Voce toma (no) Red Bull?

Red Bull
El RED BULL fue creado para estimular el cerebro en personas sometidas a un gran esfuerzo físico y en “coma de estrés”. PERO LA VERDAD DE ESTA BEBIDA ES OTRA: FRANCIA y DINAMARCA lo acaban de prohibir por ser un coctail de muerte, debido a sus componentes de vitaminas mezcladas con “GLUCURONOLACTONE“, químico altamente peligroso, el cual fue desarrollado por el Departamento de Defensa de los Estados Unidos durante los años 60 para estimular la moral de las tropas acantonadas en VIETNAM, el cual actuaba como una droga alucinógena que calmaba el estrés de la guerra. Pero sus efectos en el organismo fueron tan devastadores, que fue descontinuado, ante el alto índice de casos de migrañas, tumores cerebrales y enfermedades del hígado, que mostraron los soldados que la consumieron.

Y a pesar de ello, en la lata de RED BULL aún se lee entre sus componentes: GLUCURONOLACTONE , catalogado médicamente como un estimulante.

Pero lo que no dice la lata de RED BULL, son las consecuencias de su consumo, que obligan a colocar una serie de ADVERTENCIAS:

1. Es peligroso tomarlo si después no haces ejercicio físico, ya que su función energizante acelera el ritmo cardiaco y te puede ocasionar un infarto fulminante.

2. Corres el peligro de sufrir una hemorragia cerebral, debido a que el RED BULL contiene componentes que diluyen la sangre para que al corazón le cueste mucho menos bombear la sangre, y así poder hacer un esfuerzo físico con menos agotamiento.

3. Está prohibido mezclar el RED BULL con alcohol, porque la mezcla convierte la bebida en una “Bomba Mortal” que ataca directamente al hígado, provocando que la zona afectada no se regenere nunca más.

4. Uno de los componentes principales del RED BULL es la vitamina B12, utilizada en medicina para recuperar a pacientes que se encuentran en un coma etílico; de aquí la hipertensión y el estado de excitación en el que te encuentras después de tomarlo, como si estuvieras en estado de embriaguez.

5. El consumo regular del RED BULL desencadena en la aparición de una serie de enfermedades nerviosas y neuronales irreversibles.

CONCLUSION: Es una bebida que debería prohibirse en México, Venezuela, República Dominicana, Puerto Rico y otros paises del Caribe como ya está despertando otras naciones pues se mezcla con alcohol y crea una bomba de tiempo para el cuerpo humano, principalmente entre adolescentes y adultos ignorantes por su poca experiencia.

Para parar a greve dos médicos, Ana promete fiscalizar planos de saúde

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Sempre deitadas, em berço esplêndido, e de pernas abertas, as Anas regulam os altos preços dos serviços essenciais, para o povo miserável e a sofrida classe média.  A ANS  – Agência Nacional de Saúde Suplementar  reafirmou, nesta quarta-feira, por meio de instrução normativa, que fará avaliações trimestrais dos planos de saúde para verificar se estão ou não garantido o atendimento correto aos seus usuários. [Quem paga um plano de saúde já conhece essa conversa de vaca para boi dormir]

Para avaliar as empresas, a ANS levará em conta reclamações dos usuários sobre temas como acesso, cobertura e prazos máximos de atendimento [quais são os prazos: 15 dias, um, dois, três meses? Um ano?].

A operadora do plano de saúde deverá acessar os resultados de sua avaliação no site da ANS, o que já será considerado como notificação. [Você prejudicado: médico e/ou paciente, acesse o site aqui, e confira que nada é transparente].

A ANS, se desejar, poderá notificar a empresa por outros meios de comunicação, em especial pelos Correios [pelos Correios, que as providência sempre são demoradas, e resultam em porra nenhuma] explica a instrução normativa. As punições às empresas que descumprirem as exigências da ANS vão de decretação de regime especial de direção técnica, com afastamento de dirigentes [besteira, o plano contrata outros da mesma laia), a suspensão da comercialização de serviços [suspender não é fechar. Quantas suspensões podem ter um plano de saúde? Quanto vale uma vida de brasileiro?]
saúde médico hospital

No Brasil das Anas, Dilma não manda

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Quem governa o Brasil são as agências reguladoras dos altos preços, para o enriquecimento das empresas estrangeiras e o gozo da pirataria internacional.

Não existe mais indústria nacional, e privatizaram as estatais, e para garantir o lucro dos colonizadores, por imposição do FMI, Fernando Henrique criou as Anas, prostitutas respeitosas.

Deitadas em berço esplêndido, e de pernas abertas

 ANA esconde o preço da água engarrafada
 Anac
 Anatel
 Ancine
 Aneel
 ANP
 ANS
 Antaq
 ANTT
 Anvisa
 DNPM

As Anas são dadas a todos os prazeres. Adoram o bafio quente do dragão no cangote

jornal_estado_minas. o sopro quente do dragão

Dilma, porque tirou os impostos das empresas, promete que vão baixar os preços dos medicamentos, dos alimentos, da água, da gasolina, do gás, da luz, dos serviços essenciais.

Mas as Anas adoram ver a coisa subir…

Depois, depois, Dilma não é Cristina Kirchner. Lá, na Argentina, registra a imprensa hoje

Argentina congela preço da gasolina. No Brasil sobe. Ana abriu as pernas...

A imprensa cabocla chama Dilma de dama de ferro, como se fosse elogio ser comparada à Margaret Thatcher, a “bruxa” das privatizações, a “ladra do leite”, cuja morte os britânicos festejam.

Privatizaram a saúde e o Brasil nem percebeu

Passeata em Madri contra a privatização da saúde e de apoio à greve dos médicos. Manifestação impossível de acontecer no Brasil.
Passeata em Madri contra a privatização da saúde e de apoio à greve dos médicos. Manifestação impossível de acontecer no Brasil.

Por Paulo Kliass

No início do ano, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) acabou por decidir pela interdição de 225 planos de saúde operados por 28 empresas atuantes no setor. Esse tipo de medida não é uma grande novidade. Antes disso, em outubro passado, esse órgão regulador do sistema havia proibido 301 planos de venderem seus produtos. E ainda em julho de 2012, a lista de proibição contemplava 268 planos. Ainda que tais fatos possam passar a idéia de que o Estado está agindo e fiscalizando, a pergunta que deve ser feita vai em sentido oposto. Como é possível que uma área tão sensível, como a saúde, chegue a tal extremo de descontrole e regulamentação?

Outra decisão que causou grande impacto foi a operação de venda da empresa líder de saúde privada, a Amil. Em novembro de 2011, o Estado brasileiro autorizou que ela fosse comprada por uma das maiores operadoras globais, a norte-americana United Health, pelo valor de R$ 10 bilhões. Além das dificuldades envolvendo a internacionalização do setor, a decisão gerou muita polêmica por afrontar o impedimento legal de que hospitais (também incluídos no pacote) sejam propriedade de grupos estrangeiros.

saúde negócio indignados

Serviço público: interesse social ou lógica privada?
A contabilidade fria do modelo capitalista busca a realização do lucro por meio da dinâmica de elevação de receitas e redução das despesas. Essa abordagem favorece o atendimento dos interesses dos proprietários e acionistas da empresa, mas quase nunca satisfaz as necessidades de áreas socialmente sensíveis. Essa é a principal razão, inclusive, que levou boa parte dos países do mundo capitalista à opção por delegar ao Estado a prestação de tais serviços. Ou então, pela constituição de modelos que contam com subsídios públicos destinados a instituições privadas, mas que demonstram efetiva competência e qualidade naquilo que oferecem à sociedade.

No nosso caso, o risco do processo que atravessamos é o de ficarmos com o pior dos mundos. As áreas de excelência do setor público estão, aos poucos, sendo sucateadas e perdendo competência e qualidade. As áreas de expansão do setor privado encontram um potencial de crescimento com baixa capacidade de regulação e fiscalização do Estado. A mercantilização tende a provocar uma segmentação baseada no nível de rendimento dos usuários dos sistemas, com a complementação de recursos públicos sem a correspondente qualidade na prestação dos serviços “públicos” oferecidos. A relação mercantil pressupõe um contrato. E o contrato estabelece a restrição do uso ao pagamento prévio.

Os recursos orçamentários deixam de ser utilizados para reforçar e reconstruir um sistema público à altura das necessidades de nossa população. Na verdade, são drenados para apropriação privada em um sistema onde a lógica predominante é a da remuneração do capital.

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