“Não vai ter desemprego”

por Gilmar Crestani

 

Se existir uma adversativa no meio de uma notícia  boa, então a manchete é da Folha de São Paulo. É inacreditável, mas o país que Lula e Dilma quebraram está com a taxa de desemprego em 4,3%. Para comparar, a Espanha onde se refugiaram Antonio Britto em busca de desintoxicação e onde a Rede Globo escondeu sua funcionária e a amante do então Presidente FHCMiriam Dutra, que era a Meca dos que não têm rumo, está com taxa 26% de desemprego.

O emprego está em alta a renda cresce, embora não mais de maneira acelerada, o que deixa os celerados da Folha babarem de ódio e raiva. Então, se temos alta de emprego com renda subindo, mesmo que devagar, porque usar o catastrofismo do “mas”? Porque isto é o que resta aos fracassomaníacos que torcem contra o Brasil.

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Só o ódio a Lula e Dilma explica o desespero dos incompetentes e invejosos. Todo frustrado por sua limitações improdutivas tem ódio visceral a quem desmontou a máquina de vender patrimônio público por ordem do neoliberalismo e, mesmo com a Crise de 2008, que devastou emprego e rende e muitos benefícios sociais por toda Europa, continua distribuindo emprego e renda. Não fosse o espírito vagabundo de manada, que segue bovinamente os professores do Complexo de Vira-latas, e talvez estivéssemos em situação ainda melhor. Para se ter uma pitada do que são capazes os gerentes do fracasso como norte, veja-se o crescimento do último reduto dos que se alimentam de ódio e inveja a Lula: São Paulo teve a menor criação de empregos e de renda. Depois de mais de 20 anos destruindo São Paulo em benefício dos grupos mafiomidiáticos, o PSDB ainda continua morando nos corações dos que só pensam em dólar e no que é bom para os EUA e ruim para os brasileiros. Não há outra atitude mais representativa dos que torcem contra o Brasil do que, por inveja de Lula ter conseguido trazer Copa e Olimpíadas, criarem o movimento de facebook, inspirado em colunistavira-bostas,  “não vai ter copa”. O verdadeiro problema da copa é que, se criar mais empregos, vamos ter de importar desempregados da metrópole dos vira-latas, EUA, onde o desemprego continuam em alta…

Aos energúmenos deste movimento em prol do fracasso falta conhecimento histórico. Desde os tempos gregos, guerras eram interrompidas para que os povos pudessem se reunir em competições esportivas. De Olímpia, na Grécia, passando pela Paris do Barão de Cubertin, a prática de esportes existe para o congraçamento entre os povos, como moeda de troca de cultura. Mas como cultura é algo que passa batido pela cabeça dos anencefálicos, o ódio encontra o crânio vazio, se apropria do lugar e comanda as “reações”. É por isso também que são reacionários, cuja espírito animal retrocede aos tempos pré-civilizatórios.

“Mas” (para usar um termo caro aos jornalismo do ódio de classe) enquanto os cães ladram, emprego e renda crescem!

Desemprego cai para menor nível em 2013; alta da renda desacelera

Inflação e juros mais altos contribuíram para o menor crescimento do rendimento desde 2005

Maior mercado de trabalho do país, SP freou a queda da taxa de desocupação; pesquisa vai mudar

PEDRO SOARESDO RIO

Apesar do fraco crescimento da economia em 2013, a taxa de desemprego das seis maiores regiões metropolitanas do país caiu para 5,4% na média no ano, a menor da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, iniciada em 2002.

Em 2012, a taxa foi de 5,5%.

Em dezembro, o desemprego ficou em 4,3%, menor patamar do indicador mensal.

A renda, no entanto, não cresce mais com o vigor de antes. O rendimento médio em 2013 ficou em R$ 1.929,03, alta de apenas 1,8% sobre 2012, a menor desde 2005. No ano anterior, o avanço sobre 2011 alcançara 4,1%. De novembro para dezembro, houve queda de 0,7% na remuneração dos trabalhadores.

A desaceleração resulta da freada do crédito para o consumo, do menor reajuste do salário mínimo, da confiança reduzida de empresários, além de inflação (que corrói a renda) e juros mais altos.

Segundo Adriana Araújo, técnica do IBGE, a inflação mais elevada teve “impacto” na evolução do rendimento em 2013. Para a LCA, porém, a “perda de fôlego” da inflação acumulada em 12 meses a partir de julho “contribuiu para estancar o movimento de perda real” dos salários.

Diante disso, a criação de novas vagas perdeu força e avançou somente 0,7% em 2013, chegando a um contingente de 23,3 milhões de ocupados nas seis regiões.

Trata-se do menor crescimento desde 2009, ano mais agudo da crise global, quando o ritmo de expansão igualou o do ano anterior. Os números do IBGE indicam que a pequena redução da taxa de desemprego se deu pela menor procura de trabalho, pois não foram criadas vagas em quantidade expressiva.

“O arrefecimento do mercado de trabalho já vinha ocorrendo e se intensificou no final do ano. É um movimento natural numa economia que cresce pouco há três anos”, diz Gabriel Ulyssea, economista do Ipea.

SÃO PAULO FREIA

Principal mercado de trabalho do país, São Paulo teve taxa de desemprego média em 5,9% em 2013, praticamente estável em relação aos 6% de 2012. Mas, por concentrar 42% de todos os ocupados nas seis regiões pesquisadas pelo IBGE, São Paulo puxou para cima a taxa média do desemprego.

O emprego cresceu pouco na maior metrópole do país –0,8% em 2013, ante 1,7% em 2012. Tal fenômeno impediu uma redução mais firme do desemprego, segundo o IBGE.

NOVA PESQUISA

O ano de 2014 será o último da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE. Paralelamente, ocorre a coleta dos dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio). Contínua, cuja abrangência chega a 3.500 cidades. As pesquisas não são comparáveis devido à mudança metodológica e de abrangência.

Publicado por

Talis Andrade

Jornalista, professor universitário, poeta (13 livros publicados)

Um comentário sobre ““Não vai ter desemprego””

  1. Os ditos peritos e as estatísticas governamentais deveriam ter vergonha de mentir tanto assim sobre as taxas de desemprego!
    As estatísticas usadas na Espanha são reais e não escondem subsídios como o da bolsa família cujos números não constam das estatísticas de desemprego no Brasil!
    Sé no bolsa família existem entre 13 a 14 milhões de famílias que recebem este subsídio o que corresponde entre 40 a 50 milhões de cidadãos brasileiros que embora sem trabalho encontram-se fora das estatísticas de desemprego!
    Portanto esses números das taxas de desemprego são totalmente diferentes dos números reais!

    Este tipo de artigo serve para enganar o povo que infelizmente acredita(por falta de investimento na Educação) nos números governamentais!

    Espero que o Sr Andrade Talis não acredite piamente nas estatísticas governamentais!

    Bom Artigo!

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