O suicídio da jovem estagiária do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados e o silêncio que incomoda

O jornaleiro

A vítima morreu três vezes: no ato da agressão, na impossibilidade de obter justiça e na destruição de sua imagem pública

Texto relata o silêncio em torno da morte da estudante da PUC-SP, que tinha 21 anos, Viviane Alves Guimarães. Inicialmente tratado como suicídio – pois ela se jogou, no dia 3 de dezembro, da sacada do 7º andar do prédio onde morava, na Zona Sul de São Paulo – o registro da investigação foi mudado pela polícia para “morte suspeita”. Viviane relatou à mãe que foi drogada e estuprada por um colega de trabalho. Viviane era estagiária do escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados, na capital paulista. Era uma jovem feliz e realizada.

Por Felipe B/ Pragmatismo Político

Abra as pernas, feche a boca e tente não morrer: como ser uma jovem mulher em São Paulo.

Você possui o escritório de advocacia mais influente do país. Seus jovens sócios, mulheres…

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Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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