Barracão de Zinco

por Oldemar Magalhães e Luiz Antônio

 

Favela, Di Cavalcanti, 1958
Favela, Di Cavalcanti, 1958

 

Vai barracão
Pendurado no morro
E pedindo socorro
A cidade a seus pés
Vai barracão
Tua voz eu escuto
Não te esqueço um minuto
Porque sei que tu és

Barracão de zinco
Tradição do meu país
Barracão de zinco
Pobre és tão infeliz

 

 

 

 

 

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

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