Privatista Itamar Franco entregou CSN para Steinbruch. Safra outra família famosa na lista dos traficantes de dinheiro do Brasil para o exterior, via HSBC

Banqueiros bandidos com dinheiro desviado do Brasil

 

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Brasil, el gigante sudamericano aparece noveno en la lista, con US$ 7.000 millones en las cuentas suizas del HSBC, y es el cuarto con mayor número de clientes en dicha entidad bancaria, con un total de 8.667 personas naturales y jurídicas. De ellas, el 55% tienen la nacionalidad brasileña.

ICIJ destaca que, hasta ahora, uno de los principales personajes es Edmond Safra, un descendiente sirio que estableció bancos en todo Brasil, Suiza y Estados Unidos (los bancos de su familia fueron vendidos al HSBC en 1999). Estaba relacionado en siete cuentas del HSBC: cuatro abiertas en 1988, dos en 1989 y una en 1999. En total, entre 2006 y 2007 acumulaba US$ 5.3 millones.

También se menciona a la familia Steinbruch, una de las más ricas de Brasil y fundadora del conglomerado Vicunha, que se desempeña en la industria del acero, la fabricación de textiles y uno de los bancos grandes de ese país. Varios miembros de la familia son accionistas y directores de Peak Management Inc. en las Islas Vírgenes Británicas.

Los dos hermanos que construyeron el conglomerado, Mendel y Eliezer Steinbruch, eran clientes del HSBC. Mendel era beneficiario directo de seis cuentas y fue vinculado a otras cinco. Ambos fallecieron en 1994 y 2008 respectivamente, por lo que sus familias heradaron la fortuna. La esposa de Mendel, Dorothea Steinbruch, controlaba parte del conglomerado familiar y fue vinculada a 12 cuentas del HSBC de las cuales en 11 era titular efectivo. En conjunto, manejaron US$ 464 millones entre 2006 y 2007.

DOROTHÉA STEINBRUCH

Dorothéa Steinbruch é viúva de Mendel Steinbruch, co-fundador do Grupo Vicunha e figura na lista da revista Forbes como uma das pessoas mais ricas do mundo. É mãe de Benjamin Steinbruch. Recentemente Dorothéa Steinbruch foi anunciada como 160ª pessoa mais rica do mundo, teve sua fortuna triplicada de 2007 para 2008 com de crescimento de US$ 1,8 bilhão para US$ 6,1 bilhões.

Mãe de três filhos é dona da maior empresa de aço do Brasil, Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

Sua família também é dona do Grupo Vicunha que hoje tem fábricas até na Ásia e também são proprietários do Banco Fibra, que atualmente tem ativos de US$ 5,7 bilhões.

Benjamin Steinbruch

Benjamin Steinbruch (Rio de Janeiro1, 28 de junho de 1953) é um empresário brasileiro.

Casado e pai de quatro filhos, formou-se em Administração pela Fundação Getulio Vargas. Filho de Mendel Steinbruch, que ao lado de Jacks Rodrigues Rabinovich foi fundador do Grupo Vicunha, maior grupo têxtil da América Latina.

No começo da década de 1990 foi incumbido de procurar novos negócios para o grupo. Entrou nas privatizações liderando os consórcios que compraram a Companhia Siderúrgica Nacional e a Companhia Vale do Rio Doce, entre outras. Acabou por abrir mão de suas ações na Vale para aumentar sua participação na CSN, empresa da qual atualmente é o principal acionista. Ocupou também a posição de gestor executivo no Banco Safra, na gestão 2008-2011. Durante sua gestão faturou equivalente a 200 milhões de reais.

Além do Grupo Vicunha e CSN sua família também tem o controle do Banco Fibra. Atualmente sua fortuna está estimada em R$ 980 milhões de reais.

Um de seus cavalos Quari Bravo já foi campeão do GP São Paulo.

CSN, em Volta Redonda
CSN, em Volta Redonda

Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é a maior indústria siderúrgica do Brasil e da América Latina, e uma das maiores do mundo.

Sua usina situa-se na cidade de Volta Redonda, no médio Paraíba, no sul do estado do Rio de Janeiro, tendo suas minas de minério de ferro e outros minerais na região de Congonhas e Arcos, ambas cidades do estado de Minas Gerais e também de carvão na região de Siderópolis no estado de Santa Catarina.

Sua principal usina hoje produz cerca de 6 milhões de toneladas de aço bruto e mais de 5 milhões de toneladas de laminados por ano, sendo considerada uma das mais produtivas do mundo.

História. A CSN foi criada durante o Estado Novo por decreto do presidente Getúlio Vargas, após um acordo diplomático, denominado Acordos de Washington, feito entre os governos brasileiro e estadunidense, que previa a construção de uma usina siderúrgica que pudesse fornecer aço para os aliados durante a Segunda Guerra Mundial e, na paz, ajudasse no desenvolvimento do Brasil. Os fundos norte-americanos vieram através do EXIMBANK – Export Import Bank, pois a iniciativa privada daquele país não se interessou.

Em 1940, aumentara a produção de ferro gusa e lingotes de aço mas laminados ainda estavam abaixo da demanda. Dessa forma, a industria brasileira não estava capacitada para fornecer produtos pesados tais como trilhos e chapas de aço para as ferrovias, estaleiros e construtoras. Edmundo de Macedo Soares, presidente de Volta Redonda, era engenheiro militar e defendia a usina. A região fica no Vale do Paraíba, que estava decadente com o declínio da Cultura do Café. Em discurso de 7 de maio de 1943, o presidente Vargas saudou a nova usina como simbolo da emancipação econômica do Brasil

Começou efetivamente a operar no ano de 1946, durante o governo do presidente Eurico Gaspar Dutra, o qual não convidou o idealizador do projeto, Getúlio Vargas, para a inauguração.

No final dos anos 70, a Andrade e Gutierrez era responsável pelo abastecimento de minério de ferro para a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda, no Rio de Janeiro.

Em novembro de 1988, uma greve dos trabalhadores que ultrapassou 15 dias teve como saldo a morte de 3 operários num conflito com o Exército, havendo também muitos feridos.

Foi uma empresa estatal até 1993, ao ser privatizada pelo governo do então presidente Itamar Franco.

Atualmente, a CSN possui diversas empresas, como a GalvaSud (em Porto Real-RJ), Prada (em Mogi das Cruzes e Volta Redonda), CSN Paraná (em Araucária-PR), os terminais de contêineres (Sepetiba Tecon) e de carvão (Tecar) no Porto de Itaguaí (em Itaguaí), a Metallic (CE), além de participações acionárias nas empresas MRS Logística e Transnordestina Logística, de transporte ferroviário, usinas hidrelétricas de Igarapava entre os estados de São Paulo e Minas Gerais e a de Itá, entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul e usinas nos Estados Unidos (CSN LLC, Terre Haute, Indiana); em Portugal (Lusosider, Aldeia de Paio Pires, Setúbal), e na Alemanha (Stahlwerk Thüringen GmbH – SWT), adquiridas de outros grupos nacionais.

Em 2006 a CSN apresentou proposta de compra da siderúrgica anglo-holandesa Corus. A proposta era superior à da indiana Tata, mas no dia 25 de outubro de 2007, a CSN perdeu a disputa pela empresa, que foi comprada pela indústria indiana. Desde então, a empresa tem buscado seguir uma estratégia com foco em novas áreas de atuação, como aços longos e cimento e busca por aquisições fora do Brasil, como por exemplo a Cimpor, fábrica de cimento de Portugal.

A CSN também controla a empresa mineradora de ferro Namisa, criada em 2006 . Fonte Wikipédia

 

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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