TERRORISMO EM PERNAMBUCO e BRASÍLIA

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A quem interessa pichar os muros de Pernambuco com a frase gritada em todos os municípios de que “o PT matou Eduardo Campos”?

Toda chacina, toda morte encomendada tem patrocinadores e executores, que são movidos, quanto mais alto o cargo da vítima, pelos mais altos interesses políticos e econômicos internacionais.

No caso de uma candidatura presidencial, pela importância econômica do Brasil, uma conspiração não se faz sem o apoio e a consequente denúncia de serviços de espionagem nacionais e estrangeiros.

Um atentado político contra Eduardo Campos, ou contra Aécio Neves, Marina Silva, Dilma Rousseff, Luciana Genro seria debatido na imprensa mundial, pelos governos do Primeiro Mundo e de países emergentes, por banqueiros, pelo FMI, pelo BRICS,  pelas multinacionais e partidos políticos.

Só Pernambuco embarca em uma campanha do voto justiceiro, para vingar a morte de Eduardo Campos.

Marina e as circunstâncias

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Escreve Gilmar Crestani: Mas nem tudo foi ruim. A divina providência evitou que ela pegasse o mesmo avião do Eduardo Campos, mas não teve força suficiente para evitar que se espatifasse contra o muro de suas limitações. Outro ponto positivo foi trazer da ribalda Beto Albuquerque. Assim ficamos sabendo um pouco mais deste gaúcho defensor dos transgênicos. Neste caso, também serve de lição ao PT que serviu de escada a este alpinista. Quem cria cuervos

Com distúrbios mentais e candidato do PP. Tá explicado!

Son
Son

Ele tinha armas de destruição da massa encefálica. Prova disso é que já havia sido candidato pelo PP e agora estava apoiando Aécio Neves.

Um dia depois que este jihadista das hostes do PSDB/PP saiu do armário para aterrorizar funcionário de hotel, Eliane Cantanhêde faz verdadeira ode à violência na Folha. A porta-voz do PSDB, instrui Aécio Neves na melhor forma de bater. Bater, como toalha molhada, para não deixar sinal. Quem é mesmo que incita à violência. Isso aí por acaso é linguagem jornalística? A que nível ainda pode baixar os funcionários da D. Judith Brito para tentaram ajudar seus correligionários? Por a ANJ e o Instituto Millenium não se pronunciam contra esta incitação à violência praticada por seus membros? E não me venham com linguagem figurada? Há mais metáfora no energúmeno do Fidelix do que nesta toupeira. Não é a primeira nem será a última desta colonista de mau agouro!

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Não é metáfora. Quando Fidelix pratica discurso de violência explícita está apenas se legitimando de uma linguagem que se tornou popular nos colonistas pertencentes aos a$$oCIAdos do Instituto Millenium. Da Veja, Zero Hora, Folha, Globo, a linguagem que legitima a violência é cotidiana.

Tanto a violência contra homossexuais como o racismo praticado em alguns estádios são resultado dessa linguagem chula, de incitação contra quem eles não gostam.

Certos colunistas da Veja e da Folha não estão preparados para viverem numa sociedade civilizada.

 

 

Boopo
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Aroeira
Aroeira

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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