Se a direita ganhar

Engana-se quem imagina apenas uma reprise do que foram os tempos de FHC. Para entender o que pode vir por aí, é melhor pensar no Tea Party estadunidense, no uribismo colombiano, na direita ucraniana

 

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por Igor Fuser

 

O Brasil enfrenta, nas eleições presidenciais deste ano, o risco de um brutal retrocesso político, com o eventual retorno das forças de direita – representadas, principalmente, pelo candidato tucano Aécio Neves – ao governo federal. Nesse caso, teremos uma guinada rumo a um país mais desigual, mais autoritário, mais conservador. Engana-se quem imagina apenas uma reprise do que foram os tempos de FHC. Para entender o que pode vir por aí, é melhor pensar no Tea Party estadunidense, no uribismo colombiano, na direita ucraniana.

Limitando este exercício de imaginação apenas à política externa, é aposta certa supor que uma das primeiras medidas de um governo Aécio seria a expulsão dos profissionais cubanos engajados no programa Mais Médicos. Também imediata seria a adesão do Brasil a um acordo do Mercosul com a União Europeia nos termos da finada Alca, cujas “viúvas” – também conhecidas como o Partido dos Diplomatas Aposentados – recuperarão o comando do Itamaraty, ávidas por agradar aos seus verdadeiros senhores, as elites e o governo dos Estados Unidos.

O Mercosul, se sobreviver, voltará a ser apenas um campo comercial, destituído do projeto político de uma integração mais profunda. A Unasul e a CELAC, esvaziadas, se tornarão, sem a liderança do Brasil, siglas irrelevantes, enquanto a moribunda OEA – o Ministério das Colônias, na célebre definição de Fidel Castro – ganhará um novo sopro de vida. Quanto ao Brics, articulação central no combate ao domínio unipolar do planeta pelo império estadunidense, sofrerá um baque, com a deserção (oficializada ou não) do seu “B” inicial.

Golpistas latino-americanos, já assanhados após os triunfos em Honduras e no Paraguai (ações antidemocráticas combatidas com firmeza por Lula e Dilma), ganharão espaço, certos de contar com a omissão ou até o apoio de um governo brasileiro alinhado com os ditames de Washington. Que o diga a performática Maria Corina Machado, líder da atual campanha de desestabilização na Venezuela, recebida com fanfarra pelo governador Geraldo Alckmin e por uma penca de jornalistas tucanos, no programa Roda Viva.

Governos e movimentos sociais progressistas, na América Latina e no mundo, perderão um ponto de apoio; as forças das trevas, como o lobby sionista internacional, ganharão um aliado incondicional em Brasília. Isso é apenas uma parte do que está em jogo nas eleições brasileiras. Espantoso é que, no campo da esquerda, tantos pareçam não se dar conta.

 

 

Marcha “contra el fascismo y por la paz” en Venezuela

MULTITUDINARIA MANIFESTACION DE APOYO AL GOBIERNO DE NICOLAS MADURO Y DE REPUDIO A LA VIOLENCIA CALLEJERA

 

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El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, acusó ayer al ex mandatario colombiano Alvaro Uribe de financiar y dirigir los movimientos “fascistas” que buscan derrocarlo. En una marcha convocada por el oficialismo “contra el fascismo y a favor de la paz”, Maduro dijo que los recientes hechos de violencia en Caracas fueron provocados por los grupos de oposición que intentan hacer caer su gobierno e instaurar la violencia en el país. Dijo que Uribe, a quien calificó como un enemigo de Venezuela, está detrás de los grupos financiando y dirigiendo estos movimientos. Maduro agregó que se pretendía, a través del canal colombiano NTN24, promover un intento de golpe de Estado en Venezuela, al transmitir en vivo los incidentes de la marcha opositora del miércoles en la capital, que terminó con tres muertos y 66 heridos.

“Pretendían, a través de un canal de televisión antivenezolano, hacer lo mismo que hicieron el 11 de abril de 2002 (cuando el fallecido presidente Hugo Chávez fue sacado del poder) y comenzar a generar zozobra, miedo y odio en Venezuela”, señaló. Indicó además que con las imágenes se pretendía llevar al país a un escenario de desestabilización que justificara un golpe de Estado. El canal fue sacado de la programación de la televisión por cable en todo territorio venezolano. “Decidí sacarlo. Que se vaya con su veneno al diablo. A Venezuela no lo van a venir a desestabilizar, a llenar de violencia un canal antivenezolano, antibolivariano, fascistoide, que se vaya con su fascismo al carajo y deje tranquilo al pueblo”, apuntó.

Maduro dijo que con la marcha oficialista se buscaba repudiar las acciones de violencia que la oposición generó, convocando públicamente a lo que calificó como fórmulas inconstitucionales para derrocar al gobierno legítimo que preside. Al responder a algunas voces opositoras, el presidente recalcó que no piensa renunciar “ni un milímetro” a su posición: “nadie me sacará del camino de construir la revolución bolivariana que nos dejó el comandante Chávez y construir el socialismo como futuro de paz y amor”.

Asimismo, recalcó su acusación contra el dirigente opositor Leopoldo López de haber instigado el brote de violencia y de huir cobardemente. “Entrégate cobarde”, repitió, al referirse a la orden de arresto contra López por cargos de terrorismo y asociación para el delito.

En la jornada, simpatizantes del gobierno marcharon en Caracas en repudio a los grupos “fascistas”, a quienes acusan de intentar una conspiración. La manifestación de varios miles de personas y que estuvo acompañada por actividades deportivas y musicales avanzó hacia la céntrica avenida Bolívar, donde recibió el apoyo de dirigentes del oficialismo y miembros del gabinete de Maduro.

La manifestación oficialista salió de la Plaza Venezuela, en el este de la ciudad, donde se vieron carteles de apoyo al gobierno y de repudio a dirigentes de la oposición, entre ellos a López. A la vez, el ministro de Educación Universitaria, Ricardo Menéndez, acompañó la marcha y aseguró que el antichavismo intenta una escalada de violencia y que en ese esfuerzo manipula la nobleza que puede haber en el movimiento estudiantil de sectores disidentes. “Están utilizando el foquismo como expresión de quienes no tienen fuerza para hacer grandes manifestaciones. Buscan detenidos”, alegó.

Por su lado, estudiantes universitarios se congregaron en la plaza Alfredo Sadel, en el este de la ciudad, para insistir en pedir la liberación de sus compañeros detenidos tras los incidentes del miércoles en la Fiscalía General, que dejó tres muertos y 66 heridos. El portavoz de los universitarios, Juan Requesens, señaló que el movimiento estudiantil no descansa y que seguirá en la calle luchando por su futuro. Los estudiantes realizaron la concentración en homenaje a las víctimas de la protesta del miércoles.

Maduro acusó a los responsables de la marcha por los hechos, tras el ataque a la sede de la Fiscalía General, afirmando que la oposición puso en marcha un golpe de Estado. La alianza opositora Mesa de Unidad Democrática (MUD) se deslindó de los hechos y exhortó a Maduro a dejar de denunciar un golpe de Estado sin mostrar pruebas. La coalición opositora dijo además que el gobierno debe desarmar a los grupos radicales afines al gobierno, llamados colectivos, que actuaron después de la marcha, en medio de un cordón policial alrededor de la Fiscalía. (Página 12, Argentina)

Onde está o dinheiro sujo

por Luciano Martins Costa

 

Estado de S. Paulo e o Globo reproduzem nas edições de sexta-feira (5/4) reportagem que circulava havia dois dias na internet, com origem no Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos, sobre 2,5 milhões de documentos bancários nos quais são revelados os proprietários de 250 mil contas secretas em paraísos fiscais.

Trata-se potencialmente do maior escândalo financeiro dos nossos tempos. Algumas das primeiras revelações atingem um ex-colaborador do presidente da França, François Hollande, acionista de pelo menos duas empresas que mantém contas na Ilhas Cayman. Também são citados dois filhos do ex-presidente da Colômbia Álvaro Uribe e um general venezuelano, além de outras autoridades e empresários de várias partes do mundo.

Mas há muito mais. Os documentos compõem um superarquivo digital de 200 gigabytes, cerca de 150 vezes maior do que o conteúdo divulgado pelo site Wikileaks.com sobre segredos diplomáticos dos Estados Unidos. A diferença entre a iniciativa do ativista Julian Assange, que tem sido tratado como terrorista internacional pelo governo americano, e o projeto do consórcio de jornalismo investigativo é que, no caso do Wikileaks, os documentos eram simplesmente postados na rede mundial de computadores, enquanto o consórcio usa as informações primárias como fontes de reportagens e verifica a veracidade delas junto aos suspeitos de serem donos do dinheiro.

Folha de S. Paulo provavelmente não teve interesse em reproduzir o relato, o que causa estranheza, pois foi o primeiro jornal brasileiro a repercutir os vazamentos do Wikileaks. O desinteresse da Folha se torna ainda mais bizarro se for considerado que a revelação dos nomes de proprietários das contas em paraísos fiscais está sendo feita com o trabalho colaborativo de 38 grandes instituições da imprensa internacional, entre as quais o jornal inglês The Guardian, o americano Washington Post, o francês Le Monde e a rede britânica de televisão BBC.(Veja aqui o texto do Guardian, em inglês e aqui a reportagem do Monde, em  francês)

E os outros?

Nem todos os dados se referem a depósitos ilegais, mas o trabalho jornalístico permitiu identificar alguns casos emblemáticos, o que inspirou o Monde a escolher como manchete uma afirmação bombástica: “Como os bancos franceses ajudam seus clientes a praticar a evasão fiscal”.

Essa é a chave-mestra para qualquer política de combate ao crime organizado e à corrupção em todo o mundo, mas até aqui a imprensa nunca tinha se atrevido a devassar a caixa-preta dos paraísos fiscais.

Benjamim Steinbruch
Benjamim Steinbruch

Na primeira lista divulgada, os únicos brasileiros citados são três membros da família Steinbruch, cujo representante mais conhecido é o empresário Benjamin, que controla o grupo Vicunha, o banco Fibra e a Companhia Siderúrgica Nacional. Procurados pelos jornalistas do consórcio investigativo, os Steinbruch explicaram que mantém uma empresa nas Ilhas Virgens Britânicas, devidamente registrada no Banco Central do Brasil e legalizada nos órgãos fiscais brasileiros.

No entanto, as primeiras revelações são apenas uma pequena parte do imenso arquivo que está sendo analisado pelos investigadores. O problema da evasão fiscal e do trânsito de dinheiro ilegal por contas bancárias chamadas off shore é considerado por especialistas como um dos maiores problemas da economia mundial. Além de servir de abrigo para o lucro de atividades criminosas que vão desde as grandes fraudes financeiras até o contrabando de armas e o tráfico de drogas e de seres humanos, esse tipo de operação bancária tem servido para ocultar as fortunas acumuladas por tiranos e autoridades corruptas em centenas de países.

A existência dessas ilhas de impunidade e descontrole tem provocado até mesmo incidentes políticos, como o questionamento do rigor fiscal imposto pela Grã Bretanha a negócios legais enquanto o país tolera o trânsito de dinheiro suspeito pelos bancos das Ilhas Virgens, sob sua jurisdição.

O texto distribuído pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (veja aqui, em inglês) afirma que boa parte da crise na Europa é provocada ou agravada pela evasão através dos paraísos fiscais.

Os atuais habitantes do antigo paraíso tropical dos Tupiniquins esperam que a imprensa siga revelando nomes e valores, “duela a quién duela”, como diria aquele ex-presidente.

Transcrito do Observatório da Imprensa

 

Uribe, en el punto de mira de la Corte Penal Internacional por las masacres durante su mandato

El expresidente de Colombia está siendo investigado por los “falsos positivos”, el asesinato de campesinos presentados como guerrilleros de las FARC

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El que fuera Presidente de Colombia entre 2002 y 2010 está siendo investigado por la fiscal de la CPI, Fatou Bensouda, por crímenes contra los Derechos Humanos y masacres sucedidas durante su mandato, que no han sido tratados a fondo por la justicia colombiana.

Uno de los informes en curso en la Corte se refiere a los llamados “falsos positivos”, el asesinato de campesinos indefensos presentados como guerrilleros de las FARC muertos en combate. Según Uribe y su entorno se trató de “casos aislados”, aunque para el tribunal internacional, al que han llegado los más de 3.000 casos reconocidos por la propia fiscalía colombiana: “hay bases razonables para creer que se trató de una política de Estado; estos asesinatos, cometidos para aumentar los índices de éxito militar, podrían considerarse crímenes de lesa humanidad…”.

La última de las denuncias contra Uribe ante la fiscal de la Corte Penal Internacional ha sido presentada personalmente por el Presidente de la Comisión de Paz del Congreso de Colombia y diputado por el Polo Democrático (izquierda), Iván Cepeda, y se refiere, según declara a Público: ” a hechos protagonizados por servicios secretos que dependían directamente del expresidente Uribe y que constituyeron delitos de persecución contra opositores, magistrados, políticos y periodistas contra los que ordenó intervenciones telefónicas ilegales, seguimientos y campañas que, según el artículo 7 del Estatuto de Roma constituyen persecución por motivos políticos”. Algunas de estas persecuciones, como las que tienen en la cárcel al antiguo jefe de de los servicios secretos de Uribe, Jorge Noguera, terminaron con el asesinato de los opositores a manos de sicarios paramilitares que actuaban con la información suministrada por éste.

Contra todas estas sindicaciones, a las que se suma la indagación de la fiscalía por su protagonismo en la formación del ejércitos paramilitares en sus fincas ganaderas, Uribe está intentando blindarse con la creación de una nueva fuerza política, el “Puro Centro Democrático” por la que sería cabeza de lista al Senado en las elecciones del año próximo, o incluso intentar alguna maniobra para poder optar de nuevo a la Presidencia, aunque las actuales normas constitucionales se lo impiden.

Mientras tanto, el expresidente intenta cada día sumar adhesiones con su oposición a las conversaciones de paz que llevan a cabo en La Habana emisarios del Presidente Juan Manuel Santos con los portavoces de las FARC, en aras de una política de exterminio y guerra sin cuartel, que no consiguió resultados decisivos durante su mandato.

 

¿Por qué Uribe no ha sido enjuiciado?

por Rafael Henrique Parra

Un individuo que según un documento alojado en la página de la universidad de Washington, se considera el número 82 de una lista de narcotraficantes desclasificada en 1991, es nada más y nada menos que Álvaro Uribe Vélez. Es importante destacar que en esta lista el número uno es Pablo Escobar. FUENTE: (http://www.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB131/index.htm)

Sin embargo el siguiente artículo no procura  afirmar  a Álvaro Uribe como un narcotraficante, porque eso es trabajo de una sentencia judicial (En un sistema realmente de justicia), pero si pretende recoger en una pirámide temporal invertida los hechos que han acontecido alrededor de Uribe (en los cuales no ha tenido ni un rasguño), donde lo ciega de la justicia queda en evidencia y llevaría a 5 hipótesis posibles: A)- Uribe es el gran escapista de la justicia, B)- Las instituciones colombianas están corroídas, como denuncio Bonilla un ex ministro de justicia antes de ser asesinado, C)- Uribe es la gran víctima, D)- Entre tanto Rabo ‘e Paja mejor nadie se acerca a la candela, E)- Todas las anteriores y más.

Sucesos alrededor de Uribe Vélez, temporada 2012 – 1980.

2012: Santoyo, quien fue el jefe de seguridad durante el gobierno presidido por Álvaro Uribe, confeso que durante su cargo como alto oficial de Policía colaboro con el narcotráfico y los paramilitares.             FUENTE:http://www.eltiempo.com/justicia/ARTICULO-WEB-NEW_NOTA_INTERIOR-12146402.html

2012: Un caso muy extraño, una hija fuera del matrimonio del hermano de Uribe Vélez de nombre Ana María Vélez Cienfuentes y su madre Dollis Cienfuentes, fueron capturadas por narcotráfico, según la DEA, trabajaban para el Cartel de Sinaloa, aunque las noticias en los medios hablan de extradición, el gobierno de Santos ha extraditado a Dollis Cienfuentes (http://www.semana.com/nacion/dolly-cifuentes-villa-extraditada-eeuu/182261-3.aspx) .Según Ignacio Gómez periodista colombiano, Ana María Vélez Cienfuentes fue captura, pero no fue extraditada, y no hay rastros de ella en el sistema carcelario de Colombia, ver video:http://www.youtube.com/watch?v=la1x-QhWY-w

2012: EL ex jefe paramilitar Mancuso dice que sí se reunió con el expresidente Álvaro Uribe y además “Yo apoyé la reelección del presidente Uribe tanto con el aporte que hicimos en las comunidades como con dinero para que hicieran propaganda. Por supuesto que lo hicimos”, dijo durante una entrevista realizada por Caracol Radio. FUENTE:http://www.eltiempo.com/justicia/ARTICULO-WEB-NEW_NOTA_INTERIOR-11772261.html

2008: Un ex paramilitar de nombre Francisco Villalba, recurre a la Comisión de Acusación de la Cámara de Representantes para confirmar su acusación en contra de Uribe Vélez, acusaba a Uribe de ser el autor intelectual de una masacre ocurrida en 1997 contra el poblado de nombre “El Aro”, además denuncio que Uribe y su hermano Santiago Uribe estuvieron en una reunión con el Ex jefe Paramilitar Salvatore Mancuso en el año 1997. 5 meses después de estas denuncias Francisco Villalba es asesinado al frente de su casa.FUENTE: http://www.elespectador.com/impreso/judicial/articuloimpreso138547-francisco-villalba-quien-denuncio-uribe-advirtio-iban-matar

2002: Sale a luz la mala gestión que tuvo Álvaro Uribe mientras se desempeñó como jefe de la aeronáutica civil de Colombia, ya que se otorgaron licencias  aéreas a diestra y siniestra durante la época de su gestión en los años 1980 y 1982, tiempos en que se desarrolla Pablo Escobar. Uribe para esquivar su responsabilidad descarga todo el peso a un individuo que el mismo escogió como mano derecha dentro de la Aeronáutica Civil, Cesar Villegas. En el año 2002 cuando se da el escándalo y Cesar Villegas queda en libertad tras cumplir su sentencia de colaborar con el cartel de Cali, fue asesinado, hasta hoy no hay rastros para dar con el asesino. FUENTE:http://www.caracol.com.co/noticias/sin-pistas-sobre-autores-del-asesinato-de-cesar-villegas/20020305/nota/105699.aspx

 

1996: Uribe es elegido como gobernador de Antioquia, durante este año se dieron 54 masacres en este departamento, estas matanzas estaban protegidas legalmente porque según unos documentos firmados por Álvaro Uribe, eran grupos de protección y seguridad. Es en este marco que nace el paramilitarismo. Uribe firmo y oficializo a 48 grupos de estos solo en el departamento de Antioquia, algunos fueron:  “Acepal, Los GirasolesLas GarzasLos SablesLas GuacamayasRenacer Del Oriente aparecen en procesos judiciales vinculados con violaciones a los derechos humanos. Otra, Horizonte Ltda, operó sin problema pese a que su representante legal era el mismísimo Salvatore Mancuso. De 600 homicidios en 1994, se pasaron a 1431 en 1996”.                                                                          FUENTE:http://fensuagro.org/index.php?option=com_content&view=article&id=319&catid=41&Itemid=15

1984: Es asesinado el Ex ministro de defensa Bonilla Lara, quien en 1983 ordeno a la Aeronáutica Civil revocar  “57 licencias de aviación y pistas de aterrizaje a Jaime Cardona, Carlos Lehder, Pablo Escobar, Fabio Ochoa y Samuel Alarcón, entre otros sospechosos de traficar con cocaínahttp://razonpublica.com/index.php/politica-y-gobierno-temas-27/2626-2011-las-guerras-de-alvaro-uribe.html .Licencias que fueron otorgadas en el periodo 1980 – 1982 por la Aeronáutica Civil dirigida por Álvaro Uribe.

1983: Un año después del retiro de Uribe Vélez de la Aeronáutica Civil Colombiana, el Consejo Nacional de Estupefacientes, presidido por el ministro de Justicia, Rodrigo Lara Bonilla ordenó a la Aeronáutica Civil “suspender los vuelos de naves de narcotraficantes” y señaló que en el pasado esa entidad había adolecido de una actitud pasiva y negligente.

1982: Uribe termina su trabajo, “limpio” y sin un rasguño en la Aeronáutica Civil Colombiana.

1980: Fue designado Álvaro Uribe director de Aeronáutica Civil de Colombia, en sus primeros pasos otorga licencia para construir una pista de aterrizaje en la hacienda llamada “EL 90” propiedad de Jaime Cardona, quien en 1977 ya contaba con expediente en el lavado de dólares. Esta licencia fue rápidamente revocada por la denuncia del gobernador de Antioquia de esa época.http://www.archivochile.com/carril_c/cc2012/cc2012-033.pdf

A pesar de que hasta aquí parecieran ser muchas las cosas extrañas que giran alrededor de Uribe, todavía quedan por fuera unas acusaciones del mismo asesinado ex ministro de defensa Bonilla, quien denuncio que un helicóptero del papa de Uribe fue encontrado por el DAS dentro de los hangares de Pablo Escobar.

A nova cartilha de propaganda da direita no Brasil

O golpe de 64 foi um movimento para derrubar o terrorismo da Venezuela (Hugo Chávez nasceu em 1954, e foi eleito presidente em 1998), do Irão (que, até 1079 era governador pelo xá Mohammad Reza Pahlav) e Cuba (Fídel Castro).

O grande herói é Uribe

Plano chavista para assassinar Uribe
Plano chavista para assassinar Uribe

e sua luta contra a

Farc que apóia

Dilminha Bang Bang
Dilminha Bang Bang

Leia para conhecer os livros e revistas de propaganda.

FARC. Dez anos atrasados

 Gilmar Crestani

A revista Veja, uma espécie de ventrílogo dos interesses alienígenas no Brasil, sempre endeusou Álvaro Uribe e demonizou as FARC. Como era do interesse dos EUA, que buscavam uma justificativa para usar a Colômbia como puteiro, a Veja aceitou a$$oCIAr-se aos interesses iangues e acusou Lula e o PT de tentarem negociar com as FARC (RELAÇÕES PERIGOSAS: AS FARC, O PT E O GOVERNO LULA). Dez anos depois o próprio Presidente da Colômbia faz aquilo que a Veja e os EUA não queriam.

La mesa de diálogo se instalariaa a comienzos de octubre en Noruega

Rito Alejo: el carnicero de Urabá y el soldado ejemplar de Uribe

La derecha le puso un sobrenombre al general (r) Rito Alejo del Río: el Pacificador de Urabá. Ahora, el Juzgado 8 Especializado de Bogotá lo ha condenado a 25 años de cárcel por asesinato y vínculo con los paramilitares. Uno de los colombianos ejemplares para el ‘presidente’ (r) Álvaro Uribe. Las comunidades lo recuerdan como "el carnicero".
La derecha le puso un sobrenombre al general (r) Rito Alejo del Río: el Pacificador de Urabá. Ahora, el Juzgado 8 Especializado de Bogotá lo ha condenado a 25 años de cárcel por asesinato y vínculo con los paramilitares. Uno de los colombianos ejemplares para el ‘presidente’ (r) Álvaro Uribe. Las comunidades lo recuerdan como “el carnicero”

Por Paco Gómez Nadal

El 29 de abril de 1999 el Hotel Tequendama, propiedad del Ejército de Colombia, estaba de gala. Unas 1.500 personas se reunían en un acto de desagravio y homenaje a dos generales: Rito Alejo del Río y Fernando Millán. Los organizadores fueron el entonces ex gobernador de Antioquia y candidato presidencial Álvaro Uribe Vélez y uno de sus ideólogos, Fernando Londoño (ministro de Interior y Justicia entre los años 2002 y 2004).

Aquel día se rendía homenaje a Del Río porque había sido destituido por el entonces presidente Andrés Pastrana, a quien Uribe y sus secuaces acusaban de ‘blando’ con la guerrilla. Claro, que Pastrana no se atrevió a desttiuir a tan prestigiosos milikos hasta que no leyó este párrafo escrito por el Departamento de Estado de EEUU: “Los comandantes militares locales y los grupos paramilitares llegaron a acuerdos tácitos en algunas regiones, y los grupos paramilitares operaron libremente en algunas zonas que se encontraban bajo control militar. Las autoridades asignaron dos oficiales de alto rango, quienes tienen vínculos con los grupos paramilitares a posiciones de alto liderazgo: el brigadier general Rito Alejo del Río Rojas y el brigadier general Fernando Millán Pérez”.

En cambio, durante el masivo homenaje de la derecha (con presencia de reconocidos empresarios ‘paisas’ y de otros `puntos de la geografía nacional’, así como de ‘intelectuales’ como Plinio Apuleyo), Uribe, orador de fondo dijo que “nadie mejor que el general del Río comprendió que a Urabá había llegado la hora de la paz, el Estado, la Ciudadanía, y a fe que avanzó notablemente”. Agradeció que, como gobernador de Antioquia, “en todas partes estaba presente el acompañamiento discreto y eficaz del General”. Por si faltaba algo aseguró que Rito Alejo del Río es “un buen ejemplo para los soldados y policías de Colombia”. Habría que exigir la lista de los 1.500 asistentes a ese sentido homenaje para saber quién es quién…. ¿o ya lo intuímos?

El villano

Rito Alejo del Río simboliza lo peor de Colombia, a los elementos de las Fuerzas Armadas que violan sistemáticamente los derechos humanos. Hay que felicitar a Gloria Cuartas, al padre Javier Giraldo, al Banco de Datos de Violencia Política y a miles de civiles que han arriesgado o entregado su vida para que la verdad de la Operación Génesis –y de tantas otras- se supiera.

Pero falta el paso clave: que los jueces hagan el vínculo entre la acción militar coordinada y la autoría intelectual de los políticos que hoy siguen teniendo el poder en el país. Lo de Uribe, hablando y jodiendo todos los días desde las redes sociales, es tan grave como tener a Goebbels de columnista en el Der Spiegel en Alemania. Pero recuerdo que Juan Manuel Santos era el ministro de Defensa durante los miles de asesinatos y desapariciones de civiles por parte del Ejército, esos que ahora se denominan de forma aséptica como “falsos positivos”.

General Santoyo, ex jefe de seguridad de Uribe, confiesa sus vínculos con los narcoparamilitares

El general (r) Mauricio Santoyo, exjefe de segurid del expresidente Álvaro Uribe Vélez, se declaró este lunes culpable en una corte de los Estados Unidos de apoyar a grupos paramilitares en Colombia.
La Fiscalía del Estado de Virginia (este) dio a conocer que Santoyo admitió haber dado apoyo a grupos paramilitares colombianos, específicamente a las Autodefensas Unidas de Colombia (AUC), que se encuentra dentro de la lista estadounidense de organizaciones terroristas.
Sin embargo, el general retirado negó los cargos en su contra por narcotráfico, por los cuales fue extraditado a Estados Unidos. Al exjefe de seguridad de Uribe se le acusa de conspiración para importar cocaína a Estados Unidos.
La Fiscalía del Distrito Este del Estado de Virginia había mencionado la participación de Santoyo para avisar a paramilitares y narcotraficantes de operativos de la Agencia de Control de Drogas (DEA por su sigla en inglés), hacer intervenciones o escuchas ilegales, y haber dado información sobre posibles delatores de la mafia que luego fueron asesinados.
El oficial retirado podría enfrentar una pena entre los 10 y 17 años.

 

¿Terrorista? O narcotraficante

 

por Alberto Pinzón Sánchez

 

 

Al mirar esta foto memorable en donde la cúpula del fascismo colombiano, Londoyos con su mirada omnicomprensiva, la esposa de Uribe Vélez quien dubitativa se aferra a su complacido marido, el general Santoyo que de agache firma el histórico documento oficial de su ascenso y nombramiento en la casa de Nariño y el vicepresidente “facho” Santos con su típica mirada perdida; vuelvo a confirmar lo que hace cerca de dos años, cuando JM Santos el ministro de Defensa de Uribe Vélez se posesionó como presidente de Colombia y escribimos sobre las consecuencias que iría a tener en la vida de los colombianos, la contradicción (objetiva= intereses rentísticos y subjetiva= estilos y personalidades) habida entre Uribe Vélez y JM Santos, los dos actuales mascarones de proa del depredador proyecto neo-liberal y trasnacional impuesto al pueblo trabajador colombiano.

Y en efecto, hoy asistimos no solo a la cerradura del circulo narco terrorista que se tomó a Colombia definitivamente en 2002, gestado en Medellín por los sucesores de Pablo Escobar y consolidado en 1995, durante la gobernación de Uribe Vélez, con sus hermanos (los 12 apóstoles + el clan de los Villa+ José Obdulio) los generales Rito Alejo del Río, Alfonso Manosalva, Montoya, los generales de la policía Hugo Aguilar y Santoyo el posterior jefe de la seguridad de Uribe Vélez ; junto con los reconocidos narco- paramilitares Castaño, Mancuso y Don Berna con su pavorosa oficina de Envigado.

Pero, no ha sido la fiscalía de Colombia, también capturada por ellos, la encargada de comprobar o esclarecer estos vínculos: ha sido la justicia estadounidense quien investigando al condecorado general Santoyo por narcotráfico, cambió la confesión de boca por su larga carrera “colateral” como narco-paramilitar. El más grande Terrorista Oficial que servía de “enlace intimo” entre el presidente de Colombia (a quien guardaba y protegía) con la tenebrosa oficina narco paramilitar que funciona en las afueras de Medellín, ha quedado ahora en manos de la Justicia estadounidense.