A palavra de um delator vale ouro para a imprensa bandida, vendida, mentirosa, safada e golpista. Veja a valorização

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Os jornalões orquestram a importância do depoimento do delator, denunciante, detrator, equivocador, enganador, inconfidente, hipócrita, farsante, loroteiro, trapaceiro, trampolineiro, patranheiro, impostor, enganador, embusteiro, falacioso, ardiloso, fingido, dissimulado, doloso, irreal, enganoso, seja o que for, pois não se sabe se foi um testemunho, ou confissão dada sob tortura física e/ou psicológica, com promessas de mil perdões, de liberdade e outras benesses de uma justiça facciosa, partidária, arbitrária, absolutista, ditatorial.

Tudo é possível. Moro u?

Que disse a presidente do Brasil que tanto incomodou os jornais da direita, da elite e da oposição?

A presidente Dilma Rousseff afirmou, nesta segunda-feira, que a contribuição de R$ 7,5 milhões da empreiteira UTC para sua campanha foi registrada e realizada de maneira legal.

— Eu não respeito delator. Até porque eu estive presa na ditadura e sei o que é que é. Tentaram me transformar em uma delatora — afirmou a presidente em Nova York, em suas primeiras declarações públicas desde a divulgação da delação premiada do dono da empresa, Ricardo Pessoa.

Dilma ressaltou que a empresa também fez doações a seu adversário no segundo turno da eleição presidencial, Aécio Neves, em valores semelhantes aos recebidos por sua campanha.

dilma delator

São Paulo sem água e a sede de votar, pela quarta vez, em Alckmin

Alckmin Foto do Cloaca News

Alckmin continua blindado apesar de todas as denúncias que pesam contra ele.

Esquerdistas de carteirinha votam em Alckmin, candidato dos banqueiros, dos empresários, das multinacionais, de Fernando Henrique e da extrema-direita.

Os indignados que foram para as ruas, nos protestos de junho de 2013, apesar de reprimidos pela violenta polícia de Alckmin, votam em Alckmin.

Os eleitores de Dilma, Marina e Aécio (traído e cristianizado pelo PSDB) votam em Alckmin.

Oa evangélicos fundamentalistas votam no Alckmin fundamentalista católico.

O povo sem água está com a maior sede de votar em Alckmin.

A bancada da bala, as milícias e o PCC votam em Alckmin.

Todas as vítimas do governo de Alckmin votam em Alkmin pela quarta vez.

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FHC Ariano tucano

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Qual é a misteriosa alquimia de Alckmin?

Os problemas que São Paulo enfrenta de nada abalam a força política do candidato à reeleição

Aroeira
Aroeira

 

por Juan Arias

 

Há quem se pergunte qual é a alquimia usada pelo candidato a governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), para que nada nem ninguém seja capaz de evitar que seja eleito até mesmo no primeiro turno, com 51% dos votos. Seria seu quarto mandato como governador.

E não é que não tenha concorrentes de peso, como Paulo Skaf (PMDB), que aparece com somente 22% das intenções de voto, presidente licenciado da poderosa Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e que figura entre os 60 empresários mais importantes do Brasil; ou como Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde que foi escolhido como candidato do partido do Governo, (PT) pelo ex-presidente Lula.

Três vezes governador do Estado que ostenta 30% do PIB do Brasil, com uma população de mais de 40 milhões, Alckmin parece ter um mistério relacionado com a antiga alquimia da qual, ao que parece, vem seu nome de família.

Em eleições duras e complexas como as que vive o Brasil, o tranquilo governador de São Paulo, circundado de problemas por todos os lados, alguns de grande peso como o caótico e desumano trânsito urbano e uma violência que impede a população de sair tranquila à rua por medo de ser assaltada e sequestrada, o candidato a governador parece caminhar sobre as águas de um lago sem que nada nem ninguém o faça cair nas pesquisas.

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A grave situação do Estado de São Paulo faria pensar em uma reeleição, senão impossível, pelo menos difícil para aquele que por três vezes já foi governador.

Foi neste Estado que, no ano passado, estouraram os protestos de rua. E foram nesses protestos que a truculência da Polícia Militar com os manifestantes fez com que eles se estendessem por todo o país.

Soldado de Alckmin ataca um cinegrafista
Soldado de Alckmin ataca um cinegrafista

É em São Paulo que a situação das prisões de segurança máxima é tão grave que o PCC (Primeiro Comando da Capital) colocou a cidade de joelhos várias vezes, com suas ordens vindas da cadeia. E é esse o Estado que vive uma trágica possibilidade de ficar sem água pelo nível baixíssimo de suas reservas, ao que parece por graves falhas de planejamento e gestão.

água sao paulo

Nem sequer sua suposta filiação ou simpatia pela Opus Dei, uma das instituições religiosas católicas mais conservadores, nem as supostas acusações de estar envolvido no último escândalo de corrupção do Caso Alstom, na construção do metrô, conseguiram diminuir a força eleitoral de Alckmin.

Em minha passagem por São Paulo, perguntei várias vezes para pessoas de diferentes extratos sociais qual é o segredo do inquebrável governador, a quem nada parece ser capaz de balançar. E as respostas não foram claras. Alguns dizem que ainda não apareceu nada melhor; que é uma pessoa séria, que realizou coisas concretas no Estado, que não perde a calma; que é um bom trabalhador. Nada muito além disso.

Nada, entretanto, que faça pensar em uma grande personalidade, como foi Lula, que fazia com que fosse seguido quase magneticamente. Alckmin foi comparado até mesmo com um dos vegetais mais insossos do Brasil, o chuchu, que para ter algum gosto precisa ser temperado com especiarias.

Nem sequer suas origens e formação explicariam esse “carisma sem carisma” do governador: nasceu em uma cidade sem brilho do Estado de São Paulo, que eu mesmo não consigo pronunciar sem gaguejar: Pindamonhangaba.

É médico anestesista, mas desde os 20 anos se dedica à política. Foi fundador, junto a personagens de grande importância como o sociólogo e ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso e o economista José Serra, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

Quem se atreveu um dia a se aprofundar no misterioso caráter do personagem Alckmin, blindado de todas as adversidades e todos os embates, foi o ex-ministro do PT e atual governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro. Genro apelidou Alckmin, uma vez, de “manso amestrado para ser agressivo”; uma espécie de cachorro pit-bull, que ao mesmo tempo parece “frio e de cera” e que pertence a uma certa “aristocracia paulistana indiferente ao Brasil”.

O certo, entretanto, é que no Estado de São Paulo, essa aristocracia, se existe de verdade, é minoria. Também convivem nele imensas massas de simples trabalhadores originários de cerca de cem nacionalidades diferentes, muitas vezes amontoadas em favelas que controlam milhões de votos e uma classe média difícil de lidar e enganar.

Ao lembrar que a origem do nome de família de Alckmin é desconhecida, que poderia vir do aramaico, onde significa o “químico”, se diz que seu nome significa “alquimia”, que poderia vir da palavra árabe ‘alkimya’.

E a alquimia, desde a antiguidade, é identificada não somente com o sonho de transformar os metais em ouro, mas também com a busca da pedra filosofal e de um certo misticismo capaz de transformar a ignorância em sabedoria.

O mistério da incrível sobrevivência política de Alckmin estaria relacionado com a magia da alquimia?

Na busca dessa espécie de milagre eleitoral de Alckmin, contra quem nem a força de Lula adiantou, que se esforçou para destronar o candidato do PSDB para colocar à frente do Estado mais numeroso, mais rico e influente do Brasil, seu favorito, Padilha, outro médico, como governador, existe até quem chegou a usar o humor: como Alckmin é anestesista de profissão, talvez tenha sido capaz, dizem, de anestesiar os 51% da população que podem mantê-lo outros quatro anos no poder.

Alckmin terá conseguido, na verdade, descobrir a verdadeira pedra filosofal política sem que os outros candidatos tenham percebido?

O que os sérios e trabalhadores cidadãos de São Paulo, um macro-cosmo altamente plural, veem no personagem Alckmin para que, aparentemente sem grande brilho, acabe convencendo se nem sequer esforçar-se muito?

Dizem que Alckmin é religioso. O que ele não deixará de ser é objeto da “santa inveja” por parte de candidatos com muito mais personalidade que ele, que sofrem e lutam hoje para conseguir subir alguns décimos no termômetro de seus apoios eleitorais enquanto o paulistano está quebrando sem grandes esforços esse termômetro do sucesso com seus 51 graus de febre eleitoral.

 

Marina equipe vice alckmin tesoureiro

 

Marina e o voto dos justiceiros

Genildo
Genildo

 

Nem bem a morte do candidato à Presidência da República Eduardo Campos em um acidente aéreo, nesta quarta (13), foi confirmada e surgiram comentários com afirmações de mau gosto ou inferências políticas bizarras nas redes sociais.

Pessoas pedindo para que, no lugar de Campos, naquele jatinho, estivesse Aécio ou Dilma. Ou colocando a culpa em um ou em outro pelo acidente.

Não, isso não é piada. Muito menos revolta contra a política.

O que não surpreende, pois tem o mesmo DNA das discussões estéreis e violentas levadas a cabo na internet, sob anonimato ou não. Mas não deixa de chocar.
Da mesma forma que choca alguns colegas jornalistas que no afã de prever o que vai acontecer com as eleições, analisam de forma desrespeitosa a situação, com ironias e sarcasmos que não cabem neste momento, desumanizando a cobertura da tragédia em busca de audiência.
Leonardo Sakamoto

 

O VOTO DE VINGANÇA

 

prisão liberdade mão bala jornalista Fadi Abou Hassan protesto

O pior é que foi criada uma teoria da conspiração. De que Eduardo Campos foi vítima de um atentado político.

O povo, no velório e no enterro de Eduardo, gritava por justiça. Assim nasceu o voto dos justiceiros.
Talis Andrade

O candidato [Eduardo Campos] em seus discursos falava sempre que enfrentar essa parada (campanha) tinha que ter ‘coragem’…
Evandro Lira 

Eles estão querendo transformar a tragédia num resultado eleitoral, estamos indignados com isso.
Silvio Costa

 

A MÃO DE DEUS

marina avião

 

Foi a proviência divina não estarmos naquele avião
Marina Silva

Boato. A morte do candidato Eduardo Campos (PSB) no dia 13 de agosto de 2014 não foi um mero acidente. O avião em que ele estava teria sido sabotado.

Uma tragédia que surpreendeu todas as pessoas.

No Twitter, o termo ‘Foi a Dilma’ também acabou chegando aos Trend Topics.

Entre os muitos textos que levantavam a bola para algum assassinato, um chamou atenção. O que apontava ‘algumas coincidências’ entre o número 13 e a morte de Eduardo Campos. Leia as versões:

Eduardo Campos tem 13 letras

Dilma Rousseff tem 13 letras

13 é o número do PT

Hoje é dia 13 de agosto

Avô morreu no mesmo dia

49 anos – 4+9 = 13

DDD de Santos – 13

Outro texto que circula na web é mais incisivo:

Grande maioria acredita que houve alguma sabotagem por parte dos concorrentes para que o avião caísse e o candidato a presidente não participasse na eleição.

Bem, agora vamos aos fatos. Claro que o acidente ainda é muito recente para se apontar qualquer informação mais exata a respeito. Porém, é improvável que Eduardo Campos teria sido assassinado.

Além disso, as primeiras informações sobre o acidente dão conta que o tempo em Santos estava ruim na hora do acidente. O piloto arremeteu antes do avião cair. Isso se dá por circunstâncias meteorológicas. As hipóteses que a polícia investiga são que o mau tempo, falha mecânica ou falha humana podem ter causado o acidente. Ou seja, não há hipótese de sabotagem. Sobre os números ’13’, não precisa nem comentar.

Muito provavelmente, novas teorias da conspiração devem aparecer com o tempo. Mas pode acreditar que elas são completamente falsas. Continue acompanhando novidades e desmentidos aqui no Boatos.org.
Edgard Matsuki

 

A SALVAÇÃO DAS ELITES 

Dinheiro Dilma Aécio Marina

O problema, para os órfãos da centro-direita, é que o candidato tucano já pode ser considerado carta fora do baralho. Este, inclusive, já começa a ser “cristianizado” pelos seus próprios correligionários e aliados de ocasião.

Disseram-me que José Serra está que é ‘todo sorrisos’, pois acaba de escapar de uma ‘barca furada’ que soçobrou sinistrada por uma onda gigante, verdadeiro tsunami causado por um terremoto provocado pelo impacto devastador de um avião ‘Kamikaze’ que caiu em Santos, pondo um trágico ponto final na carreira de um político promissor e colocando providenciais reticências na carreira da sua então vice.

Eduardo morreu para que Marina pudesse vencer?! Não seria esse um preço demasiado alto e injusto a se pagar?
Lula Miranda

 

TERRORISMO DA CIA

Enio
Enio

Para a oposição de direita, a morte de Eduardo Campos foi uma grande oportunidade.

Claro que não faltou a mão amiga do oligopólio da mídia, que manipulou eleitoralmente a cobertura do desastre aéreo e do velório de Eduardo Campos.

As pesquisas publicadas no dia 26 de agosto deixaram exultantes as hienas.

Segundo tais pesquisas, Marina teria ultrapassado Aécio Neves e inclusive venceria Dilma no segundo turno.

Marina Silva converteu-se ao neoliberalismo (apoio ao ‘tripé,  e à independência do Banco Central) e converteu-se à política externa subalterna (vide a crítica que fez ao ‘chavismo do PT’).

Aliás, quem prestar atenção às críticas que ela faz ao agronegócio, perceberá que sua ênfase hoje está em pedir ‘aumento da produtividade’. Uma linguagem verde dólar.
Walter Pomar

Há inúmeros relatos de atentados, armações, armadilhas e toda sorte de delitos cometidos pela CIA desde há muito tempo atrás, e em vários países, todos visando manter o status quo e interesses dos Estados Unidos.

Num avião embrulhado como o de Campos, seria mamão com açúcar aprontar alguma.
Sim, é possível, mas não provável que tenha havido sabotagem.

O timing teria sido perfeito. Tentou-se de todas as maneiras levantar Aécio Neves. A mídia encarregou-se dessa missão, sem sucesso. O homem não sobe de jeito nenhum. Dilma levaria com certeza no 1° turno, o que significaria mais quatro anos sem neoliberalismo e, mais, com toda força ao BRICS (veja que o Brasil vai implementar as exportações para Rússia).

Faltando cerca de 50 dias para as eleições, a substituição de Campos por Marina seria como um strike na campanha. Depois se veria como arranjar as coisas novamente. Seria fundamental uma ação agora.

Restam algumas perguntas: Teriam Marina Silva e Aécio Neves consciência dessa tramóia?

Em que pese que em política não se descartam possibilidades, na opinião do blogueiro, Marina e Aécio seriam inocentes. Mas por via das dúvidas, já estão impondo a Marina as teses neoliberais que, se eleita, terá que implementar.
Haveria possibilidade de se provar a tese do jornalista Wayne Madsen? Improvável. A CIA é profissional. Não cometerá erros.

Wayne Madsen seria levado a sério? Veja que este blogueiro no ínicio não botou muita fé. A tendência, como sempre, é de desqualificação. É o que a CIA espera. Não sei ao certo.
Fernando Castilho

Há já uma tese defendida por site norte-americano (Strategic Culture) de que a queda do avião com Eduardo Campos, cuja providência divina, coincidentemente, avisou apenas Marina, teria sido derrubado pela CIA.

Teoria da Conspiração ou mera coincidência? O fato concreto é que, depois de alguns anos, como foi agora o caso da Primavera Árabe, a CIA acaba admitindo seu papel na desestabilização de governos.

O Pré-Sal é o tipo de coisa com a qual os EUA mantém sempre um intere$$e primordial, a ponto de desencadear guerras em todos os países produtores. Não é mera coincidência que Marina Silva tenha dito, acima de outros pontos de interesse de seu eventual governo, que não vai mais priorizar o Pré-Sal. Por quê?!
Gilmar Crestani

 

A grande imprensa abandona Aécio e apóia Eduardo Campos para presidente

A candidatura de Aécio Neves jamais decolou do aeroporto de Cláudio, o escravo, apesar do apoio da grande mídia, que fez de tudo para santificar o ex-governador e senador mineiro. Este um fato político, comprovado por todas as pesquisas de opinião, secretas e públicas.

Os interesseiros barões da mídia, respaldados por tucanos candidatos a governador – Geraldo Alckmin um deles – decidiram cristianizar a candidatura de Aécio, e passaram a divulgar apenas seus pequenos crimes (Escondem o mensalão mineiro, a pirataria do Nióbio, o desvio de verbas da saúde etc)

Coragem para mudar propaganda slogan Dudu

As recentes denúncias reverberam nos blogues petistas que, burramente, divulgam o “novo” maculado Aécio dos barões da mídia, a família Marinho, Mesquita e Frias, idem piratas estrangeiros associados nos meios de comunicação de massa.

A estratégia patrocina a debandada para a candidatura de Eduardo Campos, ainda desconhecido do eleitorado, apresentado, aconteceu com Fernando Collor, como o candidato da mudança, contra a corrupção, e por um moderno Brasil da ordem e do progresso.

Se Eduardo Campos vencer Aécio no primeiro turno, pode derrotar Dilma Rousseff no segundo, essa tendência aparece nas pesquisas.

Certo que na ciência política não existe o “se” (isso os marqueteiros burros não entendem). Um bom cientista político nem precisa ser profeta, mas Dilma, eleitoralmente, possui uma força que Lula nunca teve.

Não quer dizer que seja imbatível. Não existe já ganhou em eleição. Um segundo turno com Eduardo soma os votos da direita, dos ex-esquerdistas, dos ex-petistas, dos liberais, e os votos nulos e brancos do primeiro turno serão campistas no segundo.

Só existe uma estratégia para o PT: que Aécio derrote Eduardo Campos, que precisa ser mirado como o único alvo. Antes que seja tarde.

Na emoção de uma campanha todos os candidatos são blindados, puros e santos como uma noiva. E os tribunais eleitorais censuram qualquer denúncia.

Dudu