Brasileiros nas ruas contra o golpe e para defender a Petrobras

nao passarao

Ditadura nunca mais. Tortura nunca mais 

 

Rua tem cheiro de Democracia.

Tem a claridade da Liberdade.

Rua tem cheiro de povo.

Cheiro que o ditador João Figueiredo detestava.

 

Cem mil brasileiros nas ruas de São Paulo contra o retorno da ditadura e a conspiração golpista da América do Sul
Cem mil brasileiros nas ruas de São Paulo contra o retorno da ditadura e a conspiração golpista da América do Sul

 

O Império, a CIA, George Soros & outros piratas & especuladores & agiotas bancários & parasitas do capitalismo selvagem. Que armam e financiam golpes na América do Sul para derrubar os governos dos esquerdistas presidentes da Venezuela, da Argentina, do Equador, do Chile, do Uruguai e da Bolívia,  também conspiram para derrubar a presidente Dilma Rousseff.

Os imperialistas e neocolonialistas patrocinam ou são aliados das mais tristes personagens da História do Brasil, desde que foi instalada a ditadura militar em primeiro de abril de 1964.

Nos 21 anos dos governos dos ditadores Castelo Branco, Costa e Silva, Triunvirato Militar, Médici, Geisel, João Figueiredo, e na pós-ditadura privatista de Fernando Henrique, que durou oito anos, nasceram e cresceram as fortunas dos duplas nacionalidades.

Dos banqueiros Safra.

Do proprietário das outorgas de água do Brasil Jorge Paulo Lesmann.

Do monopólio do abastecimento de alimentos, onde se destaca Abílio Diniz.

Ontem, 13 de março, em Porto Alegre
Ontem, 13 de março, em Porto Alegre

 

Entreguismo tucano nunca mais. O Petroleo é nosso

 

No governo de Fernando Henrique, o aparecimento de tecnocratas de dupla nacionalidade, a começar por José Serra, que planejou a privatização das estatais brasileiras, incluindo

* bancos estaduais

* telefonia

* energia

* transportes

* mineradoras, incluindo

a mundialmente mais rica, a Vale do Rio Doce.

* o fatiamento da Petrobras que, pela primeira vez, teve um estrangeiro na presidência.

Para tanto entreguismo, Fernando Henrique fez o Congresso aprovar uma lei permissiva para um francês presidir a Petrobras.

A política econômica de Fernando Henrique, de ajuda aos bancos privados, transformou tecnocratas tucanos em banqueiros.

De FHC a mágica: Foi presidente do Banco Central vira banqueiro, com total preferência para os duplas nacionalidades ou ex-empregados de banqueiros, notadamente de Soros.

Ninguém sabe onde esses ex-funcionários públicos, do governo FHC, desenterraram botijas de outro e prata para financiar bilionários negócios bancários.

O nepotista e entreguista Fernando Henrique fez mais: para privatizar a Petrobras, que passou a ser uma empresa de capital misto, um capital pra lá de misturado, sendo Soros o maior acionista estrangeiro, criou a ANP, e botou na presidência o genro.

 

Petroleo é nosso

 

A Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis tem autonomia, um mando absolutista. Nela não manda nem a Presidência da República, nem o Congresso, nem os tribunais da Justiça do Brasil.

É uma das Anas, uma das prostitutas respeitosas. É a Ana que manda e desmanda no setor do petróleo, estratégico para a segurança e o desenvolvimento do Brasil.

Uma agência que jamais deveria existir. Porque contra a nacionalização da Petrobras e demais empresas de petróleo, gás e biocombustíveis. Tanto que a ANP foi criada pela mesma lei que acabou com o monopólio do petróleo.

Com essa finalidade antinacional, a ANP promoveu cinco leilões dos nossos campos de petróleo e gás no governo de Fernando Henrique. E cinco rodadas no governo de Lula.

Os poderes maléficos da ANP continuam: submissão às empresas estrangeiras, desinteresse em construir refinarias, falta de rigor na implantação de políticas relacionadas à segurança e meio ambiente, para exploração obscura e apressada do pré-sal

defender petrobras

 

 

 

 

 

 

 

Para entender a Operação Lava Jato, a propaganda golpista da imprensa e a campanha de destruição da Petrobras pelos traidores do Brasil

Federação Única dos Petroleiros denuncia a privatização dos lucros, a terceirização do trabalho, o entreguismo & outras maquinações  dos falsos defensores da Petrobras. Conheça a Verdade

 

Petrobrás: Rumo à gestão da destruição!

Victor Ndula
Victor Ndula

 
Nos últimos meses, a Petrobrás tem sofrido uma forte exposição, ou melhor, uma fritura na mídia nacional e internacional por conta de uma “suposta” deterioração da sua condição financeira e do esquema de corrupção em contratos de terceirização, cuja investigação foi denominada de Operação Lava Jato. O ápice desse processo ocorreu, em primeiro lugar, com a divulgação das demonstrações contábeis do terceiro trimestre de 2014 e, segundo lugar, com a renúncia da atual presidente e de cinco diretores da Petrobrás.

 

Progresso da estrutura produtiva e operacional da Petrobrás.

 

As demonstrações contábeis do terceiro trimestre divulgadas pela Petrobrás não confirmaram esse cenário de deterioração, uma vez que alguns resultados, omitidos ou minimizados pela diretoria demissionária, apontaram um contínuo progresso da estrutura produtiva e operacional da Petrobrás.

 

A produção de petróleo e LGN aumentou em 6%, em relação ao terceiro trimestre de 2013, em função dos excelentes resultados operacionais de algumas plataformas da Bacia de Campos, bem como por conta da inauguração do sistema de produção antecipada (SPA) de Tartaruga Verde e dos testes de longa duração na área do pré-sal de Iara Oeste.

 

 

A produção de gás natural também apresentou uma expansão significativa (7%), basicamente pelo aumento dos sistemas de produção de algumas plataformas das Bacias de Campos e de Santos.

 

 

Além disso, em setembro de 2014, a Petrobrás alcançou um novo recorde da produção do pré-sal (532 mil barris/dia).

 

 

Fora isso, as análises de mercado a respeito da redução de lucro da Petrobrás, em geral, desconsideraram o cenário de forte retração da demanda e do preço do petróleo que impactaram várias gigantes do setor. Se a Petrobrás conseguiu um lucro de R$ 3,1 bilhões, no terceiro trimestre de 2014, a norueguesa Statoil apresentou prejuízo próximo à R$ 1,8 bilhão e a russa Rosneft um lucro irrisório de R$ 57,1 milhões.

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As pressões do mercado e os pretensos prejuízos do caso Lava a Jato

Graça

Ignorando o turbulento cenário externo e os êxitos operacionais – que colocam grandes perspectivas para a Petrobrás no médio prazo –, a diretoria da companhia, de modo desastroso, cedeu às pressões do mercado.

 

Ao invés de dar ênfase aos resultados operacionais e as perspectivas futuras, a apresentação das Demonstrações Contábeis se resumiu a fazer um resumo, mal e porcamente, dos pretensos prejuízos do caso Lava a Jato.

 

Maquinações da PwC e Bolsa de Valores

 

Como se isso não bastasse, ressaltou o fato dos resultados não terem sido auditados pela PwC, a mesma auditoria que havia avaliado como excelentes os ativos do banco Lehman Brothers logo antes da sua quebra na crise internacional de 2008.

 

Em outras palavras, a diretoria da Petrobrás sucumbiu aos fundamentos da Bolsa de Valores de suposta credibilidade – a mesma credibilidade que legitimou a quebradeira internacional de 2008 – e deixou, em segundo plano, os sucessos operacionais alcançados por toda sua força de trabalho.
Mas, o enquadramento da Petrobrás ao mercado não parou nesse aspecto. A criação da Diretoria de Governança, Risco e Conformidade, ocupada pelo empresário João Adalberto Elek Junior, foi mais um exemplo de que a gestão não tem se mostrado comprometida em dar fim às raízes da corrupção, mas apenas dar uma resposta ao mercado.

 

Toda corrupção está nos contratos de terceirização

 

Como já afirmado pela FUP diversas vezes, “a corrupção sempre esteve intimamente ligada à terceirização do trabalho no Sistema Petrobrás”.

 

O processo de eliminação da corrupção sempre dependeu do fim dos contratos de terceirização, estes mesmos que deram início a todos os esquemas de desvios de recursos da empresa.

 

Torna-se fundamental ressaltar que isso não significa afetar a vida dos petroleiros terceirizados, que devem ter seus empregos e salários preservados, mas, sim, eliminar um ciclo vicioso de negociatas que geram rendas extraordinárias apropriadas por executivos e parlamentares.

 

Complô de destruição da Petrobras começou na década de 90

Por fim, a mera mudança da atual diretoria tem sido parte de uma estratégia muito mais ampla definida pelo mercado: a de transformar a Petrobrás naquela da década de 1990, uma empresa reduzida, com menor protagonismo econômico e com menos compromissos sociais.

 

Ou seja, a visão do mercado para a Petrobrás sempre se caracterizou pela forte redução de custos, por meio da desarticulação e redução de áreas de atuação, eliminação dos investimentos em áreas com menor margem lucro (como, na construção de novas refinarias no Nordeste) e, principalmente, o abandono do papel social da empresa em vários municípios isolados pelo interior do país.
Ao sucumbir à estratégia do mercado, a atual direção da Petrobrás/governo tem minado as bases de reconstrução da empresa, que desde 2003, privilegiou a expansão dos investimentos nacionais, geração de tecnologia local e aumento do emprego e renda, a partir da criação de vários elos produtivos.

 

Na verdade, o que a empresa necessita agora é de uma nova reconstrução, com o fim da terceirização, menos centralização decisória e novos investimentos.

 

Mas, o que se vê, até agora, é a implementação da gestão da destruição, liderada pelo mercado e seus parceiros – a mídia, principalmente.

 

Com essa estratégia destrutiva da Petrobrás, o mercado propõe extinguir “um conceito, uma bandeira, uma nação”, como bem definiu Mauro Santayanna. Uma nação que exerce um papel central na vida de grande parte dos trabalhadores brasileiros. Fonte FUT

 

 

Investigam as empreiteiras por que roubaram os acionistas ou a Petrobras?

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O primeiro roubo contra a Petrobras, o mais danoso, foi sua entrega ao capital estrangeiro. De empresa estatal, passou a ser empresa de capital misto, pra lá de misturado, tanto que não se sabe quem é verdadeiramente o dono da quarta maior empresa petrolífera do mundo: se o povo brasileiro se os acionistas. Também é desconhecida a nacionalidade desses acionistas, quando já foi anunciado que o especulador George Soros trocou suas ações da Vale (outro escandaloso roubo impune do entreguismo) por ações da Petrobras, como se tal tipo de transa existisse. Esse troca-troca incrível e impossível foi noticiado pela imprensa, e mais safadoso ainda, durante a campanha eleitoral, que Soros, “se Dilma fosse reeleita” venderia sua parte na Petrobras. E o mais grave: esse Soros teve o nome vinculado ao complô do suposto atentado terrorista que matou o candidato a presidente Eduardo Campos em um desastre de avião. A teoria da conspiração indica, ainda, a participação da Cia e ONGs internacionais, que hoje patrocinam marchas pedindo a intervenção militar dos Estados Unidos para derrubar Dilma Rousseff da presidência da República.

HOMEM DE US$ 100 MI ROUBA DESDE O INÍCIO DA ERA FHC

 

Paulo Francis

Poços 10 – Depois de ter causado espanto ao declarar que devolveria uma fortuna de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 252 milhões), obtidos irregularmente, o ex-gerente da diretoria de Serviços da Petrobras Pedro Barusco admitiu que recebe propina há 18 anos [quando a estatal passou a realizar procedimentos licitatórios simplificados e facilitados por lei assinada por FHC. Quando foi questionado sobre a legalidade dos contratos da estatal fora da Lei de Licitações, a 8.666, o ministro do STF Gilmar Mendes defendeu que a estatal mantivesse o regime especial criado no governo FHC. A Operação Lava Jato esquece os caminhos facilitados para corruptos e corruptores]. Esse o motivo, segundo Barusco, para ter conseguido acumular tamanha fortuna.

Na semana passada, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse sentir “vergonha” do que está acontecendo na Petrobras. “Tenho vergonha como brasileiro, tenho vergonha de dizer o que está acontecendo na Petrobrás”, afirmou. [Com esta frase, FHC pretende esconder que patrocinou o entreguismo e o nepotismo na empresa, ao impor o francês Henri Philippe Reichstul presidente. Para conseguir tal intento, assinou uma lei que passou a permitir a nomeação de estrangeiros para presidir a Petrobras. Reichstul sempre esteve blindado. Jamais foi investigado. Fofocas da corte indicavam ele como genro de FHC.

Outro protegido da imprensa vendida: David Zylbersztain, este sim, genro de FHC. Ele foi secretário de energia durante o primeiro mandato (1995-1998) do governador paulista Mário Covas, quando comandou o plano de reestruturação e privatização de inúmeras empresas energéticas paulistas. Em janeiro de 1998, foi nomeado pelo sogro primeiro diretor-geral da recém-criada Agência Nacional do Petróleo (ANP), e reconduzido ao cargo novamente em janeiro de 2000.

Liderou a quebra do monopólio da Petrobras na exploração do petróleo no Brasil, realizando o primeiro leilão de áreas de exploração aberto à iniciativa privada, nos dias 15 e 16 de junho de 19991 .

Sua separação da esposa Ana Beatriz Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em maio de 2001, antecipou sua saída da chefia da ANP. Embora seu mandato lhe garantisse a permanência no cargo até o final de 2005. Sua separação causou uma saia-justa no governo , e o próprio David Zylbersztajn renunciou em setembro de 2001]

Barusco admitiu, em delação premiada, que desvia verbas por meio de contratos na estatal do petróleo desde 1996, segundo ano do governo do ex-presidente tucano. Ele também confirmou ter recebido US$ 22 milhões em propina apenas da holandesa SBM Offshore, que trabalha com afretamento de navios-plataforma.

O ex-gerente da Petrobras negou, durante depoimento, que parte do dinheiro desviado por ele era destinado a algum partido ou políticos. “Esta era a parte da casa”, afirmou. Apontado como um dos supostos cúmplices do ex-diretor da estatal Renato Duque, preso na sexta-feira 14, ele conta também ter contratado empresas sem licitação, prática que foi permitida por meio de uma lei do governo FHC.

Barusco teve participação em todos os grandes projetos da Petrobras na última década, entre eles a refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco. Em 2006, logo após a compra pela Petrobras de 50% da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, ele tentou favorecer a Odebrecht, contratando a empresa para a ampliação da refinaria sem processo de licitação. Ele alegou que a companhia era a única brasileira com experiência para o trabalho e obteve o apoio dos diretores. A obra no valor de US$ 2,5 bilhões, porém, foi rejeitada pelos sócios belgas.

O volume de dinheiro a ser devolvido pelo engenheiro aos cofres públicos é o maior já obtido por um criminoso na história do País. O acordo de delação premiada foi firmado por ele antes de a Operação Lava Jato, da Polícia Federal, vir à tona. Ele decidiu colaborar com a polícia assim que foi avisado que seria denunciado, conseguindo, dessa forma, se livrar da cadeia.

Qual o preço de um litro de água engarrafada?

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Quem bebe mais seu carro ou sua família?
O Brasil exporta petróleo a preço de banana e importa gasolina a preço de guerra no deserto.
O Brasil é o maior exportador de água do mundo e, também, o maior importador.
Alguém já lhe explicou como isso pode acontecer?

Petrobras halla 56 mil 600 millones de m3 de gas en pozos perforados en Perú

por Daniela Bravo

La brasileña Petrobras informó del hallazgo de 56.600 millones de metros cúbicos de gas natural y 113,7 millones de barriles de gas condensado en tres pozos perforados en la región este de la cordillera andina de Perú y espera nuevos descubrimientos para finales de año.

Se trata de los pozos Urubamba, Picha y Taini, perforados en el lote 58 de la cuenca Madre de Dios, cercana a la región con mayores reservas de gas del país.

“En el mismo lote, está siendo perforado el pozo Paratori, con final previsto para diciembre de 2012 que, en conjuto con otros estudios exploratorios enfocados en el área sur, podrían revelar volúmenes adicionales”, indicó un comunicado de la empresa divulgado en Rio de Janeiro el jueves de noche.

Petrobras Energía Perú, la filial de la estatal brasileña en el país andino, detenta el 100% de la participación en el lote.

La petrolera invirtió 235 millones de dólares en proyectos de exploración y explotación en 2010. En la actualidad, extrae 15.300 barriles de petróleo en su principal operación en el país: el lote X de la cuencia de Talara, en el noreste del país, según informaciones de la empresa.

En septiembre, Repsol y Petrobras anunciaron el descubrimiento de importantes reservas de gas en la región subandina de Perú.


A Petrobras tem dinheiro para investir nos quatro cantos do mundo. O dinheiro sobra. Construiu refinarias, investe em explorações. Tudo lá fora, lá longe.

Refinaria da petrobras nos  Estados Unidos
Refinaria da petrobras nos Estados Unidos
Refinaria da Petrobras no Japão
Refinaria da Petrobras no Japão

O petróleo no Brasil dá na canela. Mas falta refinaria. Desde 1981 que a Petrobras está proibida (por quem?) de investir em refinarias no Brasil. Resultado o Brasil exporta petróleo. E importa, a preço de guerra, gasolina.

Dilma vai começar neste mês de novembro uma grande feira mundial no pré-sal. A refinaria da Petrobras, em Pernambuco, vem sendo sabotada. Estava previsto um investimento de dois bilhões. Hugo Chávez deu um bilhão. Ninguém sabe onde foi parar esse dinheiro.

Quais são os donos da Petrobras, empresa de economia mista (bote mistura nisso): o povo brasileiro, o governo do Brasil, piratas estrangeiros, investidores tipo Soros? O diabo sabe.

O petróleo é dos brasileiros e eles têm o direito de usufruírem desta riqueza

por Silvio Sinedino
E não somos só nós contrários a licitações de blocos para exploração e produção de petróleo. Numerosas são as entidades da sociedade organizada que defendem um projeto de maior intervenção do estado brasileiro nas áreas estratégicas para o país, dentre elas o setor petróleo. Mobilizam-se contra os leilões de blocos exploratórios e em apoio à adoção de uma nova lei para o petróleo ainda melhor do que modelo de partilha de produção para o Pré-Sal. Como nós, defendem também, a ampliação da participação das empresas genuinamente nacionais no fornecimento de bens e equipamentos para o setor petróleo e não deixam de se pronunciar quando ressurgem os ataques sórdidos da mídia contra a mais valiosa de nossas estatais – a Petrobras.

Com grande apoio na mídia, ouve-se a mesma ladainha sobre a “incapacidade da Petrobras produzir o Pré-Sal”.
Assegurar volume de reservas para o Brasil é uma constante na história da Petrobras e ela não poderia deixar de testar o Pré-Sal, ao contrário de outras majors que estão sempre atentas à simples maximização dos lucros.

É bom relembrar que a Petrobras nos últimos anos não deixou de enfrentar os desafios de gestão e tecnológicos para alcançar maior eficiência nas unidades de produção marítima. Há cerca de um ano a empresa aprovou um novo modelo de “gestão por processo”, já implantado no E&P, dirigido dentre outros aspectos para superar recorrentes perdas médias diárias na produção, da ordem dos 100 mil barris por dia, devidas a problemas operacionais. No âmbito tecnológico, a Petrobras está testando no momento um novo sistema submarino de separação óleo/água, inédito no mundo, que reduzirá sobremaneira o tratamento de água nas unidades operacionais, um problema crônico com a maturidade da produção dos campos, que conduz à redução progressiva da razão óleo/água.

Há de se considerar, também, que as boas notícias vindas dos campos do Pré-Sal, muitos com vazão elevadas, vêm permitindo a incorporação rápida não só de reservas como de produção. E que até 2006, não havia Pré-Sal e não fosse a coragem de lançar-se ao desafio de correr risco o Brasil não estaria dispondo de 200 mil barris por dia vindos destes horizontes geológicos.

Preocupa-nos, senhores conselheiros, é a Petrobras andar para trás na ousadia em relação à exploração dos seus blocos de petróleo. Quem imagina descobrir e produzir petróleo sem submeter-se às vicissitudes da natureza deve escolher outro negócio. Não é a toa que seus principais executivos sabem que “bloco exploratório caro é bloco perdido”, ou ainda, “blocos ainda mais caros são aqueles devolvidos sem que se explorem ao extremo as diferentes alternativas de interpretação geológica”.

O domínio de reservas de petróleo e sua exploração e produção, além de motivar enormes interesses, incluindo até opções militares, exige a disposição de correr riscos. É esta chama que mobiliza a criatividade de geólogos, engenheiros, da academia e indústria em qualquer região do mundo, mormente quando está em jogo a soberania energética de um país.

Foi assim no Brasil, que em meio século tornou-se autossuficiente em petróleo em face da correta decisão do Presidente Getúlio Vargas de criar uma estatal para fazer frente a este desafio após a memorável Campanha “O Petróleo é nosso!”.

O Pré-Sal, criou as condições básicas para ampliar a participação do Estado Brasileiro no controle do ritmo da produção e na renda gerada por este bem energético estratégico para as sociedades modernas. Estabeleceu o compromisso da que esta produção de petróleo se fará em sintonia com a expansão industrial brasileira. Mostrou o caminho para a capitalização da Petrobras dando a ela o papel de operadora única nas atividades de exploração e produção e criou um fundo para utilizar as receitas geradas pelo petróleo para superar as mazelas sociais históricas da nossa sociedade.

Além do Pré-Sal, a Petrobras fez importantes descobertas de petróleo recentes em águas profundas em Sergipe e no Ceará. Em contrapartida, quase nada significativo foi anunciado por concorrentes e, onde descobriram, não raros estavam associadas à Petrobras. Assim, como demonstraram os resultados dos Contratos de Risco na década de setenta, é um equívoco ancorar nosso futuro energético na disposição ao risco de empresas privadas, em especial as majors, atuando no Brasil sob regime de concessão. Aliás a área do pré-sal estava nos contratos de risco e elas não investiram na sua exploração.

A Petrobras tem totais condições de atender às demandas energéticas do Brasil nos próximos decênios. Naturalmente, cumprirá melhor esta tarefa se puder atuar sem estar a todo o momento submetida a torpes instrumentos de pressão e ameaças. A reativação da Quarta Frota norteamericana após a descoberta da Pré-Sal explicita bem estas pressões.

Uma ação essencial é promover uma ampliação do contrato de Cessão Onerosa entre a Petrobras e a União. Mesmo com poucos poços perfurados em comum acordo com a ANP, a competência técnica dos brasileiros foi capaz de comprovar em menos de dois anos volumes superiores aos 5 bilhões de barris inicialmente contratados de petróleo em Franco, e outras áreas menores, além de Libra que após perfurado, foi excluído da Cessão Onerosa. Será enorme equívoco a não incorporação destas novas reservas prováveis identificadas com o avanço da exploração nas áreas envolvidas na Cessão Onerosa. Aliás, é mais uma forma, legal, de capitalizar a Petrobras, além de ampliar a participação acionária do governo brasileiro na empresa.

É nobre registrar senhores conselheiros que o Governo brasileiro tem tido a correta sensibilidade de capitalizar os bancos oficiais e fazer com que eles cumpram o papel preponderante de baixar as taxas de juros a níveis civilizados. A utilização do instrumento da Cessão Onerosa é o ideal para fazer o mesmo com a Petrobras, a grande locomotiva do desenvolvimento industrial, tecnológico e de emprego de qualidade, mormente dispondo da escala oferecida pelo Pré-Sal.

Não poderia terminar esta análise, que deixo protocolado junto à este CA, sem tocar na questão do refino. Foi absolutamente correta a decisão de construir novas refinarias e as carências estão mais do que evidentes hoje com as enorme importações de derivados que Petrobras se vê obrigada a fazer. Não há como retroceder neste caminho e a Petrobras precisa de todo o apoio do Governo Federal para resolver eventuais pendência políticas, sociais e ambientais que dificultem a construção das novas refinarias. Mais do que uma questão exclusivamente econômica, está em jogo nossa autossuficiência em derivados, em meio a um cenário mundial complexo quanto à oferta destes produtos.

Entendemos que não será por meio da equalização dos preços dos derivados no Brasil ao nível do mercado internacional que estaremos resolvendo eventuais desequilíbrios no caixa da Petrobras. Esta reivindicação faz parte do ideário das multinacionais, de modo a poderem trazer seus derivados para disputarem nosso mercado. O petróleo é dos brasileiros e eles têm o direito de usufruírem desta riqueza com preços dos derivados mais baratos, sem que isto comprometa a Petrobras.

A nosso ver, se a política do Governo Federal é subsidiar os setores automotivos multinacionais com isenções de IPI e crédito farto do BNDES, este mesmo governo tem a imperiosa missão de não fazer com que a Petrobras seja a única penalizada em seu orçamento. Ademais, abrir novas rodadas de licitações de blocos exploratório com a Petrobras descapitalizada soa a mais um dos muitos expedientes tramados para fazê-la figurante frente os anseios dos concorrentes.

Pressionado pelos corsários e piratas, governo aumenta o preço da gasolina

Capas dos jornais de hoje

A Petrobras, a quarta maior empresa petrolífera do mundo, não é uma estatal. Foi fatiada e leiloada. Virou uma multinacional de capital misto, pra lá de misturado, sendo o especulador Soros o principal acionista privado, depois que nomeou um empregado seu presidente terminal do Banco Central no governo Fernando Henrique.

Ninguém sabe para onde vai o dinheiro da Petrobras, que desde os anos oitenta não constrói nenhuma refinaria no Brasil. Construiu várias fora. No Irão, e perdeu. No Iraque, e perdeu. No Equador, e perdeu. Na Bolívia, e perdeu.

Também construiu refinarias nos Estados Unidos, Japão, Argentina, Paraguai e outros países das Américas e África.

No Brasil tá proibida, para exportar petróleo e importar gasolina a preço de guerra no Mundo Árabe.

Eis um dos motivos. Os acionistas não querem diminuir os lucros, e assim o povo brasileiro entrega mais dinheiro aos corsários e piratas.

Brasil sexta potência
Brasil sexta potência