A cabeça de camarão dos coxinhas Yellow Blocs do movimento não vai ter Copa e que xingaram Dilma

 

Como é a Copa do Mundo para os reis do camarote? O que a elite mais instruída do país está achando do mundial? O que eles comem? vestem? pensam? Como é a vida dentro deste aquário VIP, verde e amarelo (Advogados Ativistas)

 

Copa fundamento do pensar

A Copa VIP dos “yellow blocs”

por Leo Maia

Para ver o jogo Brasil x México, algumas pessoas resolveram seguir as leis do Rei do Camarote e como disse o Não Salvo, “a Elite Brasileira fez o maior encontro de Reis do Camarote que se tem notícia”.

“Eu vim com uma galera, paguei 5 mil reais a vista”

“Esse é um ambiente top, high society e mesmo assim, a gente tá enfrentando fila de banheiro, de comprar ficha… Ou seja, você paga muito e tem um retorno muito baixo […] é a mesma coisa que você enfrenta na SAÚDE, na EDUCAÇÃO, todos os problemas sociais que a gente tem hoje em dia”

“Eu acho que o Brasil tem que aprender a mandar mesmo a Dilma tomar no cu”

“Ó a gente conseguiu agora, nosso amigo vai ter que pagar 10 mil reais a mais para consumir 8 mil de bebida”

“Acho o mais importante do protesto é o fundamento do pensar”

“Eu achei muito legal essa coisa que fizeram arrastão e protestos, mas acho que no mínimo 95% dos brasileiros estão vestindo a camisa literalmente. Estão fazendo churrasco na laje ou comendo caviar na cobertura, mas tão torcendo, se divertindo, se reunindo” (Transcrevi trechos)

 

copa 1

Seu Jorge na festa da Copa dos coxinhas

por Kiko Nogueira do Diário do Centro do Mundo
No show de horrores da agora famosa festa VIP em que uma multidinha de coxinhas pagou até 1000 reais para ver o jogo da seleção com o México, um personagem chamava a atenção: o cantor Seu Jorge.
Que diabos Seu Jorge estava fazendo ali?
Tudo bem. Sua mulher, Mariana, estava lá. No vídeo, ela avisa de cara que veio “especialmente de Los Angeles, onde a gente mora, pra ver essa bagunça”. Depois reaparece com alguns patuás falando frases completamente sem sentido. Ok. Ele é um dos sócios. Ainda assim.
Volto a perguntar: que diabos seu Jorge estava fazendo ali, tocando para aquela turma barra pesada?
Antes de LA (pronuncie “Él Ei”), o casal morou com as filhas em São Paulo. Numa entrevista, ele contou que certa noite foi a um shopping ver “Ratatouille” e saiu no meio da sessão para fumar um cigarro. Na volta, duas senhoras o viram e chamaram o segurança, achando que se tratava de um assaltante.
Ele armou um quiproquó ameaçando denunciá-las por racismo. Desistiu quando a confusão cresceu. No Rio de Janeiro, cada passeio que dava em sua Lamborghini branca era um acontecimento. Saía nos jornais. “O que o negão está fazendo num carro desses? Quem ele pensa que é?” — era a pergunta impressa no rosto das testemunhas e embutida em cada entrelinha.
Ele não vive em negação. Pelo contrário. O homem que morou nas ruas de Santa Teresa nos anos 90 já falou sobre sua experiência traumática na Itália. “Não volto lá nunca mais. O italiano é racista. Eles têm sérios resquícios da colonização que sofreram: não aprenderam a lidar com outras etnias. Me maltrataram muito. Lá, percebi que, por ser negro, não era brasileiro, era da África, da Somália. No Brasil, isso também é forte ainda, viu?”
Você vai me dizer que é o trabalho dele e você não está errado. Que ele estava ali porque queria, ué. “Houve um tempo em que artistas diziam: me dê liberdade ou me dê a morte. Hoje eles dizem: me faça um escravo, apenas me pague o suficiente”, afirmou o escritor Todd Garlington. Em 1965, os Beatles foram ao palácio de Buckingham receber uma condecoração da rainha, a MBE. “Aceitar a medalha foi me vender”, Lennon afirmaria mais tarde. “Eu sempre odiei essas coisas sociais. Todos os eventos e apresentações. Todos falsos. Você podia enxergar por dentro daquelas pessoas. Eu as desprezava”.
Provavelmente, Seu Jorge não despreza aquelas pessoas, senão não estaria ali. Mas não seria exagero pensar que a maioria delas o desprezaria — ou chamaria o segurança — não fosse ele o cara famoso que estava lá para diverti-las cantando “Burguesinha”.

 

Copa 2

O que pensam os coxinhas Yellow Blocs, cabeças de camerão, leia aqui  

 

A Folha de S. Paulo censurou o vídeo. Porque mostra como vivem as elites: na maior farra. Os coxinhas só pensam naquilo… e na vida luxuosa, em ostentar as etiquetas das grifes famosas. São perdulários e vazios.

 

 

 

 

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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