Torturadores e assassinos da ditadura de 64 são derrotados pelo povo nas ruas de São Paulo. Carlinhos Metralha lança candidaturas de Moro e Bolsonaro

A imprensa conservadora e os partidos da direita (PSDB & aliados), que votaram a terceirização na Câmara presidida por Cunha (PMDB), foram derrotados hoje nas ruas vazias de São Paulo.

Promoveram até estripitize como chamariz.

Juliana Isen, a musa dos analfabetos políticos, não fez sucesso
Juliana Isen, a musa dos analfabetos políticos, não fez sucesso

 

Mas o estripitize mais escandaloso foi de um conhecido e impune estripador: o ex-agente do Dosp Carlos Alberto Augusto, carinhosamente chamado pela imprensa pusilânime de “Vovô Metralha”.

vovo metralha

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Bruna Bortoletto, no Facebook:  Metralha, esse cara torturou e matou pessoas, ele é um assassino, deveria estar preso!
Bruna Bortoletto, no Facebook: Metralha, esse cara torturou e matou pessoas, ele é um assassino, deveria estar preso!

O Movimento SOS Forças Armadas reuniu civis, policiais e militares do golpe de 64.

O carro de som da ordem unida tocando músicas marciais procurava animar o ajuntamento. Inclusive homenageou o ex-segurança do famigerado delegado Sérgio Fleury, Carlinhos Metralha, uma dupla de assassinos que participou da Chacina da Chácara São Bento, narrada no célebre romance Soledad no Recife, de Urariano Mota. Um massacre  de seis militantes de esquerda, dedurados por Cabo Anselmo.

Tinha carro de som, mas faltou gente
Tinha carro de som, mas faltou gente

Vestindo um paletó preto, gravata borboleta, capacete usado na Revolta Separatista de 1932, Carlinhos, que tem o alcunha de “Carteira Preta”, deitou falação. Disse que estava cercado de velhos parceiros, e revelou que o SOS era pelo retorno da ditadura dos marechais ou o juiz Moro para presidente.

 

Jair Bolsonaro, um candidato a presidente Daia Oliver: R7 SOS Forças Armadas. Foto
Jair Bolsonaro, um candidato a presidente do SOS Forças Armadas. Foto R7: Daia Oliver

É! faltou gente apesar das atrações circenses.

Noticiou o R7: O tratamento recebido em São Paulo pelo deputado Jair Bolsonaro foi bastante diferente do que vivenciou no Rio de Janeiro, quando foi vaiado por manifestantes.

Admiradores do Bolsonaro o rodearam e o chamavam de “presidente” enquanto pediam para o deputado tirar uma selfie.

Quem também marcou presença no protesto foi o deputado federal e major Olímpio Gomes, que preferiu não discursar.

— Eu vim aqui aplaudir.

É! as fotos mostram as ruas vazias. Portal Metropole publica:

Movimento “Fora Dilma” também fracassa em SP e leva menos de 5 mil à Paulista

Sem números oficiais da PM, a imprensa apura que menos de 5 mil pessoas estiveram presentes no movimento na Avenida Paulista

Avenida Paulista
Avenida Paulista. Foto M7
O da bandeira é da PM? É! havia mais fardados que paisanos. Foto M7
O da bandeira é da PM? É! havia mais fardados que paisanos. Foto M7

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Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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