O disco de vinil e os sentidos na ponta de uma agulha

O jornaleiro

A reconquista de público reafirma o lugar dos “bolachões” ao lado dos apaixonados por uma experiência musical completa

No final dos anos 1940, nos Estados Unidos, uma novidade chegava ao universo da música: os discos de 33 rotações, de vinil, mais leves que os antigos 78, de acetato, e com mais qualidade sonora. Um som marcado para sempre pelo chiado nas caixas acústicas, enquanto a agulha desliza firme na ranhura. “Som com textura”, defendem os entusiastas do disco de vinil, que a partir da década de 1980 perdeu espaço para outras mídias. Mas estatísticas recentes apontam para significativo crescimento nas vendas, trazendo as velhas “bolachas” de volta. No mercado norte-americano, já representam 9% de todas as vendas de mídias físicas. O restante fica por conta dos compact discs, os CDs, que vêm observando quedas vertiginosas em suas vendas. O vinil resistiu.

Para muitos apreciadores, a audição dos discos ultrapassa a…

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Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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