Brasil é o terceiro país mais perigoso das Américas para o exercício da profissão de jornalista, atrás de México e Honduras

Talis Andrade

Documento mostra que crimes contra a imprensa seguem impunes Documento mostra que crimes contra a imprensa seguem impunes

Em 2014, 129 jornalistas sofreram algum tipo de violência, informa relatório da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

A ONG Repórteres sem Fronteiras (RSF) encaminhou nesta segunda-feira (1) uma carta aberta à presidenta Dilma Rousseff, exigindo que o governo brasileiro se comprometa a tomar medidas concretas e eficazes para combater a violência contra os jornalistas. O Brasil é o terceiro país mais perigoso das Américas para o exercício da profissão de jornalista, atrás de México e Honduras. Na última semana, dois repórteres foram torturados e mortos no país – um deles, decapitado.

No México, traficantes de drogas e de órgãos, que abastecem o mercado dos Estados Unidos, são os assassinos de jornalistas. Em Honduras, os horrores de uma ditadura militar estabelecida em um recente golpe, que os banqueiros, as multinacionais e o império esperam que sirva de modelo para derrubar Dilma Rousseff.

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Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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