Buracos da morte. No Rio Grande prefeito caça transeuntes

As calçadas vão ficando cada vez mais estreitas. E cheias de arapucas. Que os prefeitos só pensam naquilo. No Rio Grande é assim. E noutras grandes cidades. Recife é um buraco só. E pior: Não existe nenhum passeio público.

O engraçado é que reclamam metrôs para os estádios da Copa. E avenidas. E ruas. Para os carros.

E ninguém pensou nas calçadas.

A gente conhece uma cidade andando pelas ruas. Caminhando. Não existe outro jeito.

 

br_agora.Rio Grande

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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