência da ONU informou que as tentativas de suicídio são mais comuns entre mulheres, porém o número de óbitos é maior entre os homens. E a segunda maior causa de morte está entre jovens de 15 a 25 anos. As taxas estão associadas à crise econômica, ao aumento no número de desempregados e também fatores sócio-econômicos, como urbanização e migração.

Uma outra causa para que alguém tente tirar a própria vida são os problemas mentais. Por isso, a OMS preparou uma série de diretrizes para a mídia pedindo que a representação do suicídio seja feita de forma responsável reduzindo a estigmatização desse grupo de pessoas.

Uma outra dica da agência para ajudar na prevenção é a identificação de pessoas com depressão e ansiedade.

Hojemente, no Brasil, quando se quer destruir uma pessoa, basta dizer que é louca. Nem precisa atestado psiquiátrico.

Outra face cruel: as pessoas fogem dos suicidas e dos velhos.

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Porque ninguém se preocupa, informo sem nenhum destaque: tradicionalmente o número de suicídios é maior entre os velhos, idosos e anciãos.

Espanha. TV afirma que rezar calma la ansiedad de los parados

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“Según los psicólogos acercarse a un altar puede calmar la ansiedad tras perder un trabajo o por el temor a perderlo”. Así presentó el pasado martes la conductora del Telediario 2 de Televisión Española, Marta Jaumandreu, un reportaje sobre los católicos que se encomiendan a los santos para pedirles soluciones contra la crisis.

El equipo de TVE visita una parroquia de Barcelona donde los fieles rezan a San Expedito, santo de las causas urgentes. Es entonces cuando la voz en off del reportaje –emitido en horario de máxima audiencia (a partir del minuto 51.20)- afirma que “aunque los psicólogos dicen que rezar es como cruzar los dedos, la única diferencia es que poner una vela tiene un efecto balsámico”.

A continuación, aparece un psicólogo argentino, Guillermo Mattioli, que afirma que “la ceremonia de poner una vela, hincar la rodilla o hacer una pregaria” no es una cuestión de “desesperación” sino que tiene “un efecto retractivo“.

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Fãs de ‘heavy metal’ mais vulneráveis a distúrbios mentais

Possivelmente já eram doentes.

Os fãs de ‘heavy metal’ têm mais tendência para sofrerem de distúrbios mentais, tais como a depressão. A revelação é de um estudo australiano, da Universidade de Melbourne

A análise centrou-se em 50 jovens, com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos, e assentou também em inquéritos junto de mais mil pessoas, o que permitiu concluir que os amantes do metal recorrem à música de forma negativa.

“Adolescentes com risco de depressão tendem a ouvir música, especialmente o ‘heavy meta’l, de uma maneira negativa”, refere Katrina McFerran, médica que orientou o estudo, citada pelo portal Music Radar.

De acordo com a especialista, manter comportamentos como ouvir sempre o mesmo disco é típico dos ‘metaleiros’, o que pode gerar um isolamento e contribuir, “em larga escala” para a ansiedade, depressão e até tendências suicidas (Correio da Manhã)