Itália. Os olhos do povo e a imprensa caolha

Basta uma charge para desmascarar a farsa da imprensa dos banqueiros:

Uma questão de foco

Inimigo do povo, o jornalista hoje faz o mesmo serviço sujo da polícia

A polícia deu a foto repetida pela imprensa dos banqueiros
A polícia deu a foto repetida pela imprensa dos banqueiros
Uma única foto e o pensamento único
Uma única foto e o pensamento único
Uma repetência que não convence
Uma repetência que não convence
Repetição é propaganda
Repetição é propaganda
A reprise da mesma foto
A reprise da mesma foto
A volta de Mussolini
A volta de Mussolini

Espanha. 15 de Outubro, Indignados Abrem a Porta do Sol da Liberdade

No Brasil as fronteiras do boicote das centrais sindicais e ONGs
No Brasil as fronteiras do boicote das centrais sindicais e ONGs
A indignação não chegou ao Brasil. Boicote da UNE, OAB, ABI e sindicatos
A indignação não chegou ao Brasil. Boicote da UNE, OAB, ABI e sindicatos
Não ajude os bancos, ajude as pessoas
Não ajude os bancos, ajude as pessoas
Não há razão para chamar os indignados de terroristas
Não há razão para chamar os indignados de terroristas
Esquece a Espanha para destacar a Itália
Esquece a Espanha para destacar a Itália
Renasce? Agora com mais força
Renasce? Agora com mais força

Indignados de todo el mundo llaman a los ciudadanos a “reapropiarse de la política”

719 ciudades en 71 países (por ahora) se suman a la protesta planetaria del 15-O

Cuando los indignados escribieron la convocatoria de la rueda de prensa que han dado esta mañana para presentar la protesta global de este sábado 15-O

contra políticos y banqueros

150 ciudades de 45 países se habían subido al carro.

Durante la rueda de prensa han dicho que ya eran 660 ciudades y hora y media después la página donde aparece cada una de las convocatorias asegura que son ya 719 ciudades en 71 países (desde Albania a Venezuela).

“La clase política sigue sorda frente al grito colectivo. Por eso tenemos que seguir alzando nuestra voz”, afirma el manifiesto consensuado por indignados de 15 países reunidos recientemente en Barcelona.

O Brasil está fora ou dentro?
Não esquecer que os bancos no Brasil são todos lá deles – dos estadunindenses, espanhóis, ingleses e outros europeus principalmente. Ex-bancos estatais, ex-bancos dos Estados da República Federativa do Brasil, que foram privatizados por Fernando Henrique. Doados por FHC.

Vídeo veja

A ocupação da ponte de Westminster

Dia 15, sábado próximo, a grande Marcha Mundial Anticorrupção. Contra os corruptos e corruptores.
É um ato político, sim. Esta de denunciar que os políticos são corruptos significa o mesmo que dizer que a democracia é corrupta. Não se faz democracia sem política. O ato de votar é um comportamento político, e essencial para a democracia, assim como os comícios, as passeatas, as carreatas etc. São ações de propaganda, que devem ser livres, e jamais censuradas como acontece no Brasil. Principalmente pela justiça eleitoral. Que realiza um abuso de poder. O Brasil tem uma justiça absolutista, ditatorial, infalível majestática e divina.

A política não é propriedade dos partidos políticos.
Aliás, todas as organizacões fazem política em nome do povo.

O que caracteriza as atuais marchas mundiais e acampamentos contra a corrupção é justamente a decisão do povo dispensar os intermediários de sempre. No Brasil, a OAB, uma entidade corporativista, que criou a blindagem dos advogados. Nada mais corrupto que a blindagem dos advogados. Tanto quanto o foro especial criado por Fernando Henrique. Tanto quanto o segredo eterno criado por Lula da Silva.

Sem intermediários, os ingleses preparam o dia 15 de outubro.(Eu sou sozinho para editar vários blogues, portanto não vou traduzir. Falta tempo)

Preparan el ‘asalto’ a la City para el 15 de octubre

La chispa de la movilizaciones sociales empieza a prender en Gran Bretaña. Una semana después de que 35.000 manifestantes recorrieran las calles de Manchester, unos dos mil activistas se han lanzado este domingo a la toma del puente Westminster, versión local del puente de Brooklyn.

La “okupación” en protesta por los recortes sociales y por la privatización de la sanidad – duró algo más de tres horas, ante la mirada vigilante de decenas de policías de Londres que se limitaron a contemplar la sentada pacífica y no hicieron amago de intervenir.

“Lo de hoy ha sido un ensayo para lo que nos espera”, advertía Adam, llegado de Nottingham con una sonora pancarta “¡No voy tragar más!”- y con la máscara socarrona de ‘V de Vendetta’. “Vamos a ‘okupar’ el centro financiero de Londres esta misma semana. Vamos a cantarles la serenata a los culpables de todo esto”.

“Estamos aquí para protestar por los recortes que van a dejar maltrecho nuestro sistema sanitario”, explicaba Amanda Orr, disfrazada de enferma malherida y ensangrentada. “Esto es tan sólo parte de un plan para dejar desvalidos precisamente a los que menos tienen, mientras los ricos siguen adelante con sus vidas como si nada”.

Pasar a la acción

“La gente se está dando cuenta y ha decidido pasar a la acción”, vaticina Armanda. Lo que ha ocurrido en Estados Unidos empieza a suceder aquí. Somos la siguiente pieza del efecto dominó

Marcha contra a corrupção hoje

Veja se sua cidade participa. Entre nesta parada

A corrupção é mãe de todos os crimes.
A corrupção começa no judiciário. Que não pune os comparsas corruptos do executivo e do legislativo.
Nem os corruptos nem os corruptores.

Vamos cobrar do STF – Supremo Tribunal Federal – a Lei Ficha Limpa, que a justiça pretende jogar no lixo.
Pedir punições para os bandidos togados.

Todo poder para o CNJ – Conselho Nacional de Justiça limpar o judiciário dos bandidos.

Vamos pedir o fim do foro especial, a justiça secreta. Que beneficia os criminosos de colarinho (de) branco.
Não podem existir duas justiças: uma especial, a dos poderosos; e uma comum, a do povo – a justiça PPV, que bota na cadeia o preto pobre, a puta pobre e o veado pobre.

Vamos pedir o fim da blindagem dos advogados de porta de palácio.

 

 

Confira Local e hora da manifestação na sua cidade

AL – Maceió – Antigo 7 Coqueiros até o Antigo Alagoinhas (MCCE)- 13h
AM – Manaus – Centro, em frente ao colégio Dom Pedro – 14h
BA – Salvador – Cristo da Barra – 14h
CE – Fortaleza – Praça da Imprensa rumo ao Cocó – 14h
DF – Brasília – Museu Nacional – 10h
ES – Vila Velha – Praia da Costa – 12h
GO – Goiânia – Praça Cívica – Inicio na Praça Universitária, e término na Praça Cívica – 10h
MA – São Luis – Praça do Pescador – Av. Litorânea – 14h
MG – B. Horizonte – Praça da Liberdade até a Praça 7 – 14h
MG – Uberlândia – Praça Tubal Vilela – 14h
MG – Alfenas – Concha Acústica – (07/10 – 18h)
PA – Belém do Pará – Praça do CAN – 14h
PA – Santarém – em frente a Prefeitura até o Fórum – 17h
PE – Recife – Praia B Viagem – Pracinha de B Viagem – 14h
PB – João Pessoa – Busto de Tamandaré – 14h
PI – Teresina – Praça da Liberdade – 14h
PR – Curitiba – Santos Andrade – em frente a escadaria da UFPR – 14h
PR – Campo Mourao – Praca Central as 14 hrs (junto a marcha dos palhaços)
RS – Porto Alegre Parque da Redenção – à tarde toda
RJ – Rio de Janeiro – Copacabana frente posto 4 – 13h
SC – Brusque – Praça Barão de Schneeburg – 9h
SC – Florianópolis – Trapiche Beira Mar – 10h
SC – Jaraguá do Sul – Praça Ângelo Piazera – 14h
SP – São Paulo – Av. Paulista – MASP – 14h
SP – Santos – Parque da Independência – 14h
SP – S José dos Campos – Vicentina Aranha – 15h

Não esqueça: dia 15 de outubro tem a Marcha Mundial. Esta marcha vem sendo escondida pela imprensa.
Leia sempre neste blogue as últimas notícias da marcha de sábado proximo, 15 de outubro, e no Jornaleiro (clique)

Indignados. Mobilização em todo o mundo marcada para sábado

Occupy Wall Street entra na quarta semana e não esmorece

por Nicolau Ferreira/ Público

O movimento Occupy Wall Street que começou em Nova Iorque entrou neste domingo na sua quarta semana de vida e não esmorece. Ao mesmo tempo que a revolta contra o capitalismo alastra a pelo menos 64 cidades norte-americanas.

Na Europa, os indignados continuam acampados na capital da Bélgica.


A Primavera Árabe pode ser vista como o começo da bola de neve que levou ao surgimento do movimento 15-M na Espanha, que luta contra a corrupção governamental e a política económica Europeia. A manifestação de 15 de Maio, que aconteceu depois da mega-manifestação de 12 de Março em várias cidades portuguesas, foi seguida de perto em Nova Iorque.

No passado sábado, centenas de pessoas acabaram por ser presas na ponte de Brooklyn, em Nova Iorque, num momento em que a comunicação social era acusada de estar a desprezar o movimento Occupy Wall Street.

Neste sábado à tarde, e uma semana depois dos incidentes na ponte, mil pessoas manifestaram-se até Washington Square Park, em Nova Iorque, seguidos por um forte dispositivo policial. O grupo seguiu pelos passeios das ruas evitando as estradas para que os polícias não prendessem ninguém.

Os manifestantes gritavam: “Nós somos os 99 por cento”, reportava neste sábado o New York Times. A expressão refere-se aos 99% da população norte-americana versus os 1% que detêm uma fatia de 40 por cento da riqueza do país, e contra o qual os protestos vão ganhando uma voz cada vez maior.

“O movimento aspira a separar o poder político do poder económico, como se separou há séculos o religioso do político. Desde já pedimos propostas concretas, uma obsessão que corre paralela com a falta de exigência dos políticos”, explicou. E o movimento conta com todos, sindicatos, estrelas do espectáculo, políticos, desde que aceitem as regras de que ninguém é maior do que ninguém.Carne Ross, diplomata com cerca de 50 anos, que em 2004 rejeitou um posto na ONU quando os Estados Unidos entraram no Iraque, faz parte do movimento. “Quem afirma que só há um punhado de idealistas não tem nenhuma ideia do que se está a passar. Ali está a construir-se o futuro, a cada tarde, com a voz e a participação de todos. Sei que custa entender quando se viveu acreditando que a democracia dos partidos é a melhor forma possível de governo. Mas somos o que deixámos de acreditar no voto e que procuramos novos caminhos através da participação dos cidadãos”, disse o diplomata ao El país, que hoje dirige a organização Independent Diplomat, que faz assessoria diplomática a grupos como a Frente Polisario.

Um dos objectivos actuais de Ross é criar um sistema bancário alternativo. “O actual está na raiz da crise económica e é necessário um diferente. Queremos criar formas participativas de gerir o dinheiro e a política e por isso estamos compilar propostas, como os bancos-cooperativa.”