Poema de Eduardo Lizalde

morde a cadela
quando estou dormindo
rasga, rompe e escava
faz de seu focinho uma lança
para matar-me

outra dentro dela há
que chora e cava há
vinte anos
(Tradução  Sandra Santos)

 

 

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

Um comentário em “Poema de Eduardo Lizalde”

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