Dos 594 membros do Congresso, 352 enfrentam acusações criminais

A ordem vem de uma revista do império: “É hora de Dilma sair”.

A revista britânica The Economist argumenta, porém, que não vê motivos para o impeachment e que os processos abertos contra Dilma no Congresso “são baseados em alegações não comprovadas” das chamadas pedaladas fiscais – e de que essa saída pareceria um “pretexto” para remover uma presidente impopular. “Democracias representativas não podem ser governadas por protestos e pesquisas de opinião”, opina a Economist.

Para a revista, “o jeito mais rápido e melhor para Dilma deixar o Planalto seria que ela renunciasse antes que seja forçada a sair”.

“Sua saída ofereceria ao Brasil a chance de um recomeço”, prossegue a reportagem. “Mas a renúncia não resolveria, por si só, os muitos problemas do Brasil. Seu lugar seria inicialmente ocupado pelo vice Michel Temer (…), cujo partido está tão implicado no escândalo da Petrobras quanto o PT.”

“Muitos políticos que participariam de um governo de unidade, inclusive alguns da oposição, são vistos como representantes de uma classe dominante desacreditada. Dos 594 membros do Congresso, 352 enfrentam acusações criminais. Uma nova eleição presidencial daria aos eleitores a oportunidade de confiar as reformas a um novo líder. Mas até isso manteria esse Legislativo apodrecido no poder até 2019.” Transcrevi trechos

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

Um comentário em “Dos 594 membros do Congresso, 352 enfrentam acusações criminais”

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s